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segunda-feira, 28 de março de 2011

Em defesa da Meritocracia

Entrevista de Carlos Brito, de 50 anos, presidente da AB Inbev.

“Não temos orgulho de demitir ninguém. Mas uma das responsabilidades sociais de uma empresa é obter lucro. Sem o lucro, todos os funcionários e famílias que dependem da companhia cedo ou tarde estarão na rua.”

“Cheguei lá e disse que as pessoas talentosas gostam de três coisas: meritocracia, honestidade e um ambiente informal. O sujeito talentoso é a favor da meritocracia e não gosta de senioridade.”

“Se você promover o Mike, que está a vinte anos na companhia, é porque o “Mike merece”. Mas se promover o John, que chegou há um ano, desafiará um monte de gente. Só que se você promover os Mikes por senioridade, os Johns talentosos se mandam, e a empresa não vai a lugar nenhum”.

“Aqui, quando uma pessoa apresenta baixa performance temos de procurar ajudá-la a cobrir aquela deficiência, dar uma segunda chance. Se a pessoa não está mesmo dando certo aqui, achamos que é a nossa obrigação, porque a vida é muito curta, dizer: você pode ser muito bem sucedida em outras companhias, mas aqui não tem jeito. Prefiro dizer isso logo, quando o profissional é jovem, a ficar dez anos enrolando”.

“Acredito que ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes. Tratar todo mundo igual é injusto. Aquelas pessoas que são apaixonadas, se dedicam mais à empresa, dão mais resultados – essas merecem mais oportunidades que as outras, mais atenção, mais treinamento. E elas têm de ganhar mais dinheiro também. Já que é impossível agradar a todos, vou agradar àqueles com maior talento. Sinto muito pelos menos talentosos, mas…”

“(…) a repetição funciona.”

Fonte: Veja, edição 2179 – ano 43 – nº 34, de 25 de agosto de 2010

terça-feira, 22 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Relatório da RIOTUR

Comlurb removeu 1304 toneladas de lixo desde o desfile dos primeiros blocos de rua, em fevereiro, até o Monobloco, dia 13/03, quando foi encerrado o Carnaval. Nesse total estão incluídas também as quantidades de resíduos removidas do complexo do Sambódromo, Avenida Rio Branco e Estrada Intendente Magalhães.

O pré carnaval, com o desfile de blocos em vários bairros da cidade, foi responsável por gerar 268,6 toneladas de lixo. Durante os cinco dias oficiais de folia, a Comlurb contabilizou 849,5 toneladas. Esse número corresponde a um aumento de 12% em relação ao ano passado. Já os desfiles de blocos e escolas de samba após a Quarta-Feira de Cinzas produziram 186,1 toneladas.

Para a limpeza dos blocos, a Companhia elaborou um plano de ação classificando os blocos em quatro categorias – especial, um, dois e três – de acordo com demanda de recursos necessária para que a limpeza seja feita por um efetivo e equipamentos ideais. Desta forma, foram agilizados os procedimentos e atendimentos às demandas específicas de cada bloco. A limpeza aconteceu com o apoio de contêineres, caminhões compactadores, pulverizadores, pipas d'água, Kombi lava jato, caminhões basculantes, mini varredeiras, varredeiras mecânicas e mini basculantes. Todas as vias da cidade por onde passaram blocos foram atendidas com limpeza.
O asseio do Sambódromo e do Terreirão do Samba ficou a cargo de 1572 garis. Na Estrada Intendente Magalhães, atuaram 43 garis, a cada dia. Os trabalhadores tiveram o apoio de caminhões basculantes e compactadores, pipas d'água, pás carregadeiras e mini varredeiras. Essa megaoperação da Comlurb foi realizada sem comprometer a limpeza ordinária, que é feita diariamente pela empresa em todos os bairros do Rio.
A coleta seletiva no Sambódromo foi feita por 70 catadores das organizações Febracom, CataRio e Movimento Nacional de Catadores do Rio de Janeiro, que removeram 71,7 toneladas de materiais recicláveis, entre os dias 04 e 12/03

quinta-feira, 10 de março de 2011

Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb

http://videos.r7.com/carnaval-produz-mais-de-800-toneladas-de-lixo-na-cidade-do-rio/idmedia/7a6f3486f19a3d34be996e1471f3480d.html

Responsabilidade pela limpeza

Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb

Publicada em 10/03/2011 às 00h11m
Cláudio Motta e Taís Mendes
RIO - Os moradores de Petrópolis levariam mais de dois dias para produzir o lixo que a Comlurb coletou no carnaval do Rio: foram 849 toneladas entre sexta e terça no Sambódromo, no Centro, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho (onde desfilam os grupos C, D e E) e nos locais de blocos. Isso é 12% maior do que o coletado no ano passado e equivale a um dia de resíduos sólidos de uma cidade de 700 mil habitantes. Petrópolis, de acordo com o IBGE, tem 296 mil moradores. Niterói, 487 mil.
Mais do que sujeira nas ruas, a montanha de lixo representa prejuízo para a cidade. De acordo com a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Taís Queiroz, o lixo jogado no chão custa três vezes mais para ser limpo do que o domicilar. Ela sugere punição para as escolas cujos componentes emporcalhem a cidade:
- Empregamos mal o dinheiro público quando obrigamos a cidade a gastar mais na coleta do lixo. Nos blocos, o número de caçambas deveria ser maior. Além disso, deveria haver uma articulação maior com catadores, até mesmo pagando a diária deles, já que plástico e papel não tem tanto valor como a lata. Quanto às fantasias, as escolas precisariam ter responsabilidade, podendo ser punida, assim como acontece com um time de futebol se a torcida causa algum dano.
O diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), Carlos Roberto Silva Filho, acredita que os grandes geradores de lixo têm que ser responsáveis pela gestão dos resíduos, como já acontece com shoppings e supermercados.
- Seria necessária uma política em conjunto com os distribuidores, comerciantes e fabricantes para nesses locais de aglomeração de pessoas, de grandes eventos, somente colocar em circulação materiais com possibilidade de retorno. Outro ponto seria realmente determinar que os grandes eventos contassem com um sistema independente de gestão de resíduos - afirmou Carlos.
A presidente da Comlurb, Angela Fonti, reconhece que é preciso melhorar o planejamento, sobretudo em relação aos blocos. De acordo com ela, todos os desfiles tiveram mais foliões do que o estimado antes do carnaval. Ela destaca, no entanto, a rapidez com que a Comlurb limpou a cidade.
- A cidade ficou suja somente por algumas horas. Demos resposta rápida, sobretudo nos grandes blocos. A gente pode aumentar o número de garis ou de contêineres em 2012. Nosso planejamento é feito com os outros órgãos. A RioTur dá horário e localização, mas nem um número (de público) bateu. E houve muito xix. Usamos caminhões pipa, Kombis lava-jato e pulverizador - relata.
No Sambódromo, a Comlurb constatou que proporcionalmente o lixo recolhido no Sambódromo foi reduzido graças a implantação de coleta seletiva. Das 447 toneladas recolhidas na avenida, 44 toneladas eram de latinhas e garrafas pet, que serão reaproveitadas graças a um convênio entre a prefeitura, a Liga das Escolas de Samba e uma cooperativa de catadores.
- São menos 44 toneladas de lixo jogados no lixão ou no aterro graças ao convênio. Para o ano que vem, vamos tentar incluir nas exigências para o patrocínio do carnaval de rua a instalação de containeres nos locais de blocos, nos moldes como foi este ano em ralação aos banheiros químicos, que permitiu um aumento de 4,5 mil para 13 mil o número de banheiros - disse o secretário de Conservação e Serviço Público, Carlos Roberto Osório.
O lixo dos blocos registrou um crescimento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
- O crescimento maior foi nos blocos, mas o público nas ruas cresceu muito mais do que isso. Deve ter ficado em torno de 70% em relação ao ano passado. Alguns blocos até dobraram o número de foliões. Ainda é muito lixo jogado nas ruas e temos que melhorar. Mas, pela primeira vez, percebemos um tendência de queda de lixo no carnaval. Colocamos 3 mil contêineres nas ruas, que ficaram cheios. Isso prova que tem gente colaborando.

quarta-feira, 9 de março de 2011

LEI DE MURPHY NO CARNAVAL

O bom planejamento programa as atividades que devem acontecer em uma operação. Um ótimo planejamento é aquele que também considera as atividades que não deveriam acontecer em uma operação. O problema é que a lei de Murphy é implacável e assim que um plano incorpora ações de contingência outras eventualidades cerram fileiras para manter aquele que planeja tenso até o final.
Diante do que dá errado, a solução é um coquetel de sorte, empenho além do esperado, frieza decisória, abandono do plano original. Foi o que aconteceu quando um carro alegórico vazou uma grande quantidade de óleo na pista do Sambódromo. Como sambar sobre o óleo?



De onde surgiu a serragem para absorver o óleo? Quem se lembrou de usar a serragem? Quem explicou os garis a necessidade de realizar aquele serviço de forma primorosa?

No ano que vem haverá um responsável pela serragem, um local para armazenamento da serragem e orientações de como usá-la. É assim que se evolui: planejando hoje o que ontem foi um capricho do tal de Murphy.

Arquibancada do Sambódromo - antes e depois






No dia a dia podemos até discutir sobre o constrangimento ser visto sujando algo limpo, mas em uma festa, quando o coletivo toma a frente e o comportamento individual não é sequer percebido... Uma festa é uma festa! Vai sujar!

PROTOCOLOS DE LIMPEZA DE BLOCOS DE CARNAVAL



Como dimensionar recursos para cada um dos diversos Blocos de Carnaval? Divide-os em categorias e dimensione as categorias, o que é muito vira pouco. É uma solução clássica e, portanto, simples. Dividir os Blocos de Carnaval em quatro grupos denominados “Protocolos” e estabelecer uma faixa de recursos para cada grupo foi a grande novidade da gestão do serviço no Carnaval 2011 apresentada para a imprensa com pompa e circunstancia na RIOTUR

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Olímpiada 2016



Projeto olímpico:


Lançamento da Logomarca:









quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Desenho Industrial






Como projeto de conclusão de curso em Desenho Industrial o jovem Gustavo Bittencourt (gusbittenc@gmail.com) concebeu um “aspirador de resíduos sólidos de dimensões reduzidas projetado para complementar a tradicional varrição feita com vassoura e pá. Ele usa o container de 120 litros já utilizado pela COMLURB como base e diversos elementos já disponibilizados no mercado como forma de reduzir o seu custo de desenvolvimento, o que o viabilizaria mesmo em pequenas escalas de produção”
A imagem de equipamento que está em processo de patente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro sugere um tipo diferente de “elefantinho” (comentado em outro post).
O destaque mesmo é imaginar como seria útil ter novos profissionais de diversas disciplinas pensando a limpeza urbana sem os filtros impregnados de cotidiano de um profissional já experiente na área.

Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades

Assentamentos Precários Urbanos - APU, como estão sendo chamadas as Comunidades, que antigamente eram chamadas de Favelas, tem características especiais de tráfego e circulação que exigem equipamentos diferenciados para a coleta domiciliar.

Equipamentos menores, de fácil manobra, boa tração devem ser explorados realizando puxada de resíduos para equipamentos maiores como bases compactadoras, centrais de resíduos e até mesmo algo semelhante a estações de transferências.

Estamos falando de APUs com populações equivalentes a cidades médias, muito superiores a maioria dos municípios brasileiros, milhares de pessoas gerando lixo em residências sem espaço para seu acondicionamento e vivendo em uma área atendida por ruas muito estreitas, por vezes com mão dupla, criadas de forma desordenada conforme se desenvolveu a comunidade; vielas onde somente carros leves conseguem trafegar; fiação baixa e ausência de calçadas.

No Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro, na zona Norte da Cidade um conjunto de equipamentos “inovadores” está para ser usado: temos viaturas “satélites” e tratores compactadores (já discutidas em outros posts) transportando lixo para bases de caixas compactadoras. A grande novidade é o uso de motocicletas para coleta de lixo

O exemplo inicial para escolha da motocicleta foi tirado de experiência da cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.



Analises sobre manutenção e segurança da motocicleta com reboque indicaram a necessidade de uso de um triciclo com caçamba aberta.




A motocicleta realizará a chamada “motocoleta” trazendo o lixo domiciliar de vielas para os demais equipamentos. Por sugestão do Prefeito o triciclo terá um equipamento de som para convocar os moradores a trazer o lixo para a caçamba como se fosse o tradicional vendedor de pamonha ou de bujão de gás.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Big Brother - Todos somos vigiados!




Antigamente existia a máquina fotográfica de filme Kodak e a máquina de escrever... Você tirava uma fotografia coma esperança de que não saísse tremida, revelava o filme, colava as fotos no papel ofício e redigia na máquina de escrever sua denúncia. Feito isso, levava a juntada de folhas e fotos para um protocolo ou enviava a papelada pelo correio. Daí para frente era “ao fulano”, “ao ciclano” em despachos burocráticos até chegar à pilha de quem analisaria a denúncia. Algum tempo aguardando na pilha existia o risco do “arquive-se face ao tempo decorrido...”

Hoje...

Você tira a foto digital no seu celular e envia direto para o email do Prefeito...

Dogma do "Lixo Zero"



Até que ponto o lixo é aceitável? A Avenida Rio Branco no centro da Cidade do Rio de Janeiro é constantemente varrida, dez vezes por dia! É um esforço hercúleo para atender o dogma carioca de que não pode haver nenhum, absolutamente nenhum, lixo na rua. Porque não aceitar que haverá lixo aqui ou ali em algum momento? Porque não aceitar que basta haver a garantia que haverá a remoção do lixo em uma programação sensata com meios produtivos e econômicos? Qual o dano a saúde pública reduzir a freqüência de varredura da Av Rio Branco? Como acontece com eventos públicos onde a limpeza é feita antes e depois, porque não varrer a Rio Branco antes ou depois do expediente comercial?

Deveríamos evitar o dogma do “lixo zero” que leva a limpar a qualquer custo e passar a pensar que o lixo é comum a atividade urbana e seu manejo deve ser garantido por um sistema bem planejado de forma econômica e produtiva.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Prefeitura


É importante elogiar o verdadeiro empenho e dedicação dos profissionais da Cidade do Rio de Janeiro que em uma área de trabalho totalmente estranha e adversa souberam despertar sentimentos de reconhecimento, esperança e auto estima na população da cidade de Nova Friburgo

Nova Friburgo - Dia de ir embora - Av Comandante Bittencourt


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Av. Euterpe Friburguense





A Av. Euterpe Friburguense foi visitada vários dias com raspagem, remoção, varredura e finalmente lavagem. Um logradouro largo muito comercial e com forte trafego exigiu muita atenção com a segurança.

Nova Friburgo - Lavagem da Praça dos Suspiros

A Praça dos Suspiros no Centro de Nova Friburgo foi devastada por deslizamentos de terra da encosta onde havia o hotel com teleférico. Principal ponto turístico da cidade demandou uma carga de trabalho muito grande em remoção de resíduos realizada pela Comlurb e empreiteiras contratadas pelo estado.No dia 27 de janeiro estávamos executando a lavagem da praça recuperando seu bom aspecto para uso da população. A lavagem PE um serviço prazeroso pois dá a sensação que as coisas estão se completando e o lugar finalmente está limpo.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mulheres na Coleta Domiciliar




O filme apresenta experiência de mulheres executando serviço de coleta domiciliar. .No Rio de Janeiro existe um "dogma"que diz ser proibido usar mulheres em Coleta Domiciliar. Mas acredito que a restrição seja somente a carga que a mulher é permitida transportar. .No filme o roteiro parece ser bem leve mais parecido com o roteiro de coleta seletiva que a coleta ordinária. .Em um momento de tanta valorização da força feminina montar uma guarnição de coleta feminina, ainda que restrita a roteiro de coleta seletiva, acredito ser uma oportunidade de valorizar também a imagem da empresa.

Lutocar em Madri






(Fotos de Sebastião Alve Neto)

Satélite em Madri






Mais um exemplo de caminhão satélite para a remoção rápida de lixo público.

(Foto de Sebastião Alvis Neto)

Carretas multiuso




O uso de “carretas multiuso” oferece oportunidade de aumentar a flexibilidade de uso e produtividade das viaturas leves quando equipadas com engates rápido (pino-bola). Podem rebocar diferentes tipos de reboque aumentando ainda mais o seu uso operacional. Da mesma forma os engates existentes nos caminhões basculantes podem rebocar carretas maiores de diferentes propósitos, até mesmo carretas basculantes.




Uma “carreta multiuso” com a função de Pipa evidentemente é mais barata que um caminhão. Pode ser a oportunidade de aumentar a quantidade de equipamentos em relação aos caminhões pipa existentes garantindo sua presença do serviço em todas as Regiões Administrativas: .


Pode-se utilizar o conceito de “carretas multiuso” para transporte de microtratores roçadeira liberando o uso de viatura Poliguindaste para o transporte de caixas metálicas com resíduos.

Com opções maiores ou menores, as carretas podem transportar material e ferramentas, bem como atuar rapidamente em remoções de lixo público. Desta forma o conceito de “carretas multiuso” pode também aumentar a flexibilidade do uso das viaturas leves locadas por meio de instalação de engates rápido (pino-bola)


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Como raspar a lama se a água não escoa?



A primeira atenção que a equipe deu foi buscar formas de restabelecer minimamente o sistema de drenagem limpando caneletas, procurando e desobstruindo ralos e no extremo cavando valas para escoar a água direto para o rio .











Nova Friburgo - Praça dos Suspiros - Teleférico

Nova Friburgo - Comentário Inicial



Eu estava como gerente da Tijuca quando o dia 12 de março de 1998, a estação do bairro Alto da Boa Vista marcou 327,2 milímetros de chuva, dando origem a uma forte enchente ao longo do Rio Maracanã. Pela primeira vez eu vi carros uns sobre os outros, lama dentro de casas e em logradouros principais, remoções de viagens de carreta cheias de terra em um único logradouro, coisas desse tipo.O que eu experimentei em 1998 e também em abril de 2010 no Rio de Janeiro em nada se compara com o que vi em Nova Friburgo. Pondo de lado a tragédia da perda de vidas nos vários deslizamentos, Nova Friburgo estava com todo centro da cidade e sua área turística urbana: a Praça dos Suspiros, o teleférico, as Avenidas Galdino de Valle Filho e Comandante Bittencourt, totalmente tomada por grossas camadas de lama.http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/04/07/prefeitura-registra-2134-desabrigados-no-rio.jhtm

Nova Friburgo - Comboio na estrada


Prefeitura do Rio envia garis para ajudar na recuperação de Nova Friburgo .

http://http//g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/01/nova-friburgo-vive-caos-depois-da-chuva-nao-ha-luz-agua-e-sinal-de-telefonia.htmlonia.html.

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(Esse de colete sou eu embarcando equipamentos)

250 profissionais e equipamentos da Comlurb vão trabalhar na limpeza e desobstrução das vias da região.
14/01/2011

A Prefeitura do Rio criou uma força-tarefa de limpeza urbana para ajudar a cidade de Nova Friburgo, um dos municípios mais atingidos pelas chuvas desta semana na Região Serrana. Na manhã desta sexta-feira, dia 14, a Comlurb enviou 250 garis para ajudar na limpeza e recuperação da cidade de Nova Friburgo. Um comboio com dez ônibus saiu às 7h20 da Gerência de Emergência da Comlurb, em São Cristóvão, e está sob a coordenação do secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e da presidente da Comlurb, Ângela Fonti. 

Osório comentou sobre essa parceria da Prefeitura do Rio com a cidade de Nova Friburgo e explicou como será o trabalho dos garis na região. 

- Nós montamos uma força-tarefa composta de garis da Comlurb, maquinário e equipamento especial para ajudar na remoção de entulho, de escombros e liberação das vias. Enfim, para poder ajudar aquela cidade a voltar a ter uma vida normal o mais rápido possível. Todos esses garis são experientes, já trabalharam no Rio em momentos adversos de alagamentos e chuvas. Nossa participação será na região central de Nova Friburgo, para liberar a área para que as pessoas e os veículos possam voltar a transitar e o comércio voltar a funcionar. 

Os garis da Comlurb usarão roupas e equipamentos especiais para chuva e lama. A companhia também cedeu quatro carretas, três caminhões basculante trucado, quatro carros-pipa, duas pás mecânicas, duas minipás mecânicas, uma van de Operações Especiais, seis veículos de apoio e um micro-ônibus, além de diversas enxadas, motosserras, chaves de ralo e carrinhos de mão. 

- Vamos trabalhar em parceria com o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual e com a Prefeitura de Nova Friburgo. A Prefeitura do Rio se solidariza com a situação das cidades da Região Serrana e quer colaborar ao máximo neste momento de aflição que vivemos aqui no nosso estado do Rio de Janeiro - disse Osório. 

Texto: Anna Beatriz Cunha
Fotos: Beth Santos e J.P.Engelbrecht

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

LIMPEZA DO COMPLEXO DO ALEMÃO


Diferencial - O gari da Lapa

http://www0.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1406

“Mas é quando a noite cai que a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade”. Restaurantes, bares, casas noturnas fervilham do berço da boemia carioca. Tamanha movimentação resulta obviamente em maior geração de lixo exigindo equipe específica para sua manutenção.

A forma de diferenciar esta equipe de intenso serviço noturno e vincula-la irremediavelmente à ambiência do local, os garis foram “equipados” com chapéu de malandro característico da antiga boemia frequentadora lá pelos idos dos anos 50.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fácil para uns e difícil para outros



@ILEGALeDAI
Os pontos laranja são garis pendurados no talude para remover toda sorte de resíduos jogados por moradores da comunidade. O pequeno esforço de transportar dia a dia um pequeno saco de lixo para o lugar correto é substituído pelo menor esforço de jogar o lixo pela janela. Com este comportamento toda a energia economizada pelos moradores morro abaixo é gasta pelo grupo de garis morro acima.
Para os moradores é fácil jogar tudo pela borda de suas janelas, para o vizinho é fácil (rápido, eficiente e justo) reclamar digitalmente e para os garis... é difícil recolher tudo.

Dejetos ameaçam encosta no Catete
Publicada em 11/01/2011 às 23h32m
Isabela Bastos, Luana Soares e Natanael Damasceno
RIO - Após décadas infernizando a vida de moradores da vizinhança, o lixo e o entulho jogados em uma das encostas do Morro Santo Amaro, no Catete, devem finalmente ter um destino. Depois de uma reclamação feita pelo internauta Leonardo Brito através do perfil @ILEGALeDAI , no Twitter, a Comlurb prometeu não só limpar o local com uma força-tarefa, mas manter uma equipe de seis garis para evitar que os detritos voltem a se acumular.
Gerson Mallet, gerente regional da Comlurb, diz que a limpeza da área estava a cargo dos garis comunitários do Morro do Santo Amaro. E que a coleta de lixo teria ficado prejudicada com a decisão da Justiça Trabalhista, no ano passado, de interromper o programa. Mallet reconheceu que a situação na comunidade é grave e prometeu enviar ainda hoje a força-tarefa para a limpeza:
- O problema, no entanto, não é fácil. É preciso fazer um trabalho de conscientização dos moradores, que jogam o lixo direto das janelas. O ideal é que eles juntem o lixo e levem a um local onde nossos garis possam coletá-lo. Mas eles acabam preferindo jogá-los da janela mesmo. Vamos nos reunir com a associação de moradores para ver se podemos conscientizar a comunidade.

Pessoas que Guardam Lixo em Casa

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Trata-se da Síndrome de Diógenes.

"O comportamento característico, descrito na literatura, inclui ainda sintomas como a negligência de autocuidados – alimentação e saúde. Mas o que mais chama a atenção é a tal mania de coletar coisas – até mesmo comida deteriorada. Independentemente da situação financeira da pessoa, ela tem receio de ficar pobre. O ponto que permeia todos estes sintomas é justamente a falta de autocrítica. Segundo suas próprias avaliações, os pacientes estão totalmente certos. Apesar de não haver estudo comprovado, segundo especialistas, mais de 50% dos casos de Síndrome de Diógenes são conseqüências de outros transtornos, como a demência, a depressão, paranóia, psicoses, esquizofrenias que se agravam com a idade e com o isolamento social e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo." .

Acontece mais do que se imagina


Uso de Varredeira de Médio Porte



Filme de varredeira de médio porte em Paris.

Acredito que varredeiras de médio porte não são interessantes para logradouros principais de gerências regionais, mas são boas para logradouros secundários. As varredeiras de grande porte deveriam ser usadas somente em autopistas como a Avenida Brasil no Rio de Janeiro. As mini-varredeiras são interessantes somente como elemento de visibilidade, apoio a eventos ou áreas muito específicas como a Lapa Noturna.

Centro de Operações Rio

Centro de Operações da Cidade do Rio de Janeiro






É de deixar a boca aberta entrar na sala do telão do Centro de Operações. A sensação é que temos todas as informações necessárias no momento que as coisas acontecem. Tão impactante é a tecnologia aparentemente disponível que chegamos a ficar descrentes de sua eficaz utilização. Certamente midiático em dias normais é um local que esperamos nunca ver fervilhando , prefiro que seja condenado a um "cemitério de Odorico" e fique ocioso em sua capacidade de gerar crises.

Centro de Operações da Cidade do Rio de Janeiro

http://www.youtube.com/watch?v=hapwjbyQm9U

O Centro de Operações Rio foi inaugurado na manhã do dia 31 de dezembro de 2010, uma espécie de quartel general da Prefeitura do Rio, que vai integrar cerca de 30 órgãos municipais e concessionárias com o objetivo de monitorar e otimizar o funcionamento da cidade. A inauguração contou com a presença do presidente do COI (Comité Olímpico Brasileiro), Jacques Rogge, e do prefeito Eduardo Paes.

Com o Centro, que já estará em operação durante o Réveillon, será possível antecipar soluções e minimizar as ocorrências, alertando aos setores responsáveis sobre os riscos e as medidas urgentes que devem ser tomadas em casos de emergências como, por exemplo, chuvas fortes, acidentes de trânsito e deslizamentos. O projeto é pioneiro no Brasil e fundamental para a organização de grandes eventos como a Copa e as Olimpíadas.

Desenvolvido em parceria com uma empresa privada, este QG da prefeitura é o primeiro centro na linha mundial de cidades inteligentes que irá integrar todas as etapas de um gerenciamento de crise. Localizado na Cidade Nova, o moderno prédio é equipado com o que há de mais avançado em tecnologia para o gerenciamento de informações. O centro, que conta com 100 salas e cerca de 200 câmeras, funcionará 24h, sete dias por semana, com o objetivo de integrar e interconectar informações de todos os órgãos envolvidos.

ESPANHA - coletor lateral com containers metálicos


segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

CONTAINERS METÁLICOS EM COMUNIDADES

 

Proposta de Coleta em Comunidades - Referência Italiana



O caminhão compactador coleta lateralmente o container sem a necessidade de guarnição. No caso das fotos o caminhão também lavou o container recolocando-o no logradouro vazio e limpo.
A viatura apresentada na foto abaixo foi vista em Lucca na Itália. Por ser uma cidade medieval com logradouros muito estreitos a viatura semelhante a um poliguindaste com carregamento lateral transportava o container para uma praça onde um compactador o basculava. Esta viatura realizava, portanto, uma “puxada” de containers em vielas.
O conjunto containers de metal, poliguindaste com carregamento lateral e compactador (ou base compactainer) poderia ser uma opção para coleta em comunidades. Não encontramos infelizmente viatura semelhante no mercado nacional sendo necessário, a exemplo da viatura satélite, estabelecer parcerias para desenvolver um protótipo.

Proposta de Coleta em Comunidades - Introdução




Pesquisamos opções inovadoras para acondicionamento e coleta de resíduos em comunidades que oferecessem capacidade de carga e transporte alternativo em relação aos containers plásticos e caçambas metálicas atualmente existentes.
Em um primeiro momento pesquisamos caixas metálicas de formatos e tamanhos diferentes, mas o equipamento existente atualmente é o estado da arte no Brasil com caixas padronizadas de 5m3 e coleta em poliguindaste (Existem caixas de 2,5m3 a 6m3)
Concentramos a pesquisa em algo que fosse realmente novo e encontramos uma repetição do modelo de coleta italiano na cidade de Caxias do Sul – RS com sistema de coleta automatizado implantado pela Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (CODECA) com containers de metal e caminhões de coleta de basculamento lateral fornecidos pela Themac do Brasil Equipamentos Ltda, sediada em Curitiba. Em reportagem sobre teste do equipamente realizado para a Prefeitura de Gramado –SC os tecnicos da Themac citaram que “o recolhimento automatizado é tecnologia européia adaptada a realidade brasileira. O sistema sofreu alterações para se adaptar ao tratamento do lixo sul americano que é mais pesado que o europeu”. Esta opção é uma oportunidade de inovação e será necessário aprofundar o contato com a Companhia de Desenvolvimento de Caxias do Sul (CODECA) e com a Themac do Brasil Equipamentos Ltda para analisar o sistema operacional e financeiramente. .

Containers metálicos com carregamento lateral

Resultado Operação Reveillon 2011

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/comlurb-retira-610-toneladas-de-lixo-das-areias-e-ruas-do-rio-de-janeiro-20110101.html

Comlurb retira 610 toneladas de lixo
das areias e ruas do Rio de Janeiro

Só em Copacabana os garis recolheram 295 toneladas

Problema contornado (imagem riscada)

Comlurb faz mutirão para limpar o Cantagalo
Publicada em 07/01/2011 às 00h04m
Selma Schmidt
RIO - A informação publicada pelo GLOBO - de que uma encosta do Morro do Cantagalo fora transformada em lixão - levou na quinta o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e a presidente da Comlurb, Ângela Fonti, à favela de Ipanema. Ainda nesta quinta, a Comlurb iniciou um mutirão de limpeza na comunidade, com 50 garis. Osório espera concluir, no fim da tarde de amanhã, a retirada do monte com cerca de 20 toneladas de detritos acumuladas no lixão irregular. Ele anunciou também que solicitou ao responsável da Comlurb pela área que apure a denúncia de que garis estariam despejando lixo na encosta do Cantagalo.
- Se for comprovadas responsabilidades, os envolvidos serão punidos - garantiu o secretário.
Na tentativa de encontrar uma solução, a curto prazo, para melhorar a coleta no Cantagalo, uma favela íngreme, Osório conversou com o presidente da Metrô Rio, José Gustavo Souza Costa. Ele pretende usar um dos elevadores que interligam a favela à estação General Osório do metrô, descendo o lixo durante a noite. Hoje haverá uma reunião técnica entre dirigentes da concessionária Metrô Rio e da Comlurb para discutir a proposta.
- Poderíamos colocar cerca de 40 contêineres, de 250 litros cada, em espaços vazios próximos à parada dos elevadores, para que os moradores depositassem o lixo, que desceria de elevador, em horário de pouco movimento - explicou Ângela Fonti - Antes, a coleta no Cantagalo era feita por garis comunitários. Recentemente, aos poucos, eles foram sendo trocados por garis da Comlurb (a determinação foi do Ministério Público). Limpar o Cantagalo é difícil, já que não há vias de acesso, não há ruas, só uma escadaria.
Comlurb promete aumentar número de garis
Na quarta, o lixão contrastava com o cenário da favela, que ganhou uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em 2009 e foi beneficiada por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com a Comlurb, estava previsto para amanhã um mutirão de limpeza no Cantagalo, que acabou antecipado em dois dias.
A companhia promete aumentar o número de garis no serviço de limpeza da favela, de dez para 14 diariamente. Soluções de engenharia, a longo prazo, também serão estudadas pela Metrô Rio e pela Comlurb.
Atualmente existem dois pontos para o recebimento do lixo dos moradores do Cantagalo: um no alto e outro na entrada da favela. A Comlurb vai solicitar ao Governo do estado, responsável pelas obras de urbanização na comunidade, o apoio no sentido de viabilizar a instalação de um novo ponto de coleta para diminuir o trajeto para os moradores. Mas Ângela Fonti considera indispensável a colaboração da população.
- Vamos orientá-los. Na encosta do Cantagalo, encontramos até sofá, portas, telhas, galões de tinta - disse ela.