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sexta-feira, 27 de novembro de 2020

É uma questão do uso correto do uniforme incorreto


O uniforme de fibra sintética, provavelmente a poliamida, continua sendo uma demanda necessária para o trabalhador que se movimenta como um atleta, com retorno incomensurável para a produtividade em um clima cada vez mais desgastante.

grupo de trabalho promovido em 2017 comprovou os atributos tangíveis e intangíveis de um uniforme confeccionado com fibra sintética, entre eles: conforto, leveza, estabiliza a temperatura e absorve o suor; fácil lavagem e secagem; não precisa passar, mantem a cor, modelagem e costuras após várias lavagens.

Como novidade, o uniforme deveria ter a blusa com manga longa para proteção à exposição ao sol e dos fiapos de mato da roçadeira. Além disso, o grupo de trabalho ratificou a importância de manter a faixa refletiva na blusa e na calça.

As premissas comprovadas pelo Grupo de Trabalho refletem os anseios dos trabalhadores por um uniforme que combine conforto com proteção, e devem ser consideradas sempre que o assunto voltar a pauta.


 

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Estratégias para a Felicidade

Foram cinquenta e dois alunos da Companhia no curso "Estratégias da Felicidade" em modelo EAD! 

O feedback abaixo foi o mais gratificante pois sintetizou toda a expectativa que havia por parte dos idealizadores pela escolha de um tema exótico ao dia a dias dos participantes.


 



quarta-feira, 25 de novembro de 2020

domingo, 22 de novembro de 2020

A manutenção integrada do sistema de drenagem

A limpeza das caixas de ralo faz parte de um conjunto de ações preventivas a alagamentos e deve ser realizada rotineiramente e de forma mais intensa antes e após períodos históricos de grande precipitação.

A limpeza de caixas de ralo deve ser integrada com a limpeza de galerias. Uma atividade sem a outra é certeza de redução da eficácia da prevenção.

A Comlurb é responsável pela limpeza das caixas de ralo e a limpeza de galerias é responsabilidade de alguma secretaria (sem nome pois atualmente muda toda hora).

A integração é tão importante que não é devaneio imaginar que todo o processo deveria estar subordinado a uma única instituição, lá ou cá.





 

Termo de Cooperação Mútua...

Acredito que em um Termo de Cooperação Mutua deva existir em princípio um equilibrio de benefícios. 

No termo tradicionalmente firmado com o TRE, a Companhia cede pessoal para a distribuição e recolhimento de urnas nos finais de semana da Eleição, cede veículos para a fiscalização da propaganda eleitoral e veículos para apoio logístico.

Em cada turno, são mil garis, dois caminhões e 15 veículos leves com seus motoristas

No outro lado da balança, o TRE veda que seus juizes requisitem diretamente recursos e possibilita à Comlurb requerer a dispensa dos empregados eventualmente convocados para trabalhos eleitorais. Também exclui os empregados do direito a descanso em dobro precisto no art. 98 da Lei 9.504/97. Por fim autoriza a Companhia a remover propaganda eleitoral encontrado em vias públicas após as 22:ooh do dia da Eleição.

É o tipo da coisa que nunca se avaliou o real equilibrio do termo de cooperação.

A mobilização de mil garis, dois caminhões e 15 veículos leves com seus motoristas é compensada pelas vedações, possibilidades e a autorização para empenhar mais recursos removendo propaganda eleitoral de logradouros?

Não seria melhor que a mobilização de recursos fosse realizada por setores da administração direta? A movimentação de urnas não poderia ser realizada por pessoas que tem alguma relação com a administração pública, como por exemplo, alunos de universidades públicas, ou até mesmo por setores da sociedade civil voltados para ações cívicas, como os Escoteiros do Brasil?





 

APP Comlurb sempre melhorando!

O APP Comlurb deve serpre ser aprimorado visando se tornar uma rede de relacionamentos institucional!

Em maio de 2017 aconteceu o lançamento do App Comlurb, iniciativa do que na época foi chamado de Conectividade Estratégica, com o objetivo de desenvolver redes digitais virtuosas para promover a participação ativa dos empregados em uma Política de intersetorialidade e transversalidade.

Isso porque, em uma Companhia com 20 mil colaboradores diretos e outros tantos contratados, com instalações de vários portes espalhadas pela cidade, é evidente que uma  comunicação efetiva é um tema estratégico. 



 

terça-feira, 17 de novembro de 2020

Diálogos COPPEAD - Felicidade no trabalho

 O que a ciência nos ensina e como aplicar nas organizações

A Felicidade é um tema que vem chamando a atenção das pessoas desde a Antiguidade, mas recentemente alcançou o ambiente corporativo, reforçado pela pandemia e pelas consequentes mudanças na dinâmica de trabalho. Mas, afinal, o que a ciência nos ensina sobre o assunto? A felicidade no trabalho leva mesmo a melhores resultados nas empresas? E como fazer com que os colaboradores sejam mais felizes no ambiente de trabalho?

A 9ª edição do Diálogos COPPEAD recebe Gisela Sender, Doutora pelo COPPEAD UFRJ e Diretora da K2 Consultoria para reflexões sobre o tema.

Gisela Sender - mais de 20 anos de experiência liderando projetos de consultoria pela Accenture e K2 em grandes empresas como Banco Itaú, Bradesco, TV Globo e Profarma. Atuou também como executiva sênior em grandes empresas como Oi e YDUQS. Doutora em Comportamento Organizacional pelo Coppead, onde também concluiu seu mestrado. MBA Executivo em Finanças pelo IBMEC e engenheira de produção formada pela UFRJ. É palestrante e professora de cursos de pós-graduação e acabou de finalizar um período de 18 meses como Visiting Scholar na Florida International University (FIU).

segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Se a pessoa sobe com o saco de compras porque não desce com o saco de lixo que é mais leve?

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.

A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta! 



terça-feira, 10 de novembro de 2020

Meu voto por uma dentadura!

Sabemos que o Prefeito Crivella é adepto da exacerbada patronagem loteando cargos da Companhia em troca de efêmero apoio na Câmara dos Vereadores, não para votação de projetos de lei estruturantes ou estratégicos para a cidade, mas para salvar a própria pele em um conjunto inédito de pedidos de impeachment. 

Então, para um gestor adepto da patronagem, prática não ilegal, mas de moral duvidosa, não é surpresa ser adepto do "voto em troca de dentadura".

Visando o voto da família da Sra. Simone, quantos votos o candidato a reeleição não deve ter perdido de famílias de garis que a anos labutam com empenho e dedicação e não são agraciados com o emprego de confiança de líder de turma?


“Algum cargo” em que a mulher pudesse ser encaixada.

Crivella dá cargo na Comlurb a mulher que pediu emprego durante ato de campanha

Advogados eleitorais veem irregularidade; assessoria fala em ‘ato rotineiro e administrativo’

Bernardo Mello

04/11/2020 - 04:30

Em visita à Vila Olímpica Oscar Schmidt em Santa Cruz, Simone da Conceição pediu emprego a Crivella. 28/10/2020 Foto: Brenno Carvalho/ Agência O GLOBO


RIO — Durante ato de campanha, o prefeito do Rio e candidato à reeleição Marcelo Crivella (Republicanos) determinou a nomeação de uma mulher que o abordou durante sua agenda para um cargo de confiança na Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana). A nomeação foi publicada na terça-feira no Diário Oficial. Para advogados eleitorais ouvidos pelo GLOBO, condutas desse tipo podem ser enquadradas judicialmente como “captação de sufrágio”, cuja pena varia de multa a cassação do registro de candidatura, a depender do impacto no processo eleitoral.

A oferta de cargo feita por Crivella ocorreu durante uma visita à Vila Olímpica Oscar Schmidt, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na última quinta-feira. Após gravar vídeos pedindo votos para dois candidatos a vereador no local e para si mesmo, o que é proibido pela legislação eleitoral em prédios públicos, Crivella foi abordado, ainda no local, por Simone da Silva Santos da Conceição. A Vila Olímpica está fechada ao público por conta da pandemia da Covid-19.

 Simone afirmou a Crivella ter prestado concurso para a Comlurb, sem ter sido chamada, e apresentou documentos. Crivella, então, telefonou para um interlocutor, a quem chamou de “Paulo”, e questionou se não havia “algum cargo” em que a mulher pudesse ser encaixada. A cena foi flagrada pela reportagem do GLOBO. Durante o diálogo, Crivella colocou o telefone celular no modo viva-voz para que Simone ouvisse a conversa.

Na terça-feira, a edição do Diário Oficial apontou a nomeação de Simone em “emprego de Confiança de Líder de Turma, categoria EC-10” na Comlurb. A nomeação foi assinada pelo chefe da Casa Civil, Paulo Albino Soares.



Segundo o advogado eleitoral José Rollemberg Leite Neto, consultado sem falar sobre o caso concreto, a Lei das Eleições de 1997 proíbe que candidatos ofereçam “vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública” ao eleitor durante a campanha, “com o fim de obter-lhe o voto”. A legislação diz ainda que “é desnecessário pedido explícito de votos” para caracterizar a conduta.

— A interpretação da captação ilícita de sufrágio é sempre contextual. Sendo relacionada a um evento de campanha, isso eleva a dificuldade de justificação por parte do candidato, embora exista permissão de nomeação de comissionados na lei — afirmou Rollemberg.

Para o advogado eleitoral Rafael Mota, é necessário “comprovar troca de voto por cargo” para caracterizar a captação ilícita. Durante a campanha, agentes públicos não podem nomear servidores públicos, com exceção para aprovados em concursos nas respectivas vagas. Simone prestou concurso em 2015 para gari da Comlurb, cujo edital previa preenchimento de 100 vagas de forma imediata e “formação de cadastro de reserva”. Ela ficou na posição 2.069 em ampla concorrência, e também não atingiu a faixa de convocação na modalidade afirmativa.

— Neste exemplo dado, a pessoa não foi à prefeitura, foi em um ato de campanha. Um candidato à reeleição não pode confundir os papéis — avaliou Mota, que também não tratou de caso concreto.

Procurada, a assessoria da campanha de Crivella informou que a nomeação “foi um ato rotineiro e administrativo demandado pela Comlurb”.

Crivella já foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), neste ano, por usar a estrutura da Comlurb com fins eleitorais, ao reunir funcionários em comício da campanha do filho, Marcelo Hodge Crivella, nas eleições de 2018. A condenação, que tornaria Crivella inelegível, foi suspensa por liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

segunda-feira, 9 de novembro de 2020

Viva o Soprador!!!!

Se souber usar é uma excelente ferramenta de apoio à varrição manual e mecanizada
E até em combate a incêndios florestais


 

Imobiliária Comlurb!

Em Botafogo, entre as ruas General Polidoro e Professor Álvaro Rodrigues, existe um complexo da unidades administrativas da Comurb com os serviços de gestão de pessoal, medicina e segurança do trabalho e a Universidade Corporativa, além da unidade operacional responsável pela limpeza de toda a  IV Região Administrativa (Botafogo, Laranjeiras, Flamengo e Urca).  

Assim como aconteceu com o terreno no Leblon na Rua Juquiá, o terreno de Botafogo foi permutado co a prefeitura por outros em regiões de menor valor imobiliário e sem uso operacional imediato, para que a própria Prefeitura pudesse vende-lo. 

Isso porque não é possível a Comlurb vender seu patrimônio para utilizar o recurso em seu custeio, somente é possível o uso em investimento.

Em um prazo de seis meses todas as unidades operacionais e administrativas serão despejadas. 

Esse é o contexto da reportagem que se segue


 Vereador pede investigação de venda de terreno da Comlurb durante pandemia

Por: Aline Macedo em 04/11/20 12:01  


Sede da Comlurb em Botafogo Foto: Gabriel Monteiro / Agência O Globo


A venda de um grande terreno da Prefeitura do Rio em Botafogo — em plena pandemia, no meio da campanha eleitoral, e por um preço apenas R$ 1 mil acima do lance mínimo — não bateu bem com o vereador Leonel Brizola (PSOL).

O moço protocolou uma representação ao Ministério Público do Rio nesta quarta-feira (04) pedindo a investigação do caso.

Os dois lotes, que, juntos, somam mais de 4 mil m², atualmente são usados pela Comlurb, e ficam entre as ruas General Polidoro e Professor Álvaro Rodrigues. Eles foram vendidos em um leilão no dia 24 de setembro à construtora Cyrela por R$ 67.501.000,00.

O vereador pede ao MP que investique todo o processo — desde a abertura da licitação até a venda do imóve para o único interessado a dar as caras no leilão.

Antigos equipamentos, novas gerações de trabalhadores...

O fracasso da coleta automatizada lateral por um lado e a depredação dos contêineres laranjas de plástico que quase os fazia descartáveis, sugeriu o retorno do container metálico de 750 litros de carregamento traseiro na viatura, utilizado na cidade na década de 90.

Na reportagem:

O detalhe é que, devido ao peso, os garis não conseguem manusear as novas e enormes caçambas — e passaram a depender de caminhões com plataforma especial para recolher o lixo.

O peso e dimensões das caçambas são os mesmos de década de 90, quando os garis conseguiam movimenta-las...




Pela culatra: novos coletores da Comlurb na Zona Oeste desagradam eleitores.

Por: Berenice Seara em 03/11/20 11:55  

Modelo da nova caçamba usada na Zona Oeste

Virou cena comum o rateio das conquistas com a limpeza urbana (o que deveria ser a mais comum obrigação...) entre vereadores da base.

Em especial, claro, em época de eleição.

Há cerca de um mês, a Comlurb decidiu trocar os coletores de lixo na Zona Oeste.

Nos bairros de Bangu, Padre Miguel e Realengo, foi alardeado aos moradores que o "presente" havia sido solicitado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Felippe (DEM), à presidência da companhia.

Saudade das laranjinhas

O detalhe é que, devido ao peso, os garis não conseguem manusear as novas e enormes caçambas — e passaram a depender de caminhões com plataforma especial para recolher o lixo.

Como não há carros suficientes, a coleta vem sendo prejudicada, e os detritos, às vezes, se acumulam em ruas e calçadas.

Daí que moradores passaram a pedir a volta dos coletores de cor laranja individualizados que, por mais de duas décadas, atenderam perfeitamente à população.

Em nota, a Comlurb diz que as novas caçambas de ferro são mais resistentes e podem ser processadas pelo mesmo caminhão que faz a coleta domiciliar, admitindo, no entanto, que as antigas eram manipuladas pelos garis para serem posicionadas atrás dos caminhões.

"Os novos contêineres de 1100 litros fazem parte do novo contrato de caminhões feito em todas as regiões da cidade ao longo dos últimos três anos, com renovação a cada cinco anos, baseado em critérios estritamente técnicos", diz a estatal, afirmando que os equipamentos passam por processo de pesquisas e rigorosos testes antes de entrarem em operação.

A companhia ainda pede à população "para que os sacos com resíduos sejam colocados nas caixas apenas no dia de coleta, evitando que ultrapasse a capacidade do contêiner e que os resíduos fiquem expostos na rua.

domingo, 1 de novembro de 2020

Linha Amarela. Mais um serviço pro bono...

Todo o imbróglio da Linha Amarela se traduz operacionalmente em mais serviço sem contrapartida orçamentária. 

A Comlurb vai abrindo seu escopo sem uma analise criteriosa do impacto em sua operação geral. Tal como uma massa de pizza, para aumentar a largura, deve-se sacrificar a espessura, ou seja, a massa vai ficando fina, fina demais para garantir sua qualidade.



 

Uma operação rotineira...

Porque será que as operações de rotina agora são destaque? 

A operação deve acontecer com uma programação rotineira e destacar midiaticamente uma limpeza ordinária é reflexo da falta de capacidade de realização da rotina, seja por não haver programação ou recursos bem alocados, ou uma busca exacerbada de propaganda positiva.





 

quinta-feira, 29 de outubro de 2020

Revitalização de praça vale ouro!

Quando estava como coordenador do Programa Lixo Zero, o Sr Ricardo Rigueto, candidato a vereador não eleito pelo PEN com 3390 votos em 2016, adquiriu gosto por revitalizar praças. Agora, recém alçado à Superintendente da Zona Norte, continua sua atenção às praças pintando muretas, quadras e bancos.

Revitalizar praças não é atribuição do Lixo Zero nem da Superintendência, o que gera a dúvida se o serviço executado é fruto de uma pro atividade exacerbada ação midiática visando potencializar a quantidade de eleitores de 2016. 



 

TBT - Reciclagem de pneus

Semanalmente duas carretas cheias de pneus recolhidos de logradouro ou encaminhados pelas borracharias da Zona Oeste eram destinados à reciclagem ou utilização em fornos. Este procedimento foi potencializado a partir de 2014 garantindo o escoamento do material recebido dos ECOPNEUS.



 

quarta-feira, 28 de outubro de 2020

terça-feira, 20 de outubro de 2020

sábado, 17 de outubro de 2020

APP Comlurb - Um canal de denúncias mais acessível a todos os empregados

A versão 1.23 do APP Comlurb traz um formulário de denúncia mais estruturado facilitando que qualquer empregado realize denúncias com informações mais consistentes, o que é muito importante para a correta apuração dos fatos. 



 

Exercendo a gratidão!

Feedback super positivo sobre o Curso de Estratégia da Felicidade e Atenção Plena!


 

Feedback de alguns alunos:

From  AT: O curso é excelente! Veio de encontro às minhas vivências e ao momento pessoal. Parabéns, Puppi! 

From  CH : O curso foi muito bem planejado. Gustavo está de parabéns! Excelente!

From  GM - Vou levar estas ferramentas para vida!

From   LF - Excelente a forma como o curso foi conduzido, nos preparando e estimulando a desenvolver o autoconhecimento. Esse último Módulo fechou com chave de ouro! Vários conceitos apresentados nos auxiliam a levar uma vida mais plena, como o da impermanência, o ditado tibetado sobre sentimento da inveja, competição e desprezo, a responsabilidade pela nossa vida. Maravilhoso aprendizado!

From  PH - Só tenho a agradecer. Obrigada pelo compartilhamentos desses conhecimentos.

From  S - A apresentação das entregas e as sugestões do "faça por você" e "faça pelos outros" foi muito didática e apontaram direções do que está realmente ao nosso alcance por em prática. A apresentação da estrutura analítica final, nos deu a dimensão do trabalho que precisa ser feito e a clareza que nem sempre podemos implantar tudo de uma vez.

From  WA : Parabéns Gustavo, excelente curso. Estou usando a agenda para lembrar da meditação, mesmo que não o faça, fica o lembrete para a prática.

quarta-feira, 14 de outubro de 2020

Sobre a atividade de fiscalização

O programa Lixo Zero, com excelente aprovação do Carioca em 2013, tornou efetiva fiscalização e cumprimento da Lei de Limpeza Urbana, criada em 2001. Após quatro anos com ênfase no cidadão, em 2017, o Programa Lixo Zero expandiu a atuação para a fiscalização de Pessoas Jurídicas, os Grandes Geradores de Resíduos, inclusive com a formação de novos Técnicos de Limpeza Urbana 

Nos anos seguintes a 2017, o Lixo Zero patinou e esmoreceu, os fiscais parados com semblante desmotivado se posicionando em bando em locais de fácil identificação de infrações como saída de metro e de shoppings. Nitidamente uma falta de estratégia de atuação, perda de propósito e significado. 

O Lixo Zero precisa evoluir para uma atividade ampla de fiscalização de conformidade não só da Lei de Limpeza Urbana, mas também de qualquer lei ou regulamento referente ao manejo de resíduos sólidos  na Cidade do Rio de Janeiro. 

Além disso, deve exercer uma atividade de fiscalização da operação da própria Comlurb coibindo desvios de conduta, não conformidades regulatórias e desperdícios operacionais gerados por seus próprios empregados.

No entanto, essa ampla atividade de fiscalização somente será possível quando for entendida e organizada a dicotomia institucional da Comlurb que agrega em sua organização as funções dispares de Operadora do Sistema e também Agência Reguladora e Fiscalizadora.

É preciso haver uma fronteira bem delimitada entre a Comlurb Operadora e a Comlurb Reguladora e Fiscalizadora, a primeira, totalmente passível de concessão à iniciativa privada, e a segunda cumprindo seu papel de agente público.






 

terça-feira, 13 de outubro de 2020

Sobre manutenção de praças

Decreto nº 28981 de 31 de janeiro de 2008  que trouxe o manejo arbóreo para a Comlurb determina em seu Art. 1º a constituição “Diretoria de Conservação de canteiros, praças, parques, podas e rios que fica responsável, pela conservação, manutenção e reformas de todos os canteiros, praças e parques da Prefeitura assim como o programa "guardiões dos rios" e as podas de árvores”.

Ser responsável por algum serviço público não obriga que o órgão seja o executante do serviço podendo delegar a execução para parceiro privado através de contrato de terceirização ou concessão mantendo para si a regulamentação e fiscalização do serviço.



 

Comlurb terá nova frota para coleta domiciliar e remoção de lixo na Zona Oeste do Rio

O legado de alguns conceitos...

Ao todo, são 61 veículos, sendo, entre eles, 40 caminhões compactadores destinados ao serviço de coleta domiciliar e 7 basculantes para remoção de lixo público

Por Raphael Fernandes 


São 61 novos veículos, além de instalação de 1.500 caixas metálicas para depósito de lixo - Foto: Divulgação


Através da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), a Prefeitura do Rio lança neste domingo (11/10) nova frota e equipamentos, além da instalação de 1.500 caixas metálicas, visando a otimização da coleta e a garantia de mais qualidade e eficiência dos serviços nas regiões de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba, na Zona Oeste da cidade.

São 61 veículos, sendo 40 caminhões compactadores destinados ao serviço de coleta domiciliar, 7 basculantes para remoção de lixo público, 7 minibasculantes para operações em áreas de difícil acesso, como ruas estreitas e becos, especialmente em comunidades, 3 poliguindastes, duas pipas d’água para lavagem de logradouros e limpeza de feiras livres e eventos, e duas varredeiras mecânicas, no modelo que garante mais segurança para os garis no trabalho em vias expressas, avenidas, viadutos, túneis e outros locais de risco para a varrição manual.

O sistema de monitoramento dos veículos também foi aprimorado para gerar relatórios operacionais mais detalhados e precisos para o cumprimento dos roteiros nos dias e horários estabelecidos. As informações em tempo real serão recebidas pela central de operações da Comlurb, que opera 24 horas em todos os dias da semana, e transmitidas aos gestores, a fim de agilizar os serviços de coleta domiciliar.

Já a novas caixas metálicas de 1.200 litros terão uma pintura emborrachada a fim de aumentar a vida útil e evitar vazamentos e corrosão. A contratação foi realizada por meio de pregão eletrônico, incluindo além dos 61 veículos outros sete de reserva. O novo contrato garantiu uma redução financeira de 33% em relação ao anterior, o que foi permitido, em parte, devido a alterações nas especificações técnicas de alguns equipamentos.






Não entendi

A Michelin, que teoricamente pelo conceito de logística reversa seria responsável por retirar de logradouros pneus descartados, doa pneus para serem postos em logradouro como ocupação de pontos de vazamento irregular? 

Parceria?



 

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Aterros sanitários terão que apresentar plano de tratamento do chorume

 Por: Berenice Seara em 11/10/20 11:00  

Vista aérea do lixão de Gramacho Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo

O governador em exercício, Cláudio Castro, sancionou o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que obriga as administradoras dos aterros sanitários a apresentarem, em 180 dias, um plano de tratamento do chorume.

Para quem não ligou o nome ao mau cheiro, trata-se do liquido produzido pela decomposição da matéria orgânica do lixo, que contamina o lençol freático — muitas vezes, mesmo nas instalações impermeabilizadas.

O que dirá nos velhos lixões a céu aberto onde, há dez anos, eram depositados todos os detritos e que, mesmo desativados, continuam poluindo o solo.

Cumpra-se

Desde 2010, quando foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos, foram fechados 46 lixões em todo o estado.

Mas nenhum deles foi efetivamente "remediado" — ou seja, continuam produzindo poluição, mesmo não sendo mais usados.

Além disso, os 24 aterros sanitários construídos desde então também não tratam o chorume.

"Muito trabalho à vista para a Comissão do Cumpra-se", diz Carlos Minc (PSB), autor da lei.

Use máscara

Muita coisa aparece sobre os desvios de conduta dos agentes públicos que usaram a pandemia do Covid 19 como oportunidade de ganhos ilícitos. 

No entanto, nada se comenta sobre quanto deve ter sido desperdiçado com a potencialidade criativa dos gestores adquirindo bens e serviços sem a preocupação da eficaz contribuição para a solução da crise.

É certo que temos que usar máscaras, mas, até que ponto é necessário arcar com o custo para instalar placas metálicas assinalando "use máscara"?  Os tablets para visitas virtuais da família aos pacientes de Covid-19 foram eficazes? A ideia de usar hotéis para abrigar e proteger idosos foi realmente eficaz? E as cabines de desinfecção, foram eficazes em qual medida para o esforço de combater o Corona vírus? Qual a eficácia da operação de sanitização da CEDAE e higienização da Comlurb nas comunidades?

É preciso haver uma relação da causalidade entre a ação implantada e o resultado esperado.

Qualquer coisa implantada que não tenha uma medida de sua eficácia é desperdício!



Placa metálica "Use Máscara"

 
Cabine de desinfecção

Sanitização da CEDAE nas Comunidades





Assentamento Precário Urbano modelo chinês

Parece... mas não é... ainda!

Cidade das Trevas: o lugar mais densamente povoado da Terra agora está abandonado

Petar Djajkovski

Dentro de Hong Kong, na cidade de Kowloon, havia um assentamento conhecido como Cidade Murada de Kowloon.


O assentamento era o mais densamente povoado do mundo, com cerca de 50.000 pessoas amontoadas em apenas alguns blocos de edifícios. Foi construído sem qualquer planejamento urbano, o que é precisamente o que torna este assentamento tão fascinante: a atmosfera de um caos arquitetônico perfeito.

Com sua natureza caótica, a Cidade Murada tornou-se um esconderijo para atividades criminosas, o que acabou levando ao seu fim como bairro.

História

As origens da Cidade Murada foram como um posto avançado da Dinastia Song, onde sua função era administrar e monitorar o comércio de sal. Isso foi por volta dos anos de 960 e 1279 DC. Cerca de 800 anos depois, uma pequena fortaleza costeira foi construída no local.

Começou a se desenvolver como um assentamento urbano após a Segunda Guerra Mundial, quando os japoneses se renderam, deixando Hong Kong e a Cidade Murada que eles ocupavam anteriormente.

Com toda Hong Kong sob o comando e vigilância britânicos, a Cidade Murada se tornou uma espécie de embaixada chinesa não oficial dentro do enclave britânico de Hong Kong.

Era um lugar onde os refugiados buscavam novas casas para morar, novos edifícios eram construídos e a população começou a crescer.

Os britânicos não a governavam na prática e, com exceção de duas ou três batidas policiais de Hong Kong, a cidade estava totalmente sob suas próprias regras. Depois de um tempo, a Cidade Murada se tornou a capital dos sindicatos do crime organizado conhecidos como Tríades.


  

Não há maneira melhor de descrever a atmosfera da Cidade Murada de Kowloon do que com as palavras de Leung Ping-kwan, um conhecido poeta, romancista, ensaísta, estudioso de Hong Kong, importante figura cultural da cidade e destinatário do Hong Kong Kong Medal of Honor.

Em seu livro Cidade das Trevas, ele escreveu o seguinte:

 “Aqui, as prostitutas instalaram-se de um lado da rua enquanto um padre pregava e distribuía leite em pó aos pobres do outro; assistentes sociais davam orientações enquanto os viciados em drogas se agachavam embaixo da escada subindo ao alto; o que eram centros de jogos infantis de dia tornou-se locais de show de strip à noite.

Era um lugar muito complexo, difícil de generalizar, um lugar que parecia assustador, mas onde a maioria das pessoas continuava levando uma vida normal. Um lugar como o resto de Hong Kong. ” Leung Ping-kwan - Cidade das Trevas, p. 120

A Cidade Murada de Kowloon era um labirinto moderno feito pelo homem de concreto, fios, canos, janelas incompatíveis, drenagem inadequada, terraços em jaulas, pontes de metal incompletas e becos estreitos e curtos.

Era possível caminhar de um lado para o outro sem nem mesmo tocar no chão sólido.


Apenas o centro de tudo era um espaço aberto (yamen) onde as pessoas se reuniam para tomar chá, assistir televisão e socializar.

Devido à proximidade do Aeroporto Kai Tak, os edifícios da cidade não podiam exceder quatorze andares. Eles provavelmente teriam sido construídos muito mais altos se não fosse pela restrição do aeroporto.

Hoje, a maior parte da cidade murada de Kowloon foi demolida pelo governo de Hong Kong.

Eles elaboraram um plano para transformar a cidade em uma área de parque, onde os pavilhões e as trilhas de caminhada receberam os nomes das antigas ruas e edifícios da Cidade Murada.

Muito poucos dos edifícios originais ainda permanecem e estão quase todos vazios. Os turistas podem visitá-los, caminhar em seus telhados e tentar compreender o que antes existia ali.

Concessões de manejo de resíduos sólidos urbanos

Oportunidades existem... mas é necessário tirar a cabeça de dentro do buraco

Governo Federal habilita 23 consórcios a receber apoio para estruturar concessões de manejo de resíduos sólidos urbanos

05/10/2020

Portal Saneamento Básico

Ao todo, 304 cidades da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo deverão ser beneficiadas



Vinte e três consórcios municipais, que reúnem 304 cidades brasileiras, foram habilitados para estruturar projetos de concessão de serviços públicos de manejo de resíduos sólidos urbanos (RSU) nos moldes estipulados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), pela Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos (SPPI) e pela Caixa Econômica Federal. Os recursos para o custeio dos estudos serão disponibilizados pelo Fundo de Apoio à Estruturação e ao Desenvolvimento de Concessões e Parcerias Público-Privadas (FEP), administrado pelo banco público.

Foram habilitados consórcios que englobam municípios da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A expectativa é que 9,9 milhões de pessoas possam usufruir dos serviços.

“Este é mais um passo que damos no sentido de apoiar a estruturação de parcerias público-privadas e concessões de serviços públicos. Elas são uma oportunidade para alcançarmos melhorias na infraestrutura brasileira, com benefícios concretos para a população”, afirma o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.

Ao todo, 41 consórcios se inscreveram no processo seletivo. Os 23 selecionados serão convocados conforme a ordem de classificação e disponibilidade de recursos federais para a execução dos projetos.

PPP

Os recursos do FEP custeiam a realização de todos os estudos necessários para a modelagem da concessão ou parceria público-privada. Os levantamentos incluem estudos jurídicos, de viabilidade técnica e financeira, além da modelagem econômica. Para tanto, são contratadas consultorias especializadas e a Caixa fornece apoio técnico e financeiro aos entes subnacionais (estados, municípios e consórcios intermunicipais). Além disso, é fornecido apoio aos entes na elaboração das minutas de edital e contrato, na formulação de consultas públicas e na realização das licitações.

O chamamento público foi publicado em abril deste ano para apoiar a estruturação de concessões das atividades de manejo de resíduos de origem domiciliar ou similares. Esse conjunto de atividades corresponde aos chamados “serviços divisíveis”, que abrangem a coleta, transbordo, transporte, triagem para reutilização ou reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada.

Distinguem-se dos serviços de limpeza pública como poda, capina, varrição e recuperação de áreas degradadas, que não são passíveis de receber apoio por seu caráter indivisível.

Critérios

Foram consideradas elegíveis as propostas que contivessem soluções regionais para o manejo de resíduos sólidos urbanos e que atendessem de dois a 20 municípios e pelo menos 300 mil pessoas. As propostas apresentadas também deveriam considerar o compromisso de cobrança pela prestação dos serviços após a estruturação da futura concessão.

O processo de seleção buscou priorizar propostas que beneficiassem o maior número de habitantes; que incluíssem cidades com cobrança de taxa ou tarifa já instituída; maiores déficits na prestação do serviço e/ou que apresentassem Plano Municipal ou Plano Regional Integrado de Manejo de RSU.

A aderência à regionalização proposta no Plano Estadual de Gestão Integrada de RSU, obtenção de licenciamento ambiental prévio das estruturas de tratamento ou destinação final de RSU e o maior percentual de contrapartida ofertada pelo proponente em relação ao valor do contrato também foram considerados na priorização.

Assessoramento técnico e financeiro

O objetivo do FEP é prover assessoramento técnico e financeiro aos municípios brasileiros para a estruturação de projetos de concessão em áreas diversas. Por meio do FEP, o Governo Federal está apoiando 29 projetos de concessão e parcerias público-privadas (PPPs) que beneficiam 50 cidades em todas as regiões do País. Os setores apoiados são de resíduos sólidos urbanos, esgotamento sanitário, drenagem urbana e iluminação pública.

Andamento

A estruturação dos projetos selecionados em 2020 representa a continuidade do apoio do FEP ao setor de manejo de resíduos sólidos por meio da estruturação de concessões, uma iniciativa inovadora no País e que busca garantir a sustentabilidade econômica e ambiental das ações do setor. Atualmente, são cinco projetos apoiados na área de RSU, além de outros dois em drenagem urbana em Porto Alegre (RS) e Teresina (PI).

Já o projeto de concessão dos serviços de RSU dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional do Vale do Rio Grande (Convale) passa por consulta pública e deve ser licitado em dezembro deste ano. Integram o Convale os municípios mineiros de Água Comprida, Campo Florido, Conceição das Alagoas, Delta, Planura, Sacramento, Uberaba e Veríssimo.

As propostas de Bauru (SP), Teresina (PI) e do Consórcio Intermunicipal de Gestão Integrada para Aterro de Resíduos sólidos – Unidade Crato (Comares) deverão entrar em consulta pública até o fim do primeiro semestre de 2021. A cidades que compõem o Comares são Altaneira, Barbalha, Caririaçu, Crato, Farias Brito, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha, Nova Olinda e Santana do Cariri, no Ceará.

O FEP também apoia o projeto de concessão integrada dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos, abastecimento de água e esgotamento sanitário em São Simão (GO).

domingo, 11 de outubro de 2020

Qual o motivo da urgência e relevância?

Quando o gestor não está plenamente atento na questão está caminhando em um ambiente incerto, pois a cautela no trato da coisa pública deve estar presente nas suas decisões. A falta de atenção temperada com excesso de confiança naqueles que deveriam estar assessorando as deliberações é um ambiente fértil para não conformidades.

Foi o que aconteceu no ocaso de minha gestão quando aceitei os termos elaborados por meu diretor Paulo Mangueira para o termo de cooperação com a Natura Ambiental. 

Como lição aprendida percebo que deveria ter questionado o porque de tanta pressa na assinatura do citado termo, e me aproximado mais daqueles que poderiam juridicamente verificar minuciosamente cada uma de suas clausulas.

Interessante que a urgência nas coisas referentes a Natura Ambiental continuam vigentes passados os anos.


2019

TCMRJ suspende licitação para encerramento do aterro de Gericinó

Após minuciosa análise de todas as alegações da denunciante, quanto às especificidades das atividades necessárias à execução do objeto, a questão do devido licenciamento, bem como a aplicação da legislação, mormente à Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005, a decisão determina que a jurisdicionada abstenha-se de praticar quaisquer atos inerentes ao certame, bem como informe:

1. Qual o fundamento legal para que o objeto deste certame seja procedido na modalidade de pregão eletrônico;

2. Sobre o encerramento do aterro de Gericinó  previsto como um dos objetivos no edital do referido certame, tendo em vista a informação no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) do Rio de Janeiro, quanto ao mesmo encerramento ter ocorrido em 2014;

3. Quanto a liberação de licença ambiental prévia para o encerramento do aterro de Gericinó;

4. Se a implantação de nova Célula para Recepção de Resíduos da Construção Civil (RCC), importa em obra de engenharia complexa;

5. Qual o fundamento legal para previsão de contratação de empresa com experiência apenas em terraplanagem para execução de obra sanitária, supostamente, complexa;

6. A data de publicação da designação da nova data para realização do certame.


2020

Comlurb lança edital que gera suspeitas

Por INFORME JB

A Comlurb, companhia de limpeza urbana do município do Rio de Janeiro, presidida por Paulo Mangueira, convocou um edital de emergência com entrega de propostas até logo mais (segunda, 5) às 17 horas, para a gestão dos “Serviços de Manutenção do Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos de Gericinó”.




Para quem não está ligando o nome "à pessoa", o chamado lixão de Gericinó, que cresceu à margem direita da pista de subida da Avenida Brasil, a ponto de esconder a vista do complexo prisional de Bangu, já foi alvo de um pregão eletrônico, anulado no primeiro semestre deste ano pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) porque teria de ser na modalidade de edital, como denunciado aqui no Informe JB.

No mês passado, a Comlurb, meio que na surdina, abriu uma concorrência para a continuidade do serviço de gestão do aterro. A entrega de propostas também se encerrava às 17 horas. Instada a fazer um lance, a empresa que fazia o serviço, temendo vazamento, apresentou sua proposta faltando menos de cinco minutos para o prazo final.

Para sua surpresa, no dia seguinte a companhia informou ter recebido uma proposta com valor menor (nos três a quatro minutos que faltavam para o encerramento do pregão). Acontece que a firma vencedora, a Natura Ambiental (nada a ver com a empresa de cosméticos), além de devedora de quase R$ 500 mil à própria Comlurb, fora declarada tecnicamente inidônea por não ter executado corretamente os serviços de tratamento dos resíduos da estação da companhia de limpeza urbana, no Caju.

A nova licitação ocorre a menos de 45 dias da eleição municipal. E a Comlurb já prepara um novo edital para entrega de propostas da nova área de expansão do chamado Aterro de Gericinó. Não precisa dizer que quem tiver um pé na área em atual operação terá mais trunfos de gerir a expansão.

O TCM está de olho.


Más intenções da Prefeitura na Zona Oeste

Por INFORME JB

Ecologistas que estão de olho nas más intenções do prefeito Marcelo Crivella para derrubar a última floresta plana da Mata Atlântica na cidade para dar lugar a um autódromo de Fórmula 1, em Realengo, aproveitaram a incursão pela Zona Oeste e descobriram um novo pacote em gestação contra os cariocas.

A Comlurb teve impugnada, em fevereiro, pelo Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, a licitação para a escolha da empresa concessionária da expansão e gestão do Aterro Sanitário de Gericinó, na Zona Oeste da cidade, por ter feito uma concorrência via pregão eletrônico, contrariando o processo de edital com transparência e ampla participação pública.

Mas, durante a pandemia da Covid-19, a diretoria comandada por Paulo Mangueira trabalhou na surdina. E marcou um novo edital para a área a dois meses das eleições municipais que podem mudar tanto o comando da Prefeitura do Rio como o da própria companhia de limpeza urbana.

As razões da pressa são desconhecidas

Mas o TCMRJ deveria saber que: 1 - a área em questão está com a licença ambiental vencida e não renovada pela prefeitura; 2 - a última Audiência Pública para ouvir a comunidade de moradores no entorno do lixão de resíduos de construções urbanas foi realizada há 10 anos.

De lá para cá não só a cota do atual aterro cresceu tanto que quem transita pela Avenida Brasil em direção à Zona Oeste perdeu a vista do complexo penitenciário de Bangu. A própria expansão urbana desordenada diante da omissão das autoridades municipais, acrescentou no entorno do lixão uma população de, pelo menos, três mil pessoas.

E a população só não cresceu mais porque ano passado a Guarda Municipal derrubou mais um empreendimento das milícias que atuam na região: o assentamento de ruas e casas que já tinha avançado sobre área da prefeitura, reservada à expansão do lixão.