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sexta-feira, 27 de novembro de 2020
É uma questão do uso correto do uniforme incorreto
quinta-feira, 26 de novembro de 2020
Estratégias para a Felicidade
quarta-feira, 25 de novembro de 2020
domingo, 22 de novembro de 2020
A manutenção integrada do sistema de drenagem
A limpeza de caixas de ralo deve ser integrada com a limpeza de galerias. Uma atividade sem a outra é certeza de redução da eficácia da prevenção.
Termo de Cooperação Mútua...
APP Comlurb sempre melhorando!
Em maio de 2017 aconteceu o lançamento do App Comlurb, iniciativa do que na época foi chamado de Conectividade Estratégica, com o objetivo de desenvolver redes digitais virtuosas para promover a participação ativa dos empregados em uma Política de intersetorialidade e transversalidade.
Isso porque, em uma Companhia com 20 mil colaboradores diretos e outros tantos contratados, com instalações de vários portes espalhadas pela cidade, é evidente que uma comunicação efetiva é um tema estratégico.
terça-feira, 17 de novembro de 2020
Diálogos COPPEAD - Felicidade no trabalho
O que a ciência nos ensina e como aplicar nas organizações
A Felicidade é um tema que vem chamando a atenção das pessoas desde a Antiguidade, mas recentemente alcançou o ambiente corporativo, reforçado pela pandemia e pelas consequentes mudanças na dinâmica de trabalho. Mas, afinal, o que a ciência nos ensina sobre o assunto? A felicidade no trabalho leva mesmo a melhores resultados nas empresas? E como fazer com que os colaboradores sejam mais felizes no ambiente de trabalho?
A 9ª edição do Diálogos COPPEAD recebe Gisela Sender, Doutora pelo COPPEAD UFRJ e Diretora da K2 Consultoria para reflexões sobre o tema.
segunda-feira, 16 de novembro de 2020
Se a pessoa sobe com o saco de compras porque não desce com o saco de lixo que é mais leve?
Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.
A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta!
terça-feira, 10 de novembro de 2020
Meu voto por uma dentadura!
Sabemos que o Prefeito Crivella é adepto da exacerbada patronagem loteando cargos da Companhia em troca de efêmero apoio na Câmara dos Vereadores, não para votação de projetos de lei estruturantes ou estratégicos para a cidade, mas para salvar a própria pele em um conjunto inédito de pedidos de impeachment.
Então, para um gestor adepto da patronagem, prática não ilegal, mas de moral duvidosa, não é surpresa ser adepto do "voto em troca de dentadura".
Visando o voto da família da Sra. Simone, quantos votos o candidato a reeleição não deve ter perdido de famílias de garis que a anos labutam com empenho e dedicação e não são agraciados com o emprego de confiança de líder de turma?
“Algum cargo” em que a mulher pudesse ser encaixada.
Crivella dá cargo na Comlurb a mulher que pediu emprego durante ato de campanha
Advogados eleitorais veem irregularidade; assessoria fala em ‘ato rotineiro e administrativo’
04/11/2020 - 04:30
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| Em visita à Vila Olímpica Oscar Schmidt em Santa Cruz, Simone da Conceição pediu emprego a Crivella. 28/10/2020 Foto: Brenno Carvalho/ Agência O GLOBO |
RIO — Durante ato de campanha, o prefeito do Rio e candidato à reeleição Marcelo Crivella (Republicanos) determinou a nomeação de uma mulher que o abordou durante sua agenda para um cargo de confiança na Comlurb (Companhia Municipal de Limpeza Urbana). A nomeação foi publicada na terça-feira no Diário Oficial. Para advogados eleitorais ouvidos pelo GLOBO, condutas desse tipo podem ser enquadradas judicialmente como “captação de sufrágio”, cuja pena varia de multa a cassação do registro de candidatura, a depender do impacto no processo eleitoral.
A oferta de cargo feita por Crivella ocorreu durante uma visita à Vila Olímpica Oscar Schmidt, em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, na última quinta-feira. Após gravar vídeos pedindo votos para dois candidatos a vereador no local e para si mesmo, o que é proibido pela legislação eleitoral em prédios públicos, Crivella foi abordado, ainda no local, por Simone da Silva Santos da Conceição. A Vila Olímpica está fechada ao público por conta da pandemia da Covid-19.
Simone afirmou a Crivella ter prestado concurso para a Comlurb, sem ter sido chamada, e apresentou documentos. Crivella, então, telefonou para um interlocutor, a quem chamou de “Paulo”, e questionou se não havia “algum cargo” em que a mulher pudesse ser encaixada. A cena foi flagrada pela reportagem do GLOBO. Durante o diálogo, Crivella colocou o telefone celular no modo viva-voz para que Simone ouvisse a conversa.
Na terça-feira, a edição do Diário Oficial apontou a nomeação de Simone em “emprego de Confiança de Líder de Turma, categoria EC-10” na Comlurb. A nomeação foi assinada pelo chefe da Casa Civil, Paulo Albino Soares.
Segundo o advogado eleitoral José Rollemberg Leite Neto, consultado sem falar sobre o caso concreto, a Lei das Eleições de 1997 proíbe que candidatos ofereçam “vantagem pessoal de qualquer natureza, inclusive emprego ou função pública” ao eleitor durante a campanha, “com o fim de obter-lhe o voto”. A legislação diz ainda que “é desnecessário pedido explícito de votos” para caracterizar a conduta.
— A interpretação da captação ilícita de sufrágio é sempre contextual. Sendo relacionada a um evento de campanha, isso eleva a dificuldade de justificação por parte do candidato, embora exista permissão de nomeação de comissionados na lei — afirmou Rollemberg.
Para o advogado eleitoral Rafael Mota, é necessário “comprovar troca de voto por cargo” para caracterizar a captação ilícita. Durante a campanha, agentes públicos não podem nomear servidores públicos, com exceção para aprovados em concursos nas respectivas vagas. Simone prestou concurso em 2015 para gari da Comlurb, cujo edital previa preenchimento de 100 vagas de forma imediata e “formação de cadastro de reserva”. Ela ficou na posição 2.069 em ampla concorrência, e também não atingiu a faixa de convocação na modalidade afirmativa.
— Neste exemplo dado, a pessoa não foi à prefeitura, foi em um ato de campanha. Um candidato à reeleição não pode confundir os papéis — avaliou Mota, que também não tratou de caso concreto.
Procurada, a assessoria da campanha de Crivella informou que a nomeação “foi um ato rotineiro e administrativo demandado pela Comlurb”.
Crivella já foi condenado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), neste ano, por usar a estrutura da Comlurb com fins eleitorais, ao reunir funcionários em comício da campanha do filho, Marcelo Hodge Crivella, nas eleições de 2018. A condenação, que tornaria Crivella inelegível, foi suspensa por liminar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
segunda-feira, 9 de novembro de 2020
Viva o Soprador!!!!
Imobiliária Comlurb!
Em Botafogo, entre as ruas General Polidoro e Professor Álvaro Rodrigues, existe um complexo da unidades administrativas da Comurb com os serviços de gestão de pessoal, medicina e segurança do trabalho e a Universidade Corporativa, além da unidade operacional responsável pela limpeza de toda a IV Região Administrativa (Botafogo, Laranjeiras, Flamengo e Urca).
Assim como aconteceu com o terreno no Leblon na Rua Juquiá, o terreno de Botafogo foi permutado co a prefeitura por outros em regiões de menor valor imobiliário e sem uso operacional imediato, para que a própria Prefeitura pudesse vende-lo.
Isso porque não é possível a Comlurb vender seu patrimônio para utilizar o recurso em seu custeio, somente é possível o uso em investimento.
Em um prazo de seis meses todas as unidades operacionais e administrativas serão despejadas.
Esse é o contexto da reportagem que se segue
Vereador pede investigação de venda de terreno da Comlurb durante pandemia
Por: Aline Macedo em 04/11/20 12:01
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| Sede da Comlurb em Botafogo Foto: Gabriel Monteiro / Agência O Globo |
A venda de um grande terreno da Prefeitura do Rio em Botafogo — em plena pandemia, no meio da campanha eleitoral, e por um preço apenas R$ 1 mil acima do lance mínimo — não bateu bem com o vereador Leonel Brizola (PSOL).
O moço protocolou uma representação ao Ministério Público do Rio nesta quarta-feira (04) pedindo a investigação do caso.
Os dois lotes, que, juntos, somam mais de 4 mil m², atualmente são usados pela Comlurb, e ficam entre as ruas General Polidoro e Professor Álvaro Rodrigues. Eles foram vendidos em um leilão no dia 24 de setembro à construtora Cyrela por R$ 67.501.000,00.
O vereador pede ao MP que investique todo o processo — desde a abertura da licitação até a venda do imóve para o único interessado a dar as caras no leilão.
Antigos equipamentos, novas gerações de trabalhadores...
O fracasso da coleta automatizada lateral por um lado e a depredação dos contêineres laranjas de plástico que quase os fazia descartáveis, sugeriu o retorno do container metálico de 750 litros de carregamento traseiro na viatura, utilizado na cidade na década de 90.
Na reportagem:
O detalhe é que, devido ao peso, os garis não conseguem manusear as novas e enormes caçambas — e passaram a depender de caminhões com plataforma especial para recolher o lixo.
O peso e dimensões das caçambas são os mesmos de década de 90, quando os garis conseguiam movimenta-las...
Pela culatra: novos coletores da Comlurb na Zona Oeste desagradam eleitores.
Por: Berenice Seara em 03/11/20 11:55
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| Modelo da nova caçamba usada na Zona Oeste |
Virou cena comum o rateio das conquistas com a limpeza urbana (o que deveria ser a mais comum obrigação...) entre vereadores da base.
Em especial, claro, em época de eleição.
Há cerca de um mês, a Comlurb decidiu trocar os coletores de lixo na Zona Oeste.
Nos bairros de Bangu, Padre Miguel e Realengo, foi alardeado aos moradores que o "presente" havia sido solicitado pelo presidente da Câmara de Vereadores, Jorge Felippe (DEM), à presidência da companhia.
Saudade das laranjinhas
O detalhe é que, devido ao peso, os garis não conseguem manusear as novas e enormes caçambas — e passaram a depender de caminhões com plataforma especial para recolher o lixo.
Como não há carros suficientes, a coleta vem sendo prejudicada, e os detritos, às vezes, se acumulam em ruas e calçadas.
Daí que moradores passaram a pedir a volta dos coletores de cor laranja individualizados que, por mais de duas décadas, atenderam perfeitamente à população.
Em nota, a Comlurb diz que as novas caçambas de ferro são mais resistentes e podem ser processadas pelo mesmo caminhão que faz a coleta domiciliar, admitindo, no entanto, que as antigas eram manipuladas pelos garis para serem posicionadas atrás dos caminhões.
"Os novos contêineres de 1100 litros fazem parte do novo contrato de caminhões feito em todas as regiões da cidade ao longo dos últimos três anos, com renovação a cada cinco anos, baseado em critérios estritamente técnicos", diz a estatal, afirmando que os equipamentos passam por processo de pesquisas e rigorosos testes antes de entrarem em operação.
A companhia ainda pede à população "para que os sacos com resíduos sejam colocados nas caixas apenas no dia de coleta, evitando que ultrapasse a capacidade do contêiner e que os resíduos fiquem expostos na rua.
domingo, 1 de novembro de 2020
Linha Amarela. Mais um serviço pro bono...
Uma operação rotineira...
quinta-feira, 29 de outubro de 2020
Revitalização de praça vale ouro!
TBT - Reciclagem de pneus
quarta-feira, 28 de outubro de 2020
terça-feira, 27 de outubro de 2020
terça-feira, 20 de outubro de 2020
sábado, 17 de outubro de 2020
APP Comlurb - Um canal de denúncias mais acessível a todos os empregados
Exercendo a gratidão!
quarta-feira, 14 de outubro de 2020
Sobre a atividade de fiscalização
terça-feira, 13 de outubro de 2020
Sobre manutenção de praças
Comlurb terá nova frota para coleta domiciliar e remoção de lixo na Zona Oeste do Rio
O legado de alguns conceitos...
Ao todo, são 61 veículos, sendo, entre eles, 40 caminhões compactadores destinados ao serviço de coleta domiciliar e 7 basculantes para remoção de lixo público
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| São 61 novos veículos, além de instalação de 1.500 caixas metálicas para depósito de lixo - Foto: Divulgação |
Através da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), a Prefeitura do Rio lança neste domingo (11/10) nova frota e equipamentos, além da instalação de 1.500 caixas metálicas, visando a otimização da coleta e a garantia de mais qualidade e eficiência dos serviços nas regiões de Campo Grande, Santa Cruz e Guaratiba, na Zona Oeste da cidade.
São 61 veículos, sendo 40 caminhões compactadores destinados ao serviço de coleta domiciliar, 7 basculantes para remoção de lixo público, 7 minibasculantes para operações em áreas de difícil acesso, como ruas estreitas e becos, especialmente em comunidades, 3 poliguindastes, duas pipas d’água para lavagem de logradouros e limpeza de feiras livres e eventos, e duas varredeiras mecânicas, no modelo que garante mais segurança para os garis no trabalho em vias expressas, avenidas, viadutos, túneis e outros locais de risco para a varrição manual.
O sistema de monitoramento dos veículos também foi aprimorado para gerar relatórios operacionais mais detalhados e precisos para o cumprimento dos roteiros nos dias e horários estabelecidos. As informações em tempo real serão recebidas pela central de operações da Comlurb, que opera 24 horas em todos os dias da semana, e transmitidas aos gestores, a fim de agilizar os serviços de coleta domiciliar.
Já a novas caixas metálicas de 1.200 litros terão uma pintura emborrachada a fim de aumentar a vida útil e evitar vazamentos e corrosão. A contratação foi realizada por meio de pregão eletrônico, incluindo além dos 61 veículos outros sete de reserva. O novo contrato garantiu uma redução financeira de 33% em relação ao anterior, o que foi permitido, em parte, devido a alterações nas especificações técnicas de alguns equipamentos.
Não entendi
segunda-feira, 12 de outubro de 2020
Aterros sanitários terão que apresentar plano de tratamento do chorume
Por: Berenice Seara em 11/10/20 11:00
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| Vista aérea do lixão de Gramacho Foto: Custódio Coimbra / Agência O Globo |
O governador em exercício, Cláudio Castro, sancionou o projeto de lei aprovado pela Assembleia Legislativa que obriga as administradoras dos aterros sanitários a apresentarem, em 180 dias, um plano de tratamento do chorume.
Para quem não ligou o nome ao mau cheiro, trata-se do liquido produzido pela decomposição da matéria orgânica do lixo, que contamina o lençol freático — muitas vezes, mesmo nas instalações impermeabilizadas.
O que dirá nos velhos lixões a céu aberto onde, há dez anos, eram depositados todos os detritos e que, mesmo desativados, continuam poluindo o solo.
Cumpra-se
Desde 2010, quando foi instituída a Política Nacional de Resíduos Sólidos, foram fechados 46 lixões em todo o estado.
Mas nenhum deles foi efetivamente "remediado" — ou seja, continuam produzindo poluição, mesmo não sendo mais usados.
Além disso, os 24 aterros sanitários construídos desde então também não tratam o chorume.
"Muito trabalho à vista para a Comissão do Cumpra-se", diz Carlos Minc (PSB), autor da lei.
Use máscara
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| Placa metálica "Use Máscara" |
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| Cabine de desinfecção |
Assentamento Precário Urbano modelo chinês
Parece... mas não é... ainda!
Cidade das Trevas: o lugar mais densamente povoado da Terra agora está abandonado
Dentro de Hong Kong, na cidade de Kowloon, havia um assentamento conhecido como Cidade Murada de Kowloon.
O assentamento era o mais densamente povoado do mundo, com cerca de 50.000 pessoas amontoadas em apenas alguns blocos de edifícios. Foi construído sem qualquer planejamento urbano, o que é precisamente o que torna este assentamento tão fascinante: a atmosfera de um caos arquitetônico perfeito.
Com sua natureza caótica, a Cidade Murada tornou-se um esconderijo para atividades criminosas, o que acabou levando ao seu fim como bairro.
História
As origens da Cidade Murada foram como um posto avançado da Dinastia Song, onde sua função era administrar e monitorar o comércio de sal. Isso foi por volta dos anos de 960 e 1279 DC. Cerca de 800 anos depois, uma pequena fortaleza costeira foi construída no local.
Começou a se desenvolver como um assentamento urbano após a Segunda Guerra Mundial, quando os japoneses se renderam, deixando Hong Kong e a Cidade Murada que eles ocupavam anteriormente.
Com toda Hong Kong sob o comando e vigilância britânicos, a Cidade Murada se tornou uma espécie de embaixada chinesa não oficial dentro do enclave britânico de Hong Kong.
Era um lugar onde os refugiados buscavam novas casas para morar, novos edifícios eram construídos e a população começou a crescer.
Os britânicos não a governavam na prática e, com exceção de duas ou três batidas policiais de Hong Kong, a cidade estava totalmente sob suas próprias regras. Depois de um tempo, a Cidade Murada se tornou a capital dos sindicatos do crime organizado conhecidos como Tríades.
Não há maneira melhor de descrever a atmosfera da Cidade Murada de Kowloon do que com as palavras de Leung Ping-kwan, um conhecido poeta, romancista, ensaísta, estudioso de Hong Kong, importante figura cultural da cidade e destinatário do Hong Kong Kong Medal of Honor.
Em seu livro Cidade das Trevas, ele escreveu o seguinte:
“Aqui, as prostitutas instalaram-se de um lado da rua enquanto um padre pregava e distribuía leite em pó aos pobres do outro; assistentes sociais davam orientações enquanto os viciados em drogas se agachavam embaixo da escada subindo ao alto; o que eram centros de jogos infantis de dia tornou-se locais de show de strip à noite.
Era um lugar muito complexo, difícil de generalizar, um lugar que parecia assustador, mas onde a maioria das pessoas continuava levando uma vida normal. Um lugar como o resto de Hong Kong. ” Leung Ping-kwan - Cidade das Trevas, p. 120
A Cidade Murada de Kowloon era um labirinto moderno feito pelo homem de concreto, fios, canos, janelas incompatíveis, drenagem inadequada, terraços em jaulas, pontes de metal incompletas e becos estreitos e curtos.
Era possível caminhar de um lado para o outro sem nem mesmo tocar no chão sólido.
Apenas o centro de tudo era um espaço aberto (yamen) onde as pessoas se reuniam para tomar chá, assistir televisão e socializar.
Devido à proximidade do Aeroporto Kai Tak, os edifícios da cidade não podiam exceder quatorze andares. Eles provavelmente teriam sido construídos muito mais altos se não fosse pela restrição do aeroporto.
Hoje, a maior parte da cidade murada de Kowloon foi demolida pelo governo de Hong Kong.
Eles elaboraram um plano para transformar a cidade em uma área de parque, onde os pavilhões e as trilhas de caminhada receberam os nomes das antigas ruas e edifícios da Cidade Murada.
Muito poucos dos edifícios originais ainda permanecem e estão quase todos vazios. Os turistas podem visitá-los, caminhar em seus telhados e tentar compreender o que antes existia ali.
Concessões de manejo de resíduos sólidos urbanos
Governo Federal habilita 23 consórcios a receber apoio para estruturar concessões de manejo de resíduos sólidos urbanos
05/10/2020
Ao todo, 304 cidades da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo deverão ser beneficiadas
Vinte e três consórcios municipais, que reúnem 304 cidades brasileiras, foram habilitados para estruturar projetos de concessão de serviços públicos de manejo de resíduos sólidos urbanos (RSU) nos moldes estipulados pelo Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), pela Secretaria Especial do Programa de Parcerias e Investimentos (SPPI) e pela Caixa Econômica Federal. Os recursos para o custeio dos estudos serão disponibilizados pelo Fundo de Apoio à Estruturação e ao Desenvolvimento de Concessões e Parcerias Público-Privadas (FEP), administrado pelo banco público.
Foram habilitados consórcios que englobam municípios da Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo. A expectativa é que 9,9 milhões de pessoas possam usufruir dos serviços.
“Este é mais um passo que damos no sentido de apoiar a estruturação de parcerias público-privadas e concessões de serviços públicos. Elas são uma oportunidade para alcançarmos melhorias na infraestrutura brasileira, com benefícios concretos para a população”, afirma o ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho.
Ao todo, 41 consórcios se inscreveram no processo seletivo. Os 23 selecionados serão convocados conforme a ordem de classificação e disponibilidade de recursos federais para a execução dos projetos.
PPP
Os recursos do FEP custeiam a realização de todos os estudos necessários para a modelagem da concessão ou parceria público-privada. Os levantamentos incluem estudos jurídicos, de viabilidade técnica e financeira, além da modelagem econômica. Para tanto, são contratadas consultorias especializadas e a Caixa fornece apoio técnico e financeiro aos entes subnacionais (estados, municípios e consórcios intermunicipais). Além disso, é fornecido apoio aos entes na elaboração das minutas de edital e contrato, na formulação de consultas públicas e na realização das licitações.
O chamamento público foi publicado em abril deste ano para apoiar a estruturação de concessões das atividades de manejo de resíduos de origem domiciliar ou similares. Esse conjunto de atividades corresponde aos chamados “serviços divisíveis”, que abrangem a coleta, transbordo, transporte, triagem para reutilização ou reciclagem, tratamento e disposição final ambientalmente adequada.
Distinguem-se dos serviços de limpeza pública como poda, capina, varrição e recuperação de áreas degradadas, que não são passíveis de receber apoio por seu caráter indivisível.
Critérios
Foram consideradas elegíveis as propostas que contivessem soluções regionais para o manejo de resíduos sólidos urbanos e que atendessem de dois a 20 municípios e pelo menos 300 mil pessoas. As propostas apresentadas também deveriam considerar o compromisso de cobrança pela prestação dos serviços após a estruturação da futura concessão.
O processo de seleção buscou priorizar propostas que beneficiassem o maior número de habitantes; que incluíssem cidades com cobrança de taxa ou tarifa já instituída; maiores déficits na prestação do serviço e/ou que apresentassem Plano Municipal ou Plano Regional Integrado de Manejo de RSU.
A aderência à regionalização proposta no Plano Estadual de Gestão Integrada de RSU, obtenção de licenciamento ambiental prévio das estruturas de tratamento ou destinação final de RSU e o maior percentual de contrapartida ofertada pelo proponente em relação ao valor do contrato também foram considerados na priorização.
Assessoramento técnico e financeiro
O objetivo do FEP é prover assessoramento técnico e financeiro aos municípios brasileiros para a estruturação de projetos de concessão em áreas diversas. Por meio do FEP, o Governo Federal está apoiando 29 projetos de concessão e parcerias público-privadas (PPPs) que beneficiam 50 cidades em todas as regiões do País. Os setores apoiados são de resíduos sólidos urbanos, esgotamento sanitário, drenagem urbana e iluminação pública.
Andamento
A estruturação dos projetos selecionados em 2020 representa a continuidade do apoio do FEP ao setor de manejo de resíduos sólidos por meio da estruturação de concessões, uma iniciativa inovadora no País e que busca garantir a sustentabilidade econômica e ambiental das ações do setor. Atualmente, são cinco projetos apoiados na área de RSU, além de outros dois em drenagem urbana em Porto Alegre (RS) e Teresina (PI).
Já o projeto de concessão dos serviços de RSU dos municípios que integram o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Regional do Vale do Rio Grande (Convale) passa por consulta pública e deve ser licitado em dezembro deste ano. Integram o Convale os municípios mineiros de Água Comprida, Campo Florido, Conceição das Alagoas, Delta, Planura, Sacramento, Uberaba e Veríssimo.
As propostas de Bauru (SP), Teresina (PI) e do Consórcio Intermunicipal de Gestão Integrada para Aterro de Resíduos sólidos – Unidade Crato (Comares) deverão entrar em consulta pública até o fim do primeiro semestre de 2021. A cidades que compõem o Comares são Altaneira, Barbalha, Caririaçu, Crato, Farias Brito, Jardim, Juazeiro do Norte, Missão Velha, Nova Olinda e Santana do Cariri, no Ceará.
O FEP também apoia o projeto de concessão integrada dos serviços de manejo de resíduos sólidos urbanos, abastecimento de água e esgotamento sanitário em São Simão (GO).
domingo, 11 de outubro de 2020
Qual o motivo da urgência e relevância?
Quando o gestor não está plenamente atento na questão está caminhando em um ambiente incerto, pois a cautela no trato da coisa pública deve estar presente nas suas decisões. A falta de atenção temperada com excesso de confiança naqueles que deveriam estar assessorando as deliberações é um ambiente fértil para não conformidades.
Como lição aprendida percebo que deveria ter questionado o porque de tanta pressa na assinatura do citado termo, e me aproximado mais daqueles que poderiam juridicamente verificar minuciosamente cada uma de suas clausulas.
Interessante que a urgência nas coisas referentes a Natura Ambiental continuam vigentes passados os anos.
TCMRJ suspende licitação para encerramento do aterro de Gericinó
Após minuciosa análise de todas as alegações da denunciante, quanto às especificidades das atividades necessárias à execução do objeto, a questão do devido licenciamento, bem como a aplicação da legislação, mormente à Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005, a decisão determina que a jurisdicionada abstenha-se de praticar quaisquer atos inerentes ao certame, bem como informe:
1. Qual o fundamento legal para que o objeto deste certame seja procedido na modalidade de pregão eletrônico;
2. Sobre o encerramento do aterro de Gericinó previsto como um dos objetivos no edital do referido certame, tendo em vista a informação no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) do Rio de Janeiro, quanto ao mesmo encerramento ter ocorrido em 2014;
3. Quanto a liberação de licença ambiental prévia para o encerramento do aterro de Gericinó;
4. Se a implantação de nova Célula para Recepção de Resíduos da Construção Civil (RCC), importa em obra de engenharia complexa;
5. Qual o fundamento legal para previsão de contratação de empresa com experiência apenas em terraplanagem para execução de obra sanitária, supostamente, complexa;
6. A data de publicação da designação da nova data para realização do certame.
2020
Comlurb lança edital que gera suspeitas
A Comlurb, companhia de limpeza urbana do município do Rio de Janeiro, presidida por Paulo Mangueira, convocou um edital de emergência com entrega de propostas até logo mais (segunda, 5) às 17 horas, para a gestão dos “Serviços de Manutenção do Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos de Gericinó”.
Para quem não está ligando o nome "à pessoa", o chamado lixão de Gericinó, que cresceu à margem direita da pista de subida da Avenida Brasil, a ponto de esconder a vista do complexo prisional de Bangu, já foi alvo de um pregão eletrônico, anulado no primeiro semestre deste ano pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) porque teria de ser na modalidade de edital, como denunciado aqui no Informe JB.
No mês passado, a Comlurb, meio que na surdina, abriu uma concorrência para a continuidade do serviço de gestão do aterro. A entrega de propostas também se encerrava às 17 horas. Instada a fazer um lance, a empresa que fazia o serviço, temendo vazamento, apresentou sua proposta faltando menos de cinco minutos para o prazo final.
Para sua surpresa, no dia seguinte a companhia informou ter recebido uma proposta com valor menor (nos três a quatro minutos que faltavam para o encerramento do pregão). Acontece que a firma vencedora, a Natura Ambiental (nada a ver com a empresa de cosméticos), além de devedora de quase R$ 500 mil à própria Comlurb, fora declarada tecnicamente inidônea por não ter executado corretamente os serviços de tratamento dos resíduos da estação da companhia de limpeza urbana, no Caju.
A nova licitação ocorre a menos de 45 dias da eleição municipal. E a Comlurb já prepara um novo edital para entrega de propostas da nova área de expansão do chamado Aterro de Gericinó. Não precisa dizer que quem tiver um pé na área em atual operação terá mais trunfos de gerir a expansão.
O TCM está de olho.
Más intenções da Prefeitura na Zona Oeste
Ecologistas que estão de olho nas más intenções do prefeito Marcelo Crivella para derrubar a última floresta plana da Mata Atlântica na cidade para dar lugar a um autódromo de Fórmula 1, em Realengo, aproveitaram a incursão pela Zona Oeste e descobriram um novo pacote em gestação contra os cariocas.
A Comlurb teve impugnada, em fevereiro, pelo Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, a licitação para a escolha da empresa concessionária da expansão e gestão do Aterro Sanitário de Gericinó, na Zona Oeste da cidade, por ter feito uma concorrência via pregão eletrônico, contrariando o processo de edital com transparência e ampla participação pública.
Mas, durante a pandemia da Covid-19, a diretoria comandada por Paulo Mangueira trabalhou na surdina. E marcou um novo edital para a área a dois meses das eleições municipais que podem mudar tanto o comando da Prefeitura do Rio como o da própria companhia de limpeza urbana.
As razões da pressa são desconhecidas
Mas o TCMRJ deveria saber que: 1 - a área em questão está com a licença ambiental vencida e não renovada pela prefeitura; 2 - a última Audiência Pública para ouvir a comunidade de moradores no entorno do lixão de resíduos de construções urbanas foi realizada há 10 anos.
De lá para cá não só a cota do atual aterro cresceu tanto que quem transita pela Avenida Brasil em direção à Zona Oeste perdeu a vista do complexo penitenciário de Bangu. A própria expansão urbana desordenada diante da omissão das autoridades municipais, acrescentou no entorno do lixão uma população de, pelo menos, três mil pessoas.
E a população só não cresceu mais porque ano passado a Guarda Municipal derrubou mais um empreendimento das milícias que atuam na região: o assentamento de ruas e casas que já tinha avançado sobre área da prefeitura, reservada à expansão do lixão.







































