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terça-feira, 27 de agosto de 2019

A antiga inovação!

Em 2017 já existia o alerta que o acondicionamento de resíduos é um exemplo de cenários que estão em constante mudança, e que, visando criar uma Zona de Economia é necessário questionar procedimento e conceitos que já não oferecem mais atributos tangíveis e intangíveis e/ou redução de custos, ou seja, que não agregam valor.

Durante algum tempo utilizou-se containers metálicos para o acondicionamento de resíduos em condomínios para a coleta domiciliar e em logradouros para a coleta em acessos de comunidades.

Lá pela década de 80, havia muita reclamação do barulho ocasionado pela movimentação de contêineres metálicos ao serem coletados nos prédios, principalmente os dos roteiros noturnos. Realmente metal movimentando metal produz fortes ruídos! A decisão foi banir por completo o container metálico da operação como forma de eliminar a insatisfação dos cidadãos! 

O retorno do uso do contêiner metálico atenua a má decisão genérica de banir o equipamento de toda operação por conta de reclamações em um recorte muito específico, ou seja, coleta domiciliar noturna em zonas residenciais verticalizadas, 




sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Projeto de Lei quer permitir colocação de cestas de lixo suspensas nas calçadas

Mais uma da série: Por uma gestão de resíduos sólidos mais vintage!



Por conta da ação habitualmente errada de moradores do Rio de Janeiro, que deixam seus lixos no chão, na porta de suas casas, aguardando a coleta feita pelos profissionais da Comlurb, e as chuvas acabarem levando as sacolas, entupindo, assim, galerias, bueiros e ralos, prejudicando o escoamento das águas pluviais, o vereador Jair da Mendes Gomes (PMN) apresentou o Projeto de Lei nº 1.252/2019, que altera a Lei nº 3.273/2001, visando permitir a colocação de lixo domiciliar em cestas no logradouro, quer seja montada sobre pedestal, pilarete ou qualquer outro dispositivo de sustentação, desde que não dificulte a circulação dos pedestres ou a entrada e saída das edificações.

Outra exigência é que o material seja depositado nos horários e condições estabelecidos e definidos pela Comlurb.

Segundo especificação do projeto, a cesta de lixo deverá ser instalada à altura máxima de 1,2 metros, obedecendo a distância de 60cm a partir do muro da residência, devendo garantir a distância mínima de um 1,3cm para a livre circulação nas calçadas. Os custos relativos à instalação das cestas de lixo são de inteira responsabilidade do morador.

”O acúmulo de lixo é prejudicial à cidade porque provoca infestação de ratos, baratas e mosquitos. Isso sem contar com a contribuição para alagamentos. Por esse motivo, apresentei esse projeto e conto com a aprovação pelos meus pares”, defendeu o vereador Jair da Mendes Gomes.

quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Novos modelos de papeleiras?

Já foi dito que a questão das papeleiras na cidade é algo que merece um profundo questionamento para revisar modelos, tamanhos, propósito do equipamento, além de procedimentos de aquisição, instalação, manutenção e limpeza, todos impregnados de sentinelas sem sentido!

Sem a busca da verdadeira causa de alguma situação adversa através de um criterioso exame e questionamento, existe o risco de soluções improvisadas, superficiais e ineficazes, placebos operacionais. 

A esperança é que esta simpática iniciativa das papeleiras "vintage" seja fruto de um criterioso exame e questionamento, e não somente o desejo saudosista de reviver outras eras.







Comlurb testa novos modelos de papeleiras

Novas Papeleiras da Comlurb
 Novas Papeleiras da Comlurb

O Méier foi escolhido pela Comlurb para testar 21 novas papeleiras. O novo modelo é mais resistente e fixo, para inibir o vandalismo e o furto, fatores responsáveis por até 25% da perda das papeleiras da cidade. Os novos equipamentos estão sendo construídos na própria fábrica da Companhia, a Aleixo Gary, instalada em Campo Grand. A fábrica, que teve início ainda na década de 30, conserta e reaproveita materiais e equipamentos usados pela Companhia, além de criar opções alternativas e sustentáveis. 

Os novos equipamentos são maiores, com um metro de altura e 40 cm de profundidade, cabendo o dobro de resíduos das papeleiras atuais. São confeccionadas com chapas galvanizadas e emborrachadas, a partir de reutilização de sobras de madeira plástica. As novas papeleiras são chumbadas ao chão e não podem ser removidas ou manipuladas. Somente o gari, com uma chave própria, abre o equipamento e retira o cesto interno para remoção dos resíduos.

A fábrica, cujo nome é uma homenagem ao empresário francês Pedro Aleixo Gary que, ainda no século XIX, estruturou os serviços de limpeza urbana na cidade do Rio de Janeiro, está finalizando um novo lote com mais 30 unidades, que também serão testadas no Méier.