Translate

Mostrando postagens com marcador Rock in Rio. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Rock in Rio. Mostrar todas as postagens

domingo, 13 de setembro de 2026

Rock in Rio: quando uma operação vira método

 



Na preparação para o Rock in Rio de 2026, o presidente da Comlurb afirmou que a Companhia hoje está “consolidada dentro do evento”. A frase me chamou atenção porque essa consolidação não nasceu pronta. É resultado de uma longa curva de aprendizado operacional, feita de erros, correções, mudanças de modelo e incorporação de conhecimento. A operação atual prevê planejamento desde a pré-limpeza, equipes em três turnos, contêineres, monitoramento de ocorrências e coordenação específica das áreas interna e externa. Na primeira semana, a Companhia informou a remoção de cerca de 200 toneladas dentro da Cidade do Rock e 1,6 tonelada na área externa.

Para entender como se chegou até aqui, é preciso voltar a 2011. Eu estava diretamente envolvido na coordenação da limpeza daquela edição e escrevi no Percolado, poucos dias depois, que o aprendizado havia começado com excesso de confiança operacional. Imaginávamos que a Cidade do Rock poderia ser tratada como uma espécie de Sambódromo. Não podia. A limpeza entre os dias de show tinha características próximas das operações de Réveillon, enquanto a manutenção durante o evento apresentava problemas para os quais nossa experiência anterior oferecia poucas respostas. Foi preciso aprender trabalhando.

Talvez aquele tenha sido o primeiro ensinamento importante: grande evento não se copia; grande evento se aprende. Um plano pode chegar pronto, inclusive com pedigree internacional, mas é o território que termina dizendo se ele funciona. Em 2011, a capacidade de adaptação das equipes compensou boa parte do que o planejamento inicial não havia percebido. O sucesso operacional, portanto, não escondia a fragilidade do modelo. Ao contrário: mostrava exatamente onde deveríamos aprender.

Nas edições seguintes, o arranjo da limpeza mudou, inclusive quanto à responsabilidade pelos serviços internos. O próprio Percolado registrou, em 2013, que algumas das soluções percebidas em 2011 já apareciam incorporadas: ilhas de contêineres, trabalhadores atuando no meio do público e a compreensão de que parte relevante da limpeza deveria ser concentrada depois da dispersão. O ponto mais interessante não era repetir equipamentos, mas consolidar uma lógica operacional.

Essa evolução também produziu outra discussão: quem deveria pagar pela limpeza de um grande evento privado realizado em área fechada e com venda de ingressos? Ao longo dos anos, a resposta mudou. Registros posteriores do Percolado mostram diferentes modelos nas edições seguintes e, em 2017, a Comlurb voltou à limpeza interna mediante contrato de prestação de serviços. Esse passo era importante porque separava duas responsabilidades: a obrigação pública de cuidar da cidade e a prestação de um serviço específico a um evento privado.



Em 2017, já na Presidência da Companhia, acompanhei outra etapa dessa curva. A operação mobilizou centenas de trabalhadores, treinamento específico para diferentes áreas da Cidade do Rock e novas soluções de controle. A Tecnologia da Informação utilizou o próprio evento como laboratório para desenvolver aplicações destinadas ao controle de presença, alimentação, almoxarifado e pesagem de veículos. A preocupação também avançou do simples recolhimento para a gestão dos resíduos, com segregação, reciclagem, tratamento de orgânicos e aproveitamento energético dos rejeitos.

Havia também aprendizados menores, que em operação nunca são realmente pequenos. O soprador mostrou sua produtividade em áreas extensas com grande quantidade de embalagens leves. A limpeza de mesas, decks, jardineiras, lagos, banheiros e áreas de alimentação demonstrava que a qualidade final dependia de uma soma de detalhes. Em grandes eventos, o planejamento trabalha no atacado; a percepção do público acontece no varejo.

Por isso vejo o Rock in Rio como parte significativa do meu percurso profissional, mas não no sentido de atribuir sua construção a uma pessoa. Operações desse porte pertencem a sucessivas gerações de gestores, técnicos e, sobretudo, trabalhadores que acumulam conhecimento. Minha participação ocorreu numa fase dessa construção: começou em 2011, quando ainda estávamos descobrindo o problema, atravessou diferentes modelos e chegou a 2017 com uma operação muito mais estruturada, contratualizada e tecnologicamente apoiada.

O mais interessante em 2026 é perceber que alguns daqueles aprendizados já não aparecem como novidade. Há reunião prévia das lideranças, divisão clara de responsabilidades, treinamento, centro de operações, monitoramento por câmeras, três turnos de trabalho e planejamento que começa antes da abertura dos portões. Aquilo que um dia exigiu improvisação foi progressivamente transformado em rotina institucional.

Esse talvez seja o significado mais objetivo de legado em gestão. Não é aquilo que permanece associado ao nome de quem participou de sua criação. É aquilo que continua funcionando quando os nomes já mudaram.

Uma operação amadurece quando deixa de depender da memória de quem a criou e passa a fazer parte da memória da própria instituição.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Comlurb no Rock in Rio 2024

O Rock in Rio 2024 continua a ser limpo pela Comlurb, agora sob um contrato de prestação de serviços, consolidando uma parceria que começou em 2017. Em edições anteriores, a Comlurb já havia participado do evento: em 2013, por exemplo, realizou a limpeza gratuitamente, enquanto em 2015, essa função foi assumida por uma empresa privada. A partir de 2017, a Comlurb retomou a responsabilidade pela limpeza do evento, mas desta vez com um contrato formalizado. Esse acordo garante que a experiência dos participantes seja marcada pela limpeza e sustentabilidade, com o suporte da expertise da Comlurb em grandes eventos.

A participação da Comlurb reflete seu compromisso com a cidade e a manutenção dos espaços durante um dos maiores festivais de música do mundo, contribuindo para um ambiente limpo e organizado ao longo dos dias do evento.



A Comlurb faz parte da história do Rock in Rio! Veja o vídeo especial com imagens do trabalho dos garis e dos gestores.

A Companhia realizou a limpeza da área interna e fecharam a edição com o recolhimento de resíduos mais sustentável da história, com 50% de recicláveis.

Os garis (DSU e DLU) fizeram os serviços em todas as áreas do Parque Olímpico, inclusive área VIP, palcos, camarins, banheiros e postos de saúde.

Do lado de fora, as equipes da DLU atuaram na limpeza das sete noites de show e o Lixo Zero fez a fiscalização do entorno da Cidade do Rock.

Clique no link abaixo e confira os detalhes do nosso serviço!

LINK



terça-feira, 17 de setembro de 2024

Reconhecimento no Rock in Rio

 Estamos a todo vapor, empenhados em manter não só a Cidade do Rock, mas também todo o seu entorno limpo e bem cuidado. O trabalho de cada um dos nossos profissionais já está sendo amplamente reconhecido e elogiado, com destaque para a matéria publicada nesta segunda-feira, 16/09, no jornal O Globo.

Parabéns a todos os colaboradores que estão atuando com empenho e excelência. Continuamos juntos nessa missão, garantindo que nossa cidade brilhe e que nossa dedicação faça a diferença!




segunda-feira, 7 de outubro de 2019

Rock in Rio - um caso de mudança de cultura

A muito tempo existe o questionamento sobre a a aplicação de recursos públicos em evento particular intramuros com cobrança de ingressos. A justificativa para a ação da Comlurb nos desfiles sempre foi recheada de "é uma tradição" temperada com "é bom para a imagem da empresa"

O Rock in Rio por exemplo: em 2013 foi totalmente limpo gratuitamente pela Comlurb, em 2015 foi limpo por uma empresa privada. Em 2017 voltou para a Comlurb só que desta vez com um contrato de prestação de serviços assinado. 

Em 2019, acontece pela segunda vez a limpeza com contrato de prestação de serviços assinado.














segunda-feira, 30 de setembro de 2019

Lixo no Rock in Rio: Comlurb recolhe 162,2 toneladas de resíduos nos primeiros dias do festival


Foram recolhidas 15 toneladas a menos que em 2017. 
.

Acúmulo de lixo podia ser visto em vários pontos da Cidade do Rock nesta sexta — Foto: Nicolás Satriano/G1
Acúmulo de lixo podia ser visto em vários pontos da Cidade do Rock nesta sexta — Foto: Nicolás Satriano/G1

No primeiro fim de semana de Rock in Rio 2019, a Comlurb recolheu 162,2 toneladas de resíduos da Cidade do Rock. O montante é 15 toneladas menor do que o recolhido no primeiro fim de semana da última edição, em 2017: 177 toneladas.

Do total, 65,9 toneladas foram recolhidos de resíduos de orgânicos e 96,3 toneladas tinham potencial de reciclagem. A quantia representa a soma dos três dias do primeiro fim de semana do evento (27 a 29 de setembro) e do evento-teste que ocorreu na quarta-feira (24).

A Comlurb, estatal vinculada ao município para a limpeza urbana, foi contratada pela organização do Rock in Rio. A empresa venceu a licitação e firmou um contrato com a empresa Rock World S.A., gestora do festival, no valor de R$ 1.925.976,83, segundo a prefeitura.

10 multados fora da Cidade do Rock

O Programa Lixo Zero, que atuou no entorno do Parque Olímpico, multou 10 pessoas no primeiro fim de semana de festival: uma por urinar em vias públicas e nove pelo descarte irregular de pequenos resíduos. Dentro do parque, não há multa por ser uma área particular.

"A Companhia informou que disponibilizou 1.143 garis e 158 agentes de limpeza urbana para executar os serviços de varrição e limpeza das áreas de circulação do público, VIP, arenas 2,3 e velódromo, palcos e camarins, além de banheiros e postos de saúde", diz a companhia.

"Os garis estão atuando na parte interna em três turnos, com o apoio de 18 caminhões compactadores, um caminhão gaiola, quatro caminhões pipa, um mini basculante, duas varredeiras, 19 vans e 58 sopradores. Foram colocados na área interna 2.000 contêineres, sendo 1.000 com adesivos azuis para orgânicos e 1.000 com identificação na cor verde para os resíduos potencialmente recicláveis para o descarte correto de lixo. Na área externa, atuam mais 169 garis também em três turnos, com o apoio de nove veículos, incluindo caminhões compactadores e pipa, além de 30 sopradores. A área externa conta com 160 contêineres", acrescenta a companhia.

segunda-feira, 15 de julho de 2019

A falta de orçamento move montanhas!!!!

O conceito defendido pelo atual Presidente da Comlurb sobre a cobrança dos serviços de limpeza dos dias de desfile no Sambódromo não é novo.

A muito tempo existe o questionamento sobre a a aplicação de recursos públicos em evento particular intramuros com cobrança de ingressos. A justificativa para a ação da Comlurb nos desfiles sempre foi recheada de "é uma tradição" temperada com "é bom para a imagem da empresa"

O Rock in Rio por exemplo: em 2013 foi totalmente limpo gratuitamente pela Comlurb, em 2015 foi limpo por uma empresa privada. Em 2017 voltou para a Comlurb só que desta vez com um contrato de prestação de serviços assinado. 

Agir como uma empresa prestadora de serviços deveria ser uma prática normal, não somente quando a maré orçamentária está fraca.






Prefeitura do Rio vai proibir que serviços de órgãos públicos sejam usados em eventos privados

Empresas como a Comlurb, Guarda Municipal e Rio Luz não poderão trabalhar em eventos com venda de ingressos. Presidente da Riotur também falou sobre privatização do Sambódromo.



Comissão de frente da União Ilha se apresenta na Sapucaí. Renato Sorriso (de laranja) se juntou a eles - a Comlurb deve deixar de limpar o Sambódromo — Foto: Rodrigo Gorosito/ G1
Por trás do Gari Sorriso existe muito trabalho e recursos públicos envolvidos. 

A Prefeitura do Rio de Janeiro deve publicar esta semana um decreto que proíbe que órgãos públicos, como a Comlurb, trabalhem em eventos privados com venda de ingressos - caso dos desfiles na Marquês de Sapucaí.

“É uma medida de respeito com o recurso do cidadão, no qual entendemos que o recurso público é para eventos que não têm cobrança de ingressos. Então, é uma atitude bem tomada para que possamos economizar e destinar esse recurso a outras prioridades de eventos na cidade”, explicou Marcelo Alves, presidente da Riotur.

Tradicionalmente, a prefeitura arcava com a limpeza, parte da segurança (Guarda Municipal), iluminação (Rioluz) e atendimento médico.

Alves destaca que o investimento que atualmente é destinado à Sapucaí, por exemplo, será investido em outros espetáculos populares, como o desfile da Intendente Magalhães e da Avenida Chile, onde não há cobrança de ingressos.

“O carnaval é de extrema importância para a cidade do Rio de Janeiro. Há um investimento da prefeitura, como um todo, de R$ 100 milhões. Só a Riotur, no desfile das escolas de samba, investe R$ 12 milhões. Então, esse recurso, evidentemente, será destinado a outras áreas de eventos da cidade, para que a gente possa incrementar”, destacou.

O presidente da Comlurb, Tarquínio de Almeida, disse que vai conversar com o prefeito sobre a possibilidade de apresentar um projeto de limpeza para a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa) para o carnaval de 2020. Segundo ele, agora que a prefeitura atravessa um momento de crise financeira, com receitas menores que as despesas, não faz mais sentido prestar o serviço gratuitamente.

"Era tradição a Comlurb e outros órgãos municipais prestarem serviços gratuitos a eventos privados em espaços públicos. Aliás, desde a criação do Sambódromo era assim. Mas agora, isso não faz mais sentido. Os dez dias de carnaval no Sambódromo custam cerca de R$ 3,5 milhões , uma fábula para quem não tem dinheiro. Então, se não dá mais para fazer de graça, ou a gente cobra ou sai fora", disse Almeida, destacando que outros grandes eventos privados como Rock in Rio, Fun fest, Game XP, pagam à Comlurb pelos serviços de limpeza dentro das áreas dos eventos.

Em nota, a Liesa diz que lamenta e não concorda com as declarações do prefeito sobre os desfiles da escolas de samba na Sapucaí. E destaca que "o evento, gerador de milhares de empregos, recolhe os impostos devidos, inclusive os 5% de ISS sobre todos os valores arrecadados, colaborando, direta e indiretamente, também, para que diversos outros setores da economia da cidade arrecadem mais, com valores revertidos para a prefeitura.

sexta-feira, 29 de setembro de 2017

Hackathon Comlurb no Rock in Rio

Durante os dias 8 e 12/09 a equipe de especialistas em Tecnologia da Informação da COMLURB realizou a análise de alguns processos com o objetivo de entender toda a dinâmica de atividades relacionadas à operação de limpeza durante um grande evento.

Principalmente os processos de controle realizados manualmente, como a chegada e saída dos colaboradores, fornecimento de lanche, controle de pesos dos caminhões, ofereciam oportunidades de melhoria com o uso de TI. Diante disso, com o objetivo de utilizar o Rock in Rio como um laboratório de desenvolvimento de aplicativos, os profissionais praticamente fizeram um Hackathon para que nos dias do evento  conseguissem entregar soluções que atendessem a demanda identificada e fossem utilizadas em paralelo as práticas já existentes de controle manual como forma de validação das soluções digitais.





Aplicativos Ofertados como protótipo:

1.      Controle de Presença

Aplicação desenvolvida para evitar controle em papel de assinatura do cartão de ponto. O controle do comparecimento do colaborador realizado com procedimento de leitura do crachá (tecnologia NFC) registrando sua  entrada ou a saída.




2.      Controle de Lanche

Aplicação co o sugestivo nome de "COMILÃO" desenvolvida para ser utilizada no controle de entrega de lanche. No ato da entrega do lanche é realizada a leitura do crachá registrando a informação sobre a hora do lanche e quantidade de lanche que o colaborador retirou.




3.      Controle de Almoxarifado  

Aplicação desenvolvida para ser utilizada no controle de almoxarifado. No ato da solicitação de um item no estoque, é realizado o lançamento da matricula do colaborador que está retirando o material, o item, a quantidade e a impressão do comprovante de saída desse material. Desta forma consegue-se identificar a quantidade real de material utilizado em cada área de trabalho.


                                                 

4.      Pesagem

Aplicação desenvolvida para obterem-se os dados referentes aos pesos dos caminhões utilizados no evento. Após a criação de identificação dos roteiros dos caminhões que seriam utilizados exclusivamente para a coleta seletiva e comum do evento, essa aplicação captura os dados de pesagem na estação de transferência no momento em que o caminhão passa pela balança eletrônica.



domingo, 24 de setembro de 2017

Comlurb recolhe 59 toneladas durante o sábado no Rock in Rio


Desde o início do Rock in Rio, foram recolhidas 274,8 toneladas de resíduos.

Por G1 Rio

Garis recolheram 59 toneladas de lixo no sábado na Cidade do Rock (Foto: Divulgação)
Garis recolheram 59 toneladas de lixo no sábado na Cidade do Rock (Foto: Divulgação) 
A Comlurb recolheu 59 toneladas de resíduos das áreas interna e externa da Cidade do Rock, no quinto dia de Rock in Rio, este sábado (23). Desde o início do Rock in Rio, foram recolhidas 274,8 toneladas de resíduos.

Segundo a companhia, desse total, 23,2 toneladas de recicláveis foram entregues às cooperativas de catadores e 35,9 toneladas transportadas para a Estação de Transferência do Caju para serem segregados, com os orgânicos utilizados na produção de composto orgânico e os rejeitos levados para a Usina Verde, onde serão transformados em energia.

Segundo a Comlurb, só da área externa do Rock in Rio foram recolhidas 8,8 toneladas de resíduos nessa sexta, quinto dia de shows. A operação contou com 120 garis, divididos em três turnos, com apoio de sopradores, caminhões coletores, basculantes, varredeiras mecânicas e carros pipas. Para que o lixo fosse descartado de forma correta pelo público, dezenas de contêineres estavam posicionados nas proximidades do Parque Olímpico e nos acessos.

Rock in Rio Night And Day







sexta-feira, 22 de setembro de 2017

Comlurb recolhe 38,7 toneladas de resíduos no Rock in Rio


Com volume recolhido na quinta, evento já acumou 215 toneladas no total
   
POR O GLOBO 22/09/2017

Garis atuaram na noite de ontem - Divulgação / Agência O GLOBO

RIO - Nada menos do que 38,7 toneladas. Esse a dimensão do lixo recolhido na última quinta pela Comlurb nas áreas internas e externas do Parque Olímpico, após o primeiro dia de Rock in Rio dessa semana. Com isso, o volume total recolhido durante todo o festival, que começou no dia 14, chegou a 215,7 toneladas. Os números são da própria Comlurb.

Das quase 40 toneladas recolhidas na quinta, 16,3 toneladas de recicláveis foram entregues às cooperativas de catadores e 22,4 toneladas transportadas para a Estação de Transferência do Caju.

Ao todo, 37 pessoas foram multadas no Parque Olímpico pelos agentes do Programa Lixo Zero - 34 por descarte irregular de pequenos resíduos e três por urinarem nas ruas.


terça-feira, 19 de setembro de 2017

O Segredo está nos detalhes

O segredo da excelência no serviço de limpeza em grandes eventos está na dedicação das pessoas em ter atenção plena em sua atividade tendo certeza que um pequeno detalhe contribui muito para o resultado final.


Lavagem de deck para retirar gordura de alimentos.

Limpeza do lago removendo pequenos resíduos

Limpeza das mesas das praças de alimentação

Aplicação de desodorizante em calha.

Catação de resíduos em jardineira


Sobre algum detalhe mesmo depois da limpeza com soprador e vassoura


Bastidores do Rock in Rio

Boas ações merecem ser compartilhadas!

Vejam só que ótimo o exemplo do nosso colaborador Marcio Porto, da OGB, que encontrou um celular durante a limpeza matinal no Rock in Rio (RiR) e conseguiu descobrir quem era o dono, um funcionário do RiR, e devolveu o aparelho. Nada melhor que uma foto para mostrar a alegria do cidadão ao receber seu celular. 

Parabéns! 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

"Acreditar" e "Respeitar"

Duas ações que devem estar sempre bem lavadas!






Elogios à Limpeza no Rock in Rio

Elogios à Limpeza no Rock in Rio

Proteste Associação de Consumidores recebeu comentários positivos sobre a limpeza dos ambientes e do banheiro, que oferecia reposição de papel constante e, apesar de ser móvel, era organizado e muito limpo.














domingo, 17 de setembro de 2017

Comlurb coleta 59 toneladas de lixo no segundo dia do Rock in Rio


Foram recolhidos resíduos das áreas interna e externa do festival. Este ano a Comlurb diz que está trabalhando com um modelo de limpeza 100% sustentável.


Público deixa lixo no gramado na segunda noite do festival (Foto: G1)
Público deixa lixo no gramado na segunda noite do festival (Foto: G1)
No segundo dia de shows do Rock in Rio a Comlurb recolheu 59 toneladas de resíduos das áreas interna e externa, que terão três destinos diferentes. Este ano, a empresa diz que está trabalhando com um inédito modelo de limpeza 100% sustentável.

As 13 toneladas de recicláveis foram entregues às cooperativas de catadores e 46 toneladas de resíduos foram levadas para a Estação de Transferência do Caju para serem segregados, com os orgânicos tratados para a produção de composto orgânico e os rejeitos transportados para a Usina Verde, onde serão transformados em energia.

A operação de limpeza funcionou antes, durante e após o evento. O serviço após o encerramento dos show começou às 6h e antes das 12h já tinha sido encerrado. As equipes atuaram com eficiência e agilidade. O trabalho realizado ao longo da noite e madrugada preparou todas as áreas para a limpeza final da manhã, deixando tudo limpo antes da abertura dos portões neste domingo 17.

A parceria entre a Comlurb e os ecos parceiros, cooperativas de catadores e Usina Verde – pioneira no Brasil no desenvolvimento tecnológico para a recuperação de resíduos sólidos – possibilita que, pela primeira vez, a operação de limpeza da Companhia seja 100% sustentável.

Os materiais recicláveis são entregues às cooperativas, onde os catadores fazem a triagem, enfardamento e comercialização, e os resíduos orgânicos serão tratados para a produção de adubo na Usina do Caju, da Comlurb. O rejeito deste processo será destinado à empresa Usina Verde, incinerado e transformado em energia, na moderna planta da empresa.

Os garis atuaram na parte interna, se revezando em três turnos, com o apoio de diversos veículos, como caminhões coletores, mini ônibus, mini basculante, caminhões pipa, caminhões varredeira, vans lava-jato, além de sopradores. Contêineres para resíduos recicláveis e orgânicos foram distribuídos em todo o parque, à disposição da plateia, para que o lixo seja descartado de forma correta. As equipes da Comlurb foram treinadas para atuar no gramado, banheiros, praças de alimentação, área VIP e backstage.

Limpeza externa

A área externa do Rock in Rio também contou com grande esquema de limpeza e recolheu 12 toneladas de resíduos. A operação contou com 120 garis, divididos em três turnos, com apoio de sopradores, caminhões coletores, basculantes, varredeiras mecânicas e carros pipas. Para que o lixo fosse descartado de forma correta pelo público, dezenas de contêineres estavam posicionados nas proximidades do Parque Olímpico e nos acessos.

sábado, 16 de setembro de 2017

Coleta Seletiva no Rock in Rio

Programação visual das viaturas operando no Rock in Rio



Operação com sopradores na limpeza diurna do Rock in Rio

Novamente o Soprador mostra todo seu potencial em limpeza de eventos quando a varrição de áreas extensas com grande quantidade de lixo leve de embalagens é significativamente mais produtivo que o uso de vassouras.