Porque será que as operações de rotina agora são destaque?
A operação deve acontecer com uma programação rotineira e destacar midiaticamente uma limpeza ordinária é reflexo da falta de capacidade de realização da rotina, seja por não haver programação ou recursos bem alocados, ou uma busca exacerbada de propaganda positiva.
Quando estava como coordenador do Programa Lixo Zero, o Sr Ricardo Rigueto, candidato a vereador não eleito pelo PEN com 3390 votos em 2016, adquiriu gosto por revitalizar praças. Agora, recém alçado à Superintendente da Zona Norte, continua sua atenção às praças pintando muretas, quadras e bancos.
Revitalizar praças não é atribuição do Lixo Zero nem da Superintendência, o que gera a dúvida se o serviço executado é fruto de uma pro atividade exacerbada ação midiática visando potencializar a quantidade de eleitores de 2016.
Antiga residência oficial da família Real no Brasil, a
Quinta da Boa Vista, em São Cristóvão, está com uma nova metodologia
operacional de limpeza. Desde o início deste mês, 46 garis realizam serviços de
rastelamento e roçada, das 6h às 20h20m diariamente, e lavagem hidráulica, das
22h às 6h, às terças e sextas-feiras. O objetivo é entregar o parque limpo
desde as primeiras horas do dia.
De acordo com a Comlurb, dos 35 contêineres instalados em
toda a extensão do parque são retirados diariamente cerca de 1,24 toneladas de
lixo. Já as lavagens gastam 28 mil litros de água, tudo de reúso.
- A lavagem hidráulica se tornou necessária por causa do
cheiro de urina. Infelizmente, alguns visitantes, talvez por não chegarem a
tempo aos banheiros, fazem xixi no parque. Isso deixa um cheiro desagradável -
explica o gerente administrativo da Comlurb na Quinta da Boa Vista, Ailton de
Souza.
Quem frequenta o parque elogia a limpeza do local, mas
reclama do estado do lago e dos banheiros. É o caso do aposentado Jorge Muniz,
de 66 anos. Ele mora em São Cristóvão e costuma caminhar na Quinta da Boa Vista
todos os dias:
- No geral, o parque está sempre limpo e podado. Venho duas
vezes ao dia aqui e sempre vejo os garis trabalhando. Mas o banheiro deixa um
pouco a desejar. Eles costumam estar quebrados e sem papel higiênico - diz.
Já a vendedora Maria de souza, 55, lamenta pela poluição dos
lagos da Quinta:
- Não tenho queixas sobre a limpeza da grama, nem do chão,
somente da água do lago. Ela chega a ser verde e ter cheiro ruim. Eles bem
podiam despolui-la, para deixar isso aqui ainda mais bonito - pondera.
No banheiro feminino do parque, três das 13 cabines estão
interditadas. Todas estavam limpas, mas sem papel higiênico. Já no masculino,
duas das quatro pias estavam quebradas.
A Comlurb disse que os banheiros estão
em manutenção e aguardando verba da Prefeitura. Por enquanto, não há previsão
de conserto.
Já os sobre lagos, a Comlurb informou que só retira folhas e
pontos brancos das águas. A Fundação Parques e Jardins (FPJ), órgão vinculado à
Secretaria Municipal de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma), disse em nota
que "os lagos existentes na Quinta da Boa Vista são artificiais e
abastecidos pela chuva. A cor verde é ocasionada pela decomposição de material orgânico,
que não é nocivo. Uma equipe da FPJ será enviada ao local, amanhã (hoje), para
realizar vistoria e programar a limpeza do espelho d'água".
Hako-Citymaster 1200 CityCleaner
é uma máquina especialmente projetada para atender os mais altos níveis de
limpeza em pisos de áreas externas. Sua plataforma de trabalho com 1,33m de
largura equipada com três escovas assegura uma elevada eficiência na lavagem de pisos encardidos, ao
mesmo tempo em que o chassi articulado permite manobras em espaço limitado.
Uma vez por ano no final do inverno as folhas de amendoeira caem todas em um curto espaço de tempo. Grandes montes de folhas são encontrados nos logradouros que possuem este tipo de árvore. Como os "tupiniquins" consideram qualquer folha caída como lixo, surgem várias reclamações de ausência de varredura. O serviço é executado o mais rápido possível e tudo vai para o aterro sanitário.
Em Londres no outono também acontece a queda de muitas folhas, daquelas parecidas com o símbolo nacional canadense. A primeira diferença é que o cidadão local não considera a existência de folhas no chão como uma falha do sistema de limpeza urbana, é uma ação da natureza, os parques e ruas cobertos de folhas são atrativos, bonitos e admirados.
Quando as folhas são varridas elas são ensacadas de forma segregada ao lixo de verdade para poderem ser destinadas a uma compostagem.