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terça-feira, 18 de julho de 2023

Considerações sobre a limpeza urbana em Richmond - Reino Unido - IV

 Um totem convidando o passante a ser voluntário por 2 mimutos coletando algum lixo do chão usando o apanhador disponivel



Considerações sobre a limpeza urbana em Richmond - Reino Unido - III

Os varredores usam lutocares duplos que já testamos uma vez sem sucesso na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nossos garis achavam o equipamento muito desconfortável e pesado para movimentar, apesar da vantagem operacional de reduzir a quantidade de pontos de sacos de lixo de varrição.

Os garis aqui varrem pouco e catam muito com os apanhadores.Também já testamos os apanhadores de lixo pequeno no Rio de Janeiro, no entanto, nossos garis são fãs da vassoura e pá até para gimba de cigarro. 




Existem poucas papeleiras e as encontradas são aquelas grandes de metal estilo londrino.



segunda-feira, 21 de julho de 2014

MÃO MECÂNICA

Quem passar pelos calçadões de Campo Grande, Santa Cruz e Bangu, poderá verificar um diferencial na limpeza urbana, são as mãos mecânicas iguais as que são usadas na Europa!

São equipamentos, uma espécie de "pinça",  que ajudam o colaborador da limpeza urbana a um melhor acabamento e agilidade na remoção de pequenos resíduos, como: copinhos plásticos, guimbas de cigarro, papéis de bala, entre outros....


 Temos por enquanto 4 equipamentos em cada um dos calçadões mencionados.
                    









sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ziggy, o Renato “Sorriso” de Londres

“I love to see people smile when they see me dancing and the Council has been very supportive in letting me do my job in a different way”

"Gosto de ver as pessoas sorrindo quando me veem dançar e a prefeitura tem sido muito favorável em deixar-me fazer o meu trabalho de uma forma diferente".

Ziggy trabalha em de Chiswik, subúrbio de Londres, usando todo feliz da vida um apanhador para limpar seu roteiro.



domingo, 16 de setembro de 2012

Porque não usamos o "Apanhador"?


O pequeno pedaço de papel ou plástico é o “lixo branco” que mesmo em pouca quantidade altera a percepção da limpeza em sobre uma área gramada chamando muito atenção. O uso de espetos com ponta afiada resolve a situação. O trabalhador precisa coletar exatamente a o lixo branco bem mais rápido que a varrição de toda área.





Uma praça, uma esplanada, um calçadão não são gramados e sofrem o mesmo problema com a presença de lixo branco com o agravante que o uso do clássico espeto com ponta afiada não é útil. Uma ferramenta para esses locais seria o Apanhador (Litter Picker).




Parecido com um conhecido brinquedo de criança, o apanhador faz o mesmo serviço que o espeto de ponta afiada com a vantagem de poder ser usado tanto em gramados quanto em áreas calçadas.

Mas não é usado no Brasil... Talvez por falta de fornecedores.

Apanhador na China
Apanhador em Londres
Apanhadores em grandes eventos


quarta-feira, 6 de junho de 2012

Coisa de Chinês!

























Quanto menos perceptível estiver o resíduo no logradouro mais a qualidade da limpeza urbana é função de pequenos detalhes, veículos menores a mais manobráveis, trabalhadores bem treinados indo à caça de cada pedacinho de sujeira.




Fotos do Engenheiro Eduardo Almeida




terça-feira, 6 de julho de 2010

HASTE PARA CATAÇÃO

Trabalhador catando lixo branco em uma rua de Londres utilizando uma haste com garra na ponta certamente mais eficiente que um espeto quando usado sobre concreto.

Em áreas onde a varredura se conserva o uso de um trabalhador catando o eventual lixo solto mantém a área limpa por mais tempo

terça-feira, 29 de junho de 2010

CIDADES SATÉLITES DO DISTRITO FEDERAL



Visitando algumas cidades satélites do Distrito Federal percebi algumas coisas consideravelmente diferentes do que estou acostumado no Rio de Janeiro.

Por ser uma “cidade” planejada, na verdade uma Região Administrativa do Distrito Federal, fica evidente a configuração de grandes avenidas paralelas onde o comércio deve se estabelecer, logradouros bem pavimentados que ligam transversalmente estas avenidas servindo de acesso logradouros menores, mas igualmente bem pavimentados, onde fica a área residencial. Como se o miolo entre as avenidas morassem as pessoas e nas avenidas existisse o comércio formal, isso porque onde deveria existir somente residências acaba surgindo pequenos comércios informais.
Os logradouros são bem pavimentados, com boa sarjeta e drenagem, mas é evidente que a ocupação é esparsa deixando muita área verde entre as avenidas e ruas. São logradouros para o futuro que aparentemente está longe de chegar.

Para varrer os quilômetros e mais quilômetros de sarjeta o trabalho é realizado sempre em dupla com um trabalhador varrendo e outro trabalhador coletando para lutocar com saco plástico. Espera-se que cada dupla faça 4,8 Km por jornada de 07 às 15h20minh de segunda a sábado. Existe o tempo improdutivo de distribuição desse contingente usando caminhão e ônibus e depois o tempo de recolhimento deste pessoal. Por volta das 14h30min vi grupos de trabalhadores juntos parados esperando a condução.



Nos descampados não ocupados entre os logradouros trabalhadores catam o lixo “branco” com espetos acondicionando os resíduos em sacos plásticos. Cada equipe de “catadores” é composta de 10 empregados. Este serviço é importante para o aspecto de limpeza da área. Pelo que vi algum trecho pode até ficar sem varredura, mas não deve ficar sem o “catador”.


Existem também grupos de trabalhadores “especializados” em pintura de meio fio para realizar teoricamente uma pintura anual em toda a extensão de sarjeta da área. Cada equipe de “pintores” é composta de 18 empregados. Apesar de não ser prática na Cidade do Rio de Janeiro, considero a pintura de meio fio interessante para dar um aspecto de limpeza em logradouros de áreas menos ocupadas. No Rio de Janeiro áreas mais para zona Norte e Oeste.

Concluindo a organização dos trabalhadores temos as turmas de “diversos” que executam tudo que os outros não fazem e praticam “mutirões” de limpeza principalmente em logradouros que ligam as “cidades”. Esse pessoal também executa capina para evitar que as sarjetas fiquem pesadas para os varredores.

Enfim, varredor, “carrinheiro”, catador, pintor e “diversos”, muita especialização para o que no Rio de Janeiro resume-se ao gari que faz tudo.

Esta divisão de tarefas antes de ter um motivo operacional atende ao motivo financeiro, pois o serviço é pago em Km varrido para o caso de varredura e Homem Apresentado para os demais serviços. O varredor deve varrer para garantir a fatura, mesmo que exista capim ou algum ralo sujo pelo caminho, estas coisas são para outras pessoas e outras faturas.