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terça-feira, 29 de setembro de 2026

Do lixo ao luxo — e de volta ao #tbt

 A Comlurb participou da Semana de Arte do Rio com o projeto “Eu Rio Muito — Do Lixo ao Luxo”, no qual 17 contêineres de alta capacidade e 50 papeleiras receberam intervenções de artistas contemporâneos. Parte dos equipamentos foi apresentada na Praça Tiradentes e nove contêineres chegaram à ArtRio 2026, na Marina da Glória. A proposta é simpática: aproximar arte urbana, limpeza pública e conscientização sobre o descarte de resíduos. A iniciativa ganhou ainda repercussão no RJTV, na TV Câmara e na Veja Rio. Até aí, tudo bem. O cuidado começa quando uma boa ideia antiga corre o risco de aparecer vestida como descoberta recente.


Em 2012 eu já registrava no Percolado o “Contêiner Parade”, projeto realizado em Santa Maria, no Rio Grande do Sul, no qual contêineres eram pintados como forma de reduzir vandalismo e estimular a preservação dos equipamentos. Mais importante ainda: em 2016, portanto no próprio Rio de Janeiro, houve a Lixeira Parade, promovida pelo movimento Rio Eu Amo Eu Cuido, com papeleiras da Comlurb pintadas por grafiteiros e instaladas em áreas de grande circulação justamente para chamar atenção para o descarte correto do lixo. A combinação entre arte, equipamento de limpeza urbana e educação ambiental não nasceu em 2026. Tem história — e parte dela está documentada na própria cidade.

Isso não diminui o mérito do projeto atual. Há bons artistas envolvidos, uma escala interessante e uma oportunidade real de transformar equipamentos normalmente invisíveis em elementos da paisagem urbana. A Veja Rio registrou inclusive a expectativa de que as intervenções formem um percurso a pé pela cidade e levantou uma questão bastante concreta: depois de milhares de papeleiras vandalizadas ou furtadas, será que transformá-las em arte produzirá também maior respeito pelos equipamentos? Essa é uma pergunta operacional mais interessante do que saber quem “inventou” a ideia. Se houver acompanhamento da conservação, vandalismo, percepção dos usuários e permanência das peças, a retomada pode produzir aprendizado novo.

É aí que entra a gestão #tbt. Recuperar uma prática anterior não é defeito. Muitas vezes é inteligência: boas ideias podem desaparecer por mudança de gestão, falta de continuidade ou simples esquecimento institucional. O problema aparece quando a memória é apagada e a repetição passa a ser apresentada como inovação. Uma organização madura deveria fazer o contrário: reconhecer o que já foi tentado, entender por que funcionou ou desapareceu e então melhorar a solução. #tbt não é voltar ao passado. É voltar sabendo que já estivemos lá.

segunda-feira, 17 de julho de 2023

Projeto da Unicom nas escolas

O projeto de Educação Ambiental da Unicom (DGG/GGE) atendeu no primeiro semestre de 2023 uma média de 600 alunos do ensino fundamental das escolas municipais da 1ª Coordenadoria Regional de Educação - CRE.

O trabalho é executado pelas educadoras Lohayne Albino, Luana Sabino, Silvana Gonçalves e Viviane Marques. A proposta é conduzida por meio de jogos educativos, com o objetivo de gerar cidadãos mais comprometidos no cuidado com o meio ambiente, priorizando temas relacionados ao descarte correto do lixo e seu destino, orientação quanto à separação dos resíduos e a importância da reciclagem. As artes do material utilizado foram desenvolvidas pela própria Comlurb, com os desenhos do ilustrador e designer João Burle (PRE/Comunicação).

As escolas tiveram uma excelente receptividade. Que venha o segundo semestre!




quinta-feira, 30 de julho de 2020

O lixo em local sem acesso é semelhante ao lixo jogado em encosta

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.



domingo, 20 de outubro de 2019

O que o Japão tem a nos ensinar sobre limpeza


Uma das primeiras coisas que os visitantes notam no Japão é o quanto as ruas são limpas, mas quase não há lixeiras e varredores. Qual é o segredo por trás dessa aparente contradição?



20/10/2019 10h05  Atualizado há 4 dias
No zen budismo, tarefas diárias como limpeza e culinária são consideradas exercícios espirituais — Foto: Alamy
No zen budismo, tarefas diárias como limpeza e culinária são consideradas exercícios espirituais — Foto: Alamy

Sentados nas carteiras, os alunos estão ansiosos para ir para casa depois de um longo dia de sete aulas de 50 minutos, mas ouvem pacientemente enquanto o professor faz alguns anúncios sobre o dia seguinte.

Então, como sempre, ele encerra da seguinte forma: "Ok, pessoal, lista das tarefas de limpeza de hoje. As fileiras um e dois limparão a sala de aula. Três e quatro, corredor e escada. Cinco, banheiros."

Alguns sinais de insatisfação podem ser notados na fileira cinco, mas as crianças se levantam, pegam os esfregões, panos e baldes no armário e partem para os banheiros. Cenas assim estão acontecendo ao mesmo tempo em escolas de todo o Japão.


A maioria das pessoas que visitam o país pela primeira vez ficam impressionadas com a limpeza das ruas. Então, percebem a ausência de lixeiras e de varredores e se perguntam: como é possível tudo estar tão limpo?

A maioria das pessoas que visitam o Japão pela primeira vez fica impressionada com a limpeza — Foto: Alamy
A maioria das pessoas que visitam o Japão pela primeira vez fica impressionada com a limpeza — Foto: Alamy
A resposta mais simples é que os próprios habitantes cuidam disso. "Durante os 12 anos de vida escolar, do ensino fundamental ao ensino médio, a limpeza faz parte da programação diária dos alunos", diz Maiko Awane, diretora-assistente do escritório em Tóquio da Província de Hiroshima. "Em nossa vida doméstica, os pais nos ensinam que é ruim não mantermos nossas coisas e espaços limpos."


A inclusão desse elemento no currículo escolar ajuda as crianças a desenvolverem uma consciência e um orgulho sobre os ambientes que frequentam. Que alunos vão sujar ou depredar uma escola que têm de limpar?

"Às vezes, não queria limpar a escola", lembra a tradutora Chika Hayashi, "mas fazer isso era parte da rotina. Acho que ter de limpar a escola é uma coisa boa, porque aprendemos que é importante assumir a responsabilidade de cuidar das coisas e dos lugares que usamos."

Ao chegar à escola, os alunos deixam seus sapatos em armários e trocam de roupa. Também em casa, as pessoas deixam seus calçados na entrada. Até os prestadores de serviço que vão a uma residência fazem isso.

E, à medida que as crianças crescem, o conceito do que constitui seu espaço se estende para além da sala de aula e passa a incluir a vizinhança, a cidade e o país.

Cuidado com a higiene está presente na vida cotidiana

Nas escolas japonesas, a limpeza faz parte da rotina diária dos alunos — Foto: Alamy
Nas escolas japonesas, a limpeza faz parte da rotina diária dos alunos — Foto: Alamy


Alguns exemplos desta característica japonesa se tornaram virais, como o ritual de sete minutos de limpeza de trens-bala, que se tornou uma atração turística por si só.

Até os torcedores de futebol do Japão têm essa consciência. Nas Copas do Mundo de 2014 e 2018, surpreenderam o mundo ao recolher o lixo no estádio ao fim das partidas. Os jogadores também deixaram o vestiário em perfeitas condições. "Que exemplo para todas as equipes!", tuitou a coordenadora-geral da Fifa, Priscilla Janssens.

Os japoneses são muito preocupados com sua reputação aos olhos dos outros, diz Awane. "Não queremos que os outros pensem que somos pessoas ruins ou sem educação."

Cenas semelhantes acontecem em festivais de música. No Fuji Rock, o maior e mais antigo do Japão, os fãs mantêm o lixo com eles até encontrarem onde descartar. Os fumantes são instruídos a levar um cinzeiro portátil e a "evitar fumar onde isso possa afetar outras pessoas", de acordo com o site do festival.

Também há exemplos dessa consciência na vida cotidiana. Por volta das 8h, funcionários de escritórios e lojas limpam as ruas ao redor de seu local de trabalho. As crianças se voluntariam para participar de uma faxina mensal, quando recolhem o lixo das ruas perto das escolas. Bairros também realizam eventos regulares de limpeza. Não que haja muito o que limpar, porque as pessoas levam seu lixo para casa.


Até as cédulas saem dos caixas eletrônicos tão limpas quanto uma camisa engomada. No entanto, o dinheiro fica sujo, e é por isso que nunca é colocado diretamente na mão de alguém. Nas lojas, hotéis e até em táxis, há uma pequena bandeja para isso. A outra pessoa pega então o dinheiro dali.

A sujeira invisível — germes e bactérias — são outra fonte de preocupação. Quando as pessoas pegam resfriados ou gripes, usam máscaras cirúrgicas para evitar infectar outras pessoas. Esse simples ato reduz a propagação de doenças e economiza uma fortuna em dias de trabalho perdidos e despesas médicas.

A origem da preocupação com a limpeza

Desde muito jovens, japoneses desenvolvem consciência e orgulho dos ambientes que frequentam — Foto: Angeles Marin Cabello
Desde muito jovens, japoneses desenvolvem consciência e orgulho dos ambientes que frequentam — Foto: Angeles Marin Cabello


Mas como os japoneses se tornaram tão preocupados com isso? Certamente, não é uma novidade, como mostra a biografia do marinheiro Will Adams, escrita por Giles Minton.

Em 1600, Adams tornou-se o primeiro inglês a pisar no Japão e encontrou uma "nobreza extremamente asseada" e um sistema de saneamento "imaculado" em um momento em que as ruas da Inglaterra "frequentemente transbordavam de excrementos". Os japoneses "ficaram horrorizados" com a falta de cuidado dos europeus com a higiene pessoal.

Em parte, isso se deve a preocupações práticas. Em um ambiente quente e úmido como o do Japão, a comida estraga rapidamente. Bactérias se proliferam. Os insetos abundam. Portanto, ter uma boa higiene significa ter uma boa saúde.

A limpeza é uma parte central do budismo — Foto: Angeles Marin Cabello
A limpeza é uma parte central do budismo — Foto: Angeles Marin Cabello

A limpeza também é uma parte central do budismo, que chegou da China e da Coréia entre os séculos 6 e 8. E, na versão zen do budismo, que veio da China nos séculos 12 e 13, tarefas diárias de limpeza e culinária são consideradas exercícios espirituais, tal qual meditar.

"Todas as atividades da vida diária, incluindo refeições e limpeza dos espaços, devem ser vistas como uma oportunidade de praticar o budismo. Lavar a sujeira física e espiritual tem um papel importante nisso", diz Eriko Kuwagaki, do Templo Shinshoji, em Fukuyama.

Em O Livro do Chá (Editora Pensamento, 2009), de Kakuzo Okakura, sobre a cerimônia do chá e a filosofia zen que a permeia, o autor escreve que, na sala onde o ritual é realizado, "tudo está absolutamente limpo". "Nenhuma partícula de poeira será encontrada no canto mais escuro, porque, se houver alguma, o anfitrião não é um mestre do chá."

Okakura escreveu essas palavras em 1906, mas elas são válidas ainda hoje. Antes de uma cerimônia de chá na casa Seifukan, em Hiroshima, a assistente do mestre passa um rolo de fita adesiva no chão para retirar toda a poeira.

Então, por que todas as nações budistas não são tão zelosas com a limpeza quanto o Japão?


Bem, muito antes da chegada do budismo, o Japão já tinha sua própria religião: o xintoísmo, que significa "o caminho dos deuses" e tem a limpeza como elemento básico. Portanto, a ênfase do budismo neste aspecto apenas reforçou algo que os japoneses já praticavam.

Um conceito-chave no xintoísmo é o kegare (impureza ou sujeira), o oposto da pureza. Exemplos de kegare variam de morte e doença a praticamente qualquer coisa desagradável. Rituais de purificação frequentes são necessários para afastar o kegare.

"Se um indivíduo é atingido por kegare, pode prejudicar a sociedade como um todo", explica Noriaki Ikeda, sacerdote xintoísta no santuário de Kanda, em Hiroshima. "Portanto, é vital praticar a limpeza. Isso purifica e ajuda a evitar trazer calamidades à sociedade. É por isso que o Japão é um país muito limpo."

Antes de entrar em um santuário xintoísta, os fiéis enxaguam as mãos e a boca em uma bacia de pedra — Foto: Angeles Marin Cabello
Antes de entrar em um santuário xintoísta, os fiéis enxaguam as mãos e a boca em uma bacia de pedra — Foto: Angeles Marin Cabello
Essa preocupação com os outros é compreensível no caso de, digamos, doenças infecciosas. Mas também funciona em níveis mais prosaicos, como coletar seu próprio lixo. Como Awane coloca: "Nós japoneses acreditamos que não devemos incomodar os outros ao sermos preguiçosos e negligenciarmos o lixo que criamos".

Há muitos exemplos de rituais de purificação xintoístas na vida cotidiana. Antes de entrar em um santuário, os fiéis enxaguam as mãos e a boca com água em uma bacia de pedra.

Muitos japoneses levam seu carro novo para ser purificado pelo sacerdote, que agita uma varinha chamada onusa em volta do carro. Ele então abre as portas, capô e o porta-malas para purificar o interior.

O sacerdote também purifica pessoas, agitando a onusa de um lado para o outro sobre elas. Ele a usa até para purificar as terras onde um novo prédio será erguido.

Se você mora no Japão, logo se vê adotando um estilo de vida mais higiênico. Para de assoar o nariz em público, usa desinfetantes para as mãos fornecidos aos clientes em lojas e escritórios e aprende a separar o lixo doméstico em dez tipos diferentes para facilitar a reciclagem.

Muitos japoneses levam seu carro novo para um santuário para ser purificado — Foto: Angeles Marin Cabello
Muitos japoneses levam seu carro novo para um santuário para ser purificado — Foto: Angeles Marin Cabello



E, como Adams em 1600, descobre que sua qualidade de vida melhora. Então, quando volta para sua terra natal, fica chocado com os bárbaros que espirram e tossem na sua cara. Ou entram em sua casa com sapatos sujos. Coisas impensáveis no Japão.

Mas ainda há esperanças. Afinal, outras instituições culturais japonesas, como o sushi, os celulares com câmera e Pokémon, também levaram algum tempo até se popularizarem no resto do mundo.

sábado, 30 de março de 2019

Torcendo para ser fake news!



Cerca de 90% de todo o plástico que chega aos corpos d'água do mundo é carregado por apenas 10 rios: o Yangtze, o Indrus, o Rio Amarelo, o Rio Hai, o Nilo, o Garges, o Rio das Pérolas, o Rio Amur, o Níger. e Mekong (nessa ordem).


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Papeleira Surpresa!


Utilizando como referência evento de flashmob  o grupo "Pegando de Surpresa" traz para a cidade do Rio a lembrança da importância de utilizar as papeleiras para descarte correto do lixo dos pedestres




quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Prefeitura de Florianópolis distribui 500 minhocários para compostagem em casa


Aproveitamento de resíduo orgânico pode trazer economia de R$ 43 mil por ano em transporte para aterro sanitário.

Minhocários serão distribuídos pela prefeitura de Florianópolis (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)

Minhocários serão distribuídos pela prefeitura de Florianópolis (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação) 
A Prefeitura de Florianópolis lançou nesta quinta-feira (4) o projeto Minhoca na Cabeça, para aproveitamento de resíduos orgânicos através de compostagem. Serão distribuídos 500 minhocários e oferecidas oficinas. As inscrições para os interessados podem ser feitas pelo site do projeto.

Os inscritos devem participar da capacitação no Jardim Botânico de Florianópolis. Conforme a prefeitura, estão programadas 20 oficinas e em cada uma podem participar 25 pessoas. De acordo com a Comcap, os inscritos só precisam comprovar que moram em Florianópolis. Se as inscrições ultrapassarem o número de vagas, haverá lista de espera para as próximas etapas do projeto.

“Vamos entregar a composteira junto com as minhocas e o material para se utilizado. Todos que participarem das oficinas vão receber o material, mas há necessidade de apresentar resultados demonstrando efetivamente que vem fazendo essa separação”, explica o prefeito Gean Loureiro.

Oficinas de capacitação serão feitas para compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)
Oficinas de capacitação serão feitas para compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)

Compostagem garante economia

Com a compostagem, a prefeitura estima que vai economizar R$ 43 mil em transporte de lixo para o aterro sanitário em Biguaçu, além de reduzir 70% a emissão de carbono por ano. Pelo menos 292 toneladas lixo deixarão de ser encaminhados ao aterro.

O projeto deve colaborar para que Florianópolis alcance as metas Plano Municipal de Coleta Seletiva de Florianópolis, “de desviar do aterro sanitário 37% dos recicláveis secos e 45% dos resíduos orgânicos até 2020", informou a prefeitura. A operação do projeto é de responsabilidade da Autarquia de Melhoramentos da Capital (Comcap).

“Queremos formar uma política pública. É obrigatório a participação na oficina. Vai ser ensinado o manuseio da compostagem e, o que é mais importante, as pessoas vão montar seus kits porque a ideia é que essas pessoas sejam os multiplicadores. Precisamos quantificar e qualificar o projeto, por isso, vamos monitorar de forma permanente”, detalhou Carlos Alberto Martins, presidente da autarquia.

Conforme a prefeitura, a capital catarinense será a única cidade brasileira a manter um sistema de compostagem domiciliar. São Paulo também havia lançado, mas desativou o programa.

Ampliação do 'Minhoca na Cabeça'

A expectativa é que mais minhocários sejam distribuídos nos próximos meses, segundo a prefeitura.

“Já conseguimos financiamento para comprara mais 500 e nosso objetivo é sempre ir ampliando o programa permitindo que Florianópolis possa atingir metas e diminuir um percentual considerável do lixo orgânico que é descartado nos aterros sanitários”, diz Loureiro.

“Vamos iniciar esse ano pioneiro a coleta ponto a ponto de resíduo orgânico. Estamos implantando três parques de compostagem dentro da Comcap”, afirma Carlos Martins.

Projeto minhoca na Cabeça incentiva compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)
Projeto minhoca na Cabeça incentiva compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação) 
Dicas da Comcap para separação de lixo:

Recicláveis secos (papel, plástico, metal e vidro) - Encaminhar para a coleta seletiva da Comcap (confira no site os dias e horários em cada bairro). Para vidro, há pontos de entrega voluntária (PEVs) exclusivos.

Orgânicos (restos de alimentos) - fazer compostagem doméstica ou comunitária.

Rejeito (lixo sanitário e outros materiais que não podem ser reciclados nem compostados) - encaminhar para a coleta convencional da Comcap.

quarta-feira, 21 de dezembro de 2016

Lixeira Parade alerta para o descarte correto de lixo no Rio

Os grafiteiros, que já fazem outras ações com arte urbana para o Rio Eu Amo Eu Cuido, tiveram liberdade para decorar as lixeiras a seu gosto
Os grafiteiros, que já fazem outras ações com arte urbana para o Rio Eu Amo Eu Cuido, tiveram liberdade para decorar as lixeiras a seu gosto
Foto: Agência Brasil


O movimento Rio Eu Amo Eu Cuido instituiu, a partir deste mês, a Lixeira Parade, nos moldes da exposição internacional de arte pública Cowparade, em que esculturas de vacas, decoradas por artistas locais, são apresentadas nas principais cidades do mundo.

A ideia da iniciativa brasileira é chamar a atenção para o problema do lixo urbano de forma inusitada, disse Ana Lycia Gayoso, uma das coordenadoras do movimento. Papeleiras da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb) foram pintadas por artistas conhecidos do mundo da grafite carioca e instaladas em áreas de grande circulação da cidade. Ao todo, são 50 papeleiras e dez contêineres de praia, que podem ser encontrados em bairros das zonas norte, sul, oeste e no centro do Rio de Janeiro.

Os grafiteiros, que já fazem outras ações com arte urbana para o Rio Eu Amo Eu Cuido, tiveram liberdade para decorar as lixeiras a seu gosto. A provocação, segundo Ana Lycia, tem dado resultado. O público pára para observar a lixeira. "Algo que era invisível ganha um novo sentido, um novo significado".

Trata-se de um trabalho de conscientização das pessoas, sendo moradores ou visitantes da cidade, para o descarte correto do lixo. O problema se agrava no verão, diz Ana Lycia. "É a estação com maior índice de lixo fora do lugar, descartado incorretamente, não só deixado nas praias mas, principalmente, nas vias, com as pessoas circulando pela cidade".

O lixo urbano é, ainda, um dos principais motivos para o alagamento das ruas, quando ocorrem as tradicionais chuvas de verão, causadoras de enchentes, por isso, segundo Ana Lycia, é importante a iniciativa do Rio Eu Amo Eu Cuido para o Rio de Janeiro, que tem uma vocação turística, com praias que no verão são muito utilizadas e a cidade tende a ficar mais suja. "Isso diz respeito ao comportamento das pessoas. Uma das bandeiras da limpeza urbana é, justamente, falar sobre o  comportamento do cidadão e induzi-lo a fazer a sua parte", disse a coordenadora.

O objetivo é "puxar a orelha das pessoas, não de maneira chata, mas descontraída e legal", influenciando a ambiência dos locais públicos. O recado é mostrar a lata de lixo de forma colorida, artística e até lúdica. Além da grafitagem, que desperta a curiosidade da população, as lixeiras trazem uma mensagem em adesivos que sugere "Agora que você reparou, jogue lixo no lugar certo".

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

São Paulo in english!

Imagine se o seu trabalho fosse coletar milhares de toneladas de lixo das ruas da cidade todos os dias.
O deles é.


Para preservar a saúde de suas crianças vocês seriam capazes de mover montanhas.
Eles removem milhares de toneladas por dia e chamam isso de rotina.


Todos os dias milhares de homens e mulheres trabalham para deixar a cidade limpa. Faça sua arte colocando o lixo nos containers e respeitando a programação de coleta de lixo.

domingo, 11 de maio de 2014

The Pìssing Tanker

Perfeito para o Carnaval no Rio de Janeiro


domingo, 23 de fevereiro de 2014

O Presente

“um homem, um momento, tocando a vida de uma criança autista”

O garoto Daniel, de 5 anos de idade, sofre de autismo e é apaixonado por caminhões de lixo. Sabendo disso, sua mãe, Robin, sempre o filma no momento em que o serviço de coleta de lixo passa pela sua casa. Em uma destas gravações, entretanto, ela e o restante da família tiveram uma emocionante surpresa.
Percebendo que o menino sempre o observava quando passava pela rua, o lixeiro Manuel decidiu conhecer Daniel e ainda lhe dar um presente mais que especial: um caminhão de lixo de brinquedo.

Yahoo Notícias – qua, 19 de fev de 2014

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O lixo que as pessoas não percebem!

Rio Eu Amo Eu Cuido Ação São Sebastião 2014


Já imaginou como seria se a praia não fosse limpa num feriado de sol? Foi o que aconteceu durante o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Nesse ano a tradicional ação do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi feita no dia seguinte do 20.1 com todo o lixo ""esquecido"" nas areias de Copacabana durante o feriado. Com isso uma montanha com 40 toneladas de lixo evidenciou a falta de carinho e cuidado com a nossa cidade. Pra chocar e sensibilizar.


domingo, 29 de setembro de 2013

A soma de pequenas coisas nunca é menos que uma coisa grande!

Outra do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido que através do depoimento do Fábio Porchat aborda a questão das pessoas que não consideram lixo pequenas coisas jogadas na rua. Esquecem que de grão em grão... são toneladas de lixo varridos diariamente.





quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cidade, a casa publica de todos nós

O movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi perfeito neste video que foi usado nos telões do Rock in Rio entre os shows. A mensagem é clara, direta e força uma reflexão importante para todos, mesmo aqueles que "nunca" jogaram lixo na rua.


segunda-feira, 2 de setembro de 2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Lixeira da felicidade



Campanha LIXO ZERO

A COMLURB, em parceria com a Coca-Cola Brasil, resolveu criar uma campanha para conscientizar a população quanto ao despejo correto do lixo. A ação aconteceu nas ruas do Rio de Janeiro em dois pontos da cidade: Largo da Carioca e Praia de Copacabana. Todas as pessoas que despejavam usavam as "lixeiras da felicidade" tinham uma surpresa