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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2024

Garis do Rio dão show e são aplaudidos na Sapucaí

Garis da empresa pública de limpeza urbana varrem a Sapucaí com samba no pé; companhia tem orçamento de 2,9 bilhões

Por Caio Sartori — Do Rio


Renato Sorriso: “Inventei de dar uma sambada. O setor 1 me aplaudiu, mas tomei bronca” — Foto: Leo Pinheiro/Valor


A Comlurb, empresa pública de limpeza urbana do Rio, tornou-se uma espécie de símbolo do Carnaval. Trajados com o uniforme laranja, uma marca característica da cidade, os garis cruzam a Sapucaí de forma sincronizada no intervalo entre os desfiles e são celebrados pela plateia.

 “É o único órgão público que é aplaudido de forma espontânea uma vez por ano”, diz o presidente da empresa, Flavio Lopes. O trabalho de limpeza na Sapucaí é feito por 800 garis: “Quem vê acha que é só uma festa, mas é uma operação logística bem complexa para não atrapalhar as escolas. Até porque não dá tempo de ir atrás da escola e voltar, então separamos em trechos. É bem coordenado.”

 O movimento foi popularizado no fim dos anos 1990 por Renato Sorriso. O sucesso do gari foi tão grande nos carnavais que o levou a Londres, em 2012, ocasião em que sambou na cerimônia de encerramento da Olimpíada. Estava lá como representante do Rio, que sediaria os Jogos dali a quatro anos.

 “A mensagem que eu levo para a população é até mais importante que uma varredura”, diz Sorriso, conhecido por limpar a pista com samba no pé. “Um gari como eu saiu lá de Madureira para representar o país em Londres. A ficha não caiu.”

 No Carnaval, o lixo nas ruas aumenta e o domiciliar diminui. Na folia, os garis ajudam a “empurrar” não só os desfiles, como também os blocos pela cidade. Mas, afinal, como Sorriso inaugurou a tradição do gari sambista?

 “Em 1998 eu inventei de dar uma sambada do nada. O setor 1 [na arquibancada] começou a aplaudir, mas eu tomei uma bronca do meu gerente, que perguntou se eu estava lá para sambar ou para trabalhar”, conta. “Xingaram a mãe dele, o pai dele, tacaram lata. Com a repercussão, fui coroado. Passei a ir para a frente da linha de garis, sambando. A ideia foi do próprio gerente que me deu a bronca!”. Sorriso continua sambando na avenida, r outros garis se incorporaram à varrição festeira.

 A Comlurb tem quase 20 mil funcionários, 1.117 veículos e equipamentos e um orçamento de cerca de R$ 2,9 bilhões estimado para este ano. A maior parte, R$ 1,7 bilhão, é para gastos com pessoal.

 Lopes cita uma frase do prefeito do Rio, Eduardo Paes, para dizer que “o gari é a prefeitura que as pessoas veem todos os dias, a prefeitura que ela olha na rua”. Essa característica também traz problemas. Quando a Comlurb entra em greve, a crise é gritante. A última foi em março de 2022 e resultou em acúmulo de lixo nas ruas.

 O tratamento de resíduos sólidos em uma metrópole como o Rio é um desafio. Por anos, a cidade conviveu com um lixão em Gramacho, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Sensível e às margens da Baía de Guanabara, o espaço foi desativado em 2012. O lixo dos cariocas passou a ser levado para um aterro em Seropédica, também na Baixada, a mais 70 km do centro do Rio. O custo logístico é alto: são quase 9 mil toneladas diárias transportadas. Uma pequena parcela é desviada desse montante e direcionada a iniciativas de reaproveitamento.

 “Parte desse resíduo é de poda de árvore, que levamos para o Caju, onde tem um equipamento que o tritura e o transforma em material para empresa de cerâmica ou para biometanização, para transformar em gás, que vira energia. O que sobra vira adubo que nós oferecemos para as hortas da cidade”, diz Lopes.

 A empresa também faz “corte de mato e poda de árvore, limpeza de hospital e de escola, gestão dos aterros, combate a vetores, limpeza de espelho d’água das lagoas e dos canais, manutenção de praça, remoção de entulho. Temos até alpinistas para limpar encostas”, diz Lopes.

 A Comlurb enfrenta ainda o desafio de trabalhar em áreas controladas pelo crime organizado. Lopes diz que os funcionários não têm empecilhos para efetuar o trabalho. “Quando colocamos a roupa laranja e o crachá, entramos em qualquer lugar. Eles [as comunidades] precisam


quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Gari de Valor

Há alguns anos, durante meu período como Gerente de Departamento, implementamos diversas iniciativas para melhorar a assiduidade dos funcionários da limpeza urbana. Uma das mais eficazes foi a introdução das "Reuniões de Silêncio". Estas eram organizadas da seguinte maneira:

A cada semana, um grupo de empregados, selecionado aleatoriamente, participava de um encontro sem uma agenda ou tema definido. Ao iniciar a reunião, eu, como Gerente de Departamento, informava aos colaboradores que estava aberto para ouvir qualquer demanda que eles quisessem apresentar. Inicialmente, reinava um silêncio, muitas vezes devido à surpresa ou à timidez, o que justifica o nome da reunião. Porém, pouco a pouco, as pessoas começavam a fazer perguntas, compartilhar experiências e, mais importante, sugerir melhorias.

Foi nessas reuniões que surgiram ideias valiosas, como a utilização de bilhetes presos aos cartões de ponto, uma forma de comunicação mais eficiente do que os avisos nas paredes. Também foi sugerida a necessidade de treinamento para supervisores sobre assédio moral e a criação da Comissão Departamental de Segurança. Esta última tinha o objetivo de permitir que os gestores tratassem dos assuntos abordados na CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) de maneira mais eficaz. Essas reuniões provaram ser uma ferramenta poderosa para engajar os funcionários e impulsionar melhorias significativas no ambiente de trabalho.

Os encontros organizados pelo atual presidente da Companhia assemelham-se às reuniões que costumávamos realizar no passado. Contudo, há uma diferença significativa: agora, os empregados participantes são selecionados pelos seus superiores. Essa mudança pode introduzir um viés nas oportunidades de diálogo, influenciando a diversidade e a abrangência das perspectivas apresentadas.





Melhoria de Assiduidade de ... by Gustavo Puppi

terça-feira, 6 de junho de 2023

Na semana do meio ambiente, Comlurb mostra fábrica que recupera e produz material usado por garis nas ruas do Rio

Itens como vassouras, carrinhos e até rampas para subir o meio-fio são produzidos na Fábrica Aleixo Gari, em Campo Grande, na Zona Oeste.

Por Eliane Santos, g1 Rio´

Fotos: William Werneck / Prefeitura do Rio

Produção de vassouras na Aleixo Gari: 12 mil por mês 

Responsável pela limpeza urbana do Rio de Janeiro, a Comlurb investiu em uma fábrica para produzir itens usados por funcionários em suas operações, adaptá-los e reciclá-los. São vassouras, carrinhos e, mais recentemente, rampas que ajudam equipamentos a subir o meio-fio. Todos produzidos na Fábrica Aleixo Gari, em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio.

Fábrica da Comlurb recuperando uma papeleira 

O nome é uma homenagem ao francês Aleixo Gary, que no século XIX, estruturou os serviços de limpeza urbana do Rio de Janeiro, e que acabou batizando também o profissional que exerce essa função: o gari.

“É uma fábrica que dá apoio às operações de limpeza que acontecem na cidade com o menor custo e da melhor forma possível”, explica o engenheiro Jorge Fernandes, que tem 103 funcionários no local.

12 mil vassouras

Para se ter uma ideia do potencial da Aleixo Gari, o local produz 12 mil vassouras por mês, sendo 8,5 mil do modelo grande, e 3,5 mil da versão pequena, e ainda papeleiras, lixeiras, gangorras, balanços e fraldários para praças.

Fernandes enfatiza que todos os funcionários participam das decisões do processo produtivo da fábrica, em uma gestão horizontal.

Base para papeleira e carrinhos: tudo produzido pela fábrica 

Brinquedos para pracinhas também são feitos no local 

Rampas para subir meio-fio

Foi assim, por exemplo, que surgiram as rampas que ajudam equipamentos usados na limpeza de grandes áreas da cidade a subir o meio-fio.

O projeto foi criado a partir de uma necessidade do trabalho nas ruas, e desenvolvido pelo mecânico industrial Marco Antônio Faleiro Carvalho, da equipe da Comlurb da gerência da Barra da Tijuca. A novidade foi testada com sucesso e implementada na rotina da companhia.

A fábrica já montou 13 rampas de aços, com regulagem para subida e descida, e reaproveitando de parte dos eixos metálicos de contêineres velhos e danificados, sem possibilidade de recuperação.

A criação se junta a outras desenvolvidas especialmente para o trabalho da Comlurb, como as vassouras em formato menor - para remoção de pequenos resíduos em arquibancadas -, triciclo com contêineres, tubos-guimbas afixados nas papeleiras, entre outros.

“É muito importante a gente pode estar junto com a empresa na missão de manter a cidade do Rio de Janeiro sempre limpa e com o menor custo possível”, diz Jorge Fernandes.

quinta-feira, 27 de abril de 2023

Evento de boas-vindas do Vivência Profissional 2023

A abertura da edição 2023 do Programa Vivência Profissional reuniu os novos viventes, seus gerentes e os futuros supervisores, na manhã desta terça-feira, 18/04, no auditório do Seconci. Ao longo de um ano, os funcionários selecionados vão ter a oportunidade de colocar em prática o que estão estudando. “Vocês estão pegando um programa novo, reconstruído e repaginado”, contou a diretora de Gestão e Gente (DGG), Aline Barros.

Responsáveis pelo Vivência, a gerente Thully Coutinho e a coordenadora Ana Glecy, da Gerência de Captação e Avaliação (GGV), explicaram como será todo o processo, exaltaram a importância do supervisor e do acompanhamento dos gestores. Todos os participantes subiram ao palco e cada um falou um pouco do que faz e do que espera. Definitivamente, trata-se de um programa que mexe com os sonhos de gente que trabalha muito e que está batalhando para ter uma formação e uma vida melhor.

Para o gari Nefistalino José (DLU/LRO/OG18V), que atua na roçada de Campo Grande e está fazendo curso técnico de segurança do trabalho, esta é uma chance de desenvolvimento profissional. "Meu objetivo aqui é alertar e transmitir aos meus colegas sobre a importância do uso de EPIs e de EPCs. Fico feliz em ter essa experiência", explicou.

Desejamos uma jornada incrível aos participantes!


Acredito que  investimento na escolaridade e qualificação profissional  é o que mais oferece retorno em produtividade e qualidade para uma atividade exercida em logradouro onde muitas vezes o empregado está sozinho e deve tomar  rotineiramente pequenas decisões.

A evolução da remuneração é importante mas é efêmera. A auto estima profissional obtida através de investimentos em melhoria de qualificação, escolaridade, conforto operacional, boa liderança, boa regulamentação, é que realmente faz a Companhia evoluir. 

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

O programa Vivência Profissional surgiu em 2017 em resposta a necessidade de oferecer para os garis que estão cursando graduações de nível técnico e superior oportunidades de viver sua graduação de forma semelhante a um estágio, mas dentro da própria Companhia! 

O Gari consegue atender às exigências de sua graduação participando de uma programação de trabalho relativa à sua área de formação profissional.

sexta-feira, 7 de abril de 2023

Garis da Comlurb são responsáveis por montar, desmontar e limpar incubadoras de maternidades do Rio

Reportagem muito importante!

De todos os serviços que não fazem parte do escopo clássico de limpeza urbana e que já foram atribuídos à Comlurb como por exemplo: gestão de postos salva vidas; entrega de remédios e preparo de alimentos em escolas; certamente a limpeza hospitalar é a mais especializada e realemente um diferencial. 


Equipe composta por 75 profissionais, todas mulheres, é responsável pela atividade em três das 11 unidades da rede municipal de saúde. Nas demais a missão é de empresas particulares

Por Geraldo Ribeiro — Rio de Janeiro


Há 20 anos, a gari Ana Paula Guimarães, de 37, deu luz à sua filha Melissa, que nasceu prematura, aos sete meses, pesando 1,7 kg e precisou ficar um mês na incubadora de uma maternidade pública em Campo Grande, na Zona Oeste, até poder ir para casa no mesmo bairro. Duas décadas depois e com mais uma filha, Manuela, de 16, a mãe faz parte de uma equipe composta por 75 profissionais da Comlurb responsáveis por um trabalho delicado e pouco conhecido pela população em três das 11 maternidades da rede municipal de saúde: a montagem, desmontagem e limpeza do aparelho que foi fundamental para sobrevivência de sua filha no começo da vida dela.

— Minha filha, hoje com 20 anos, ficou um mês na incubadora da unidade neonatal do Rocha Faria. Era uma equipe terceirizada que fazia a limpeza. Hoje eu percebo a importância desse trabalho. De certa forma a gente contribui para que nada aconteça de errado com os bebês e que eles possam receber alta logo, que é o momento mais feliz para toda mãe — afirma a gari.

As incubadoras são aparelhos que fornecem um ambiente com temperatura controlada para crianças recém-nascidas e prematuras, consideradas fundamentais para o desenvolvimento delas. Por se tratar de bebês mais fragilizados, todos os cuidados precisam ser tomados no processo de limpeza para evitar infecções, o que torna especial o trabalho das garis treinadas por instrutores qualificados e com experiência operacional nesse tipo de atividade, que no restante da rede é realizado por empresas particulares.


Na rotina diária das equipes de higienização está a chamada limpeza concorrente, que é feita dentro da unidade neonatal, na presença das mães, e na parte externa das incubadoras, com o bebê dentro do aparelho. Na Maternidade Leila Diniz, na Barra da Tijuca, onde Ana Paula trabalha há 14 anos, a tarefa é feita pelo menos duas vezes ao dia. As profissionais usam um pano embebido com desinfetante hospitalar para cada equipamento e o mesmo é descartado após uso, para evitar a chamada infecção cruzada, que é levada de uma superfície para outra.


As equipes executam também uma outra tarefa mais complexa que consiste na desmontagem completa das incubadoras, com retirada de todas as peças, para uma higienização com água, detergente neutro e desinfetante hospitalar. O trabalho é feito numa sala separada da unidade neonatal, e acontece quando o aparelho é desocupado, seja por óbito, transferência do recém-nascido para outro setor ou unidade, na rotina de troca que acontece a cada sete dias ou alta.

O trabalho é feito por duplas e nunca dura menos do que 40 minutos. Enquanto uma profissional faz a desmontagem outra procede a limpeza das peças menores. Após a conclusão, as partes são higienizadas com desinfetante hospitalar e recolocadas no lugar pelas próprias garis. Os terminais então são identificados com nome da profissional e a data em que a limpeza foi realizada.

— É um trabalho essencial. Elas sabem limpar de uma forma que a gente não sabe. É uma atividade muito específica e elas são treinadas para executar. Elas também nos auxiliam relatando que há necessidade de substituição de peças danificadas. Isso ajuda muito no processo de manutenção preventiva — explica a médica Daniele Demura Bise, coordenadora da unidade Neonatal da Maternidade Leila Diniz, onde o trabalho é feito por um time de oito mulheres, duas por plantão .


As profissionais da Comlurb são responsáveis pela limpeza das incubadoras também na Maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda, no Centro, e na unidade neonatal do Hospital Miguel Couto, no Leblon. Recentemente elas foram chamadas para atuar também nas maternidades Carmela Dutra, no Méier, e Fernando Magalhães, em São Cristóvão, temporariamente, enquanto não era renovado os contratos das duas unidades com a empresa prestadora responsável pelo serviço.

— A parceria com a Comlurb vem de uma longa data. Existe um senso de pertencimento da companhia. A UTI é a joia da coroa, nosso bem mais precioso e elas (as garis) fazem parte desse time. Podem parecer invisíveis para uns, mas são muito importante e fazem toda a diferença para a gente — aponta Fátima Penso, a coordenadora médica da Leila Diniz, que possui 29 leitos e 35 incubadoras em sua unidade neonatal.

As garis responsáveis pela função são integrantes das equipes limpeza hospitalar, que também tem homens, e , diferentemente, dos garis que atuam nas ruas, com a limpeza urbana, são identificadas por um uniforme de cor azul. Todos passam pelo mesmo treinamento, inclusive os que não lidam com as incubadoras na sua rotina diária. O objetivo é facilitar os casos de necessidade de substituição, seja por folga, doença ou férias.

— Muita gente desconhece esse trabalho das garis, até mesmo porque a cor do uniforme das equipes de limpeza hospitalar é diferente. A tarefa é executada por profissionais concursadas e com muitos anos de experiência, que recebem treinamento anual e orientações diárias. O diferencial está nos cuidados com o detalhe e a paciência. Não é um trabalho rápido e exige muita atenção e respeito aos protocolos, para não acarretar na contaminação do recém-nascido. Por isso toda atenção deve ser redobrada — explica Josué Bastos coordenador especial de diretoria da Comlurb.

Amélia Regina Campos, de 56 anos, há 10 na Comlurb, não teve filhos. Mas, a sensibilidade feminina ajuda compreender a importância do trabalho que faz na Leila Diniz. Ela conta que inicialmente tinha receio de ir para a equipe que atua nos hospitais, por medo de ver sangue. Porém, ao começar a trabalhar com a limpeza de incubadoras se apaixonou pela missão:

— Fui vendo como é importante e continuo a fazer com prazer. Afinal, estamos lidando com vidas.

Sua colega Poliana da Costa Oliveira, de 34 anos, 11 de Comlurb e a um ano e meio na limpeza de incubadoras na Maternidade Maria Amélia Buarque de Holanda, também se orgulha do que faz.

— Nosso trabalho é importante porque fazendo bem feito conta muito para a alta mais rápida dos bebê — diz a mãe de um menino de sete anos, que antes de trabalhar na maternidade fazia limpeza em escolas.

Roberta Soares da Silva, de 24 anos, moradora da Muzema, acha que esse tipo de cuidado complementa a ação dos médicos.

— A higienização do ambiente hospitalar é muito importante. Me deixa mais tranquila ver que é um trabalho feito com cuidado, dedicação e carinho— afirma a mãe de Maria Júlia, nascida no último dia 18, aos oito meses de gestação e pesando 1,5kg.

quinta-feira, 23 de março de 2023

Programa Vivência Profissional 2023

Está chegando o momento dos empregados que desejam vivenciar atividades acadêmicas sem sair da empresa!

O Programa Vivência Profissional 2023 proporciona aos empregados que estão cursando o nível médio técnico ou o nível superior (tecnólogo ou graduação tradicional) a oportunidade de vivenciar na Comlurb, experiências relacionadas à formação pretendida.



Acredito que  investimento na escolaridade e qualificação profissional  é o que mais oferece retorno em produtividade e qualidade para uma atividade exercida em logradouro onde muitas vezes o empregado está sozinho e deve tomar  rotineiramente pequenas decisões.

A evolução da remuneração é importante mas é efêmera. A auto estima profissional obtida através de investimentos em melhoria de qualificação, escolaridade, conforto operacional, boa liderança, boa regulamentação, é que realmente faz a Companhia evoluir. 

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

O programa Vivência Profissional surgiu em 2017 em resposta a necessidade de oferecer para os garis que estão cursando graduações de nível técnico e superior oportunidades de viver sua graduação de forma semelhante a um estágio, mas dentro da própria Companhia! 

O Gari consegue atender às exigências de sua graduação participando de uma programação de trabalho relativa à sua área de formação profissional.

sábado, 11 de março de 2023

Comlurb atinge as metas do Acordo de Resultados de 2022

A manhã dessa terça-feira (07/03) foi repleta de orgulho e gratidão ao nosso time pelo trabalho bem feito no ano de 2022. O Teatro de Câmara da Cidade das Artes foi palco de apresentação das metas estratégicas, de performance e complementares atingidas com os esforços das diretorias da Companhia (DLU, DSU, DGC, DTE, DCO, DAF e DJU). Gestão, competência e um time alinhado foram chaves essenciais para as equipes operacionais e administrativas alcançarem os objetivos.




“Vocês são os melhores da cidade! Sigam firme, pois vocês são o 
orgulho da cidade. Vamos nos dedicar e melhorar. Eu vou estar por aqui tentando viabilizar para ter as condições e para dar as condições. Vocês melhoraram demais o serviço de limpeza urbana. Obrigado”, declarou o prefeito Eduardo Paes, que não poupou elogios para a Companhia.

“Tá valendo a pena investir na Comlurb! A face da Prefeitura do Rio para população é a Comlurb. Essa empresa tem a cara e o jeito da cidade. O grande desafio da Companhia é a sua própria defesa, por isso ela segue sendo o melhor modelo de empresa pública do Brasil”, declarou o prefeito Eduardo Paes.

 


O encontro possibilitou aos presentes o conhecimento das metas batidas, entre elas estão: garantia de destinação correta para 66.238 toneladas de resíduos, alcance de 9,4% de recuperação da parcela reciclável do lixo domiciliar e 70,3% nos itens avaliados no IPL, redução de acidentes do trabalho e absenteísmo, reformas dos ecopontos, além da novas metas previstas para a Comlurb no plano estratégico da Prefeitura para o ano de 2023.

O presidente da Comlurb se mostrou bastante agradecido pelo excelente resultado e estimulou os colaboradores para atingir os objetivos neste ano.

“A gente tem conseguido transformar a Comlurb em uma empresa cada vez mais forte. Temos a certeza que escolhemos as pessoas certas para estarem no lugar certo, por isso conseguimos bater as metas estabelecidas. Confiei e continuo confiando no nosso time. Vamos com tudo, Comlurb”, afirmou Flavio.

Marcaram presença no evento os diretores Guilherme Gomes (DLU), Renato Rodrigues (DSU), Aline Barros (DGC), Gustavo Puppi (DCO), Pedro de Vasconcelos (DAF), Cassius Aníbal (DJU) e o assessor José Júlio, representando o diretor Edson Rufino da DTE, além dos subprefeitos da cidade, os superintendentes, gerentes, coordenadores e assessores.



Link do vídeo: 
http://riomailemm.rio.rj.gov.br/r.html?uid=1.fbj.is62.10jc.32l59d43nr









Carioquice


 

terça-feira, 28 de fevereiro de 2023

Rio mostrou como fazer um carnaval com competência

Disciplina, organização e limpeza nos desfiles de escolas e nos blocos tornaram a folia um sucesso

Por Editorial O Globo

28/02/2023 00h10  Atualizado 

Depois de dois anos de recesso forçado pela pandemia, e mesmo com as expectativas infladas pela retomada da folia, pode-se dizer que o Rio saiu do carnaval deste ano com nota alta em todos os quesitos. Até o último domingo, o país foi tomado por multidões eufóricas atrás de blocos e trios elétricos, fazendo a alegria não só de foliões, mas também de empresários, comerciantes, ambulantes, empreendedores, prefeitos, governadores, de todos aqueles que dependem da festa de alguma forma. Ao contrário do que supunham as expectativas pessimistas criadas em cima de um histórico de derrapadas, desta vez a organização não decepcionou.



Os temidos problemas de infraestrutura — não só para os que desfilam, mas especialmente para os que sofrem o impacto direto dos cortejos — felizmente foram mínimos. No Rio, foi notável o trabalho do “bloco” da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb). A varrição entrava em cena tão logo os foliões saíam, impedindo que o lixo se acumulasse pelas ruas — um desafio e tanto se lembrarmos que, ao longo do mês, 355 blocos de rua tomaram a cidade, dois deles superando a marca do milhão de foliões (Cordão da Bola Preta e Fervo da Lud, ambos no Centro). Segundo a Riotur, 5 milhões saíram nos blocos.

Levando em conta o gigantismo dos megablocos, o número menor de desfiles em relação a 2020 também contribuiu para melhorar a organização e permitir que a infraestrutura montada desse conta da demanda. O acompanhamento da polícia e o respeito às restrições de horário e local possibilitaram que a população se planejasse, reduzindo o transtorno.

Os desfiles das escolas de samba do Rio e de São Paulo foram de alto nível, com temas criativos e atuais, confirmando a excelência das agremiações. A organização também passou no teste. No Sambódromo carioca, onde reinou a Imperatriz Leopoldinense com um inventivo enredo sobre Lampião, não causaria surpresa se o campeonato ficasse com Viradouro, Vila Isabel, Beija-Flor ou Grande Rio, todas fortes concorrentes. Na festa paulistana, saiu vitoriosa a Mocidade Alegre, que conquistou seu 11º título com um cativante enredo sobre o primeiro samurai negro. Saíram ganhando o samba e a cultura brasileira.

Claro que ainda há pontos a melhorar. Um deles é a segurança. Por todo o país houve relatos de furtos de celulares e golpes contra os foliões. As autoridades devem aproveitar as boas experiências, como uso de drones, torres de observação e detectores de metais durante os cortejos, e repeti-las. São úteis não só no carnaval, mas em qualquer evento com multidões.

Não se pode perder de vista que o carnaval é uma festa que faz girar a economia de cidades como Rio, Salvador, Recife, Olinda, São Paulo e Belo Horizonte. Os desfiles de escolas de samba ou de blocos são apenas o último ato de um roteiro que começa um ano antes e emprega milhares de brasileiros, seja na confecção de fantasias e alegorias, seja na preparação da infraestrutura para atender foliões e turistas.

O êxito do carnaval de 2023 foi um bálsamo. Demonstra que organização e disciplina não são incompatíveis com ruas tomadas pela alegria e pelo samba. Ao contrário, foi o profissionalismo que permitiu ao Rio, entre outras cidades, cumprir o que previu editorial do GLOBO no início do mês — e fazer o maior carnaval dos últimos tempos.

segunda-feira, 31 de agosto de 2020

Exército Laranja fora do Rio de Janeiro

A primeira impressão é que a Comlurb estaria realizando serviços em Maricá! 

O uniforme do trabalhador é exatamente igual ao da Comlurb!


Ação do Instituto Estadual do Ambiente, com apoio da Prefeitura de Maricá, recolheu aproximadamente 12 toneladas de resíduos na Área de Proteção Ambiental Estadual de Maricá, que abrange o sistema lagunar, parte da Restinga e a Ilha do Cardoso.

Para a ação, foram adotadas medidas de segurança para preservar a saúde dos voluntários, como o uso obrigatório de máscaras e de álcool em gel, além do distanciamento físico.




quinta-feira, 18 de junho de 2020

TBT - Contato com Gari

No pouco tempo que estive capitaneando a gestão da Companhia procurei estimular a ampla discussão em torno do que considerava estratégico. 


Onde eu encontrava maior entusiasmo em criar uma Comlurb vibrante voltada para novas soluções para antigos problemas era junto aqueles que muitos não dão o devido valor: os garis. Sempre que saia na rua, abordando um gari aqui ou ali, sem holofotes, para uma conversa aberta com perguntas diretas, eu terminava o dia com verdadeiros mapas estratégicos e certeza do que deveria ser feito.

Aqui apresento dois encontros, onde surgiram as bases para a remodelagem da Avaliação de Desempenho Individual e as iniciativas de valorização de garis com nível de escolaridade superior.



quinta-feira, 11 de junho de 2020

domingo, 17 de maio de 2020

Manto Laranja

Desde a primeira vez em maio de 2017 é sempre gratificante homenagear o gari vestindo o Cristo Redentor com as cores desse exército de profissionais rotineiramente dedicados à qualidade de vida em nossa cidade maravilhosa.




quarta-feira, 6 de maio de 2020

Happy

Simpática utilização da música Happy de Pharrell Willians como vídeo institucional de fim de ano da Polícia Militar do Distrito Federal.

É fácil imaginar como seria um videos destes com profissionais de limpeza urbana


sábado, 8 de fevereiro de 2020

Uma vida profissionalmente feliz!


A aproximação com a filosofia da felicidade aconteceu de forma suave e descompromissada, impulsionada pela curiosidade e pela surpreendente sensação de pertencimento a um ambiente totalmente exótico na época.  Começou com interesse em buscar uma forma pessoal mais saudável de trabalhar das adversidades que batiam à minha porta.  

O interesse se materializou pela leitura de uma coleção de livros que, confesso, flertavam com o estilo autoajuda, ou em alguns momentos pareciam preparação para uma vida monástica. 

O interesse também se manifestou, e aí que a coisa alavancou, pela prática diária habitual de meditação  vipassana, ou seja, uma prática que busca ver as coisas como realmente são como forma de responder positivamente ao que acontece em nosso ambiente.

Percebi que a coisa estava muito egoísta com foco no meu interesse pessoal.  É claro que os anos sempre buscando melhorias de processos de trabalho forjaram um novo objeto de pesquisa: 

O interesse individual na busca da felicidade poderia gerar um benefício coletivo, talvez, no trabalho?

Quanta ignorância! A questão já estava estudada, e a resposta era sim! A felicidade dos  empregados garante um ambiente de trabalho produtivo e preparado para enfrentar adversidades, ou seja, empregados felizes fortalecem a empresa!


Como não tenho vocação para vida monástica e prefiro uma vida profissional focada em melhorias nos processos e ambiente de trabalho, comecei a frequentar uma série de cursos para montar uma base mais secular ao que, até então, flertava com o etéreo.

O primeiro curso foi  “A life of happiness and fulfilment”,apresentado na plataforma Coursera e vinculado à Indian School Of Business ISB. Depois o “Happier employees and return of investment”, na plataforma EDX, vinculado à University Of Texas System.

Depois a certificação profissional “The science of happiness at work”, na plataforma EDX, vinculada a University of California Berkeley.  Para esta certificação são necessários os excelentes cursos: “The foundations of happiness at work”; “Empathy and emotional intelligence at work” e “Mindfulness and Resilience to stress at work”.

Recomendo todos!

Tenho consciência das enormes barreiras e resistências que o tema “Felicidade no Trabalho” pode gerar em um ambiente empresarial. Mas também estou convencido que um ambiente de trabalho que potencializa a Inteligência Emocional, a atenção plena (mindfulness) e a resiliência pode gerar uma organização com empregados realmente engajados em enfrentar os desafios e superar os obstáculos. 











terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Avaliação de Desempenho Individual

Em abril de 2017 aconteceu a apresentação do novo procedimento de Avaliação de Desempenho Individual ADI eliminando totalmente a insatisfação geral com o antigo modelo mensal de múltiplos critérios e focado somente em algumas funções.

A partir daquele momento, todos passaram a ser avaliados, divididos nos níveis Operacional, Administração e Gestão. Indicando trimestralmente o desempenho individual baixo, médio ou alto, quem tiver baixo desempenho deve receber apoio para melhorar e atingir o padrão esperado.

É um dos legados de uma breve gestão



quarta-feira, 25 de dezembro de 2019

Coletor de lixo recupera livros jogados fora e cria biblioteca com mais de 200 exemplares em casa

Coletor de lixo recupera livros jogados fora e cria biblioteca com mais de 200 exemplares em casa
Luciano Ferreira de Lima, de Sorocaba (SP), encontrou na leitura uma forma de mudar de vida. Quando jovem, foi preso por roubo e, ao sair da cadeia, decidiu que iria recomeçar a estudar.


25/12/2019 08h15  Atualizado há um dia

Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM
Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

O que pode ser lixo para alguns se torna um tesouro para outros. Foi dessa forma que o coletor Luciano Ferreira de Lima começou a recuperar livros que eram jogados fora e montou a sua própria biblioteca na casa onde mora, em Sorocaba (SP).

Luciano trabalha na coleta de lixo da cidade e, há tempos, começou a notar que diversos livros eram jogados junto ao lixo das pessoas. "Eu pensava 'mas como que pode um livro descartado desse jeito?'. São livros excelentes, que eu sempre tive como muito importantes para a nossa educação e para o nosso país", explica.

O coletor resolveu, então, que iria reaproveitar as histórias que encontrava em meio a embalagens vazias, restos de alimentos e outros objetos.

Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM
Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM

"Alguns estavam sujos, outros precisando de reparos. Mas eu limpava os livros, lia durante o trajeto no caminhão e depois guardava em casa. Comecei com um, dois, depois cinco, dez, até se transformar no que é hoje: mais de 200 livros na nossa biblioteca", conta.

Por causa dos livros, Luciano começou a cursar uma faculdade de história e, hoje, sonha em ser professor. Enquanto o sonho não se realiza, continua encontrando tesouros descartados no lixo pelas ruas de Sorocaba.


Mudança de vida

O hábito de leitura começou na escola. Mas, antes disso, Luciano conta que passou por momentos difíceis na vida. Aos 11 anos, largou os estudos e entrou para o mundo das drogas, onde começou a cometer roubos e furtos para conseguir dinheiro para sustentar o vício.

Com isso, acabou preso. Dentro da prisão, ele conta que decidiu que iria mudar de vida dali para a frente. "Foi ali que eu resolvi mudar a minha história. A primeira coisa que eu queria fazer quando saísse era procurar uma escola. Eu sabia que, através da educação, eu poderia melhorar", relembra.

Foi então que começou a fazer um curso supletivo na Escola Estadual João Clímaco Camargo Pires, em Sorocaba. Na escola, sentiu dificuldades, mas, com a ajuda dos livros, conseguiu dar a volta por cima.

"Encontrei muita dificuldade quando eu retornei para o supletivo, porque eu não tinha coragem de perguntar as coisas. Então, eu acabava me perdendo nas matérias e indo mal, até que uma professora minha de português, a Sueli, me recomendou a leitura", conta.

Anos depois, a TV TEM fez o convite para que Luciano retornasse à escola e se encontrasse com a responsável por lhe incentivar a fazer amizade com os livros, a professora Sueli.

"Foi uma surpresa grande receber essa notícia e ver que ele ouviu as minhas palavras e como isso agiu na vida dele", comemora a professora.
Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM


Para os professores da escola, a vida de Luciano e o caminho que ele traçou depois que decidiu reescrever sua história são uma fonte de esperança e inspiração.

"São essas situações que dão a esperança para a gente continuar e também para falar para os nossos colegas continuarem acreditando. Porque, quando a gente vê o Luciano, a gente percebe que deu certo. É como se ele falasse para a gente: 'continuem'", diz.

Multiplicando a superação

Hoje em dia, Luciano dá palestras em escolas com o objetivo de mostrar aos jovens que tudo é possível com força de vontade e determinação.

"É bem edificante ver a história dele como uma lição de vida que nos motiva a nos posicionar como estudantes e procurar sempre melhorar nosso intelecto e focar nos estudos, correr atrás dos nossos objetivos, porque nós somos capazes", diz a estudante Natali Costa, de 17 anos.


Coletor de lixo monta biblioteca com livros jogados fora em Sorocaba — Foto: Reprodução/TV TEM


Rodeado de histórias nos livros, Luciano pôde reescrever a sua própria. Hoje, serve de exemplo não só para os jovens da escola que frequentou, mas também para seus dois filhos.

"Não foi fácil. A vida não é fácil. A vida é difícil. A gente tem que fazer muito sacrifício para chegar aonde a gente quer chegar. Hoje, graças a Deus, eu tenho uma família maravilhosa e é para eles que eu procuro ser o melhor exemplo. Para os meus filhos terem orgulho do pai que têm", finaliza.


quinta-feira, 5 de setembro de 2019

PROFISSIONAL DE COMPLIANCE


O compliance é a área que cuida da conformidade da empresa com as leis e as normas internas e externas, zelando pela ética e pela reputação da organização. Dessa forma, o profissional do setor é o responsável por implementar tais práticas e processos. 

O profissional de compliance é alguém independente dentro de uma empresa, atuando de maneira integrada a todos os setores. Afinal, qualquer um pode estar sujeito a fraudes, desvios de conduta e comportamentos antiéticos.





Não é por acaso que essa é uma das profissões do futuro. As leis estão cada vez mais rígidas e a competitividade do mercado tem exigido uma postura mais íntegra das organizações. Quem não se adaptar pode perder espaço e credibilidade diante dos consumidores e competidores.