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sexta-feira, 30 de agosto de 2024

Sistema de Atendimento Diário ao Empregado (SIADE)

No mês de agosto, a equipe de desenvolvimento da TI (DCO/CGT) entregou mais um novo recurso, o Sistema de Atendimento Diário ao Empregado (SIADE), para otimizar os processos de gestão interna da Comlurb.

Com a nova funcionalidade, os atendimentos na recepção se tornaram mais ágeis e eficientes, além de proporcionar maior segurança no armazenamento e processamento dos dados.

O SIADE está integrado aos sistemas de agendamento do Serviço de Medicina do Trabalho, atendimento ao Empregado e Serviço Social, permitindo que os funcionários sejam direcionados diretamente às áreas de interesse, facilitando e otimizando os serviços de cada setor.

Essa é mais uma ação desenvolvida pela TI da Comlurb para aprimorar os serviços da nossa Companhia.




terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Procura-se a paternidade do Aqualurb...

 


Uma das imagens do carnaval de 2024 que chamou atenção foi o "Aqualurb". Não é recente a idéia de usar um equipamento específico para transportar água gelada para melhorar o bem estar dos empregados envolvidos em operações concentradas sob o sol.

A primeira vez foi em 2014 durante a limpeza do Bloco da Preta no centro da cidade utilizando um lutocar inglês que havia sido recusado como equipamento de varrição. Apelidado de "Gunga Din" em alusão à um filme de 1939 sobre um indiano que transportava água para tropas inglesas.

Em 2017 ,um grupo de trabalho focou no desenvolvimento de uma solução de hidratação coletiva principalmente para equipes de trabalho em praia e eventos públicos.

Usando como base o projeto do Lutocar 2.0 criou-se uma caçamba isolante para transportar gelo e copos d’água e capaz de manter a água gelada durante todo o expediente de trabalho da turma.

O batismo de fogo do projeto foi o carnaval 2017 sendo usado nas turmas de limpeza do sambódromo e também nas equipes de limpeza de blocos nos logradouros.



Resta saber somente quem assumiu a paternidade do "Aqualurb"

segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Comlurb lança caminhão-baú com sanitário para serviços emergenciais e novos micro-ônibus

A Comlurb apresentou, nessa segunda-feira (18/12), no Aterro do Flamengo, altura do Museu de Arte Moderna (MAM), os novos caminhões-baú com sanitário para transporte de garis e também os micro-ônibus.

São oito veículos caminhões-baú de transporte com sanitário para os funcionários da Comlurb que trabalham em serviços emergenciais, inclusive noturnos, como limpeza de túneis e em vias expressas. Eles contam com uma cabine auxiliar para seis pessoas, além de dois lugares na cabine principal.

Os caminhões têm plataforma elevatória que facilita o transporte de equipamentos, como Giro-Zero, Spider e microtrator roçador, além de contêineres, papeleiras, roçadeiras portáteis e ferramentas de trabalho.

"É a última entrega deste ano, que vai trazer muito conforto e melhores condições de trabalho para as nossas equipes. O esforço é constante para dar mais bem-estar aos funcionários", declarou o presidente Flávio Lopes.

Os novos micro-ônibus são divididos em dois compartimentos, um para levar 17 garis e outro independente para carregar ferramentas. No total são 32 micro-ônibus para agilizar o transporte das equipes operacionais.

O lançamento é mais uma iniciativa da Comlurb que visa a qualidade de vida do trabalhador!
















quinta-feira, 9 de novembro de 2023

Gari de Valor

Há alguns anos, durante meu período como Gerente de Departamento, implementamos diversas iniciativas para melhorar a assiduidade dos funcionários da limpeza urbana. Uma das mais eficazes foi a introdução das "Reuniões de Silêncio". Estas eram organizadas da seguinte maneira:

A cada semana, um grupo de empregados, selecionado aleatoriamente, participava de um encontro sem uma agenda ou tema definido. Ao iniciar a reunião, eu, como Gerente de Departamento, informava aos colaboradores que estava aberto para ouvir qualquer demanda que eles quisessem apresentar. Inicialmente, reinava um silêncio, muitas vezes devido à surpresa ou à timidez, o que justifica o nome da reunião. Porém, pouco a pouco, as pessoas começavam a fazer perguntas, compartilhar experiências e, mais importante, sugerir melhorias.

Foi nessas reuniões que surgiram ideias valiosas, como a utilização de bilhetes presos aos cartões de ponto, uma forma de comunicação mais eficiente do que os avisos nas paredes. Também foi sugerida a necessidade de treinamento para supervisores sobre assédio moral e a criação da Comissão Departamental de Segurança. Esta última tinha o objetivo de permitir que os gestores tratassem dos assuntos abordados na CIPA (Comissão Interna de Prevenção de Acidentes) de maneira mais eficaz. Essas reuniões provaram ser uma ferramenta poderosa para engajar os funcionários e impulsionar melhorias significativas no ambiente de trabalho.

Os encontros organizados pelo atual presidente da Companhia assemelham-se às reuniões que costumávamos realizar no passado. Contudo, há uma diferença significativa: agora, os empregados participantes são selecionados pelos seus superiores. Essa mudança pode introduzir um viés nas oportunidades de diálogo, influenciando a diversidade e a abrangência das perspectivas apresentadas.





Melhoria de Assiduidade de ... by Gustavo Puppi

quarta-feira, 1 de novembro de 2023

Relembre a Campanha “Comlurb Contra o Assédio – Sem Desculpa para o Desrespeito”

O tema assédio não faz parte apenas de uma campanha pontual, queremos que ele seja sempre pauta na Comlurb. Para relembrar todas as informações compartilhadas neste mês de outubro, selecionamos nossos comunicados e vídeos no link abaixo.

https://drive.google.com/drive/u/0/folders/1Wi6Ckatji6eP938as6R0emAWi7FLNJNP

E lembre sempre que o manual Comlurb Contra o Assédio está disponível no APP Comlurb e no Portal Corporativo.



segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Reunião de Resultados discute assédio e números gerais deste ano

A reunião de lideranças da Comlurb, que aconteceu na manhã desta quinta-feira (17/08), na Sede, reuniu operacional e administrativo em duas sessões para a divulgação dos nossos resultados de janeiro a julho e alinhamento de alguns temas importantes.

Lançamento da campanha contra o Assédio na Comlurb

Os encontros começaram com a fala do diretor da DCO, Gustavo Puppi, a respeito dos índices sobre assédio moral e sexual na empresa, anunciando o lançamento de uma campanha interna da Compliance em parceria com a Comunicação Corporativa (PRE/PCI) para orientar e conscientizar os empregados. De forma assertiva, Puppi enfatizou a necessidade de uma mudança decultura na Comlurb.

O presidente Flávio Lopes também deu destaque ao assunto,demonstrando o seu compromisso com o tema. “Situações de assédio são inadmissíveis. O mundo evoluiu e a gente precisa evoluir como empresa. Sejam exemplos, conto com vocês”, declarou.

A diretora Aline Barros (DGG) complementou explicando que esta pauta passa a fazer parte também da Segurança do Trabalho e que será trabalhada pela Cipa e na Sipat 2023. Pediu que osgestores compartilhem o conteúdo da campanha interna.




quinta-feira, 21 de julho de 2022

Cultura Toxica

Um fenômeno está acontecendo nos Estados Unidos, Europa e também começa a acontecer aqui no Brasil. Se chama "Grande Resignação" que é uma onda de pedidos de demissão. A causa, teoricamente, é fugir da "cultura toxica"

"Em uma cultura tóxica, novas ideias não podem prosperar, as pessoas não podem ser honestas, o bullying ocorre, os líderes recebem poder que lhes pode subir à cabeça. E assim, o microgerenciamento começa. 

Nas culturas tóxicas, trabalhar em casa ou em meio período é malvisto. A gestão não permite que as pessoas trabalhem em casa porque querem fiscalizar seus subordinados. Nessa visão distorcida, trabalhar em casa significa que você será menos produtivo e se aproveitará da situação, isso sob a ótica da gestão. 

Nas culturas tóxicas, também o empreendedorismo é malvisto. Culturas de trabalho tóxico não acolhem empreendedores e intraempreendedores porque temem que eles e elas possam deixar a empresa, levando consigo as ideias. 

Nas culturas tóxicas, a agilidade e a inovação são ainda tomadas como um pretexto para se concentrar apenas no erro, no que não deu certo. Isso acaba sufocando a criatividade, outro dos motivos por que os colaboradores se afastam desse tipo de empresas."


quinta-feira, 14 de julho de 2022

Que tal trabalhar quatro dias por semana? Empresas brasileiras começam a aderir à nova tendência

Companhias brasileiras aproveitam as facilidades do trabalho híbrido para testar a redução de jornada semanal sem correspondente corte no salário para atrair e motivar funcionários

Por Ana Flávia Pilar — Rio deJaneiro

14/07/2022


O que você faria se tivesse mais um dia livre do trabalho durante a semana, além do sábado e do domingo? Ou se a quinta-feira virasse a dia oficial do happy hour, sem preocupações com produtividade para a manhã seguinte?

Com a adoção do trabalho híbrido por muitas empresas durante a pandemia, trabalhar apenas quatro dias por semana se tornou uma possibilidade para alguns trabalhadores em países que começam a testar a ideia de reduzir horas de serviço para ganhar produtividade, por mais contraditório que isso possa parecer. Entre eles estão Reino Unido, Japão, Bélgica, Nova Zelândia e Portugal.

Na Islândia, dois testes em empresas mostraram que a redução da carga horária não resultou em qualquer perda de produtividade ou queda na performance da empresa. Por outro lado, os funcionários relataram queda nos níveis de estresse.

Empresas brasileiras começam a inserir o Brasil nessa lista. A principal mudança proposta por elas é dar aos funcionários um dia a mais de folga por semana, além do sábado e do domingo, sem redução proporcional nos salários.

Pode até parecer que a rotina nos quatro dias úteis vai se tornar mais intensa, com o desafio de manter o mesmo número de tarefas, reuniões e afazeres em um menor período de tempo. Mas não é isso que geralmente acontece na prática, segundo representantes de empresas brasileiras.

Desde 2020, as quartas-feiras foram eliminadas do calendário profissional de quase toda a equipe da empresa de produtos para cachorro Zee.Dog. Somente as áreas de varejo e logística, que não podem se dar ao luxo de parar no meio da semana, mantêm a rotina usual.

A ideia é estimular maior concentração no início e no fim da semana, com um dia para arejar a cabeça no meio, favorecendo maior equilíbrio entre vida pessoal e profissional, diz Thadeu Diz, cofundador e diretor criativo da empresa:

— Além de equilibrar trabalho e qualidade de vida, o modelo foi uma oportunidade de tornar produtivos tanto o início quanto o fim da semana. Para os funcionários, é importante ter mais um dia para passar tempo com os filhos ou desenvolver um novo hobby.

Segundo ele, as reuniões se tornaram mais objetivas, e os times também passaram a se ajudar mais para que as entregas fossem feitas com a qualidade necessária e em menos tempo. O ganho mais significativo, no entanto, foi na produtividade.

Outro caso é o da agência de comunicação Shoot, que é 100% virtual e decidiu adotar o regime de quatro dias em fevereiro. A equipe foi dividida em dois grupos: alguns funcionários folgam às sextas e outros, às segundas. Luciano Braga, sócio da empresa, diz que a decisão veio da percepção do quanto os colaboradores se sentiam cansados do trabalho, mesmo após dias com poucas tarefas. O humor dos empregados, segundo ele, mudou:

— O pessoal está mais engajado, e também mais relaxado. Nossa produtividade não aumentou tanto, mas diria que mantivemos o mesmo nível, o que já funciona muito. A empresa não adotou essa política para ser mais produtiva, mas foi mais uma consequência, assim como a melhora na autogestão dos funcionários.

Para Braga, a tradicional semana de cinco dias úteis já está datada. Ele acredita que as empresas que contam com uma opção melhor acabam se destacando na atração de talentos entre os profissionais mais qualificados. Desde que adotou a semana de quatro dias, cada anúncio de nova vaga recebe mais candidatos.

— A empresa recebia por volta de cem currículos por vaga, mas esse número chegou a setecentos quando adotamos o regime de quatro dias de trabalho. O nosso número de seguidores no Instagram e no LinkedIn também aumentou — disse o empresário.

A Crawly, de Belo Horizonte, adotou essa estratégia bem antes de virar tendência na pandemia. A empresa de inteligência de dados já tem semana mais curta há quatro anos. Quando começou, o benefício foi dado apenas aos desenvolvedores, como forma de atrair colaboradores diante da escassez de profissionais de tecnologia no mercado. A estratégia foi usada por outras empresas do setor, diz Luísa Lana, gerente financeira da Crawly, e a empresa foi atrás.

 — Para implementar a mudança, ajustamos as agendas para fazer só entregas às quintas. Tendo mais um dia de folga, os funcionários se sentem mais motivados a entregar um melhor serviço e a permanecer na empresa — diz a executiva, que ouve de candidatos a vagas que a semana de quatro dias pesou na busca pela empresa.

Na Eva Benefícios, de Ouro Preto (MG), os funcionários passaram a serem procurados no LinkedIn por outros profissionais em busca de uma vaga desde que a empresa adotou três dias de folga semanais. Mas, apesar da satisfação dos colaboradores, o CEO Marcelo Lopes admite que nem todo mundo consegue se desligar do trabalho às sextas-feiras, que agora é off na empresa. A mudança de cultura, avalia o executivo, é lenta:

— É preciso um tempo para o colaborador assimilar esse novo benefício e entender que pode planejar a sua vida para ter três dias de finais de semana — disse Marcelo.

A representante de Desenvolvimento de Vendas da Eva Benefícios, Beatriz Ribeiro, concorda, mas destaca que a empresa vê esse tipo de benefício como uma forma de promover saúde e bem-estar entre os funcionários, que no final das contas podem produzir mais:

— Hoje vemos doenças bem graves no meio corporativo por causa do excesso de trabalho, então desacelerar é importante, mas ainda vai demorar um pouco para cairmos na realidade de que temos mais um dia para descansar.

Por trás dos planos para reduzir a semana útil está um esforço nas empresas de compensar as horas cortadas cortando tarefas ineficientes e reorganizando processos sem afetar o desempenho da empresa. A premissa parte do modelo conhecido como 100:80:100, que significa 100% do pagamento por 80% do tempo do colaborador, em troca de 100% de produtividade.

Experiências no mundo

Em muitos casos, os adeptos do modelo dizem que é possível aumentar o retorno dos funcionários. Em alguns países, empresas estão testando o modelo como uma forma de testar na prática se oferecer mais qualidade de vida aos colaboradores pode representar uma vantagem competitiva em relação à concorrência.

Estudos indicam que funcionários mais felizes se sentem motivados e são mais produtivos, o que é melhor para as empresas na ponta da linha. Entre 2015 e 2019, um estudo feito pela Associação de Sustentabilidade e Democracia (Alda) e pela instituição britânica Autonomy analisou os benefícios da redução dos dias de trabalho em cerca de 2.500 trabalhadores na Islândia. Os resultados indicaram que a produtividade se manteve a mesma ou até aumentou em alguns casos.

Os Emirados Árabes Unidos foram o país pioneiro na redução no número de dias de trabalho. Lá, desde janeiro deste ano, todos os funcionários de órgãos públicos colaboram com apenas 36 horas semanais, divididas em quatro dias úteis.

Em junho, no Reino Unido, mais de três mil trabalhadores em 70 empresas diferentes começaram a trabalhar por apenas quatro dias na semana, sem perda de pagamento, como parte do maior teste do mundo sobre o novo modelo de trabalho.

 Trata-se de um teste, que terá seis meses de duração, organizado pela principal instituição para a promoção da semana de quatro dias de trabalho, a 4 Day Week Global, em parceria com pesquisadores das universidades de Cambridge, Oxford e Boston.

 

terça-feira, 7 de junho de 2022

Itaú dá um dia de folga aos seus funcionários por causa da carga de trabalho

Por Ancelmo Gois

Por conta da carga ampliada com o home office e em tempos de pandemia, alguns bancos lá fora, casos de Citibank, Goldman Sachs, Barclays e Royal Bank of Canada, resolveram presentear seus empregados com um dia extra de folga. A data fica por conta do funcionário.

No Brasil, o Itaú resolveu fazer o mesmo. Em vídeo para seus empregados, o presidente Milton Maluhy Filho diz que que o banco está atento à carga de trabalho e "sabe que é necessário equilibrar essa demanda com cuidados para a saúde mental e qualidade de vida dos colaboradores".

Outras empresas por aqui deveriam adotar o "Dia de Folga" - mais de uma vez, claro.

terça-feira, 31 de maio de 2022

Discriminação não é legal!

Um Programa de Compliance é um sistema complexo e organizado, composto de diversos componentes, que interagem um com os outros e com os demais processos de negócios de uma instituição.

A efetividade desse sistema depende de uma estrutura múltipla que inclui pessoas, processos, sistemas eletrônicos,documentos, ações e ideias. Para a elaboração de um robusto Programa de Compliance, alguns pilares mínimos são importantes serem contemplados.

Para os chamados pilares de sustentação de um Programa de Compliance, por experiência no Programa de Integridade e Transparência da Comlurb, acrescentamos dois novos pilares muito importantes que certamente ampliam o escopo de um Programa de Compliance agregando valor para a imagem da instituição:

Diversidade e Inclusão - Ações de combate ao preconceito e racismo

Fortalecimento institucional - Ações preventivas de melhorias em processos estratégicos




 

segunda-feira, 16 de maio de 2022

Manual de Boas Práticas para Novos Usuários

O Manual de Boas Práticas para Novos Usuários consiste em uma iniciativa da equipe de TI de orientar os novos empregados no correto uso dos sistemas digitais da Companhia. Complementar a esse documento,  são publicados informativos periódicos sobre segurança digital e boas práticas.

A segurança digital não termina em orientar o usuário, procedimentos indepedentes da participação do usuário devem ser implementadas na rede forçando atualizações de sistemas, antivirus, bloqueio de acesso ou download. 

Concluindo o tripé de segurança digital está o investimento em sistemas e equipamentos para reduzir a vulnerabilidade da rede.

Manual - Novo Usuário by Gustavo Puppi on Scribd

terça-feira, 16 de fevereiro de 2021

Estudar e disseminar a Ciência da Felicidade

Em iniciativa do Laboratório da Qualidade de Vida no Trabalho da Procuradoria Geral do estado do Rio de Janeiro, ainda que virtualmente em um “Live”, foi gratificante poder interagir com servidores conversando sobre a experiência de estudar e disseminar a Ciência da Felicidade.





 

segunda-feira, 24 de agosto de 2020

Uma nova forma de discriminação

Durante a realização de cursos presenciais e na modalidade EAD no módulo “Ética e Compliance”, repetidas vezes participantes com cargos de chefia verbalizaram opiniões inapropriadas sobre os empregados com restrições médicas.

O neologismo “LAUDISTA” foi amplamente utilizado pejorativamente para identificar empregados com restrições médicas, atribuindo falsas características de aversão ao trabalho; ócio e vadiagem.

O Código de Conduta e Integridade da Comlurb define como um dos princípios Éticos da COMLURB o “respeito às diferenças individuais e consequente eliminação de qualquer forma de discriminação em função da capacidade física” (Art. 5° - I do CCIC)

Adicionalmente no referido código, nenhuma forma de discriminação por estado de saúde é tolerável, sendo uma conduta ética que deve ser observada por todos na Comlurb (Art. 6° - III do CCIC), e que praticar discriminação em função da capacidade é uma considerada uma transgressão ética na Comlurb (Art. 12 - I do CCIC).

É necessário resguardar a autoestima daqueles com restrições médicas e motivar um salutar ambiente de trabalho.



 

segunda-feira, 13 de julho de 2020

Desigualdade na Empresa




Já dizia Paulo Freire, um dos pensadores mais importante da Pedagogia: “A inclusão acontece quando se aprende com as diferenças e não com as igualdades.”

Cada vez mais em discussão, a pauta da diversidade quando aplicada no ambiente de trabalho gera maior satisfação e aumento da criatividade dos profissionais.

E não é somente isso, adotar medidas em defesa da diversidade contribuem para que negócios alcancem resultados exponenciais.

É exatamente isso que uma pesquisa realizada pela McKinsey& Company revelou: organizações em que os índices de diversidade de raças são elevados têm 35% mais chance de conquistar resultados acima da média.

Mas como incluir essa pauta dentro das empresas?

Não existe uma única área que deva se responsabilizar pelo início dessa discussão, mas é fundamental contar com o apoio das lideranças das empresas.

Reunimos quatro passos para caminhar em direção a um ambiente corporativo menos desigual e atento a assuntos bastante relevantes.


Passo nº 1

Antes de mais nada, faça o exercício do pescoço: olhe para sua direita e para sua esquerda. O que você vê? Se você está em home office, feche os olhos e lembre de cada um de seus colegas. 
O que isso tem a ver com diversidade? Tudo. Quando sabemos o perfil étnico-racial dos colaboradores, esse diagnóstico ajuda na abordagem da igualdade racial e do que precisa ser mudado na cultura da empresa.

Passo nº 2
Depois de saber com quem você trabalha, é hora de traçar objetivos, como a realização de palestras e promoção de conteúdos que mostrem a importância de contratar, reter e desenvolver profissionais diversos. 
Nesse sentido, é imprescindível a circulação de materiais educativos sobre diversidade com especialistas, como cartilhas, campanhas de comunicação e ações de endomarketing, que mobilizem todos os colaboradores, bem como fornecedores e clientes.

Passo nº 3
Muitas empresas deram o início à inclusão do tema nas organizações a partir do desenvolvimento de um comitê, responsável pelo andamento de ações e que não deixe a pauta ser esquecida. 
Em alguns casos, foram contratados ou realocados profissionais para ocuparem cargos voltados exclusivamente ao trabalho da diversidade, como diretores e gerentes de Diversidade.

Passo nº 4
Menos de 30% de cargos de liderança são ocupados por negros, de acordo com o relatório “Desigualdades Sociais por Cor ou Raça no Brasil” do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em realidade semelhante estão as mulheres, que além de serem poucas em cargos de chefia têm salários inferiores aos homens. 
Se não estão em destaque nas organizações, o fomento a representatividade precisa ser feito. Mas como? Abrir um espaço de escuta a colegas e demais colaboradores, a fim de identificar pontos de melhoria e construção da igualdade dentro da empresa.

sábado, 3 de agosto de 2019

A soma de todos os esforços

Escutei que a "governança" pode ser vista de duas maneiras: a ativa e a passiva, ambas importantes para a condução de uma Companhia

A Governança Ativa é exercida pelo Conselho de Administração e a Diretoria Executiva. É ativa pois age proativamente nas decisões estratégicas.

A Governança Passiva é aquela exercida por todos que tem função de assessoria, coordenação ou gerencial que, embora estejam mais distantes das decisões estratégicas da alta administração, tomam decisões rotineiras que devem estar alinhadas com a estratégia da Companhia.

Quando não se tem um alinhamento, tanto a governança ativa quanto a passiva podem até estar bem intencionadas, mas a resultante de múltiplos esforços aleatórios muito dificilmente será melhor que uma resultante de esforços alinhados por uma estratégia.

quinta-feira, 18 de julho de 2019

Casa de Banho de Dom João VI

Em 2017 havia o pensamento de buscar alguma nobre função para Casa de Banho de Dom João VI,  sem uso desde o fechamento do Museu da Limpeza Urbana em 2012. 

O objetivo seria integrar sua existência com as atividades do Galpão de Artes Recicladas Hélio Peregrino existente na Gávea e o Centro de Informações Técnicas da Comlurb que seria implantado, e que o espaço viesse a ser um centro de estudos, treinamento ou qualquer outra coisa que contribuísse para a valorização dos empregados e, certamente, interação com os moradores.


Moradores do Caju lutam pela reabertura do Museu da Limpeza Urbana

Por Felipe Lucena




O casarão que já abrigou a Casa de Banho Dom João VI e mais recentemente era sede do Museu da Limpeza Urbana encontra-se fechado. Um grupo de moradores do bairro do Caju luta pela restauração e reabertura do Museu.

O grupo vai realizar um abraço simbólico, no próximo dia 21/07, em frente ao Museu na rua Praia do Caju, 385 às 13h.

Em 2012, o Museu foi fechado para visitação devido à falta de verba. A Comlurb informou, em nota, que não existe previsão de reabertura do museu.

O Casarão, que era propriedade do rico comerciante de café Antonio Tavares Guerra, passou a ser utilizada pela Família Real Portuguesa para fins medicinais. Aqui no Brasil, Dom João VI foi mordido por um carrapato e ficou com uma ferida. Os médicos recomendaram banho de mar para sarar o ferimento. E era na Praia do Caju que os banhos aconteciam.

Em 1938, o casarão foi tombado pelo IPHAN. Entretanto, como não abrigava nenhuma instituição, acabou sendo ocupado por um grupo de pessoas. Décadas depois, em 1961, já no governo de Carlos Lacerda, a grande e histórica foi desocupada. Mas continuou sem utilidade e, por mais de uma vez, quase desabou.

No ano de 1985, foram iniciadas obras de restauração do imóvel. As obras foram finalizadas, o casarão voltou a ser como era nos tempos de glória, mas seguiu sem função e três anos depois foi ocupado por uma família sem-teto.

Em 1996, o prédio foi novamente restaurado com o auxílio da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb), passando a abrigar o Museu da Limpeza Urbana, que conta com materiais relativos à história da coleta de lixo na cidade.

quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

A empresa que faz tudo!

Estra gravura foi pouco usada...
Mostra de forma lúdica todas as atividades da Comlurb...



sexta-feira, 1 de junho de 2018

Conectividade Estratégica

O II Colóquio de Experiências de Gestão Municipal, sediado na Escola Nacional de Administração Pública (Enap) possibilitou que os discentes do curso de Especialização em Gestão Pública com ênfase em Governo Local apresentassem experiências exitosas de seus municípios de origem.

O evento proporcionou, ainda, um espaço de interação entre os alunos da Especialização e servidores da Escola. Na ocasião, o presidente da Enap, Francisco Gaetani, enfatizou a importância da difusão do conhecimento, citando a Plataforma Escola Virtual de Governo. "Enquanto pudermos oferecer conteúdo, em uma oferta massiva, todos vão poder se beneficiar", afirmou. 

Gustavo Puppi, do Rio de Janeiro (RJ), apresentou um novo aplicativo de celular que propicia a interação entre os funcionários da Companhia Municipal de Limpeza Urbana do RJ, a Comlurb.