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quinta-feira, 6 de abril de 2023

Reforço nas alturas!

O trabalho dos garis alpinistas deve ser louvado, porém, sem esquecer que seus esforços tratam somente os efeitos da ineficaz gestão de resíduos sólidos em comunidades.

Soldados de uma guerra perdida, não estariam pendurados em encostas se os moradores de comunidade tomassem para si a responsabilidade de escoar seus resíduos de forma consciente nos equipamentos disponibilizados para o acondicionamento e coleta. Ou, na falta destes, buscassem formas de mobilização coletiva para a solução compartilhada da questão.

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, visivelmente causando um problema sanitário, social, estético, moral, fica ali como um símbolo da falta de cuidado do morador com seu próprio lugar. 

A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta! 




A equipe de garis alpinistas da Comlurb, que era composta por seis garis, agora está com 25 profissionais para realizar a limpeza em encostas do Rio, inclusive nas comunidades.

O nosso time recebe treinamento especializado e utiliza técnica de rapel, além de ser certificado pela Associação Nacional das Empresas de Acesso por Corda e Resgate (ANEAC) para trabalho em altura/acesso por corda com segurança. E, para a supervisão do serviço, a Companhia conta com um colaborador qualificado Nível 3, certificado pela IRATA BRASIL, Associação Comercial de Acesso por Corda Industrial, conforme a ABNT NBR 15475.

Com a novidade, todas as regiões da cidade vão contar com equipe própria de garis alpinistas. São seis atuando na Barra da Tijuca, cinco na Zona Norte, quatro na Zona Oeste e dez na Zona Sul.






segunda-feira, 16 de novembro de 2020

Se a pessoa sobe com o saco de compras porque não desce com o saco de lixo que é mais leve?

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.

A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta! 



quinta-feira, 30 de julho de 2020

O lixo em local sem acesso é semelhante ao lixo jogado em encosta

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.



sábado, 13 de junho de 2020

Se a pessoa sobe com o saco de compras porque não desce com o saco de lixo que é mais leve?

Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.



quinta-feira, 27 de julho de 2017

Limpeza em Encosta

Confira a atuação de nossos garis alpinistas na limpeza da Ladeira do Castro, em Santa Teresa. 


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Lixo não nasce em encosta


Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, visivelmente causando um problema sanitário, social, estético, moral, fica ali como um símbolo da falta de cuidado do morador com seu próprio lugar. 

A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta! 

domingo, 13 de maio de 2012

Mutirão no Morro dos Macacos recolhe 55 toneladas de lixo


Reportagem G1

Reportagem RJ-TV 


"Desta vez estamos com uma adesão fantástica por parte dos moradores, mais do dobro de participantes locais. Isso mostra a vontade da comunidade de participar e de melhorar as condições da região, o que é fantástico", disse o secretário municipal de Conservação, Carlos Osorio.

"É mais um passo para garantir cidadania a essas pessoas. O trabalho da polícia com as UPPs propicia isso. Abrimos caminho para que o poder público, as ONGs e outros setores da sociedade possam fazer um trabalho de integração com a comunidade", disse O secretário de Segurança Pública, José Mariano Beltrame 



                                                                                                            Não há liderança sem exemplo:




terça-feira, 6 de dezembro de 2011

LIXO EM ENCOSTAS

A maior evidência da falta de compromisso de uma pessoa com o espaço público que a cerca é a existência de lixo em uma encosta. O que pensa alguém que joga o lixo na encosta ao lado de sua casa? Pensa? Será que tem a convicção que o lixo desaparece quando a cobertura vegetal aparecer? Passa por sua cabeça que o lixo não tem relação com os ratos, com o odor, com o risco de deslizamentos? Talvez seja uma forma de expressão buscando algo incompreensível quando aparece a turma de garis para limpar a encosta, algo tipo: “veja como eu consegui fazer alguém trabalhar por mim!” Pior que existe o Sistema de Limpeza Urbana presente logo ao lado, provavelmente no início da viela ou escadaria, está ali com sua rotina de containers, veículos e garis.













Se a pessoa sobe com o saco de compras porque não desce com o saco de lixo que é mais leve?
Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança, ou desculpa, de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, causando um problema sanitário, social, estético, moral visível até os garis aparecerem para removê-lo.

Surpreendente é as diversas vezes que os Garis são postos como vilões do lixo em encosta. A encosta está suja porque os garis não limparam... Não! Não! A encosta está suja porque o lixo é arremessado por pessoas! Por moradores! Por cidadãos!
Uma rotina de limpeza de encostas que exige uma turma específica até de especialistas em escalada e rapel é uma triste necessidade pelo comportamento selvagem de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem.


terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fácil para uns e difícil para outros



@ILEGALeDAI
Os pontos laranja são garis pendurados no talude para remover toda sorte de resíduos jogados por moradores da comunidade. O pequeno esforço de transportar dia a dia um pequeno saco de lixo para o lugar correto é substituído pelo menor esforço de jogar o lixo pela janela. Com este comportamento toda a energia economizada pelos moradores morro abaixo é gasta pelo grupo de garis morro acima.
Para os moradores é fácil jogar tudo pela borda de suas janelas, para o vizinho é fácil (rápido, eficiente e justo) reclamar digitalmente e para os garis... é difícil recolher tudo.

Dejetos ameaçam encosta no Catete
Publicada em 11/01/2011 às 23h32m
Isabela Bastos, Luana Soares e Natanael Damasceno
RIO - Após décadas infernizando a vida de moradores da vizinhança, o lixo e o entulho jogados em uma das encostas do Morro Santo Amaro, no Catete, devem finalmente ter um destino. Depois de uma reclamação feita pelo internauta Leonardo Brito através do perfil @ILEGALeDAI , no Twitter, a Comlurb prometeu não só limpar o local com uma força-tarefa, mas manter uma equipe de seis garis para evitar que os detritos voltem a se acumular.
Gerson Mallet, gerente regional da Comlurb, diz que a limpeza da área estava a cargo dos garis comunitários do Morro do Santo Amaro. E que a coleta de lixo teria ficado prejudicada com a decisão da Justiça Trabalhista, no ano passado, de interromper o programa. Mallet reconheceu que a situação na comunidade é grave e prometeu enviar ainda hoje a força-tarefa para a limpeza:
- O problema, no entanto, não é fácil. É preciso fazer um trabalho de conscientização dos moradores, que jogam o lixo direto das janelas. O ideal é que eles juntem o lixo e levem a um local onde nossos garis possam coletá-lo. Mas eles acabam preferindo jogá-los da janela mesmo. Vamos nos reunir com a associação de moradores para ver se podemos conscientizar a comunidade.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Problema contornado (imagem riscada)

Comlurb faz mutirão para limpar o Cantagalo
Publicada em 07/01/2011 às 00h04m
Selma Schmidt
RIO - A informação publicada pelo GLOBO - de que uma encosta do Morro do Cantagalo fora transformada em lixão - levou na quinta o secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e a presidente da Comlurb, Ângela Fonti, à favela de Ipanema. Ainda nesta quinta, a Comlurb iniciou um mutirão de limpeza na comunidade, com 50 garis. Osório espera concluir, no fim da tarde de amanhã, a retirada do monte com cerca de 20 toneladas de detritos acumuladas no lixão irregular. Ele anunciou também que solicitou ao responsável da Comlurb pela área que apure a denúncia de que garis estariam despejando lixo na encosta do Cantagalo.
- Se for comprovadas responsabilidades, os envolvidos serão punidos - garantiu o secretário.
Na tentativa de encontrar uma solução, a curto prazo, para melhorar a coleta no Cantagalo, uma favela íngreme, Osório conversou com o presidente da Metrô Rio, José Gustavo Souza Costa. Ele pretende usar um dos elevadores que interligam a favela à estação General Osório do metrô, descendo o lixo durante a noite. Hoje haverá uma reunião técnica entre dirigentes da concessionária Metrô Rio e da Comlurb para discutir a proposta.
- Poderíamos colocar cerca de 40 contêineres, de 250 litros cada, em espaços vazios próximos à parada dos elevadores, para que os moradores depositassem o lixo, que desceria de elevador, em horário de pouco movimento - explicou Ângela Fonti - Antes, a coleta no Cantagalo era feita por garis comunitários. Recentemente, aos poucos, eles foram sendo trocados por garis da Comlurb (a determinação foi do Ministério Público). Limpar o Cantagalo é difícil, já que não há vias de acesso, não há ruas, só uma escadaria.
Comlurb promete aumentar número de garis
Na quarta, o lixão contrastava com o cenário da favela, que ganhou uma Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) em 2009 e foi beneficiada por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). De acordo com a Comlurb, estava previsto para amanhã um mutirão de limpeza no Cantagalo, que acabou antecipado em dois dias.
A companhia promete aumentar o número de garis no serviço de limpeza da favela, de dez para 14 diariamente. Soluções de engenharia, a longo prazo, também serão estudadas pela Metrô Rio e pela Comlurb.
Atualmente existem dois pontos para o recebimento do lixo dos moradores do Cantagalo: um no alto e outro na entrada da favela. A Comlurb vai solicitar ao Governo do estado, responsável pelas obras de urbanização na comunidade, o apoio no sentido de viabilizar a instalação de um novo ponto de coleta para diminuir o trajeto para os moradores. Mas Ângela Fonti considera indispensável a colaboração da população.
- Vamos orientá-los. Na encosta do Cantagalo, encontramos até sofá, portas, telhas, galões de tinta - disse ela.

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Péssimo para a Imagem de uma Empresa


Lixão na encosta do Cantagalo faz moradores do asfalto e da favela reclamarem da sujeira, do mau cheiro e da proliferação de insetos
Publicada em 05/01/2011 às 23h24m
RIO - Uma montanha de lixo despejado irregularmente numa encosta no Morro do Cantagalo, em Ipanema, contrasta com o cenário da favela, que ganhou uma UPP em 2009 e foi beneficiada por obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Os detritos estão a cerca de cem metros do elevador e do Mirante da Paz - um dos marcos da transformação do Cantagalo -, deixando preocupados moradores tanto da favela como do asfalto, por causa do mau cheiro e da proliferação de insetos.
Moradora de um edifício da Rua Nascimento Silva, Ivone Ferraz contou que há alguns anos o terreno já era usado como depósito de lixo. No entanto, antes a quantidade de detritos era pequena. Além disso, o lixo era sempre recolhido ou queimado pelos garis comunitários que trabalhavam na favela. Nos últimos meses, porém, o despejo na encosta aumentou.
- Desde então, temos convivido com mosquitos e moscas. Por isso, somos obrigados a manter as janelas fechadas. Em dias de sol, o cheiro é muito ruim. Já telefonei para a ouvidoria da Comlurb reclamando e recorri até ao comando da UPP, mas nada aconteceu - disse Ivone.
Uma vizinha dela, que se identificou apenas como Andréa, já flagrou até pessoas com uniformes da Comlurb jogando lixo no terreno:
- Outros moradores já presenciaram a mesma cena. Despejam de garrafas a entulho e móveis velhos.
O problema também incomoda a dona de casa Franci Matos, moradora de um dos prédios construídos pelo PAC.
- O caminhão de coleta da Comlurb só passa pelas ruas principais (Estrada do Cantagalo e Rua Saint Roman). Os moradores que vivem mais distantes têm que levar o lixo até caçambas nessas vias. Mas muitos jogam na encosta. É preciso um trabalho para conscientização da população - disse.
Valquíria Cardoso Maciel, que vive ao lado do lixão, diz que começou a ter problemas na pele:
- O lixão é um risco à nossa saúde.
Os garis comunitários deixaram de atuar no Cantagalo entre o fim de novembro e o início de dezembro, segundo a Comlurb. A companhia promete fazer uma grande de limpeza no local no sábado. Sobre a denúncia de que pessoas com roupas da Comlurb despejam lixo na encosta, a empresa não se pronunciou.