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segunda-feira, 18 de maio de 2026

Cristo laranja: o legado de 2017



Mais do que a notícia deste ano, o que realmente importa é o legado que surgiu em 2017. Foi ali que nasceu uma imagem poderosa: o maior símbolo do Rio iluminado na cor do uniforme de quem limpa a cidade. O gesto parecia simples, mas não era. Ao levar o laranja dos garis ao Cristo Redentor, a cidade começava a transformar um uniforme de trabalho em signo de dignidade pública, reconhecimento e pertencimento. O que hoje parece natural teve, na origem, a força de uma pequena ruptura simbólica.

Segundo o registro do próprio Percolado, em 16 de maio de 2017 o Cristo seria iluminado de laranja no Dia do Gari, em meio a uma programação mais ampla de homenagens à categoria. Pela lembrança do autor, essa primeira iniciativa encontrou resistência, inclusive pelo receio de reações negativas à ideia de deixar o monumento na cor laranja. Se assim foi, o episódio revela algo mais profundo: havia ali não apenas cautela política, mas uma dificuldade de compreender a potência simbólica de homenagear publicamente os garis. Justamente por isso, o fato de a iluminação ter acontecido marcou tanto. Não era apenas um evento; era a afirmação de que o trabalho dos garis merecia ocupar o centro da cena.


O legado de 2017 está em ter transformado uma homenagem pontual em memória institucional. A cor laranja, que muitas vezes foi associada apenas à dureza do trabalho de rua, ganhou outro estatuto: passou a significar orgulho, visibilidade e valorização. Não é pouco. Cidades costumam exibir seus cartões-postais para turistas, governantes e grandes celebrações. Quando o Cristo se acende de laranja para os garis, ele faz outra coisa: devolve centralidade a uma categoria que normalmente aparece apenas quando falta. É como se a cidade, por uma noite, admitisse que sua beleza também depende de quem a varre, lava, coleta e sustenta diariamente.

Talvez seja essa a melhor forma de entender o que aconteceu depois. A iluminação voltou, repetiu-se e virou tradição porque 2017 deixou uma marca duradoura. O evento de 2026 apenas confirma essa continuidade ao registrar nova homenagem no Cristo Redentor pelo Dia do Gari e pelos 51 anos da Comlurb. Mas o mais importante já havia sido conquistado antes: o momento em que uma iniciativa que poderia ser vista com desconfiança atravessou a hesitação, aconteceu assim mesmo e passou a integrar o repertório simbólico da Companhia. Certas tradições nascem assim: primeiro como ousadia, depois como costume, e por fim como legado.

quarta-feira, 18 de março de 2026

Quando alguém da casa chega à presidência



A nomeação de Renato Rodrigues para a presidência da Comlurb tem um significado que vai além da troca de comando. Quando alguém que percorreu a estrutura da Companhia por dentro, ao longo de muitos anos, chega ao posto máximo, não se trata apenas de uma promoção pessoal. Trata-se também de uma aposta em alguém que conhece a casa não por relatórios, mas pela experiência acumulada no seu funcionamento real.

Esse tipo de escolha tem peso. A Comlurb é uma organização complexa, intensiva em operação, exposta diariamente ao olhar da cidade e pressionada por demandas que misturam rotina, emergência, política, logística, conflito urbano e necessidade de resposta rápida. Não é uma companhia que se compreenda de fora com facilidade. Conhecê-la exige tempo, convivência e trânsito pelos seus diferentes níveis de decisão.

Renato chega à presidência com essa vantagem. Sua trajetória de 27 anos na Companhia, passando por funções diversas até alcançar a direção, sugere familiaridade concreta com a engrenagem institucional. Não é pouco. Em estruturas públicas operacionais, a distância entre o organograma formal e o funcionamento efetivo costuma ser grande. Quem conhece apenas o desenho oficial da instituição conhece pouco. Quem viveu a organização em suas camadas sucessivas tende a perceber melhor os limites, os atalhos, as resistências e também as potencialidades da casa.

Tenho com Renato uma relação antiga, sempre respeitosa e gentil. Quando estive na presidência da Comlurb, seu nome me pareceu uma escolha acertada para ser o primeiro diretor da então recém-criada Diretoria de Serviços Urbanos. Naquela época, confiei a ele uma missão particularmente difícil: coordenar toda a limpeza do Carnaval, reunindo sob uma mesma condução o Sambódromo, os blocos e tudo o que orbitava aquela que talvez seja a operação mais sensível da Companhia. Não era tarefa pequena. Exigia articulação, serenidade, firmeza e capacidade de lidar simultaneamente com a técnica e com a exposição política inevitável em uma operação dessa escala.

Renato sempre me pareceu ter justamente essa combinação rara. Uma postura séria, serena e firme quando necessário. E, mais do que isso, uma compreensão intuitiva daquilo que chamo de dimensão “tecnolítica” da gestão. Em certas posições, não basta ser tecnicamente correto nem apenas politicamente hábil. É preciso saber operar nessa zona intermediária em que a decisão técnica precisa sobreviver ao ambiente político, e em que o político, para ser sustentável, precisa respeitar minimamente a lógica operacional. Há gestores que se perdem por excesso de técnica. Outros, por excesso de política. Os melhores conseguem perceber que uma coisa não exclui a outra.

Talvez por isso sua escolha faça sentido neste momento. Tudo indica que ele chega ao cargo com a confiança do novo prefeito, e isso, em funções desse nível, não é detalhe secundário. A relação de confiança com o centro político do governo é um ativo importante para qualquer presidente de empresa pública. Sem ela, a autoridade formal pode existir, mas a capacidade real de condução fica comprometida.

Ainda assim, chegar à presidência altera profundamente a perspectiva. Há coisas que só se enxergam a partir dessa posição. A velha alegoria da caverna, de Platão, cabe aqui como imagem útil. Quem está dentro de uma estrutura pode ver muito, mas não vê tudo. Ao ocupar a presidência, o gestor sai parcialmente da caverna operacional e passa a perceber dimensões mais amplas da Companhia: as disputas silenciosas, os interesses concorrentes, as omissões estratégicas, os apoios condicionados, as lealdades aparentes. A presidência revela ângulos que antes permaneciam ocultos.

E é justamente aí que começa a parte mais delicada do desafio.

Conduzir uma organização pública não é apenas gerir processos, contratos, equipes e resultados. É também interpretar intenções. Toda presidência convive com adesões sinceras e adesões instrumentais. Sorrisos nem sempre significam apoio. E, em algumas instituições, há um componente adicional: a dificuldade de aceitar que alguém “da casa” ocupe o topo da hierarquia. Isso parece paradoxal, mas não é incomum. Por vezes, a organização valoriza o discurso da experiência interna, mas resiste à autoridade efetiva do comlurbiano quando ele assume o comando.

Esse tipo de fogo amigo é uma das formas mais desgastantes de desgaste institucional, porque não se apresenta como enfrentamento aberto. Ele opera por meio de ambiguidades, adesões incompletas, pequenos esvaziamentos, elogios interessados e cooperação seletiva. Para quem assume a presidência vindo dos quadros internos, o desafio é duplo: governar a companhia e, ao mesmo tempo, medir corretamente as intenções daqueles que cercam o poder.

Mas talvez Renato esteja preparado para isso. Justamente por conhecer a Companhia por dentro, talvez tenha melhores condições de distinguir apoio real de conveniência circunstancial. Esse conhecimento, que às vezes é visto apenas como familiaridade operacional, pode ser também uma defesa política.

Sua nomeação permite ainda uma reflexão mais ampla sobre liderança institucional. Em empresas públicas, costuma-se discutir muito a origem do dirigente — se vem de fora, se vem de dentro, se é técnico, se é político. A discussão é legítima, mas às vezes superficial. A questão mais importante talvez não seja a origem, mas a capacidade de compreender a natureza específica da organização que se dirige. Há instituições em que um olhar externo renova. Há outras em que o desconhecimento cobra um preço alto demais. Na Comlurb, onde a operação pesa muito e a cultura organizacional é densa, alguém da casa pode reunir uma vantagem importante, desde que não se deixe aprisionar pelas conveniências da própria casa.

Esse talvez seja o ponto decisivo: vir de dentro ajuda, mas não basta. Conhecer a Companhia é uma condição favorável; não é garantia. A presidência exigirá dele não apenas memória institucional e experiência operacional, mas também capacidade de ver o que antes não precisava ver, decidir o que antes apenas executava e suportar o tipo de solidão que acompanha todo posto de comando.

A notícia celebra uma trajetória. E faz bem. Há mérito nessa caminhada. Mas a presidência não consagra apenas o passado; ela inaugura outro tipo de prova. A partir de agora, Renato será chamado menos a demonstrar que conhece a Comlurb e mais a mostrar o que pretende fazer com esse conhecimento.

Torço para que vá bem. E acredito que tem atributos para isso.

Mas, como em toda presidência, os desafios mais difíceis não serão necessariamente os visíveis.

segunda-feira, 1 de setembro de 2025

Abertura do ciclo 2025/26 do Programa Vivência Profissional

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

O programa Vivência Profissional surgiu em 2017 em resposta a necessidade de oferecer para os garis que estão cursando graduações de nível técnico e superior oportunidades de viver sua graduação de forma semelhante a um estágio, mas dentro da própria Companhia! 

O Gari consegue atender às exigências de sua graduação participando de uma programação de trabalho relativa à sua área de formação profissional.



Com o recorde de 100 inscritos, foi dada a largada à iniciativa que dá oportunidade aos empregados estudantes de vivenciarem na empresa a rotina de trabalho da sua área pretendida, o Programa Vivência Profissional.

Nesta edição foram implementadas algumas novidades: um grupo de monitoras para acompanhar os participantes e uma autoavaliação. O banco de talentos, onde o empregado fica disponível para eventuais vagas de trabalho, também foi anunciado.

Todos conheceram seus supervisores e foi iniciada ali a construção de uma nova relação que, com certeza, vai mudar a vida dos envolvidos.

O Programa Vivência Profissional, da DGG por meio da GGV, é um sucesso na Comlurb e reafirma o compromisso da Companhia com o crescimento dos seus empregados.

Boa sorte aos novos Viventes!




quarta-feira, 20 de agosto de 2025

Conheça o Programa Vivência Profissional por aqueles que já participaram

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

O programa Vivência Profissional surgiu em 2017 em resposta a necessidade de oferecer para os garis que estão cursando graduações de nível técnico e superior oportunidades de viver sua graduação de forma semelhante a um estágio, mas dentro da própria Companhia! 

O Gari consegue atender às exigências de sua graduação participando de uma programação de trabalho relativa à sua área de formação profissional.


O Programa Vivência Profissional já transformou a vida de muitos empregados. Mais de 100 colaboradores tiveram a oportunidade de passar, dentro da Comlurb, por experiências relacionadas ao curso estudado. Ao término do Vivência, o participante sai mais confiante em suas competências e conhece mais a Comlurb. E este ano ainda temos uma ótima novidade: o currículo do empregado incluído no banco de talentos da Companhia.

Veja alguns depoimentos dos participantes do último ciclo 2024/2025.

Elaine Torquato (gari na DSU/UCP/UGP02) – Graduanda de Administração

“Foi um tempo de grande aprendizado e crescimento profissional, especialmente por ter participado diretamente de um marco importante para a empresa: a contratação de funcionários temporários. Vivenciar esse processo na prática me permitiu aplicar e aprofundar conhecimentos na área de Recursos Humanos, agregando valores fundamentais à minha formação. Sou muito grata por ter contribuído com a equipe e feito parte desse momento histórico para a Comlurb. Com certeza, essa vivência será um diferencial importante na minha carreira e trajetória profissional”.

Anderson da Silva (encarregado da DLU/LRS/SG27R) – Cursista de Técnico em Segurança do Trabalho

“A experiência me mostrou o quanto somos colaborativos e engajados. Me senti ainda mais parte desse time e agradeço a receptividade de todos, que me fizeram sentir à vontade e me ensinaram tanto. Essa vivência reforçou o meu orgulho de fazer parte desta empresa. Obrigado, família Comlurb!”

Beatriz Joaquim dos Santos (gari da DLU/LRC/CG13P) – Graduanda de Psicología

"Destaco essa experiência como um processo ativo de construção e não apenas de recepção. O que absorvi e o que me foi investido como profissional me permitiram ser protagonista da minha própria história. Esse percurso desconstruiu em mim medos paralisantes e crenças limitantes, revelando meu potencial e minha capacidade. Hoje tenho mais autoconfiança e sei que consigo chegar aonde acredito que posso. O Vivência não entrega o 'peixe', mas sim as ferramentas para pescar. Meu crescimento foi além do profissional, gerando impactos também na minha vida pessoal."






sexta-feira, 27 de dezembro de 2024

De uma ideia à realidade: os novos uniformes da Comlurb e a valorização do trabalhador

A entrega dos novos uniformes da Comlurb, iniciada recentemente, marca o desfecho de uma jornada que começou em 2017, quando pela primeira vez foi levantada a necessidade de uma vestimenta mais adequada ao calor intenso do Rio de Janeiro. Naquele momento, o projeto foi recebido com entusiasmo, mas acabou esbarrando em desafios comuns à administração pública: mudanças de gestão, prioridades concorrentes e a sazonalidade da discussão.

Durante anos, a ideia de um uniforme mais confortável parecia ser redescoberta a cada verão, quando as altas temperaturas tornavam o trabalho dos garis ainda mais extenuante. Porém, assim que o calor dava lugar ao inverno, a discussão esfriava e voltava a ocupar gavetas. A cada novo verão, os colaboradores improvisavam soluções próprias, como mangas compridas por baixo da camisa ou toalhas para amenizar a exposição ao sol. Esse ciclo de adiamentos só foi rompido com a excepcional onda de calor em 2024 e a implementação de novos protocolos climáticos pela prefeitura, que trouxeram urgência à questão.

Após sete anos de estudos e debates, finalmente, o projeto saiu do papel. O novo uniforme, confeccionado em tecido leve e tecnológico, não apenas atende às normas de segurança, mas também proporciona maior conforto térmico. Sua entrega foi celebrada em um evento que simbolizou muito mais do que a distribuição de vestimentas: foi a concretização de um esforço coletivo e a resposta a uma antiga demanda dos trabalhadores.

O presidente Flávio Lopes destacou a importância desse avanço: “Quando conseguimos trazer conforto para os empregados, estamos dando um passo importante na valorização do trabalho que eles realizam todos os dias pela cidade.” A gari Glaucia Santos, uma das primeiras a receber o novo uniforme, resumiu bem o impacto: “O pano é mais leve, perfeito para o calor. Trabalhar na praia vai ser muito mais tranquilo agora.”

Este marco não deve ser visto apenas como uma melhoria prática, mas também como um símbolo de mudança. A longa espera reflete as dificuldades de transformar boas ideias em ações concretas na administração pública. Ao mesmo tempo, mostra como a persistência e o diálogo podem superar barreiras e resultar em benefícios reais para os trabalhadores e, consequentemente, para toda a sociedade.

Assim, os novos uniformes não são apenas uma conquista funcional, mas um lembrete de que o tempo, quando bem aproveitado, pode transformar desafios em avanços significativos. Que essa entrega inspire a continuidade de projetos que valorizem e dignifiquem os profissionais que cuidam de nossa cidade. Afinal, mais do que vestir, é um gesto que reforça a importância de quem a cada dia trabalha para tornar o Rio de Janeiro um lugar melhor para todos.







terça-feira, 10 de dezembro de 2024

Jorge Arraes - novo Presidente da Comlurb


Jorge Luiz de Souza Arraes é um engenheiro civil com destacada atuação na administração pública do Rio de Janeiro. Ele possui três pós-graduações: Engenharia Sanitária e Ambiental, Economia Política da Urbanização e Engenharia Econômica, além de uma especialização em Planejamento Ambiental em Israel. 

Ao longo de sua carreira, Arraes ocupou cargos relevantes, como Diretor de Desenvolvimento Urbano e Parcerias da Caixa Econômica Federal e Diretor Imobiliário e de Participações da Funcef. Na Prefeitura do Rio, foi Presidente da Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (Cdurp), Secretário Especial de Concessões e PPPs e Secretário Municipal de Infraestrutura. Nessas funções, esteve à frente de projetos significativos, como o Porto Maravilha, o Veículo Leve sobre Trilhos (VLT) e o Parque Olímpico da Barra. 

Em julho de 2021, Jorge Arraes foi nomeado Secretário Municipal de Infraestrutura, substituindo Kátia Souza. 

 Posteriormente, assumiu a Secretaria Municipal de Coordenação Governamental (SMCG), órgão responsável pela coordenação de projetos interdisciplinares que envolvem múltiplas secretarias e pela gestão de projetos estratégicos para o município. 

Recentemente, em novembro de 2024, Arraes participou da formalização de um compromisso para viabilizar a construção do estádio do Flamengo na área do Porto Maravilha, representando a Prefeitura do Rio no evento. 

Sua trajetória é marcada pela liderança em iniciativas de infraestrutura e desenvolvimento urbano, contribuindo para a modernização e melhoria da cidade do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 23 de outubro de 2024

Comlurb no Rock in Rio 2024

O Rock in Rio 2024 continua a ser limpo pela Comlurb, agora sob um contrato de prestação de serviços, consolidando uma parceria que começou em 2017. Em edições anteriores, a Comlurb já havia participado do evento: em 2013, por exemplo, realizou a limpeza gratuitamente, enquanto em 2015, essa função foi assumida por uma empresa privada. A partir de 2017, a Comlurb retomou a responsabilidade pela limpeza do evento, mas desta vez com um contrato formalizado. Esse acordo garante que a experiência dos participantes seja marcada pela limpeza e sustentabilidade, com o suporte da expertise da Comlurb em grandes eventos.

A participação da Comlurb reflete seu compromisso com a cidade e a manutenção dos espaços durante um dos maiores festivais de música do mundo, contribuindo para um ambiente limpo e organizado ao longo dos dias do evento.



A Comlurb faz parte da história do Rock in Rio! Veja o vídeo especial com imagens do trabalho dos garis e dos gestores.

A Companhia realizou a limpeza da área interna e fecharam a edição com o recolhimento de resíduos mais sustentável da história, com 50% de recicláveis.

Os garis (DSU e DLU) fizeram os serviços em todas as áreas do Parque Olímpico, inclusive área VIP, palcos, camarins, banheiros e postos de saúde.

Do lado de fora, as equipes da DLU atuaram na limpeza das sete noites de show e o Lixo Zero fez a fiscalização do entorno da Cidade do Rock.

Clique no link abaixo e confira os detalhes do nosso serviço!

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domingo, 13 de dezembro de 2020

Eduardo Paes anuncia Flavio Augusto da Silva Lopes como novo presidente da Comlurb

Segundo o prefeito eleito, Flavio possui uma boa experiência com empresas de logística e recursos humanos

O Globo

12/12/2020 - 17:17 / Atualizado em 12/12/2020 - 17:34



RIO — Neste sábado, (12), o prefeito eleito Eduardo Paes (DEM) anunciou Flavio Augusto da Silva Lopes como o novo presidente da Comlurb. Em um vídeo, Paes afirmou que o processo de escolha foi criterioso e Flavio possui experiência na área de logística e recursos humanos.

"Nós fizemos um processo seletivo de alguns executivos com origem no setor privado, com experiência em empresas de logística. Contratamos o Flávio que é um cara que identificamos como o sujeito mais qualificado, com enorme experiência em outras empresas, um cara de logística, de recursos humanos e que é um pouco a característica desse enorme desafio que é a Comlurb", afirmou Paes em vídeo.

O prefeito eleito fez o anúncio do novo presidente da Comlurb durante uma live realizada em seu perfil do Instagram que, de acordo com ele, serão constantes. 

domingo, 11 de outubro de 2020

Qual o motivo da urgência e relevância?

Quando o gestor não está plenamente atento na questão está caminhando em um ambiente incerto, pois a cautela no trato da coisa pública deve estar presente nas suas decisões. A falta de atenção temperada com excesso de confiança naqueles que deveriam estar assessorando as deliberações é um ambiente fértil para não conformidades.

Foi o que aconteceu no ocaso de minha gestão quando aceitei os termos elaborados por meu diretor Paulo Mangueira para o termo de cooperação com a Natura Ambiental. 

Como lição aprendida percebo que deveria ter questionado o porque de tanta pressa na assinatura do citado termo, e me aproximado mais daqueles que poderiam juridicamente verificar minuciosamente cada uma de suas clausulas.

Interessante que a urgência nas coisas referentes a Natura Ambiental continuam vigentes passados os anos.


2019

TCMRJ suspende licitação para encerramento do aterro de Gericinó

Após minuciosa análise de todas as alegações da denunciante, quanto às especificidades das atividades necessárias à execução do objeto, a questão do devido licenciamento, bem como a aplicação da legislação, mormente à Lei nº 10.520, de 17 de julho de 2002, regulamentada pelo Decreto nº 5.450, de 31 de maio de 2005, a decisão determina que a jurisdicionada abstenha-se de praticar quaisquer atos inerentes ao certame, bem como informe:

1. Qual o fundamento legal para que o objeto deste certame seja procedido na modalidade de pregão eletrônico;

2. Sobre o encerramento do aterro de Gericinó  previsto como um dos objetivos no edital do referido certame, tendo em vista a informação no Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos (PMGIRS) do Rio de Janeiro, quanto ao mesmo encerramento ter ocorrido em 2014;

3. Quanto a liberação de licença ambiental prévia para o encerramento do aterro de Gericinó;

4. Se a implantação de nova Célula para Recepção de Resíduos da Construção Civil (RCC), importa em obra de engenharia complexa;

5. Qual o fundamento legal para previsão de contratação de empresa com experiência apenas em terraplanagem para execução de obra sanitária, supostamente, complexa;

6. A data de publicação da designação da nova data para realização do certame.


2020

Comlurb lança edital que gera suspeitas

Por INFORME JB

A Comlurb, companhia de limpeza urbana do município do Rio de Janeiro, presidida por Paulo Mangueira, convocou um edital de emergência com entrega de propostas até logo mais (segunda, 5) às 17 horas, para a gestão dos “Serviços de Manutenção do Centro de Tratamento de Resíduos Sólidos de Gericinó”.




Para quem não está ligando o nome "à pessoa", o chamado lixão de Gericinó, que cresceu à margem direita da pista de subida da Avenida Brasil, a ponto de esconder a vista do complexo prisional de Bangu, já foi alvo de um pregão eletrônico, anulado no primeiro semestre deste ano pelo Tribunal de Contas do Município (TCM) porque teria de ser na modalidade de edital, como denunciado aqui no Informe JB.

No mês passado, a Comlurb, meio que na surdina, abriu uma concorrência para a continuidade do serviço de gestão do aterro. A entrega de propostas também se encerrava às 17 horas. Instada a fazer um lance, a empresa que fazia o serviço, temendo vazamento, apresentou sua proposta faltando menos de cinco minutos para o prazo final.

Para sua surpresa, no dia seguinte a companhia informou ter recebido uma proposta com valor menor (nos três a quatro minutos que faltavam para o encerramento do pregão). Acontece que a firma vencedora, a Natura Ambiental (nada a ver com a empresa de cosméticos), além de devedora de quase R$ 500 mil à própria Comlurb, fora declarada tecnicamente inidônea por não ter executado corretamente os serviços de tratamento dos resíduos da estação da companhia de limpeza urbana, no Caju.

A nova licitação ocorre a menos de 45 dias da eleição municipal. E a Comlurb já prepara um novo edital para entrega de propostas da nova área de expansão do chamado Aterro de Gericinó. Não precisa dizer que quem tiver um pé na área em atual operação terá mais trunfos de gerir a expansão.

O TCM está de olho.


Más intenções da Prefeitura na Zona Oeste

Por INFORME JB

Ecologistas que estão de olho nas más intenções do prefeito Marcelo Crivella para derrubar a última floresta plana da Mata Atlântica na cidade para dar lugar a um autódromo de Fórmula 1, em Realengo, aproveitaram a incursão pela Zona Oeste e descobriram um novo pacote em gestação contra os cariocas.

A Comlurb teve impugnada, em fevereiro, pelo Tribunal de Contas do Município do Rio de Janeiro, a licitação para a escolha da empresa concessionária da expansão e gestão do Aterro Sanitário de Gericinó, na Zona Oeste da cidade, por ter feito uma concorrência via pregão eletrônico, contrariando o processo de edital com transparência e ampla participação pública.

Mas, durante a pandemia da Covid-19, a diretoria comandada por Paulo Mangueira trabalhou na surdina. E marcou um novo edital para a área a dois meses das eleições municipais que podem mudar tanto o comando da Prefeitura do Rio como o da própria companhia de limpeza urbana.

As razões da pressa são desconhecidas

Mas o TCMRJ deveria saber que: 1 - a área em questão está com a licença ambiental vencida e não renovada pela prefeitura; 2 - a última Audiência Pública para ouvir a comunidade de moradores no entorno do lixão de resíduos de construções urbanas foi realizada há 10 anos.

De lá para cá não só a cota do atual aterro cresceu tanto que quem transita pela Avenida Brasil em direção à Zona Oeste perdeu a vista do complexo penitenciário de Bangu. A própria expansão urbana desordenada diante da omissão das autoridades municipais, acrescentou no entorno do lixão uma população de, pelo menos, três mil pessoas.

E a população só não cresceu mais porque ano passado a Guarda Municipal derrubou mais um empreendimento das milícias que atuam na região: o assentamento de ruas e casas que já tinha avançado sobre área da prefeitura, reservada à expansão do lixão.

terça-feira, 3 de março de 2020

Comprovante de Rendimentos no APP Comlurb

O App Comlurb deve capitanear os meios de comunicação da Companhia pois é a forma de estar junto com cada colaborador independentemente de seu nível hierárquico,  garantindo realmente informação eficiente, atualizada e universalizada!



segunda-feira, 2 de março de 2020

Novo Portal Corporativo - Boa iniciativa excludente

Em maio de 2017, com o lançamento do App Comlurb,  teve início o conjunto de iniciativas na época chamado de Conectividade Estratégica com o objetivo de desenvolver redes digitais virtuosas para promover a participação ativa dos empregados em uma Política de intersetorialidade e transversalidade.

Em uma Companhia com 20 mil colaboradores diretos e outros tantos contratados, com instalações de vários portes espalhadas pela cidade, é evidente que uma  comunicação efetiva é um tema estratégico.

Acreditar que é possível alcançar todos os envolvidos com cartazes fixados nas paredes é dar espaço para dúvidas, boatos e falsas mensagens que prejudicam o ambiente de trabalho e desempenho operacional.

É necessário alcançar o maior número de colaboradores com os meios que eles normalmente utilizam para interagir e se comunicar. 


Na esteira do conceito de Conectividade Estratégica, anos depois, acontece o lançamento do novo Portal Corporativo, prometendo ser muito mais rápido, amigável e com novo visual. Boa iniciativa, no entanto, limitada aqueles que se utilizam de computadores da rede corporativa, ou seja, excludente da mão de obra direta, os garis!

O App Comlurb deve capitanear os meios de comunicação da Companhia pois é a forma de estar junto com cada colaborador independentemente de seu nível hierárquico,  garantindo realmente informação eficiente, atualizada e universalizada!





quarta-feira, 15 de janeiro de 2020

Vivencia Profissional 2020

A vivência Profissional é um dos legados de uma breve gestão

Acredito que  investimento na escolaridade e qualificação profissional  é o que mais oferece retorno em produtividade e qualidade para uma atividade exercida em logradouro onde muitas vezes o empregado está sozinho e deve tomar  rotineiramente pequenas decisões.

A evolução da remuneração é importante mas é efêmera. A auto estima profissional obtida através de investimentos em melhoria de qualificação, escolaridade, conforto operacional, boa liderança, boa regulamentação, é que realmente faz a Companhia evoluir. 

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

O programa Vivência Profissional surgiu em 2017 em resposta a necessidade de oferecer para os garis que estão cursando graduações de nível técnico e superior oportunidades de viver sua graduação de forma semelhante a um estágio, mas dentro da própria Companhia! 

O Gari consegue atender às exigências de sua graduação participando de uma programação de trabalho relativa à sua área de formação profissional.










terça-feira, 14 de janeiro de 2020

Avaliação de Desempenho Individual

Em abril de 2017 aconteceu a apresentação do novo procedimento de Avaliação de Desempenho Individual ADI eliminando totalmente a insatisfação geral com o antigo modelo mensal de múltiplos critérios e focado somente em algumas funções.

A partir daquele momento, todos passaram a ser avaliados, divididos nos níveis Operacional, Administração e Gestão. Indicando trimestralmente o desempenho individual baixo, médio ou alto, quem tiver baixo desempenho deve receber apoio para melhorar e atingir o padrão esperado.

É um dos legados de uma breve gestão



quinta-feira, 1 de agosto de 2019

Tone from the Top do Primeiro Ministro do Butão!

A expressão Tone from the Top (ou Tone at the Top) pode ser explicada por "O exemplo vem de cima". O sucesso de qualquer estratégia empresarial estará nas mãos do "número um" da organização (dono, CEO, presidente ou equivalente). Ele precisa, de fato, apoiar, engajar-se, desejar e promover o desdobramento da estratégia em atividades práticas na empresa, tomando para si a responsabilidade de fomentar a comunicação, permeando todos os níveis, a partir do primeiro escalão até alcançar todos os empregados.


Prime Minister's Office - PMO, Bhutan

"The zero waste hour is not about wasting the hour," a colleague joked. Another teased a friend, accusing him of picking "zero" waste. Others pretended to clap as one joined the group late and fetched her first waste.
Amid mirth and humour, the Prime Minister and officials of the Office of the Prime Minister and Cabinet spent one hour cleaning and gardening the surrounding of the Gyalyong Tshokhang in observing the Zero Waste Hour. 
At the end of the hour, with trash stacked in one corner, everyone returned to work high spirited and reinvigorated. It was not just about cleaning the workplace. It was a bonding time too!





A hora do desperdício zero não é desperdiçar a hora", brincou um colega. Outro provocou um amigo, acusando-o de pegar "zero" de lixo. Outros fingiram bater palmas quando um se juntou ao grupo atrasado e foi buscar seu primeiro lixo.

Em meio a alegria e humor, o primeiro-ministro e funcionários do Gabinete do Primeiro Ministro e Gabinete passaram uma hora limpando e ajardinando o entorno do Gyalyong Tshokhang, observando a Hora do Desperdício Zero.

No final da hora, com o lixo empilhado em um canto, todos voltaram a trabalhar animados e revigorados. Não se tratava apenas de limpar o local de trabalho. Foi um tempo de ligação também

sexta-feira, 29 de março de 2019

O fim do mundo chegou...

Parece que o cenário de 2017 de dívidas passadas, pagamentos atrasados por serviços que presta e cortes no orçamento, perdurou até agora quando a   possibilidade concreta "de paralisação dos serviços e da limpeza urbana", mais que nunca assombra a cidade 

Por falta de pagamentos da Prefeitura do Rio, concessionária interrompe transporte de lixo para o Aterro de Seropédica

Concessionária leva em seus veículos 80% do lixo da cidade. Prefeitura terá que usar os próprios caminhões e afirma que está negociando solução.


Por falta de pagamentos da Prefeitura do Rio, a concessionária que opera o Aterro Sanitário de Seropédica vai parar de levar a maior parte do lixo da cidade para o local a partir de segunda-feira (1). Nesta sexta (29), a empresa que opera o aterro anunciou que reduzirá em 80% o transporte de resíduos.



Isso corresponde a 7,2 mil toneladas de lixo por dia que deixam de seguir para o aterro nas carretas da empresa. Segundo a concessionária, a prefeitura teria que levar o lixo em seus próprios caminhões de coleta, que são menores que os normalmente utilizados neste transporte.

A dívida da prefeitura com a empresa que opera o aterro sanitário de Seropédica alcançou o valor mais alto desde o início da administração Crivella: R$ 72.454.049.

O montante equivale a três meses e meio de atraso nos repasses à concessionária.

Em setembro do ano passado, quando a dívida ainda era de sessenta e um milhões de reais, a prefeitura renegociou na justiça o pagamento dos atrasados. A solução foi redividir as parcelas em valores menores, mas nem esse acordo foi cumprido.

No último dia 20, a prefeitura deixou de pagar mais uma parcela mensal de R$ 20 milhões. O item que mais impacta as despesas da empresa é o óleo diesel usado para movimentar mais de cem carretas de lixo. O custo mensal com o combustível é superior a R$ 1,6 milhão.

“Hoje chegou no limite que a gente não tem mais recursos pra manter a operação, e o risco ambiental é muito grande. Não temos recursos mais para colocar óleo diesel nos caminhões, não temos mais recursos para pagar a folha. O acionista já não consegue mais. O prejuizo é muito grande e chegou no limite. Não é que a gente não queira. A gente não consegue porque não tem onde mais de onde vir o recurso”, diz Adriana Felipetto, presidente da Ciclus, que opera o aterro.

Caminhões menores

Na prática, sem o transporte feito por carretas, a prefeitura teria de levar todo o lixo para Seropédica nos caminhões menores que fazem a coleta domiciliar. E isso teria impacto sobre a limpeza da cidade.

“O problema é que a distância é maior e teoricamente se precisaria de uma quantidade maior de caminhões coletores de lixo para levar todo lixo pra Seropédica. Mas essa parte de coleta é uma parte da prefeitura que ela vai ver como ela se organiza pra fazer isso”, acrescentou Adriana.


A falta de recursos compromete também a gestão do próprio Aterro de Seropédica, que produz dois milhões de litros de chorume por dia.

“Esses dois milhões de litros de chorume, se não forem tratados e lançados diretamente em qualquer corpo hídrico, polui. Se a gente não tiver recursos para isso, isso pode gerar uma poluição - contaminação do curso da água, recursos hídricos, Guandu, porque ali é perto da captação de Guandu, que abastece a cidade do Rio de Janeiro”, diz a presidente da empresa.

A Comlurb reconheceu a dívida e afirma que está negociando com a concessionária.

sábado, 12 de janeiro de 2019

Apego a estruturas jurássicas

No pouco tempo que estive capitaneando a gestão da Companhia procurei estimular a regulação de processos através de ampla discussão do que eu percebia como sendo estratégico.

Algumas coisas aconteceram, mas avalio que a apatia, ignorância e principalmente o apego a estruturas jurássicas jogaram por terra ótimas oportunidades.

Aliais, esse é um grande problema: 

Em nome de uma autoestima institucional exacerbada somos refratários à novas idéias e amantes de nossos sentinelas.

Tal qual o personagem da alegoria da caverna de Platão resta tentar mostrar as pessoas que melhorias somente acontecem distantes do senso comum que dispensa estudo e investigação para tomada de decisão.

Somente o pensamento crítico fundamentado em aquisição de conhecimento oferece a uma pessoa, física ou juridica, discernimento para identificar reais desafios e capacidade de criar oportunidades de vence-los.






terça-feira, 5 de junho de 2018

Comlurb começa a trocar sua frota por veículos elétricos e silenciosos

Prefeito Marcelo Crivella entregou nesta terça-feira (3) os três primeiros furgões do programa, que promete reduzir 80% das despesas de combustíveis na cidade.


Prefeiro do Rio apresenta novos carros elétricos da Comlurb (Foto: Reprodução/TV Globo)

A Comlurb promete dar adeus aos barulhentos caminhões que diariamente recolhem lixo na cidade. Neste Dia Internacional do Meio Ambiente (5), o prefeito Marcelo Crivella apresentou os três primeiros veículos elétricos que vão compor a futura frota 100% não poluente da companhia.

A meta da prefeitura é que até o fim do ano toda a frota da Comlurb seja elétrica  e silenciosa.

"O caminhão de coleta de lixo, esse que a gente vê na rua com os garis abastecendo, pegando contêineres e lançando nos captadores, essa frota também será elétrica", prometeu Crivella.

Os furgões apresentados nesta terça-feira estão sendo usados na coleta de lixo hospitalar nas cinco maiores unidades da rede pública municipal: Souza Aguiar (Centro), Miguel Couto (Gávea), Salgado Filho (Méier), Hospital-Maternidade Leila Diniz e Lourenço Jorge (ambos na Barra da Tijuca).

Os veículos têm capacidade para carregar 750 quilos, andam a até 50 km/h e possuem autonomia de 250 quilômetros por recarga. Sua vida útil é cinco vezes superior à dos carros convencionais, reduzindo a despesa de combustível em 80%.

Por praticamente não fazerem ruído, os veículos podem operar em áreas residenciais durante a noite. A recarga das baterias é feita em totens na garagem da Comlurb em Bangu, na Zona Oeste da cidade. Bastam duas horas para recarregá-las.

Comlurb tem carros elétricos para coleto de lixo e resíduos hospitalares no Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)
Comlurb tem carros elétricos para coleto de lixo e resíduos hospitalares no Rio (Foto: Reprodução/TV Globo)

"Crime contra o meio ambiente é um crime que, além de ser contra nós mesmos, é contra nossas posteridades e nossos vindouros filhos, netos. O Rio de Janeiro que encontrei ano passado e que eu já conhecia deve muito ao meio ambiente", disse o prefeito.



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Feito para transporte urbano de cargas leves e encomendas, o T3 tem 4,46 m de comprimento, 1,72 de largura, 1,87 de altura e 2,72 de entre eixos. O modelo tem baú com piso plano de aço e 3.300 litros de volume. O motor elétrico tem 218 cv e 31,5 kgfm.

Com duas portas corrediças laterais e mais uma tampa vertical traseira, o veículo permite fácil acesso ao compartimento de carga. Já a cabine é isolada do restante do conjunto, tendo ar-condicionado digital, sistema de som, bancos em couro com apoio de braços individuais nos dois assentos e trio elétrico.

O T3 tem capacidade de carga de 750 kg e pode alcançar 130 km/h, fazendo de 0 a 100 km/h em 16 segundos. A autonomia é de 250 km, mas pode-se rodar mais de 300 km de forma mais econômica, embora os freios não sejam regenerativos.

O veículo tem baterias de 48 kWh e também pode ser recarregado em 2h no dispositivo de parede. O custo estimado por km rodado é equivalente ao consumo de 43 km/litro de etanol, de acordo com a marca. O preço estimado fica em torno de R$ 170.000. Após 10 anos, a vida útil da bateria se encerra e as células são usadas em contêineres de energia.

quinta-feira, 12 de abril de 2018

Grama e canteiros viram mato alto pela cidade


Terreno ao lado da prefeitura, no Centro: mato toma conta
Terreno ao lado da prefeitura, no Centro: mato toma conta Terreno ao lado da prefeitura, no Centro: mato toma conta Foto: Márcia Foletto / Extra


A Estrada do Mato Alto fica na Zona Oeste. Mas o nome cairia bem em várias vias das zonas Norte e Sul ou do Centro, a julgar pelo serviço de capina da prefeitura. A responsabilidade é da Comlurb, que, para justificar o matagal, alega passar por reestruturação para rever métodos de trabalho adotados por antigas diretorias, formadas por indicações políticas do prefeito Marcelo Crivella.

Canteiro central da Avenida Rio Branco, no Centro
Canteiro central da Avenida Rio Branco, no Centro Canteiro central da Avenida Rio Branco, no Centro Foto: Márcia Foletto / Extra

Sem citar o economista e pastor evangélico Rubens Teixeira, um de seus antecessores, o atual presidente da Comlurb, Tarquínio Almeida, funcionário de carreira, disse que as gestões anteriores foram ineficientes.

— Essa administração assumiu no fim de fevereiro com o objetivo de restabelecer o trabalho de gestores técnicos na Comlurb. Tivemos, no passado recente, pessoas que vieram de fora, indicações políticas que não tiveram desempenho adequado. Agora, a gestão conta com profissionais da casa.

O fato é que a falta de conservação de áreas públicas virou alvo de reclamação da população.

— Os garis só capinam o Aterro do Flamengo de vez em quando, demoram muito para voltar. O parque é enorme. Capinam de um lado, e o outro fica com aspecto de abandono — queixa-se a aposentada Maria Almeida.

Tarquínio é o 4º presidente da companhia na gestão Crivella. Em 2017, o comando da empresa foi entregue ao funcionário de carreira Gustavo Puppi, substituído em outubro por Teixeira, que em janeiro foi afastado por ordem judicial, já que não poderia comandar a empresa por ter sido candidato a vereador. Sérgio Martins de Oliveira o substituiu até Tarquínio assumir. Procurado, Teixeira rebateu as críticas:

— Os currículos e a experiência falam por si só.

Segundo a Comlurb, 900 garis trabalham diariamente com ceifadeira mecânica e equipamentos manuais, como enxadas. O atual presidente da Comlurb diz também que, além de questões administrativas, as chuvas constantes do último verão atrapalharam:

— As chuvas deslocaram muita terra das encostas. As equipes de manutenção priorizaram a remoção dessa terra para evitar que os ralos entupissem — afirmou Tarquínio, acrescentando que as equipes passaram a trabalhar em três turnos.

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Manifesto dos 15 pontos!

No final de 2016, quando acontecia a "corrida presidencial" para a presidencia da Companhia, um grupo de empregados notáveia divulgou um manifesto contendo 15 pontos estratégicos para a nova gestão, fosse ela qual fosse.

Os pontos eram, são e serão pertinentes na Companhia e muito fou usado no Projeto "Comlurb Viva". Todavia, seu texto em alguns momentos destilava rancor, saudosismo algum revanchismo motivo pelo qual decidi escrever uma análise dos 15 pontos ponderando um a um.

Os 15 pontos são tão estratégicos que merecem sempre uma visita 

Fica mais facil ir a algum lugar quando sabemos onde querermos ir!

De tantos conselhos que podemos oferecer para aqueles profissionais que aspiram progredir na carreira com a real vontade de fazer o bem para sua instituição, o que considero mais eficaz é:
Atue o melhor possivel no seu nível atual e construa modelos de como atuaria um nível acima.
Com este pensamento o gari deve ter um excelente desempenho enquanto imagina o que faria e como faria caso fosse encarregado. Da mesma forma, o encarregado deve ter excelente desempenho enquanto imagina o que faria e como faria caso fosse gerente. Daí por diante, o gerente imaginando ser diretor, o diretor imaginando ser presidente...
Sempre agi desta forma. 
O projeto de uma começou a ser destilado em 2014 quando fui designado diretor e, como minha premissa, busquei ser um diretor de excelente desempenho sempre imaginando o que faria e como faria caso fosse presidente da companhia.
Empossado presidente em 2017 o plano de trabalho estava pronto!
Assim surgiu o Projeto Comlurb Viva!