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segunda-feira, 26 de junho de 2023

Pontos turísticos como Cristo, Arcos da Lapa e Pão de Açúcar vão ser monitorados por gestores

Notícias SETUR


Para aprimorar a experiência positiva dos visitantes que chegam ao Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Turismo criou a função de Gestores Locais de Áreas Turísticas, os G-TURs. Esses profissionais vão atuar em pontos estratégicos para o setor na cidade. São eles: Orla Conde/Boulevard Olímpico, Pão de Açúcar, Escadaria Selaron, Arcos da Lapa e Cristo Redentor/Trem do Corcovado.

Os nomes dos primeiros nomeados para a função estão sendo publicados no Diário Oficial. Eles terão, entre outras tarefas, que melhorar as condições de acessibilidade e infraestrutura, limpeza, sustentabilidade, sinalização e ordenamento urbano nesses locais. A ideia é que pontos turísticos muito visitados ganhem uma espécie de síndico, a exemplo dos subprefeitos.

A identificação dos G-TURs será por meio de uniforme especial, composto por um colete com a arte do projeto, que deixará o profissional bem visível aos turistas. Os gestores terão que produzir relatórios mensais, que serão usados na melhoria das políticas públicas dos pontos turísticos.

Os G-TURs vão atuar sempre em duplas, preferencialmente nas ruas. O programa terá a parceria de secretarias como as de Conservação e Assistência Social, e de  órgãos como CET-Rio, Rio-Águas, Rio Luz, Comlurb e Guarda Municipal.

sexta-feira, 14 de abril de 2023

Bandidos furtam 67 lixeiras da Comlurb na Lagoa durante a madrugada

Câmeras de segurança flagraram ocupantes de um Kombi levando algumas das 'laranjinhas'

Por O Globo — Rio de Janeiro

Veja também:

https://prefeitura.rio/comlurb/em-uma-unica-madrugada-criminosos-furtam-67-papeleiras-da-comlurb-na-lagoa/

https://g1.globo.com/rj/rio-de-janeiro/rj1/video/lixeiras-da-cidade-sofrem-com-depredacoes-e-furtos-11535320.ghtml


Bandidos furtaram, na madrugada desta sexta-feira, bandidos furtaram 67 papeleiras — lixeiras de rua — da Comlurb que estavam instaladas apenas no perímetro de oito quilômetros da Lagoa Rodrigo de Freitas, na Zona Sul do Rio. Câmeras de segurança do Centro de Operações Rio (COR) flagraram uma Kombi, sem a placa dianteira, levando alguns dos equipamentos, conhecidos como "laranjinhas", em pontos como as avenidas Epitácio Pessoa e Borges de Medeiros.

Em outra ação criminosa, no Largo do Machado, também na Zona Sul, foram vandalizadas e destruídas outras sete lixeiras, entre a noite da última quarta-feira e a madrugada de quinta-feira. Na mesma noite, mais dois cestos foram vandalizados na Zona Norte: na Rua Francisco Eugênio, em São Cristóvão, e na Rua Barão de São Francisco, em Vila Isabel. No dia seguinte, mais um furto foi identificado na Rua Constante Ramos, em Copacabana, na Zona Sul. Todas as "laranjinhas" já foram repostas, afirmou a Comlurb.

"É um grande absurdo o que vem acontecendo na nossa cidade em relação a furto e vandalismo de papeleiras. É dinheiro público jogado literalmente no ralo. As pessoas questionam locais que estão sem papeleiras, mas não imaginam o esforço brutal que precisamos fazer todos os dias para repor os cestos, recurso que poderia ser usado para adquirir mais equipamentos para a atuação da Comlurb na limpeza urbana", disse Flávio Lopes, presidente da Comlub.

De acordo com a companhia, a cidade conta atualmente com cerca de 45 mil lixeiras instaladas. Em média, de 500 a 600 unidades são furtadas ou vandalizadas por mês — cerca de seis mil por ano. São registrados casos de vandalismo e furto em toda a cidade, do Leblon, na Zona Sul, a Santa Cruz, na Zona Oeste. O prejuízo aos cofres públicos chega a cerca de R $ 1 milhão a cada ano, com base nos valores da última compra realizada — cada unidade foi adquirida por R$ 149,77. Em 2022, entre reposições, trocas e novas instalações, foram colocadas 5.584 peças, informou a Comlurb.

A companhia frisou que a durabilidade das lixeiras é de cerca de cinco anos, com limpeza e manutenção necessárias e que faz diariamente a instalação de cestas, contemplando todos os bairros da cidade.

segunda-feira, 12 de outubro de 2020

Assentamento Precário Urbano modelo chinês

Parece... mas não é... ainda!

Cidade das Trevas: o lugar mais densamente povoado da Terra agora está abandonado

Petar Djajkovski

Dentro de Hong Kong, na cidade de Kowloon, havia um assentamento conhecido como Cidade Murada de Kowloon.


O assentamento era o mais densamente povoado do mundo, com cerca de 50.000 pessoas amontoadas em apenas alguns blocos de edifícios. Foi construído sem qualquer planejamento urbano, o que é precisamente o que torna este assentamento tão fascinante: a atmosfera de um caos arquitetônico perfeito.

Com sua natureza caótica, a Cidade Murada tornou-se um esconderijo para atividades criminosas, o que acabou levando ao seu fim como bairro.

História

As origens da Cidade Murada foram como um posto avançado da Dinastia Song, onde sua função era administrar e monitorar o comércio de sal. Isso foi por volta dos anos de 960 e 1279 DC. Cerca de 800 anos depois, uma pequena fortaleza costeira foi construída no local.

Começou a se desenvolver como um assentamento urbano após a Segunda Guerra Mundial, quando os japoneses se renderam, deixando Hong Kong e a Cidade Murada que eles ocupavam anteriormente.

Com toda Hong Kong sob o comando e vigilância britânicos, a Cidade Murada se tornou uma espécie de embaixada chinesa não oficial dentro do enclave britânico de Hong Kong.

Era um lugar onde os refugiados buscavam novas casas para morar, novos edifícios eram construídos e a população começou a crescer.

Os britânicos não a governavam na prática e, com exceção de duas ou três batidas policiais de Hong Kong, a cidade estava totalmente sob suas próprias regras. Depois de um tempo, a Cidade Murada se tornou a capital dos sindicatos do crime organizado conhecidos como Tríades.


  

Não há maneira melhor de descrever a atmosfera da Cidade Murada de Kowloon do que com as palavras de Leung Ping-kwan, um conhecido poeta, romancista, ensaísta, estudioso de Hong Kong, importante figura cultural da cidade e destinatário do Hong Kong Kong Medal of Honor.

Em seu livro Cidade das Trevas, ele escreveu o seguinte:

 “Aqui, as prostitutas instalaram-se de um lado da rua enquanto um padre pregava e distribuía leite em pó aos pobres do outro; assistentes sociais davam orientações enquanto os viciados em drogas se agachavam embaixo da escada subindo ao alto; o que eram centros de jogos infantis de dia tornou-se locais de show de strip à noite.

Era um lugar muito complexo, difícil de generalizar, um lugar que parecia assustador, mas onde a maioria das pessoas continuava levando uma vida normal. Um lugar como o resto de Hong Kong. ” Leung Ping-kwan - Cidade das Trevas, p. 120

A Cidade Murada de Kowloon era um labirinto moderno feito pelo homem de concreto, fios, canos, janelas incompatíveis, drenagem inadequada, terraços em jaulas, pontes de metal incompletas e becos estreitos e curtos.

Era possível caminhar de um lado para o outro sem nem mesmo tocar no chão sólido.


Apenas o centro de tudo era um espaço aberto (yamen) onde as pessoas se reuniam para tomar chá, assistir televisão e socializar.

Devido à proximidade do Aeroporto Kai Tak, os edifícios da cidade não podiam exceder quatorze andares. Eles provavelmente teriam sido construídos muito mais altos se não fosse pela restrição do aeroporto.

Hoje, a maior parte da cidade murada de Kowloon foi demolida pelo governo de Hong Kong.

Eles elaboraram um plano para transformar a cidade em uma área de parque, onde os pavilhões e as trilhas de caminhada receberam os nomes das antigas ruas e edifícios da Cidade Murada.

Muito poucos dos edifícios originais ainda permanecem e estão quase todos vazios. Os turistas podem visitá-los, caminhar em seus telhados e tentar compreender o que antes existia ali.

terça-feira, 16 de abril de 2019

Sobre limpeza de ralos e a estrutura organizacional da prefeitura

A declaração do Chefe da Casa Civil sobre a falha da prefeitura em responder às demandas geradas pelas intensas chuvas e a determinação judicial para que o Poder Executivo elaborasse um plano emergencial são evidencias da necessidade de modelar uma estrutura organizacional capaz de prover estabilidade institucional para busca de melhor desempenho operacional e qualidade na prestação dos serviços operacionais urbanos do município do Rio de Janeiro.

O Trabalho de Conclusão de Curso de Especialista em Gestão Pública com ênfase em governo Local – Infraestrutura Local aborda a questão propondo uma estrutura organizacional para o serviço operacional urbano nas dimensões de saneamento básico; conservação urbana e resiliência climática urbana. 













'Não tem trabalho prévio. A limpeza de bueiros parou', diz Messina sobre prefeitura

Atual vereador do PROS, chefe da Casa Civil licenciado afirma que a Secretaria municipal de Conservação do Rio "falhou" nas chuvas. Segundo ele, para não sofrer impeachment, Crivella "terá de provar inocência"

Por CÁSSIO BRUNO

Publicado às 04h00 de 15/04/2019

O prefeito Marcelo Crivella (à esquerda) e Paulo Messina
O prefeito Marcelo Crivella (à esquerda) e Paulo Messina - 
Apelidado de “primeiro-ministro” do prefeito Marcelo Crivella (PRB), Paulo Messina (PROS), de 43 anos, é chefe da Casa Civil, mas se licenciou para assumir o mandato de vereador e tentar barrar o impeachment. 

O prefeito errou na condução da articulação política com a Câmara?
A prefeitura passou dificuldades financeiras graves em 2017. O morador tem uma percepção de que os serviços públicos deixaram a desejar. O morador cobra ostensivamente o vereador. E o vereador sofre desgaste.
Mas muitos vereadores reclamam que perderam os cargos no governo.
Não é só isso. Quando o vereador pede ou indica, até um técnico, o que ele quer, na verdade, não é dar o emprego ao cara. É de que o morador entenda que ele está com prestígio com o prefeito naquela região.
Como vê o trabalho do prefeito nas chuvas?
Foi falha da Conservação. O COR (Centro de Operações Rio) faz o anúncio com antecedência suficiente e as equipes não vão para a rua. Claramente, você não tem trabalho prévio. Este ano, a limpeza prévia de bueiros parou. O poder de reação da Conservação deixou o prefeito vendido.

sábado, 24 de fevereiro de 2018

Reboque Operacional compacto Lava jato

Nasceu como reboque operacional!



Fonte site Certoma

Reboque PTC-Masterfluid de alta pressão compacto de duas rodas com homologação rodoviária, licença tipo B. Cobertura de fibra de vidro.


CTR-C
Concebido para a desobstrução de redes de saneamento, águas pluviais, lavagens, limpeza de mobiliário urbano, decapagens e outros usos para água em alta pressão. Motor Diesel ou Gasolina com potência 22.8 hp, 16.8kW, capacidade de 30 a 60 lts/min e depósito de água com 400 litros

CTR-H
Trabalha com água fria, quente e vapor para limpeza de ambientes urbanos como monumentos, higienização, controle de ervas daninhas. Limpeza eficaz de paredes, monumentos, pontes, infraestruturas em betão, remoção de pastilhas elásticas e graffities. Motor Diesel com potência 18.8 hp, 13.8kW, capacidade de 16 a 30 lts/min e depósito de água com 200 litros






quinta-feira, 24 de agosto de 2017

É sempre mais difícil limpar!!!

Uma equipe de dedicados garis esteve na Pedra da Onça (Ilha do Governador) para remover pichações pela segunda vez este ano. Foram usados três litros de removedor e 600 litros de água na remoção de cerca de 40 pichações

quarta-feira, 19 de julho de 2017

Limpeza e remoção de pichação

A equipe da Gerência da Região Portuária - SG01P atuou durante a madrugada de hoje em uma operação especial de limpeza e remoção de pichação na estrutura RIO TE AMO localizada na Praça Mauá. 

sexta-feira, 28 de abril de 2017

limpeza no Túnel do Pepino, em São Conrado

Na madrugada desta sexta-feira a equipe da Gerencia de Serviços Extraordinários - SGE realizou uma super ação de limpeza no Túnel do Pepino, em São Conrado. Foi feita a lavagem hidráulica, limpeza dos tapumes, retirada de resíduos e limpeza das baias e canaletas da segunda galeria do túnel, sentido Barra X São Conrado. 👏👏👏

Limpeza de Manifestações

Devido as manifestações e atos pela greve geral, promovidos pelos sindicatos, nossas equipes estão atuando com prontidão na limpeza e desobstrução das vias atingidas. 


Foram destacados 33 garis para manter a limpeza no Centro, sendo 22 garis na Rua Uruguaiana com Av. Chile e 11 garis na Rua Primeiro de Março, com auxílio do caminhão basculante pequeno. Já na Cinelândia e Passeio Público, a equipe da gerência de Serviços Especiais foi acionada.





segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Nunca Tantos deveram tanto a tão poucos!

Limpeza de pichação no marco histórico de Santa Cruz

São tantos vandalizando e sujando a cidade para que os relativamente tão poucos garis limpem que parece que estamos em constante guerra com aqueles que insistem em tentar tirar a beleza de nossa cidade!













O título é uma frase famosa, portadora de carga semântica extremamente emotiva e forte, emitida pelo 1° Ministro britânico Winston Churchil, exaltando o ato heróico dos pilotos da RAF que, com seus poucamente numerosos Spitfires e Hurricanes, digladiaram com os ME 109 da Luftwaffe pelos céus da Grã-Bretanha, estando em proporção bem diminuta em relação à Força Aérea Alemã, em plena II Guerra Mundial.