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Mostrando postagens com marcador JUGAAD. Mostrar todas as postagens
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sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Comlurb instala contêineres sustentáveis no Piscinão de Ramos

Em uma época de severas restrições orçamentárias o improviso é uma saída. No entanto, o risco é que o improviso se transforme na regra e surja uma administração gambiarra. 




Por: Aline Macedo



Quem for ao Piscinão de Ramos para escapar do calorão que está fazendo no Rio vai encontrar latões de lixo diferentes.

No fim do ano passado, a Comlurb instalou dez contêineres produzidos pelos próprios garis, construídos com madeira reaproveitada de pallets jogados fora. As tampas usam a parte superior das papeleiras que já estão sem condições de uso.

Os equipamentos, com capacidade para 150 litros, são fixados em uma base para dificultar furtos e atos de vandalismo.

A ideia é instalar 100 unidades no Piscinão de Ramos até junho. Além disso, novas peças serão produzidas e instaladas em outras praias da cidade.

quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Homem cria ecobarreira caseira e retira 1 tonelada de lixo de rio


Cansado de ver rio sujo, Diego Saldanha criou uma ecobarreira para retirar lixo jogado por população


Diego é morador de Colombo, cidade próxima de Curitiba e estava cansado de ver lixo no rio Atuba que fica próximo a sua casa e resolveu agir.

Ele criou uma ecobarreira caseira para segurar o lixo flutuante e com isso já retirou mais de 1 tonelada de lixo do rio, inclusive capacete e até um fogão.

“Tomei essa iniciativa por que quero demonstrar aos meus filhos que precisamos preservar a natureza”. Disse ele em entrevista ao Bem Paraná.

Para fazer a ecobarreira ele usou galões de água de 20 litros, envolvidos em redes de proteção. Com isso, segura todo o lixo flutuante que é jogado no rio.

“O projeto nasceu da necessidade de dar mais vida ao rio. Eu nasci aqui, pescava e nadava nesse rio. Eu estava vendo o Rio Atuba morrer e resolvi dar minha parcela de contribuição”, afirma. “O pessoal reclama das enchentes, mas não faz sua parte”, disse ele.

Hoje Diego chega a dar aula de meio ambiente e palestras ensinando as crianças a fazer suas próprias ecobarreiras.

Atitudes assim vindo de gente simples, motivam e dão esperanças de ter um futuro melhor. Precisamos urgente de um plano de limpeza dos rios e matas ciliares. Colombo precisa acordar, para o turismo natural, poderia gerar renda com as visitas, além de tornar a cidade mais limpa e saudável

sexta-feira, 21 de abril de 2017

Reaproveitando as ferramentas

O colaborador Valter Rodrigues, da Gerência da Pavuna NG25P, entrou na Comlurb em 1995 com 55 anos, e hoje com 77 anos revolucionou o seu setor de trabalho reaproveitando as ferramentas. 

Deu novo uso a um material que poderia ser descartado, a vassoura de aço, utilizada pela equipe de roçada, que com o desgaste é inutilizada. O Valter Rodrigues reaproveitou a vassoura usando como raspadeira para retirar propagandas irregulares em espaço público e deu muito certo!



👏🏻👊🏻

quarta-feira, 1 de março de 2017

Hibrido de caixa metálica e reboque operacional

Protótipo de equipamento hibrido reboque utilizado em micro trator com caçamba metálica (Multiuso) de 5 m3 esvaziadas em caminhões compactadores por meio de guincho. 

A ideia é  trazer o conceito de viatura satélite para o micro trator em coleta de comunidades. Percorrendo vias estreitas de comunidades o conjunto executa a coleta manual de resíduos e depois esvazia sua carga em um caminhão compactador. O improviso bem intencionado no melhor estilo Jugaad desconsidera uma questão mais relevante que é o estado lastimável dos micro tratores em operação e sua potencial substituição por viaturas satélites de verdade.

O conceito no entanto ganha mais exequibilidade com o uso de pneus especiais para movimentação na areia da praia. Por não haver disponibilidade de viaturas satélites capazes de transitar pela areia, um conjunto de caçamba hibrida com trator de praia pode levar para a limpeza de praia o conceito de "satélite".




quinta-feira, 12 de maio de 2016

Prolongamento de Caçamba de Satélite

O veículo satélite existe para orbitar em torno de um veículo compactador de maiores dimensões. O satélite "puxa" o lixo para o roteiro do caminhão maior! Os equipamentos devem operar de forma harmônica criando um conjunto perfeitamente integrado.

No entanto, quando, por causa do lifter na traseira do compactador, o satélite não alcança adequadamente a caçamba, abre-se espaço para o improviso aumentando o risco da operação e reduzindo a produtividade.
O improviso força o trabalhador a usar pranchas de madeira para conduzir a carga para a caçamba do caminhão e movimentar o resíduo com ferramentas. O improviso não é essencialmente negativo pois mostra o caminho da solução de problemas, a persistência no improviso é que é negativa pois não se busca a solução completa dos problemas ou dificuldades. 

Buscar um satélite que opere de forma integrada com o caminhão sem improvisos. Talvez alterando o projeto da caçamba do caminhão, projeto do lifter, ou, transformando o improviso em um prolongamento da caçamba do satélite devidamente projetado como as fotos a seguir:







quarta-feira, 13 de abril de 2016

Unidade móvel de atendimento ao Cliente

Como transformar uma antiga carrocinha de
 pipoca em um ponto de atendimento ao cliente.



A equipe de atendimento ao cliente deve ser uma unidade transformadora dentro da empresa, onde os problemas e dúvidas são transformados em satisfação! Visando isso, a Oeste Limpa criou a Unidade móvel de atendimento ao cliente. 

A manhã dessa sexta feira está sendo movimentada no Calçadão de Campo Grande, onde está estacionada a unidade móvel de atendimento ao cliente que a Diretoria de Serviços Oeste acaba de restaurar e colocar em funcionamento para atender a população.

Durante os próximos meses, ela estará no local para captar solicitações serviços como varrição, coleta domiciliar, remoção de lixo público, bens inservíveis e roçada para a comunidade daquela região, além de incentivar o uso da central de atendimento 1746.

Uma das vantagens da unidade móvel é justamente sua mobilidade, o que permite atender todos os bairros da Zona Oeste. 


Essa é a Oeste Limpa! Tratando a Zona Oeste como ela quer ser tratada!







sexta-feira, 17 de abril de 2015

Improviso na limpeza de peixes mortos

Percebendo que somente remover os peixes mortos das margens da Lagoa Rodrigo de Freitas seria um trabalho prolongado pois muitos peixes estavam ainda no espelho d´água, surgiu a idéia de utilizar uma rede de pesca especialmente confeccionada para puxar os peixes mortos para um local de melhor operação de remoção.

A rede foi tecida manualmente durante a noite e pelo motorista Jorge da Silva Rocha, o Cicicnho, em sua residência em Pedra de Guaratiba. O equipamento estava pronto para ser utilizado na manhã de sábado.







Com embarcações da Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro FRERJ e equipe bem disposta da OGE foi possível utilizar a rede tecida de véspera na coleta de peixes mortos no espelho dágua da lagoa Rodrigo de Freitas.











A iniciativa ofereceu a oportunidade de abrir uma nova frente de trabalho com a remoção dos peixes que chegavam a margem e também buscando embarcado os que continuavam flutuando nas águas. 





No mesmo fim de semana que iniciamos a utilização da rede de pesca especialmente tecida para recolher peixes mortos flutuando os ECOBOAT chegaram para operação na Lagoa Rodrigo de Freitas.

É claro que a produção de um ECOBOAT é imbatível diante da operação artesanal que estávamos fazendo manualmente. No entanto, no início da mortandade, a utilização de uma rede de arrasto pode ser a primeira resposta eficaz e barata à uma situação que pode evoluir para a necessidade de uma embarcação de maior porte.

Enquanto os ECOBOATS não chegam ou, até mesmo, permanecem. O empenho manual artesanal de empregados totalmente focados e dedicados como os garis da OGE podem fazer alguma diferença1


segunda-feira, 19 de janeiro de 2015

JUGAAD - Para ajudar a "virar lage"

Veja com um indiano é capaz de usar qualquer coisa como ferramenta para fazer seu trabalho mais fácil.


JUGAAD - Não é preciso ser Engenheiro para ser Engenhoso!

JUGAAD - Uma forma indiana de fazer as coisas


O que é Jugaad?

Jugaad é uma palavra coloquial Hindi que significa aproximadamente uma solução improvisada nascida de ingenuidade e esperteza. Jugaad nada mais é que uma forma de pensar e agir em resposta aos desafios. É a arte de identificar uma oportunidade de "superar restrições severas ao improvisar uma solução eficaz utilizando recursos limitados".


Buscar oportunidade na adversidade
Gestores Jugaad percebem as restrições como oportunidades para inovar.

Fazer mais com menos
Inovadores Jugaad são altamente engenhosos em face da escassez.

Pensar e agir de forma flexível
Gestores Jugaad constantemente questionam o status quo, mantém todas as opções em aberto, e transformam os serviços existentes em novos modelos.

Agir com simplicidade
Jugaad não é sobre a busca de sofisticação ou perfeição, mas sim sobre o desenvolvimento de uma solução "suficientemente boa" para que o trabalho seja feito.

Incluir todos
Gestores Jugaad buscam intencionalmente os empregados mais simples para trazê-los para o foco principal.

Seguir seu coração

Gestores Jugaad não dependem de números para decidir nem se preocupam como os demais vão reagir a suas novas estratégias. Eles conhecem o seu negócio intimamente e confiam e seguem seus corações.




terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Jugaad de cada um!

“O que é jugaad? Jugaad é uma palavra coloquial em hindu, cujo sentido pode ser explicado como "um conserto inovador; uma solução improvisada, com base na engenhosidade e inteligência". A jugaad é, de forma bastante simples, uma maneira única de pensar e agir em resposta a desafios; trata-se da arte corajosa de identificar oportunidades nas circunstâncias mais adversas e engenhosamente improvisar soluções utilizando meios simples. Jugaad significa fazer mais com menos. A jugaad é praticada no dia a dia por quase todos os indianos para produzir o máximo com o que possuem”. 


Fantástico! 

No entanto, se as circunstâncias não são adversas o improviso é somente um exercício de criatividade. Havendo disponibilidade de usar um equipamento projetado para exercer uma determinada atividade, que nasceu para aquilo, o resultado será sempre mais produtivo e seguro que uma gambiarra bonitinha!

Temos o exemplo clássico do container plástico usado como carrinho de varrição. Demorou anos para reconhecer que o equipamento projetado para ser utilizado para armazenar lixo durante a varrição, ergonomicamente desenhado, com hastes para fixação de ferramentas, com a dimensão correta do saco plástico é inegavelmente melhor para o varredor que o container plástico de 240 litros que nasceu para ser equipamento de acondicionamento de lixo domiciliar em residências multifamiliares!

Uma papeleira nasce papeleira, um container nasce container, uma vassoura é uma vassoura.  Estamos no meio do nada, forçados a improvisar com o que temos disponível? Não! Então use algo com patente! 

quinta-feira, 14 de março de 2013

Improviso tecnologico


 Um trabalhador opera uma “scooter náutica”  adaptada para coletar lixo em um rio em Paranaque, região metropolitana de Manila nas Filipinas. A operação fez parte de uma campanha maciça para limpar os rios de Manila poluídos depois de anos de industrialização descontrolada e surgimento de favelas despejando resíduos industriais e domiciliares nas águas.




terça-feira, 6 de julho de 2010

CONTAINER DE VARREDURA - Idéia Questionável II

Usar containers projetados para acondicionamento de lixo domiciliar para servir de carro de coleta de lixo de varredura ("lutocar") já é uma idéia questionável.


Insistir no erro criando adaptações "ergométricas" é desrespeitar o trabalhador reconhecendo que o container é um erro mas vamos dar uma ajudinha com alguns penduricalhos.






Se as adaptações tentam aproximar o container de varredura de algo que seria um "lutocar", então porque não usar realmente um "lutocar"?




quarta-feira, 30 de junho de 2010

CONTAINER NA VARRIÇÃO - Idéia Questionável





O "Lutocar" (Little + car) é um carrinho das dimensões adequadas para um saco plástico, com dispositivos de transporte de ferramentas, rodas de fácil rolamento e alças que possibilitam sua movimentação de forma ergométrica.

É um equipamento simples, bem bolado, muito utilizado (exemplos de Paris e Buenos Aires), ideal para coleta dos resíduos de varredura.

No "tupiniquins", com a desculpa de que era necessério economizar saco plástico, alguém resolveu abolir o "lutocar" (veja exemplo) e substituí-lo por um container plástico de 240 litros.




O container plástico de 240 litros, projetado originalmente para acondicionar lixo domiciliar e ser movimentado somente entre a moradia e o caminhão, não tem dispositivos para transporte de ferramentas, não tem rodas de fácil rolamento, não tem alças ergométricas que facilitam a movimentação e, coisa de cretino, não economiza saco plástico pois o varredor continua usando a mesma quantidade de sacos que usaria em um "lutocar" para acondicionar o lixo de sua varredura. Além do complicador de não ter as dimensões para receber um saco plástico sendo necessário usar "preguinhos" para prender o saco no lugar!

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dispositivo Antifurto de Containers

Em uma viagem de passeio para a ilha de Curaçao encontrei um dispositivo que fixava o container em um determinado ponto do logradouro. O Gari da coleta utilizava uma chave triangular, removia os resíduos no caminhão e trazia de volta o container.
Muito interessante para evitar principalmente o furto, mas também a mudança de local do container feita muitas vezes por alguém que não tem a ver com o sistema de limpeza urbana.
Trouxe a idéia para a Comlurb e algum tempo depois foram criados os "dispositivos antifurto de containers" descrito da seguinte forma:
O projeto do dispositivo antifurto consiste prender no chão uma estrutura tubular de aço galvanizado com sistema de garras onde o conjunto de containeres é fixado com trava semelhante as das papeleiras.

Confeccionado nas versões de dois, três e quatro containeres, visa reduzir o risco de furto ou uso indevido em áreas de acessos a comunidades, centros comerciais, praças ou outros logradouros que necessitem de um ponto fixo de containeres.