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Mostrando postagens com marcador Lutocar. Mostrar todas as postagens
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terça-feira, 25 de junho de 2024
Equipamentos de varrição em Mônaco
Varredor em logradouro em Monaco
Destaque para o lutocar utilizando armação para fixação de dois tipos de sacos plásticos para coleta diferenciadas. O equipamento possui compartimento rígido provavelmente para guarda de sacos e utensílios.
domingo, 26 de novembro de 2023
Equipamentos de varrição em Bruxelas na Bélgica
Passagem de trabalhadores de varrição nas ruas de Bruxelas na Bélgica
Destaque para o lutocar utilizando armação para fixação de dois tipos de sacos plásticos para coleta diferenciadas. O equipamento possui compartimento rígido provavelmente para guarda de sacos e utensílios.
Os trabalhadores estão equipados com pá quadrada de cabo longo e vassoura de piaçava com cabo de fixação central.
terça-feira, 18 de julho de 2023
Considerações sobre a limpeza urbana em Richmond - Reino Unido - III
Os varredores usam lutocares duplos que já testamos uma vez sem sucesso na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Nossos garis achavam o equipamento muito desconfortável e pesado para movimentar, apesar da vantagem operacional de reduzir a quantidade de pontos de sacos de lixo de varrição.
Os garis aqui varrem pouco e catam muito com os apanhadores.Também já testamos os apanhadores de lixo pequeno no Rio de Janeiro, no entanto, nossos garis são fãs da vassoura e pá até para gimba de cigarro.
Existem poucas papeleiras e as encontradas são aquelas grandes de metal estilo londrino.
segunda-feira, 19 de setembro de 2022
Trabalhadores de Varrição em Londres
Já testamos esse carrinho de varrição (lutocar) na Cidade do Rio de Janeiro.
Os trabalhadores criticaram por ser pesado e muito grande dificultando a manobra das calçadas.
quarta-feira, 23 de janeiro de 2019
terça-feira, 14 de julho de 2015
Lutocar 2.0 - O Lutocar turbinado!
Os novos lutocares desenvolvidos pela Fábrica Aleixo Gari (LGF) devem ajudar na melhoria do Índice Padrão de Limpeza das gerências considerando suas vantagens muito boas em relação ao lutocar original:
- Sua caçamba é lisa favorecendo a retirada do saco sem rasgar ou forçar o gari.
- A caçamba rígida também possibilita o uso eventual sem saco
- As dimensões da caçamba são compatíveis com as dos sacos plásticos eliminando a necessidade de adaptações criativas usadas fara fixas os sacos nos containers ainda usados na varrição.
- São ergonômicos e muito suave no manuseio!
quarta-feira, 1 de abril de 2015
Carrinho duplo de Varrição
Este é um protótipo de carrinho duplo de varrição - lutocar duplo - utilizando dois contêineres plásticos de 120 litros em uma estrutura metálica com roda de bicicleta.
O carrinho duplo de varrição existe em operação em algumas cidades na Europa. O objetivo deste tipo de carinho é reduzir a quantidade de pontos de disposição de sacos da varrição para obter ganhos no tempo de coleta.
Não foi bem recebido pelos trabalhadores pois o peso do primeiro contêiner cheio deveria ser movimentado durante todo o enchimento do segundo contêiner.
| Carrinho duplo em Madri - espanha |
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
Carrinho de varrição em Pudong, Shanghai
Pudong é um distrito de Xangai, China. Desde que a área começou a ser
desenvolvida em 1990 quando
os planos foram anunciados, Pudong tem emergido como o centro
financeiro e comercial da China. Pudong abriga importantes marcos
arquitetônicos como a Jin Mao Tower,
a Oriental Pearl Tower e o Shanghai World Financial Center.
segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Banir o saco plástico
Se o objetivo é eliminar o uso do saco plástico do serviço de varrição é importante pensar no tempo de deslocamento do trabalhador transportando o resíduo varrido para algum ponto de acumulação e seu retorno ao ponto onde a varrição foi interrompida.
Se o carrinho que armazena o lixo durante a varrição tiver
pouca capacidade de transporte então várias idas e vindas (viagens) serão
necessárias para concluir o roteiro o que reduzirá consideravelmente a produtividade
da equipe.
Tempo do expediente = tempo de deslocamento + tempo de varrição
O tempo do expediente é constante, então, quando acontece um
aumento no tempo de deslocamento haverá uma redução no tempo de varrição, ou
seja, menos varrição para cada gari. Para reverter esta situação podemos reduzir o tempo de deslocamento de duas formas:
Aumentando a quantidade de pontos de acumulação
Aumentando a capacidade de transporte do carrinho.
Mas, infelizmente, nunca se chegará à situação quando
de usa o saco plástico quando o tempo de deslocamento é diminuto e o tempo de
varrição é praticamente o mesmo do tempo de expediente.
Banir o saco plástico significa inegavelmente melhorar o
aspecto visual do logradouro, mas também significa reduzir a produtividade de
cada trabalhador se não houver um suporte com outros tipos de equipamentos. Normalmente é assim, para cada escolha existe uma renúncia.
sábado, 21 de janeiro de 2012
Apresentação oficial do Lutocar
http://percolado.blogspot.com/2010/10/retorno-do-lutocar-e-da-remocao-rapida.html

http://diariodemocratico.com.br/rio-de-janeiro/5022
Outra iniciativa da Comlurb é a substituição dos contêineres de 240 litros por novos equipamentos que facilitam a atuação dos garis no recolhimento dos resíduos durante a caminhada varrendo as ruas. Para a criação do equipamento foram levados em consideração fatores ergométricos visando garantir mais agilidade, reduzir o esforço físico e dar melhores condições à jornada de trabalho do gari.
Os braços de alavanca mais longos do modelo diminuem o peso do material transportado e dão mais equilíbrio aos trabalhadores. O equipamento ainda tem uma porta na frente por onde o gari pode retirar o saco plástico cheio de detritos com menor esforço, sem precisar puxar o material por cima como nos contêineres.
Copacabana recebeu os 50 primeiros equipamentos, que foram desenvolvidos e estão sendo confeccionados pela a equipe da fábrica própria da Companhia, a Aleixo Gari. A fábrica enviará 100 unidades por mês ao serviço de varrição até a substituição completa dos contêineres.
A Comlurb promove uma enquete com a população para que ela escolha um nome para esse equipamento.
Realidade:

http://diariodemocratico.com.br/rio-de-janeiro/5022
Outra iniciativa da Comlurb é a substituição dos contêineres de 240 litros por novos equipamentos que facilitam a atuação dos garis no recolhimento dos resíduos durante a caminhada varrendo as ruas. Para a criação do equipamento foram levados em consideração fatores ergométricos visando garantir mais agilidade, reduzir o esforço físico e dar melhores condições à jornada de trabalho do gari.
Os braços de alavanca mais longos do modelo diminuem o peso do material transportado e dão mais equilíbrio aos trabalhadores. O equipamento ainda tem uma porta na frente por onde o gari pode retirar o saco plástico cheio de detritos com menor esforço, sem precisar puxar o material por cima como nos contêineres.
Copacabana recebeu os 50 primeiros equipamentos, que foram desenvolvidos e estão sendo confeccionados pela a equipe da fábrica própria da Companhia, a Aleixo Gari. A fábrica enviará 100 unidades por mês ao serviço de varrição até a substituição completa dos contêineres.
A Comlurb promove uma enquete com a população para que ela escolha um nome para esse equipamento.
sexta-feira, 23 de dezembro de 2011
O lutocar voltou... E agora?
http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=2388259
Conforme publicado neste blog em 25 de outubro de 2010 o retorno do lutocar e a conseqüente extinção dos containers na varrição é parte de um conjunto maior de ações necessárias para encarar a varrição como um processo a ser melhorado
Considerações sobre o processo de varrição:
5. Considerar o uso de um carrinho de 500 litros (170Kg), o “Gariquichá”, como uma opção para o acondicionamento de resíduos de varredura. Além de ser uma oportunidade de reduzir o consumo de sacos plásticos na varredura o “Gariquichá” pode ser utilizado para transportar resíduos de limpeza de ralos e roçada. Com modificações em sua caçamba podem ser criadas opções especiais para transporte de roçadeiras ou material de combate a pichação. Existindo “Gariquichás” pode haver a oportunidade de eliminar o custo de fabricação dos atuais carrinhos de mão na IGF.
6. Considerar o uso de caixas metálicas como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em áreas públicas com local reservado para acondicionamento de lixo, tipo Ecopontos, e instalações da Comlurb com boa área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “Cangurú”
7. Considerar o uso de containers semi-enterrados como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em regiões específicas da cidade onde sua presença entre em harmonia com o logradouro, ou em instalações da Comlurb com pouca área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “munk”.
Conforme publicado neste blog em 25 de outubro de 2010 o retorno do lutocar e a conseqüente extinção dos containers na varrição é parte de um conjunto maior de ações necessárias para encarar a varrição como um processo a ser melhorado
Considerações sobre o processo de varrição:
1. Promover a extinção do uso dos containers na atividade de varrição, pois não são projetados estruturalmente e ergonomicamente para percorrer os dois mil metros diários esperados para um varredor.
2. Considerar que o uso de sacos plásticos é inerente ao serviço de varrição, seu uso deve ser racionalizado, mas não extinto. É necessário promover uma análise de valor das características do produto como oportunidade de redução do custo unitário para redução do montante disponibilizado em sua aquisição, apesar do custo anual per capta não ser significativo.
3. Considerar retorno do uso do “Lutocar” como principal equipamento para o acondicionamento de resíduos de varredura, pois são projetados estruturalmente e ergonomicamente para percorrer os dois mil metros diários esperados para um varredor.
4. Considerar retorno da “remoção rápida” intensificando o uso de minibasculantes ainda mais compactos próximos ao tamanho de uma caminhonete trabalhando de forma combinada os veículos compactadores
5. Considerar o uso de um carrinho de 500 litros (170Kg), o “Gariquichá”, como uma opção para o acondicionamento de resíduos de varredura. Além de ser uma oportunidade de reduzir o consumo de sacos plásticos na varredura o “Gariquichá” pode ser utilizado para transportar resíduos de limpeza de ralos e roçada. Com modificações em sua caçamba podem ser criadas opções especiais para transporte de roçadeiras ou material de combate a pichação. Existindo “Gariquichás” pode haver a oportunidade de eliminar o custo de fabricação dos atuais carrinhos de mão na IGF.
6. Considerar o uso de caixas metálicas como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em áreas públicas com local reservado para acondicionamento de lixo, tipo Ecopontos, e instalações da Comlurb com boa área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “Cangurú”
7. Considerar o uso de containers semi-enterrados como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em regiões específicas da cidade onde sua presença entre em harmonia com o logradouro, ou em instalações da Comlurb com pouca área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “munk”.
8. Desenvolver uma viatura compactadora que combine guindaste “munk” e guindaste “canguru” como objetivo de aumentar a flexibilidade operacional para coleta de resíduos de varredura em caixas metálicas, containers semi-enterrados, vazamento de viaturas “satélite” e também coleta direta de sacos em logradouro.
9. Estudar para cada Região Administrativa qual o conjunto de equipamentos de acondicionamento, armazenamento e transporte de resíduos de varredura mais adequado do ponto de vista operacional e financeiro.
O Lutocar está de volta!
Praticamente uma década foi o tempo para as pessoas reconhecerem a falácia do uso de containers como equipamento de remoção de resíduos de varrição. O Lutocar está de volta com nova programação visual, linda! O mesmo projeto de antes, simples e eficaz, ergonômico, mas outrora abandonado em nome da gambiarra chamada containers.


Vitória do bom senso! Benefício para os garis!
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Varredura em Lima - Peru
As fotos apresentam a varredura no centro de Lima realizada com vassoura pequena, "papão" e container de 120 litros. Pode-se ver também uma papeleira na calçada atrás do gari.
Interessante é a máscara usada pelo varredor. Lima é uma cidade muito seca que não chove há anos, no entanto, não percebi a necessidade de proteção contra poeira.
O centro da cidade é muito bem policiado e é um ambiente bem limpo. O gari praticamente não varre, somente faz uma catação com se estivesse em um shopping. Diferente da perferia onde a segurança e a limpeza começam a faltar
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
RETORNO DO LUTOCAR E DA REMOÇÃO RÁPIDA
Conteúdo de relatório para propor melhorias no acondicionamento, armazenamento e transporte do resíduo gerado pela varrição.
Apresentação de proposta para retorno do “Lutocar”.
As adaptações desenvolvidas pela IGF e alguma “soluções” criadas pelos garis tentaram fazer com que o container se transformasse em um antigo “Lutocar”. Então se a tendência natural do usuário é ter um “Lutocar” então nada mais natural que fornecer um “Lutocar” de verdade.
Considerando que os sacos plásticos não serão de todo extintos, como era a intenção quando se adotou os containers, propomos reeditar a fabricação do “Lutocar” desenvolvido ergometricamente para movimentação com boa postura do gari, transporte adequado de ferramentas, acondicionamento de resíduos de varredura em sacos plásticos. Equipamento que seja resistente e capaz de transpor obstáculos existentes nos logradouro.
Com um custo de fabricação de R$ 421,00 poderiam ter sido fabricados 2672 novos “lutocares” utilizando os R$ 1.125.000,00 (Um milhão cento e vinte e cinco mil reais) dos 4500 containers distribuídos nos anos de 2009 e 2010 na DSS, mais que suficiente para equipar com folga os garis de varredura da DSS.
Considerando um “lutocar” para cada gari da varredura e estimando exageradamente uma reposição anual de 25% na frota seriam necessárias 1100 novas unidades em dois anos, a um custo de R$ 463.100,00 (quatrocentos e sessenta e três mil e cem reais), inferior ao atual custo reposição de containers já observado em 2009 e 2010 na DSS.
Com a extinção dos “Lutocares” também foi extinto o conceito de “remoção rápida” onde caminhonetes executavam a remoção dos sacos de varredura o mais rapidamente possível transportando-os para algum compactador ou caixa metálica. O saco plástico colorido com logo indicava ao motorista e ao gari quais sacos deveriam ser removidos
Uma vez extinto o “lutocar” e a “remoção rápida” surgiu o caminhão compactador com carregamento lateral e dispositivo de elevação de container, o SL-100, que “evoluiu” para o compactador de carregamento traseiro de 6m3 - P5, hoje em dia incorporado à coleta domiciliar e coleta em comunidades.
Utilizando o P5 em roteiros de coleta domiciliar e de comunidades surgiu a necessidade de remover lixo público, de varredura ou não, em locais fora do turno dos roteiros de coleta. O minibasculante 3m3, o P26, apelidado de “satélite”, ocupou este nicho operacional.
Com o retorno do “lutocar” é natural o retorno da “remoção rápida” intensificando o uso de minibasculantes ainda mais compactos próximos ao tamanho de uma caminhonete que trabalhando de forma combinada os compactadores de coleta domiciliar, os compactadores com “Munk” para coleta de “Molok” ou os compactadores “Canguru” de coleta de caixas, realizariam a remoção dos sacos de varredura, e qualquer outro resíduos colocado junto a eles, de forma rápida. Este tipo de remoção é comumente observado em cidades européias como os exemplos abaixo.
As viaturas de “remoção rápida” são flexíveis a ponto de remover lixo eventualmente extravasado de “Moloks”, resíduos de limpeza de ralos, roçada, feira livre ou qualquer outra atividade que necessite remover rapidamente sua produção.
terça-feira, 6 de julho de 2010
CONTAINER DE VARREDURA - Idéia Questionável II
Insistir no erro criando adaptações "ergométricas" é desrespeitar o trabalhador reconhecendo que o container é um erro mas vamos dar uma ajudinha com alguns penduricalhos.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
SACOS PLÁSTICOS E PAPELEIRAS
Papeleiras em Paris são na verdade hastes de fixação dos mesmos sacos plásticos utilizados na varredura nos lutocares.
Isso simplifica o processo, pois, na haste-papeleira:
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Observe que os sacos são translúcidos e qualquer pessoa pode ver o que existe em seu interior. Isso é importante onde existe o risco de ações terroristas. No “tupiniquim” seria um facilitador para o catador decidir se rasga ou não o saco tara retirada de algo de valor em reciclagem
Isso simplifica o processo, pois, na haste-papeleira:
O lixo que o passante joga já fica ensacado
O varredor pode usar os sacos de seu roteiro para repor os sacos usados.
O varredor pode usar o local para deixar também o saco de sua varredura facilitando a remoção pelo veículo “satélite” (lembre-se que lá os sacos podem aguardar a remoção, pois o lixo é uma realidade da sociedade, não é desintegrado como no “tupiniquim”)
Observe que os sacos são translúcidos e qualquer pessoa pode ver o que existe em seu interior. Isso é importante onde existe o risco de ações terroristas. No “tupiniquim” seria um facilitador para o catador decidir se rasga ou não o saco tara retirada de algo de valor em reciclagem









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