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sábado, 17 de outubro de 2020

Exercendo a gratidão!

Feedback super positivo sobre o Curso de Estratégia da Felicidade e Atenção Plena!


 

Feedback de alguns alunos:

From  AT: O curso é excelente! Veio de encontro às minhas vivências e ao momento pessoal. Parabéns, Puppi! 

From  CH : O curso foi muito bem planejado. Gustavo está de parabéns! Excelente!

From  GM - Vou levar estas ferramentas para vida!

From   LF - Excelente a forma como o curso foi conduzido, nos preparando e estimulando a desenvolver o autoconhecimento. Esse último Módulo fechou com chave de ouro! Vários conceitos apresentados nos auxiliam a levar uma vida mais plena, como o da impermanência, o ditado tibetado sobre sentimento da inveja, competição e desprezo, a responsabilidade pela nossa vida. Maravilhoso aprendizado!

From  PH - Só tenho a agradecer. Obrigada pelo compartilhamentos desses conhecimentos.

From  S - A apresentação das entregas e as sugestões do "faça por você" e "faça pelos outros" foi muito didática e apontaram direções do que está realmente ao nosso alcance por em prática. A apresentação da estrutura analítica final, nos deu a dimensão do trabalho que precisa ser feito e a clareza que nem sempre podemos implantar tudo de uma vez.

From  WA : Parabéns Gustavo, excelente curso. Estou usando a agenda para lembrar da meditação, mesmo que não o faça, fica o lembrete para a prática.

terça-feira, 28 de julho de 2020

Webinar sobre o Curso Estratégia da Felicidade e Atenção Plena

Chamada para inscrições na turma piloto do curso Estratégia da Felicidade e Atenção Plena, que tem como objetivo oferecer um panorama sobre os vícios pessoais e profissionais que prejudicam a busca da felicidade, assim como hábitos e exercícios para superá-los.

Idealizado pelo professor Gustavo Puppi, o curso será realizado totalmente na modalidade à distância (EAD), com carga horária total de 24 horas, distribuídas em 08 horas de aula síncronas (aulas on-line) e 16 horas de videoaulas e atividades assíncronas (via Google Classroom).


sexta-feira, 1 de maio de 2020

Ricardo Basaglia sobre a importância da Inteligência Emocional


Curso de Inteligência Emocional da escola de negócios CONQUER.



Quem é Ricardo Basaglia

Ricardo Basaglia é diretor geral da Michael Page no Brasil, negócio de recrutamento que tem seu foco voltado a cargos de médio e alto escalão dentro de empresas, sendo que é uma das marcas controladas pelo PageGroup. Tal experiência faz com que o nome de Ricardo Basaglia seja um dos mais comentados na hora de explicar a importância da liderança dentro das empresas.

sábado, 8 de fevereiro de 2020

Uma vida profissionalmente feliz!


A aproximação com a filosofia da felicidade aconteceu de forma suave e descompromissada, impulsionada pela curiosidade e pela surpreendente sensação de pertencimento a um ambiente totalmente exótico na época.  Começou com interesse em buscar uma forma pessoal mais saudável de trabalhar das adversidades que batiam à minha porta.  

O interesse se materializou pela leitura de uma coleção de livros que, confesso, flertavam com o estilo autoajuda, ou em alguns momentos pareciam preparação para uma vida monástica. 

O interesse também se manifestou, e aí que a coisa alavancou, pela prática diária habitual de meditação  vipassana, ou seja, uma prática que busca ver as coisas como realmente são como forma de responder positivamente ao que acontece em nosso ambiente.

Percebi que a coisa estava muito egoísta com foco no meu interesse pessoal.  É claro que os anos sempre buscando melhorias de processos de trabalho forjaram um novo objeto de pesquisa: 

O interesse individual na busca da felicidade poderia gerar um benefício coletivo, talvez, no trabalho?

Quanta ignorância! A questão já estava estudada, e a resposta era sim! A felicidade dos  empregados garante um ambiente de trabalho produtivo e preparado para enfrentar adversidades, ou seja, empregados felizes fortalecem a empresa!


Como não tenho vocação para vida monástica e prefiro uma vida profissional focada em melhorias nos processos e ambiente de trabalho, comecei a frequentar uma série de cursos para montar uma base mais secular ao que, até então, flertava com o etéreo.

O primeiro curso foi  “A life of happiness and fulfilment”,apresentado na plataforma Coursera e vinculado à Indian School Of Business ISB. Depois o “Happier employees and return of investment”, na plataforma EDX, vinculado à University Of Texas System.

Depois a certificação profissional “The science of happiness at work”, na plataforma EDX, vinculada a University of California Berkeley.  Para esta certificação são necessários os excelentes cursos: “The foundations of happiness at work”; “Empathy and emotional intelligence at work” e “Mindfulness and Resilience to stress at work”.

Recomendo todos!

Tenho consciência das enormes barreiras e resistências que o tema “Felicidade no Trabalho” pode gerar em um ambiente empresarial. Mas também estou convencido que um ambiente de trabalho que potencializa a Inteligência Emocional, a atenção plena (mindfulness) e a resiliência pode gerar uma organização com empregados realmente engajados em enfrentar os desafios e superar os obstáculos. 











terça-feira, 7 de janeiro de 2020

Meditação tem resultado similar aos dos remédios para ansiedade e depressão

Prática de 30 minutos diários da técnica ‘mindfulness’ atenua os sintomas das doenças

07/01/2014 - 06:00 / Atualizado em 03/12/2019 - 11:37



Meditação melhora sintomas de doenças mentais
Foto: StockPhoto
Meditação melhora sintomas de doenças mentais Foto: StockPhoto

NOVA YORK — Trinta minutos diários de meditação podem atenuar sintomas de ansiedade e depressão, segundo uma nova pesquisa da Escola de Medicina da Universidade Johns Hopkins.

— Várias pessoas fazem meditação, mas não é uma prática terapêutica tradicional — diz o professor Madhav Goyal, que liderou o estudo publicado na revista “JAMA”. — Em nosso estudo a meditação parece aliviar sintomas de depressão e ansiedade com os mesmos resultados dos antidepressivos relatados em outros trabalhos.

Os pesquisadores avaliaram o grau de mudança desses sintomas em pessoas que tinham uma variedade de condições médicas, tais como insônia ou fibromialgia, embora apenas uma minoria tivesse sido diagnosticada com doença mental.

Goyal e seus colegas descobriram que a chamada meditação mindfulness - uma técnica budista de atenção plena - também teve sucesso no alívio da dor e do estresse.

Para realizar a sua revisão, os pesquisadores analisaram 47 ensaios clínicos feitos até junho de 2013, com 3.515 participantes, envolvendo meditação e vários problemas de saúde física e mental, incluindo depressão, ansiedade, estresse, insônia, uso de drogas, diabetes, doenças cardíacas, câncer e crônica dor.

Eles encontraram evidências moderadas de melhora nos sintomas de ansiedade, depressão e dor depois que os participantes foram submetidos a um programa de treinamento de oito semanas em meditação mindfulness. Mas houve baixa evidência de melhora no estresse e na qualidade de vida.

Não havia informações suficientes para determinar se outras áreas podem ser melhoradas por meio da meditação. Nos estudos que acompanharam os participantes por seis meses, as melhorias continuaram e não foi observado nenhum dano com a prática.

— Muita gente tem a ideia de que meditar significa sentar sem fazer nada, mas não é verdade. Meditação é um treinamento ativo da mente para melhorar atenção e há diferentes programas com approachs variados — diz o pesquisador.

A meditação mindfulness, o tipo que se mostrou mais promissor, é normalmente praticada por 30 a 40 minutos por dia e enfatiza a aceitação dos sentimentos e pensamentos, do momento presente sem julgamento, além do relaxamento do corpo e da mente.

Mais estudos ainda são necessários para esclarecer que os resultados são os mais afetados por estes programas de meditação, bem como se outras práticas de meditação teriam efeitos melhores.

— Os programas de meditação parecem ter um efeito acima e além do placebo — diz Goyal.

domingo, 3 de fevereiro de 2019

A verdade surge através do exame e do questionamento

“Sentinelas” são procedimentos, conceitos, rotinas que continuam sendo feitos somente por serem consideradas verdades inquestionáveis. Persistem mesmo que a razão de sua existência não exista mais. Da mesma forma, sentinelas podem surgir pelo abandono de procedimentos, conceitos, rotinas que ainda tem razão para sua existência!

Em nome de uma autoestima institucional exacerbada somos refratários à novas idéias e amantes de nossos sentinelas. Aceitamos como verdade absoluta o que nos chega sem qualquer exame ou questionamento.

O conceito de sentinela é semelhante ao apresentado no artigo a seguir, adaptação do livro Buda Rebelde por Dzogchen Ponlop, onde Buda ensina que "precisamos verificar quaisquer apresentações da verdade que se pretendam genuínas".

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Os 6 ensinamentos mais importantes do Buda


Na qualidade de pessoas modernas e racionais vivendo na era da ciência, gostamos de pensar que as nossas crenças são embasadas em coisas como experiência, bom julgamento e raciocínio, não em uma fé cega.

Fé cega é algo que pensamos se aplicar apenas pessoas ingênuas das coisas do mundo, mas se examinamos de forma honesta as nossas presunções comuns, descobrimos que muitas de nossas crenças vêm simplesmente de coisas que nos contaram e que, então, tomamos como certas.

Fé cega significa aceitar sem compreender. Não questionar as coisas já rotuladas! Também não vemos o poder que rótulos têm para moldar o nosso pensamento ou limitar a nossa compreensão. 



O conselho que o Buda nos dá é desafiar a fé cega no exato momento em que ela se manifesta. Ele também aconselha que, para descobrir o que realmente está acontecendo em qualquer nível da realidade, temos de focar a nossa experiência com uma sabedoria discriminativa. É sempre bom lembrar que, em um dado momento, todos acreditavam que a Terra era plana e que o Sol girava a seu redor.

Ironicamente, a ciência moderna se tornou, de certa forma, a nossa religião coletiva. Tendemos a acreditar no que os cientistas nos dizem sobre a realidade física, sem pensar duas vezes. 


Um dos ensinamentos mais importantes concedidos pelo Buda é uma afirmação simples e de bom senso, que carrega profundas implicações para a nossa vida em sociedade. Os habitantes de um vilarejo questionaram Buda sobre como saber no que acreditar, já que muitos professores e eruditos promulgavam vários sistemas de crença e doutrinas conflitantes entre si.









Assim, Buda aconselhou:


  • Não acredite em nada apenas porque ouviu.
  • Não acredite em nada apenas porque foi dito e repetido por muitos.
  • Não acredite em nada apenas porque está escrito nos livros religiosos.
  • Não acredite em nada apenas embasado na autoridade de professores e anciões.
  • Não acredite em tradições apenas porque elas se mantiveram por muitas gerações.
  • Mas, se após a observação e a análise, restar algo que coadune com a razão e que leve ao benefício próprio e de outros, então acate e viva de acordo com isso.


O que Buda quer dizer é que precisamos verificar quaisquer apresentações da verdade que se pretendam genuínas.

Devemos questionar o raciocínio e a lógica ali contidos, com o nosso intelecto. Devemos analisar do início ao fim, por dentro e por fora. Se descobrirmos que é bastante razoável, útil e que ajuda não só a nós como aos outros, então podemos aceitá-lo.

O Buda diz: “… então acate e viva de acordo com isso.” Esse ensinamento é importante, porque é possível — de fato, é bem comum — ouvir e até aceitar um ensinamento profundo sobre, por exemplo, o aquecimento global, mas é muito raro viver de acordo com as suas implicações.

De início, ficamos muito entusiasmados, mas depois não damos prosseguimento a esses ensinamentos. Isso ocorre porque não os examinamos de forma a realmente entender o que significam. Enquanto a nossa compreensão é vaga, temos dúvidas. Então, se há alguma sabedoria ali, nunca chega a nos tocar de forma relevante.

O que Buda quis dizer é que a solução para as nossas dúvidas não é adotar a fé cega dos crentes. Pelo contrário, há uma certeza inabalável que só surge de uma confiança completa em nossa compreensão, obtida a duras penas, sobre a natureza das coisas. Confiamos nessa compreensão, porque chegamos a ela investigando por nós mesmos. Dessa perspectiva, podemos dizer que a fé genuína é simplesmente a confiança em nós mesmos, em nossa inteligência e compreensão, confiança que se estende ao caminho que estamos trilhando. Mas precisamos encontrar o nosso próprio caminho: não há caminho “tamanho único”.

Descobrimos o nosso caminho particular através do exame e do questionamento, e com o nosso genuíno coração questionador. Podemos confiar na sabedoria do Buda como exemplo, mas para abarcar a sabedoria dentro de nós mesmos, precisamos confiar em nossa mente de buda rebelde.