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quarta-feira, 8 de julho de 2026

Antes do caminhão já havia engenharia da limpeza



Em uma viagem à Irlanda, encontrei em Kinsale um pequeno monumento material à história da limpeza urbana: um antigo Tumbler Cart, exposto com texto explicativo do projeto Tidy Towns 2017, com pesquisa de Teddy McNamara e Charles Henderson. À primeira vista, pode parecer apenas uma curiosidade de museu a céu aberto. Não é. Trata-se de um lembrete concreto de que a limpeza urbana e a engenharia sanitária não nasceram com o caminhão compactador, com a coleta mecanizada ou com a cidade contemporânea. Muito antes disso, já existia um esforço técnico, industrial e logístico para lidar com aquilo que a vida urbana inevitavelmente produz: resíduos, lama, líquidos servidos, matéria semissólida, incômodo sanitário.

O painel informa que a William Smith & Sons, de Grove Works, Barnard Castle, havia se desenvolvido inicialmente no comércio de varredoras, raspadores, peças de reposição e escovas. Sua linha de máquinas era constantemente atualizada, e quinze tipos de varredoras já eram fabricados para atender clientes em muitos países. Eram equipamentos feitos para varrer à direita ou à esquerda, puxados por um ou dois cavalos, e adaptados até para mulas no Egito ou bois na Índia. Essa informação me chamou muito a atenção porque desmonta uma ilusão recorrente: a de que a inovação em limpeza urbana seria um fenômeno recente. Não. Já havia, ali, uma indústria internacional da limpeza, com adaptação tecnológica ao território, ao tipo de tração e à realidade local.

Gradualmente, segundo o texto, a empresa passou a produzir outros veículos que John chamava de “novidades”, mas que acabaram se tornando precursores dos muitos veículos municipais que surgiriam nas décadas seguintes. Um deles, desenhado por Charles James, era o Tumbler Cart puxado por cavalo, fabricado em diferentes tamanhos, com capacidade entre duzentos e trezentos e cinquenta galões. A tradução mais técnica talvez seja mesmo carro basculante de coleta sanitária, porque sua função era lidar com o transporte e descarte de resíduos líquidos e semissólidos, num tempo em que a universalização da rede de esgoto ainda não existia. Ou seja: antes de o esgoto desaparecer sob a lógica invisível das tubulações, ele precisava ser removido como problema material, visível, pesado e malcheiroso.

Esse detalhe é importante. A história da limpeza urbana costuma ser contada a partir da varrição, do lixo sólido, da estética da cidade limpa. Mas esse carro lembra que o coração do problema sanitário era ainda mais bruto. Não se tratava apenas de recolher papel, cinza ou detrito de rua. Tratava-se de evitar que os rejeitos líquidos e semissólidos permanecessem junto às casas, escorressem pelas vias ou contaminassem a vida urbana. O Tumbler Cart, portanto, não é só uma peça histórica. É a materialização de uma fase em que a limpeza urbana e o saneamento ainda estavam colados um ao outro, antes de a especialização técnica separá-los em sistemas diferentes.

Há algo de pedagogicamente belo nisso tudo. A modernidade nos acostumou a admirar apenas o equipamento novo, o caminhão atual, a máquina recente, o software de gestão, a promessa da inovação. Mas uma viagem dessas nos devolve a humildade histórica. O que hoje chamamos de logística urbana, mecanização, adaptação tecnológica e solução territorial já existia em embrião há muito tempo. A roda vermelha, a caixa basculante, a tração animal e a rusticidade da estrutura não diminuem sua inteligência. Ao contrário: mostram a engenhosidade de uma época que resolvia problemas gravíssimos com os meios disponíveis.

No fundo, esse carro irlandês nos lembra uma verdade que a gestão pública às vezes esquece: o serviço urbano não começa no brilho da novidade, mas na necessidade concreta. Primeiro vem o problema real da cidade. Depois, a técnica para enfrentá-lo. O Tumbler Cart é um ancestral dos veículos municipais modernos não porque se pareça com eles na forma, mas porque já carregava a mesma missão essencial: retirar da convivência urbana aquilo que, se deixado no lugar, degrada a saúde, o ambiente e a dignidade coletiva. Em tempos de fascínio fácil por soluções novas, olhar para esse velho carro basculante de coleta sanitária é uma boa forma de lembrar que toda inovação séria tem genealogia.

sábado, 18 de abril de 2026

Poliguindaste, Rollon e a inteligência da plataforma multiuso




O Percolado já chamou atenção sobre a importância da versatilidade ao criticar a existência de sistemas “isolados, estanques e não integrados” e defender uma frota mais flexível, capaz de compartilhar usos e reduzir desperdícios operacionais. A ideia continua atual: em vez de pensar o caminhão como equipamento de função única, vale pensá-lo como transportador de módulos. O chassi deixa de ser o fim e passa a ser o meio.

É exatamente isso que os sistemas tipo poliguindaste, hook lift e roll on/roll off permitem. Em páginas técnicas de fabricantes, esses sistemas aparecem associados a uma variedade impressionante de módulos: plataformas planas, caçambas basculantes, tanques de água, contêineres para recicláveis, tanques de líquidos, limpa-fossa, canal jet e até frentes de lavagem de ruas. A lógica é simples: um mesmo veículo pode montar e desmontar rapidamente diferentes carrocerias conforme a necessidade do dia, em vez de obrigar a prefeitura a manter vários veículos especializados, cada um subutilizado em grande parte do tempo.

As imagens anexas ajudam a visualizar essa ideia de forma muito concreta. Numa delas aparecem caixas abertas e um módulo compactador ou de transferência; em outra, uma antiga estação multi compartimentada para recicláveis; na terceira, uma estação mais moderna, compacta e fechada, capaz de funcionar como ponto de entrega e armazenamento controlado. São gerações diferentes de um mesmo raciocínio: a utilidade está no módulo, não apenas no caminhão. E isso não é abstração. Cidades como Oslo e Tilburg operam estações móveis de reciclagem em forma de contêiner, deslocadas para diferentes pontos da cidade em dias e horários definidos, mostrando que o próprio “ecoponto” pode ser entendido como plataforma transportável.

Para uma prefeitura menor, isso tem um apelo enorme. Com uma frota enxuta, seria possível montar um arranjo em que poucos veículos de gancho ou rollon atendessem múltiplas funções: hoje um módulo de transporte de resíduos; amanhã uma plataforma para equipamentos; depois um tanque-pipa; em outra situação, um ponto móvel de coleta seletiva; numa festa popular, um compactador portátil; numa emergência, um módulo de apoio operacional. Fabricantes de hooklift destacam justamente essa rapidez de troca e a possibilidade de um único caminhão atender vários serviços por dia, enquanto os compactadores portáteis sobre gancho mostram outra vantagem: dispensam infraestrutura fixa pesada e podem ser deslocados quando o evento, a obra ou a necessidade mudam de lugar.

Esse raciocínio conversa diretamente com reflexões antigas do próprio blog. Quando o Percolado tratou do sistema roll on/roll off e do conceito de viatura satélite, a questão central já estava posta: faltava discutir um modelo de frota flexível integrada. O exemplo do Jolly Lift, lembrado no blog, ia exatamente nessa direção ao mostrar um veículo satélite apto a transportar unidades roll on/roll off, como caçambas e plataformas multiusos. O problema, muitas vezes, não está na ausência de equipamento, mas na pobreza da imaginação administrativa que enxerga cada veículo como peça rígida, condenada a uma única tarefa.

No fundo, a grande virtude do poliguindaste e do rollon não é mecânica; é gerencial. Eles permitem que uma prefeitura pequena pense grande sem precisar ter uma frota grande. Permitem combinar economia de escala com adaptação local, transformar módulos em resposta operacional e aproximar a gestão pública de uma ideia muito cara ao Percolado: a de que criar uma zona de economia exige rever conceitos antigos e abandonar sistemas estanques. Em vez de muitos veículos para poucos usos, poucos veículos para muitos módulos. Talvez seja essa a forma mais inteligente de modernização: menos espetáculo de frota e mais inteligência de plataforma.

domingo, 1 de fevereiro de 2026

Biometano: quando a inovação finalmente encontra o seu tempo


Primeira frota movida a biometano A Comlurb apresentou, nesta sexta (30/01), a primeira frota movida a biometano! 

Serão 100 novos veículos que vão fazer os serviços de coleta domiciliar, remoção de lixo público e apoio às atividades de manutenção, operação e limpeza dos ecopontos em bairros nas Zonas Oeste e Sudoeste. Os modelos apresentam desempenho equivalente aos movidos a diesel, mas com redução em até 90% em emissões de gases de efeito estufa. Os ganhos ambientais incluem ainda menor nível de ruído, contribuindo para operações urbanas mais silenciosas e com menor impacto sonoro em áreas residenciais e turísticas. 

O biometano é um combustível 100% sustentável e a adoção da tecnologia limpa marca a tendência da Comlurb de descarbonização da frota em operação na cidade, alinhando inovação operacional à responsabilidade socioambiental. A frota será abastecida com o combustível renovável produzido a partir do lixo gerado no próprio município no Centro de Tratamento de Resíduos (CTR-Rio), em Seropédica. 

Compromisso com a sustentabilidade, inovação e melhoria da qualidade de vida da população carioca



Comentário:

A notícia da entrada em operação da primeira frota da Comlurb movida a biometano merece ser registrada não apenas pelo seu valor ambiental imediato, mas também pelo que ela revela sobre o tempo da inovação. Em 30 de janeiro de 2026, a Companhia apresentou 100 novos veículos destinados à coleta domiciliar, à remoção de lixo público e ao apoio à manutenção e limpeza dos ecopontos, com abastecimento por combustível renovável produzido a partir dos próprios resíduos do município. A proposta combina descarbonização da frota, redução de ruído e economia circular em uma escala operacional relevante.

Mas o aspecto mais interessante dessa notícia talvez não esteja apenas no presente. Está no passado que a tornou possível.

Em organizações públicas, sobretudo nas áreas operacionais, existe uma tendência recorrente ao imediatismo. Valoriza-se aquilo que aparece rapidamente e subestima-se o que exige maturação técnica, continuidade institucional e persistência. A inovação, porém, raramente obedece ao calendário da ansiedade. Muitas vezes, uma boa ideia precisa atravessar décadas, sobreviver a mudanças de gestão, limitações orçamentárias, barreiras tecnológicas e até ao ceticismo interno antes de se converter em realidade. Foi assim, ao que tudo indica, com o aproveitamento energético dos resíduos na Comlurb.

Há registros de que a Companhia, ainda nos anos 1980, já buscava alternativas energéticas associadas ao lixo urbano, em meio ao contexto de crise de energia e às primeiras experiências de recuperação de gás no Caju. Mais tarde, a agenda evoluiu para estudos de tratamento mais sofisticado da fração orgânica, biodigestão anaeróbia e aproveitamento do biogás com maior valor energético. Em 2010, a cooperação formal entre Comlurb e Coppe/UFRJ reforçou esse caminho ao avaliar a viabilidade técnica e ambiental de unidades de tratamento no Caju, com foco em soluções mais avançadas para o destino final dos resíduos.

Esse percurso ajuda a compreender por que a frota a biometano de 2026 não deve ser vista como um gesto isolado de modernização, mas como a colheita tardia de um processo longo. Entre a concepção e a implementação houve dificuldades conhecidas: custo de purificação do gás, necessidade de infraestrutura específica de abastecimento, adaptação tecnológica dos motores e maturação do próprio mercado brasileiro de biocombustíveis. O país, aliás, ainda explora parcela limitada do potencial energético do biogás gerado em aterros e unidades de resíduos, o que mostra que experiências como essa continuam sendo mais exceção do que regra.

Por isso, a notícia deve servir também como homenagem. Homenagem aos engenheiros, operadores, pesquisadores, dirigentes e trabalhadores que participaram das fases menos visíveis desse processo — justamente aquelas em que quase nada parecia pronto e tudo ainda precisava ser demonstrado. A inovação madura costuma ser injusta com seus pioneiros: quando finalmente chega às ruas, tende a apagar o esforço de quem a sustentou quando ela ainda era apenas hipótese, relatório técnico, planta piloto ou experimento de garagem.

Em serviços públicos, esse reconhecimento importa. Instituições aprendem mal quando tratam cada realização como se tivesse começado no mandato atual, no contrato atual ou na gestão atual. A memória técnica não é ornamento; ela é parte da capacidade de inovar. Esquecer o caminho percorrido empobrece o presente e dificulta o futuro.

A frota a biometano tem mérito por seus resultados ambientais e operacionais. Caminhões com desempenho equivalente ao diesel, menor emissão de gases de efeito estufa e menor impacto sonoro representam avanço concreto para uma cidade complexa como o Rio de Janeiro. Mas há um mérito adicional, menos visível: ela nos lembra que boas ideias não devem ser descartadas apenas porque ainda não encontraram as condições de viabilidade.

Em inovação, convém desconfiar da pressa e respeitar a maturação. Nem toda ideia adiada está errada. Algumas apenas chegaram antes do seu tempo.

E quando esse tempo finalmente chega, o mínimo que se deve fazer é celebrar o resultado sem esquecer a travessia.

sexta-feira, 18 de julho de 2025

Trituração de Galhos para Eficiência e Sustentabilidade no Manejo Arbóreo

O vídeo mostra dois trabalhadores utilizando um triturador de galhos para processar resíduos de poda de árvores e arbustos em um parque. Um dos trabalhadores alimenta o equipamento com os galhos, enquanto o outro organiza o material. O triturador está acoplado a um caminhão, provavelmente para transporte dos resíduos triturados.

A utilização de equipamentos como o triturador de galhos no manejo arbóreo oferece diversas oportunidades para melhorar a eficiência e valorizar os resíduos de poda:

Melhoria da Eficiência no Manejo Arbóreo

Redução de Volume e Custos: Os trituradores de galhos diminuem significativamente o volume do material podado. Isso reduz a quantidade de viagens necessárias para o transporte e descarte dos resíduos, resultando em economia de tempo, combustível e mão de obra.

Agilidade na Limpeza: O processamento rápido dos galhos no local facilita e acelera a limpeza após as atividades de poda, otimizando o tempo da equipe.

Otimização Logística: Ao triturar os galhos no próprio local da poda, evita-se a necessidade de transportar grandes volumes de material sem processar, simplificando a logística.

Valorização de Resíduos de Poda

Produção de Adubo Orgânico e Compostagem: O material triturado, conhecido como cavaco ou "mulch", é excelente para compostagem, transformando-se em adubo orgânico de alta qualidade que enriquece o solo com nutrientes essenciais. Isso pode reduzir a dependência de fertilizantes químicos.

Cobertura de Solo (Mulching): O cavaco pode ser espalhado sobre o solo como cobertura morta. Essa prática ajuda a reter a umidade, controlar o crescimento de ervas daninhas, proteger o solo contra a erosão e melhorar sua estrutura e fertilidade.

Uso como Biomassa: Em alguns casos, os resíduos triturados podem ser utilizados como biomassa para a geração de energia.

Sustentabilidade Ambiental: A valorização dos resíduos de poda contribui para a jardinagem sustentável e a gestão de resíduos, diminuindo o volume de lixo enviado para aterros e evitando práticas prejudiciais ao meio ambiente, como a queima de resíduos.

quinta-feira, 8 de maio de 2025

Comlurb apresenta frota de caminhões de coleta na Zona Oeste com marca 50 anos

Veículos estão adesivados com a marca comemorativa dos 50 anos da companhia, que serão celebrados no dia 15 de maio. Ao todo, serão entregues 82 caminhões

A Comlurb apresentou, nesta quarta-feira (7/5), em Campo Grande, mais uma parte da nova frota de caminhões de coleta que vai atender a Zona Oeste. Os veículos estão adesivados com a marca comemorativa dos 50 anos da Companhia, que serão celebrados no próximo dia 15. Foi entregue o primeiro lote de 40 caminhões de um total de 82. Os veículos vão realizar a coleta em Senador Vasconcelos, Santa Cruz, Pedra de Guaratiba, Paciência, Cosmos, Ilha de Guaratiba, Barra de Guaratiba e Urucânia.


Os novos caminhões seguem o padrão dos últimos contratos, com implementos para remoção dos novos contêineres de 1.200 litros que foram instalados próximo a comunidades e em condomínios populares do tipo Minha Casa, Minha Vida. A Zona Oeste já recebeu 2.194 contêineres de 1.200 litros, sendo 1.379 híbridos, mais leves, e 815 metálicos.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

Prefeitura entrega 64 novos caminhões sustentáveis para a frota da Comlurb na Zona Norte


Publicado em 30/01/2025 

Ação foi antecipada em um mês e completa a previsão de 160 veículos para atender a Zona Norte - Divulgação

A Prefeitura do Rio entregou, nesta quinta-feira (30/1), 64 novos caminhões com tecnologia sustentável à frota da Comlurb na Zona Norte da cidade. A entrega foi antecipada em um mês e, com isso, a companhia de limpeza urbana completa 160 veículos para atuar no atendimento da coleta domiciliar e remoção de lixo público nos bairros da região.


Os novos caminhões seguem a norma de sustentabilidade Euro 6, protocolo que estabelece limites para a emissão de poluentes por veículos a diesel. A frota da Comlurb já segue essa regra desde 2024 com os caminhões emitindo em média 80% menos partículas poluentes em comparação aos anteriores.

– A gente vem fazendo um esforço muito grande de renovação da frota da Comlurb. Estávamos com uma frota antiga na Zona Norte, essa é a segunda parte da região que pega muito dos bairros que fazem fronteira com a Baixada Fluminense, uma área muito importante da cidade. Agora pedimos a colaboração da população porque custa caro e o que paga é o imposto das pessoas. Se tivermos mais civilidade a Prefeitura vai economizar, pelo menos, R$ 300 milhões por ano, um dinheiro que pode ir para a Saúde e para a Educação – afirmou o prefeito Eduardo Paes, durante o evento de apresentação dos novos caminhões no Parque Radical de Deodoro.

A renovação da frota da Comlurb na Zona Norte começou em 12 de janeiro. Agora, a leva de 64 veículos entregues completa o processo. Dos caminhões incorporados à companhia, 21 são compactadores, destinados ao serviço de coleta domiciliar; 20 são basculantes, para remoção de lixo público; 11 são minibasculantes, para operações em áreas de difícil acesso, como ruas estreitas e becos, especialmente em comunidades; sete são poliguindastes, para recolher resíduos de caixas de entulho; e cinco são pipas d´água, para lavagem de logradouros e limpeza de ruas após feiras livres e eventos.

Os veículos serão utilizados nos serviços da Comlurb em Vigário Geral, Honório Gurgel, Engenho da Rainha, Complexo do Alemão, Cordovil, Jardim América, Costa Barros, Pavuna, Fazenda Botafogo, Coelho Neto, Ricardo se Albuquerque, Anchieta, Complexo do Chapadão, entre outros.

Os veículos e equipamentos vão otimizar e dar um melhor ordenamento à coleta, garantindo mais eficiência e qualidade nos serviços da Companhia. Uma vantagem da nova frota é que todos os caminhões, inclusive os menores que trafegam em comunidades, possuem dispositivos para basculamento automático dos contêineres de 1.200 litros, o que torna a remoção do lixo mais rápida e eficiente.

– No início de janeiro entregamos a primeira leva e agora a segunda leva. Estamos entregando hoje veículos diferenciados. É uma frota nova, ambientalmente correta, pois polui cinco vezes menos do que a frota anterior. A eficiência e a produtividade, com certeza, vão aumentar. É uma nova vida de coleta na Zona Norte – disse o presidente da Comlurb, Jorge Arraes.



 

Mais equipamentos para a Zona Norte

Além da nova frota, a Zona Norte vai receber no total quase 8 mil contêineres de 1.200 litros, caixas compactadoras e caixas metálicas para deposição de resíduos. Contêineres e caixas serão instalados principalmente nas comunidades.

A região também recebeu 210 novas roçadeiras de alta tecnologia para o corte de mato e grama na cidade. Além de agilizar e tornar mais eficientes esses serviços, os equipamentos são mais leves, produzem menos ruídos, e contam com dispositivo que ameniza os efeitos dos esforços repetitivos na operação, garantindo mais conforto, saúde e qualidade de vida ao gari. São também mais ambientalmente sustentáveis, consumindo menos combustíveis e emitindo menos gases poluentes.


Reportagem O Dia



quarta-feira, 25 de dezembro de 2024

Inovações operacionais

 A Comlurb, sempre buscando aprimorar seus serviços e a qualidade de vida no Rio, implementou diversas inovações operacionais recentemente. Para conferir de perto essas novidades que facilitam o dia a dia da limpeza urbana e beneficiam a população carioca, assista ao vídeo a seguir! Nele você vai descobrir como a tecnologia e o investimento em novas práticas estão revolucionando a coleta de lixo, a limpeza das ruas e a sustentabilidade na Cidade Maravilhosa.

 

sexta-feira, 29 de novembro de 2024

Operação de lavagem em Istambul na Turquia

A lavagem de áreas públicas com caminhão-pipa em Istambul é uma prática essencial para a manutenção da limpeza e higiene da cidade, especialmente em regiões de grande circulação, como mercados, praças históricas e áreas próximas a monumentos turísticos. A operação combina tecnologia, planejamento estratégico e eficiência, refletindo o compromisso da cidade com a conservação de seu patrimônio e bem-estar dos cidadãos.

Equipamentos Utilizados

Caminhões-Pipa: Veículos equipados com tanques de grande capacidade, sistemas de bombeamento de água e mangueiras de alta pressão para lavagem direcionada.

Bicos Rociadores: Montados na parte frontal ou lateral do caminhão, distribuem água em diferentes ângulos e intensidades, permitindo a limpeza de calçadas, ruas e canteiros de forma uniforme.

Produtos de Limpeza: Quando necessário, são utilizados detergentes biodegradáveis ou desinfetantes para áreas que requerem maior higienização, como mercados ou locais com alta concentração de resíduos orgânicos.

Funcionamento do Processo

Planejamento e Priorização:

Regiões turísticas, como Sultanahmet, Istiklal Caddesi e o Grande Bazar, são priorizadas devido ao fluxo constante de pessoas. Locais com grande concentração de resíduos, como áreas de comércio ou mercados de alimentos, recebem atenção especial. Horários de menor movimento, como a madrugada e o início da manhã, são escolhidos para minimizar o impacto nas atividades diárias.

Operação:

Caminhões-pipa circulam pelas vias, realizando uma lavagem uniforme. As mangueiras de alta pressão removem sujeiras incrustadas, poeira acumulada e manchas persistentes. O uso de escovas acopladas as varredeiras mecânicas é comum para áreas pavimentadas ou com pisos mais delicados, como as calçadas de pedra da cidade velha. Equipes de apoio trabalham em conjunto para garantir que água não acumule, auxiliando na drenagem e recolhimento de resíduos.

Destinação da Água:

A água utilizada pode ser reciclada ou coletada de sistemas de captação de chuva, alinhando-se com as iniciativas de sustentabilidade. Resíduos sólidos e líquidos remanescentes são recolhidos e direcionados para descarte adequado.

Benefícios

Higiene Urbana: Reduz poeira, sujeira e riscos sanitários em locais de alta circulação.

Aparência da Cidade: Preserva a estética urbana, especialmente em áreas turísticas e históricas.

Bem-Estar da População: Melhora a qualidade de vida, eliminando odores e potencializando a segurança, ao evitar superfícies escorregadias.

Sustentabilidade: Com o uso de água reciclada e produtos biodegradáveis, a operação minimiza impactos ambientais.

A lavagem com caminhões-pipa é indispensável em Istambul, uma cidade que combina tradição e modernidade. Essa prática assegura que áreas históricas e contemporâneas permaneçam limpas, protegendo o patrimônio e acolhendo os milhões de visitantes que a cidade recebe anualmente.

Veículos equipados com tanques de grande capacidade, sistemas de bombeamento de água e mangueiras de alta pressão para lavagem direcionada.


As mangueiras de alta pressão removem sujeiras incrustadas, poeira acumulada e manchas persistentes. 

 
 uso de escovas acopladas as varredeiras mecânicas é comum para áreas pavimentadas ou com pisos mais delicados, como as calçadas de pedra da cidade velha. 

Coleta automatizada em Istambul

A coleta de resíduos utilizando contêineres enterrados é uma solução moderna e eficiente para a gestão de resíduos sólidos urbanos. Esses contêineres são projetados para serem parcialmente enterrados, com apenas a abertura superior visível, o que ajuda a economizar espaço e a manter o ambiente mais organizado. Além disso, possuem uma capacidade maior em comparação com os modelos convencionais, reduzindo a necessidade de coletas frequentes. O esvaziamento dos contêineres é feito por caminhões equipados com guindastes, que levantam e despejam os resíduos de forma rápida e automatizada, tornando o processo mais ágil e menos dependente de trabalho manual.

Uma das vantagens mais relevantes desse sistema está na melhoria da higiene urbana, especialmente em relação à redução de odores. Como os contêineres estão enterrados, os resíduos ficam armazenados em temperaturas mais baixas do que as encontradas em recipientes expostos à luz solar direta. Isso ocorre porque o solo atua como um isolante térmico natural, protegendo o lixo das variações extremas de temperatura ambiente. A redução da temperatura desacelera a decomposição dos materiais orgânicos, que é o principal fator causador de odores desagradáveis. Dessa forma, o ambiente ao redor dos contêineres permanece mais limpo e agradável, e a proliferação de insetos e outros vetores de doenças é minimizada.

O design compacto e subterrâneo também contribui para uma estética urbana mais limpa e organizada. A redução da frequência de coletas e o incentivo à separação dos resíduos reforçam a sustentabilidade do modelo, otimizando o uso de recursos e promovendo práticas mais conscientes.

Na cidade do Rio de Janeiro, os contêineres enterrados foram introduzidos durante a reurbanização da região do Porto Maravilha. Apesar dos benefícios iniciais, o uso foi descontinuado, possivelmente devido a desafios relacionados à manutenção e administração. Atualmente, a cidade utiliza contêineres do tipo Molok em pontos estratégicos, operando com veículos especiais para coleta sem compactação.

Em Istambul, os contêineres enterrados são amplamente utilizados, especialmente em áreas densamente povoadas e pontos turísticos. A gestão desses contêineres, muitas vezes realizada por prefeituras locais como Fatih Belediyesi, demonstra a eficácia do sistema, contribuindo para um ambiente limpo e organizado. As operações em Istambul destacam-se como exemplos de sucesso, ilustrando o impacto positivo dessa tecnologia em áreas urbanas de grande fluxo.

Esse modelo de coleta tem potencial para ser expandido e adaptado a diferentes contextos urbanos, oferecendo uma solução sustentável e eficiente para os desafios da gestão de resíduos em cidades de alta densidade populacional.




quinta-feira, 28 de novembro de 2024

Varrição mecanizada de folhas em Londres

A varrição mecanizada de folhas em Londres é uma operação eficiente e moderna, especialmente durante o outono, quando a queda de folhas das árvores se intensifica. Essa prática envolve o uso de sopradores e aspiradores industriais para complementar o trabalho manual e garantir a limpeza das áreas públicas, como ruas, calçadas, parques e praças.

Equipamentos Utilizados

Sopradores de Folhas: Utilizados para agrupar as folhas caídas em pilhas organizadas ou direcioná-las para áreas específicas, como bordas de calçadas ou canteiros, facilitando o recolhimento posterior. Esses sopradores podem ser movidos a gasolina, bateria ou eletricidade, dependendo da necessidade e da área atendida.

Aspiradores de Folhas: Equipamentos de grande capacidade que succionam as folhas diretamente para um recipiente ou saco coletor. Alguns modelos são acoplados a veículos, permitindo maior eficiência em áreas extensas.

Varredeiras Mecânicas: Em muitas ruas e avenidas, caminhões compactos equipados com escovas giratórias e sistemas de sucção complementam o trabalho, recolhendo não só folhas, mas também pequenos detritos.

Funcionamento do Processo

Planejamento: As operações são organizadas com base em mapas da cidade, priorizando áreas de maior acúmulo de folhas e locais movimentados. O planejamento diário pode ser ajustado conforme condições climáticas e a densidade de árvores em cada região.

Equipe de Operação:

Operadores de sopradores trabalham inicialmente para concentrar as folhas em áreas de fácil acesso. Posteriormente, aspiradores succionam o material acumulado. Varredeiras macânicas dão o acabamento, limpando áreas menores e recolhendo resíduos restantes.

Destinação dos Resíduos: As folhas coletadas são transportadas para centros de reciclagem, onde frequentemente são transformadas em compostagem ou bioenergia, alinhando-se com as políticas de sustentabilidade da cidade.

Benefícios

Eficiência: O uso de equipamentos mecanizados acelera o processo, permitindo a limpeza de grandes áreas em menos tempo.

Redução do Esforço Manual: Minimiza o desgaste físico dos trabalhadores, que atuam em conjunto com as máquinas.

Sustentabilidade: A destinação adequada dos resíduos contribui para a redução de impactos ambientais.

Segurança Pública: Evita acidentes causados por folhas escorregadias, especialmente em dias úmidos.

Em Londres, a adoção de sopradores e aspiradores mecanizados reflete o compromisso com a limpeza urbana, a modernização dos serviços públicos e o bem-estar da população.


Operadores de sopradores trabalham inicialmente para concentrar as folhas em áreas de fácil acesso.








aspiradores succionam o material acumulado



Varredeiras macânicas dão o acabamento, limpando áreas menores e recolhendo resíduos restantes.

As folhas coletadas são transportadas para centros de reciclagem

Evita acidentes causados por folhas escorregadias, especialmente em dias úmidos.


domingo, 14 de julho de 2024

O "Elefantinho" de Praga na República Tcheca

Equipamentos de limpeza automatizados, apelidados de "elefantinhos" devido ao seu tubo de aspiração, têm sido considerados como uma alternativa para otimizar os serviços de limpeza urbana. A atratividade de soluções automatizadas reside na promessa de maior eficiência e redução de custos. No entanto, a implementação bem-sucedida desses equipamentos exige uma análise criteriosa de diversos fatores.



Aspectos Técnicos e Operacionais:

Funcionalidade: O equipamento atinge áreas de difícil acesso, como sarjetas? É manobrável em diferentes tipos de terreno? Apresenta desempenho satisfatório em varrição e coleta? É adequado para as condições climáticas e os tipos de resíduos específicos da região?

Manutenção: A disponibilidade de peças de reposição é garantida localmente? A manutenção requer conhecimento técnico especializado? Os operadores possuem treinamento adequado para operar e realizar a manutenção básica do equipamento?

Análise de Custo-Benefício:

Comparativo com métodos manuais: A utilização do equipamento é mais eficiente e econômica do que a limpeza manual realizada por profissionais de limpeza? Em quais contextos a automação se mostra vantajosa? Quais os custos de aquisição, manutenção e operação do equipamento em comparação com os custos da mão de obra tradicional?

Aspectos Sociais e Ambientais:

Impacto na força de trabalho: A implementação do equipamento pode afetar o número de empregos na área de limpeza urbana? Existem alternativas para realocar ou requalificar os profissionais afetados?

Sustentabilidade: O equipamento utiliza tecnologias e materiais ecologicamente corretos? Qual o consumo de energia e água em comparação com os métodos tradicionais?

Conclusão:

A implementação de equipamentos de limpeza automatizados em contextos urbanos requer uma avaliação abrangente que considere não apenas a eficácia técnica do equipamento, mas também sua adequação às condições locais, custos de manutenção e operação, impacto social e ambiental, além da comparação com métodos tradicionais de limpeza. A análise cuidadosa desses fatores contribuirá para uma tomada de decisão informada sobre a viabilidade e o impacto da automação na limpeza urbana.

quarta-feira, 26 de junho de 2024

Varrição hidráulica em Monaco

Varrição hidráulica sendo realizada em Rpe de la Major em Mônaco.



 

terça-feira, 20 de fevereiro de 2024

Procura-se a paternidade do Aqualurb...

 


Uma das imagens do carnaval de 2024 que chamou atenção foi o "Aqualurb". Não é recente a idéia de usar um equipamento específico para transportar água gelada para melhorar o bem estar dos empregados envolvidos em operações concentradas sob o sol.

A primeira vez foi em 2014 durante a limpeza do Bloco da Preta no centro da cidade utilizando um lutocar inglês que havia sido recusado como equipamento de varrição. Apelidado de "Gunga Din" em alusão à um filme de 1939 sobre um indiano que transportava água para tropas inglesas.

Em 2017 ,um grupo de trabalho focou no desenvolvimento de uma solução de hidratação coletiva principalmente para equipes de trabalho em praia e eventos públicos.

Usando como base o projeto do Lutocar 2.0 criou-se uma caçamba isolante para transportar gelo e copos d’água e capaz de manter a água gelada durante todo o expediente de trabalho da turma.

O batismo de fogo do projeto foi o carnaval 2017 sendo usado nas turmas de limpeza do sambódromo e também nas equipes de limpeza de blocos nos logradouros.



Resta saber somente quem assumiu a paternidade do "Aqualurb"

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2024

Novos desbastadores

Hoje (24/01), a Comlurb apresentou os novos desbastadores, melhorando a eficiência operacional no manejo arbóreo da cidade. Esses equipamentos cortam tocos rente ao solo sem remover as raízes, reduzindo o impacto ambiental e o esforço físico dos garis. Além disso, eles realizam cortes precisos e sustentáveis até 35 cm abaixo do solo.

O presidente da Companhia, Flávio Lopes, destacou a inovação no manejo arbóreo.

“Apresentamos seis novos desbastadores que serão integrados às equipes de poda da cidade. Essas máquinas têm a função de tornar mais eficiente o árduo trabalho dos garis ao realizar a destoca de árvores. Elas literalmente roem e lixam o tronco até atingir a altura do passeio, permitindo a recomposição adequada da calçada, evitando saliências de tronco. Um equipamento adicional para facilitar o trabalho desafiador das nossas equipes no dia a dia”, afirma.

Os seis desbastadores serão distribuídos nas gerências da DSU, equipados com sinalizadores, alarme sonoro, cones e cavaletes para sinalização no local de trabalho, e telas para proteção.













Varredeiras operadas por mulheres no carnaval de 2024

Linha de varredeiras operadas por mulheres no carnaval de 2024

A tradição de varredeiras operadas por mulheres na limpeza de pista do sambódromo teve início em 2017 

A primeira gari que insistiu para que a função deixasse de ser exclusivamente dos homens foi Vanise Garcia Borba, em 2017 com 10 anos de empresa. “Para mostrar que somos capazes de tudo. Hoje em dia não há mais espaço para o preconceito,” contou Vanise, revelando que sempre sonhou em operar a máquina.






quarta-feira, 14 de fevereiro de 2024

Uma década de soprador


Foi no carnaval de 2013 que o soprador foi incorporado aos serviços da Comlurb. Passados mais de dez anos suas oportunidades ainda não são totalmente exploradas, como por exemplo apoio à varrição mecanizada. Todavia, no carnaval, seja nas arquibancadas da Sapucaí ou atrás dos blocos, o soprader tem seu momento de maior expressão e utilização.






Imagem da primeira vez que os sopradores foram utilizados em uma operação em 2013


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2024

Aspirador de folhas e papéis

Seria o aspirador de folhas e papéis uma versão portátil dos apelidados "elefantinhos"? Equipamentos de aspiração já foram foram testados por algum tempo no Rio de Janeiro em 2010 e ainda não encontraram seu espaço na Cidade do Rio de Janeiro. Os exemplos sugerem que é um tipo de equipamento improdutivo para logradouros. 


A Comlurb fez, nesta manhã de quinta-feira (08/02), no jardim da Sede, um treinamento especial para testar o novo aspirador de folhas e papéis, que será utilizado na Sapucaí.

A capacitação foi feita com oito garis que vão ligar, montar, abastecer e operar o equipamento de sucção. Ele vai retirar o restante de resíduo que fica na sarjeta da pista do Sambódromo. O objetivo é dar um acabamento especial às laterais da avenida após a passagem das escolas de samba. Para reduzir o volume do resíduo, o equipamento tritura os materiais recolhidos. Os empregados aprenderam a ligar, montar e colocar combustível na máquina.

A gari Cristiane Lopes está empolgada."Pela primeira vez vou atuar à noite na Sapucaí e estou muito animada para usar o equipamento novo. Vai abrilhantar ainda mais a história da Comlurb. Eu estou muito feliz", contou ela, que está há 22 anos na Companhia.








segunda-feira, 18 de dezembro de 2023

Comlurb lança caminhão-baú com sanitário para serviços emergenciais e novos micro-ônibus

A Comlurb apresentou, nessa segunda-feira (18/12), no Aterro do Flamengo, altura do Museu de Arte Moderna (MAM), os novos caminhões-baú com sanitário para transporte de garis e também os micro-ônibus.

São oito veículos caminhões-baú de transporte com sanitário para os funcionários da Comlurb que trabalham em serviços emergenciais, inclusive noturnos, como limpeza de túneis e em vias expressas. Eles contam com uma cabine auxiliar para seis pessoas, além de dois lugares na cabine principal.

Os caminhões têm plataforma elevatória que facilita o transporte de equipamentos, como Giro-Zero, Spider e microtrator roçador, além de contêineres, papeleiras, roçadeiras portáteis e ferramentas de trabalho.

"É a última entrega deste ano, que vai trazer muito conforto e melhores condições de trabalho para as nossas equipes. O esforço é constante para dar mais bem-estar aos funcionários", declarou o presidente Flávio Lopes.

Os novos micro-ônibus são divididos em dois compartimentos, um para levar 17 garis e outro independente para carregar ferramentas. No total são 32 micro-ônibus para agilizar o transporte das equipes operacionais.

O lançamento é mais uma iniciativa da Comlurb que visa a qualidade de vida do trabalhador!
















terça-feira, 12 de dezembro de 2023

Novidades na limpeza nas praias

 

INFORME DO DIA

A Comlurb começou pelo Posto 11, no Leblon, a testar a utilização de equipamentos adaptados para limpeza das praias. Os tratores receberam pneus especiais tipo flutuação para circular na areia. Os testes vão até o dia 5 de janeiro e, se aprovado o tráfego na areia do equipamento adaptado, será iniciado um estudo para implantação de lifters (sistema de levantamento) para bascular. Além de uma melhor captura de resíduos, os equipamentos também ajudam a reduzir os esforços físicos dos garis que atuam na área.


Sucesso nas comunidades pacificadas para a coleta de lixo domiciliar o trator recebeu novo tipo de pneus e se transformou em um equipamento de destaque na coleta de lixo em praia.
Em praias com muito consumo de coco este equipamento tem a força necessária para fazer uma coleta seletiva deste material mais pesado transportando para uma caixa metálica estacionária ou um direto para um compactador, para daí ser encaminhado para uma central de beneficiamento. Enquanto isso o lixo mais leve é removido manualmente com menos esforço.





O Trator Agrale 4230.4 Cargo Compactador com motor diesel com 30cv de potência, tração 4 x 4 dotado de carroceria compactadora de lixo, solidária ao chassi, volume útil de 3m³, descarga basculante a 1,40m do solo, baixa compactação pelo sistema hidráulico, carga de 1.000 quilogramas, estribo traseiro e alças, para o deslocamento dos trabalhadores e dispositivo lifter para containers de 240 litros.