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sexta-feira, 9 de fevereiro de 2018

Quem faz a Limpeza Urbana?

Engana-se quem pensa que o reconhecimento da opinião pública quanto ao serviço público de excelência irá  proteger a Companhia de outros modelos de prestação de serviço. A opinião pública não se importa se o gari é azul, verde ou laranja, contanto que o serviço seja prestado.

Em novembro a Comlurb foi retirada da região portuária. O que existe agora é uma outra empresa de limpeza urbana prestando serviços na cidade do Rio de Janeiro. Para quem tem receio de terceirização ou privatização da Comlurb, isso é pior, é a cessão de espaço, perda de market share que agora não é mais 100%. 

A Comlurb deve ser reinventar! Buscar ser mais empresarial e menos serviçal, romper as fronteiras da cidade e usar sua expertise na busca de novas oportunidades.

Caminhão de Remoção de Empresa Prestadora de Serviço ao Consorcio Porto Novo

Gari de Varrição de Empresa Prestadora de Serviço ao Consorcio Porto Novo


quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Reciclagem de lixo vai empregar 53 pessoas durante desfiles na Sapucaí


Para ajudar no trabalho, cerca de 40 mil sacolas serão distribuídas no Sambódromo
 
POR O GLOBO 

Garis fazem limpeza da Sapucaí, no carnaval de 2017 - Fábio Guimarães - 28/02/2017 / Agência O Globo


RIO - O lixo reciclável (papel, alumínio, plástico e vidro) gerado pelos foliões durante os desfiles das escolas de samba na Marquês de Sapucaí vai virar fonte de renda para 53 pessoas, entre catadores de materiais, ajudantes e motoristas, divididos em dois turnos. Depois da coleta, o material será enviado às empresas que compram esses itens e os transformam em produtos que serão comercializados novamente.

Para ajudar no trabalho, cerca de 40 mil sacolas serão distribuídas no Sambódromo durante os cinco dias de desfiles. A campanha tem como objetivo atender às políticas nacional e municipal de resíduos sólidos. Nas embalagens constarão explicações sobre o correto descarte do lixo produzido durante o evento.

A ação, que será realizada pelo Movimento "Eu Sou Catador", conta com o patrocínio da rede Champion Fried Chicken e da Estre Ambiental, além de apoio da Liga das Escolas de Samba (Liesa), da Comlurb e da Riotur.

O ativista ambiental Tião Santos, conhecido pelo filme “Lixo Extraordinário”, do artista plástico Vik Muniz, indicado ao Oscar, vai coordenar o trabalho de educação ambiental que será feito com os foliões.

— A nossa expectativa é reciclar cerca de 45 toneladas de materiais, o que representaria uma redução de 35% dos resíduos gerados no Sambódromo — disse Tião Santos.

A logística do recolhimento do lixo durante o carnaval ficará a cargo da Comlurb. Porém, após a coleta, o material será encaminhado para uma área próximo ao Sambódromo e recebida por cooperativas vinculadas à Associação de Catadores do Aterro Metropolitano de Jardim Gramacho.

Papeleira Surpresa!


Utilizando como referência evento de flashmob  o grupo "Pegando de Surpresa" traz para a cidade do Rio a lembrança da importância de utilizar as papeleiras para descarte correto do lixo dos pedestres




quarta-feira, 7 de fevereiro de 2018

Homem cria ecobarreira caseira e retira 1 tonelada de lixo de rio


Cansado de ver rio sujo, Diego Saldanha criou uma ecobarreira para retirar lixo jogado por população


Diego é morador de Colombo, cidade próxima de Curitiba e estava cansado de ver lixo no rio Atuba que fica próximo a sua casa e resolveu agir.

Ele criou uma ecobarreira caseira para segurar o lixo flutuante e com isso já retirou mais de 1 tonelada de lixo do rio, inclusive capacete e até um fogão.

“Tomei essa iniciativa por que quero demonstrar aos meus filhos que precisamos preservar a natureza”. Disse ele em entrevista ao Bem Paraná.

Para fazer a ecobarreira ele usou galões de água de 20 litros, envolvidos em redes de proteção. Com isso, segura todo o lixo flutuante que é jogado no rio.

“O projeto nasceu da necessidade de dar mais vida ao rio. Eu nasci aqui, pescava e nadava nesse rio. Eu estava vendo o Rio Atuba morrer e resolvi dar minha parcela de contribuição”, afirma. “O pessoal reclama das enchentes, mas não faz sua parte”, disse ele.

Hoje Diego chega a dar aula de meio ambiente e palestras ensinando as crianças a fazer suas próprias ecobarreiras.

Atitudes assim vindo de gente simples, motivam e dão esperanças de ter um futuro melhor. Precisamos urgente de um plano de limpeza dos rios e matas ciliares. Colombo precisa acordar, para o turismo natural, poderia gerar renda com as visitas, além de tornar a cidade mais limpa e saudável

terça-feira, 6 de fevereiro de 2018

Cidade mineira vai usar lixo para gerar energia elétrica


energia elétrica

Minas Gerais terá o primeiro projeto de Usina Termoquímica de Geração de Energia (UTGE) do país, que utiliza resíduos sólidos, ou seja, lixo, para gerar energia elétrica por meio de um processo inédito, em Boa Esperança, no Sul do Estado. O projeto é de Furnas Centrais Elétricas em parceria com a Carbogas Energia, desenvolvedora da tecnologia que é totalmente nacional.

O investimento no projeto é de R$ 32 milhões e a previsão é que a operação comece em julho de 2019. As obras de terraplenagem começaram em dezembro do ano passado. O gerente de pesquisa e desenvolvimento de Furnas, Nelson de Araújo dos Santos, explica que se trata de um projeto piloto. “Ainda é um trabalho de pesquisa, mas vamos estudar para que, no futuro, consigamos atender a comercialização da energia gerada pela usina”, diz Santos.

A UTGE terá capacidade de geração de 1 Megawatt-hora (MWh) de energia elétrica, o que corresponde a 25% de toda energia elétrica utilizada em Boa Esperança. “A energia elétrica gerada poderá ser utilizada nos prédios públicos do município a partir do segundo semestre de 2019. Em um segundo momento, também estudamos oferecer energia para atrair empresas e gerar empregos”, afirma o secretário de Obras de Boa Esperança, Diogo Cunha. A prefeitura doou o terreno de 7.800 m² onde o projeto está sendo construído.

Fonte: O Tempo

sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

Educom e estágios Internos

Acredito que  investimento na escolaridade e qualificação profissional  é o que mais oferece retorno em produtividade e qualidade para uma atividade exercida em logradouro onde muitas vezes o empregado está sozinho e deve tomar  rotineiramente pequenas decisões.

A evolução da remuneração é importante mas é efêmera. A auto estima profissional obtida através de investimentos em melhoria de qualificação, escolaridade, conforto operacional, boa liderança, boa regulamentação, é que realmente faz a Companhia evoluir. 

Das iniciativas em gestão de pessoas ocorridas em 2017, o programa "Vivência Profissional" e o retorno do "Educom", são exemplos de sucesso na valorização profissional, iniciadas com a  publicação a Ordem de Serviço “N” 018, de 02 de fevereiro de 2017.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

LAVRITA ENGENHARIA DE EQUIPAMENTOS ESPECIAIS

É sempre bom ter mais de um fornecedor de um equipamento tão especializado como os de Coleta Automatizada.



LCCL - LAVRITA Contêiner de Carga Lateral

Os contêineres metálicos permitem uma manipulação higiênica dos resíduos, tanto para os usuários e operadores, quanto para o meio-ambiente e com duas capacidades de 2.400 e 3.200 litros, permanecem à disposição permanente dos usuários e possuem uma longa vida útil.

As dimensões dos CONTÊINERES DE RESÍDUOS SÓLIDOS URBANO foram estudadas de acordo com os Equipamentos de Carga Lateral, garantindo uma perfeita funcionalidade nas operações de coleta confeccionado conforme Normas ABNT e Europeia EM: 12574 -1.

Os contêineres da LAVRITA destacam-se por suas linhas sóbrias e elegantes, integradas ao ambiente urbano. Eles são fabricados com os mais altos padrões de qualidade com processo exclusivo de estampagem e soldagem

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O recipiente  é construído por duas peças laterais e uma única parte central, o que evita tensões estruturais e deformações.  As soldas feitas com um sistema robotizado moderno garantem grande rigidez e robustez do corpo do recipiente, uma contenção perfeita de líquidos residuais e uma garantia de duração ao longo do tempo. O pé de suporte do recipiente foi completamente reprojetado para garantir uma maior resistência do fundo do recipiente e eliminar possíveis deformações estruturais.


LCCLA - Coletor de Carga Lateral

A melhor solução para Coleta de Resíduos Sólidos no Brasil e na América do Sul, é a Coleta de Resíduos Automática.

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Com capacidade de armazenamento de 21 m³ de resíduos, possui designer moderno, alta tecnologia, com central de lubrificação automática nas articulações do braço do robô, operado somente pelo motorista.

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terça-feira, 30 de janeiro de 2018

Gari que quase foi furtado faz vídeo e viraliza na internet


Gari, rapper e influenciador digital. Essa é a melhor forma de identificar o carioca João José Luiz Júnior, de 28 anos, conhecido nas ruas da cidade e na internet como Jota Jr. O estopim para o sucesso aconteceu no último dia 24, quando gravou um desabafo contando que quase teve seus pertences furtados por garotos, enquanto varria uma rua de Copacabana, na Zona Sul.

Trabalhando na Comlurb há quatro anos, desde dezembro do ano passado, ele passou a ganhar visibilidade nas redes ao postar vídeos em que questiona comportamentos sociais, como falta de educação e machismo.

— Em dezembro, fui transferido para a Praia de Copacabana. E comecei a postar uns vídeos falando sobre a galera que não joga o lixo no lugar correto, os homens que assediam mulheres... Os vídeos bombaram muito. Mas esse sobre o furto que quase sofri explodiu. As pessoas acham curioso um gari que fala bem e que tem a posição que eu tenho. Se eu fosse um empresário engomado, ninguém daria ouvidos. A minha imagem tem ajudado a repercutir as minhas ideias — acredita Jota.

RI Rio de janeiro (RJ) 29/01/2017 Gari João José Luiz Junior viralisa com vídeos sociais na internet . Foto Domingos Peixoto / Agência o Globo *** Local Caption *** valor venal
Gari João José Luiz Junior viralisa com vídeos sociais na internet . Foto Domingos Peixoto / Agência o Globo 
A postagem se espalhou pelo ambiente virtual de maneira instantânea e em cinco dias (completados ontem) já havia sido assistida 12 milhões de vezes e compartilhada por mais de 455 mil internautas.

Nascido em Brás de Pina, na Zona Norte do Rio, Jota Jr. diz que a arte sempre esteve presente em sua vida. Aos 9 anos, já fazia versões de músicas de Claudinho e Buchecha:

— Já fiz até dança rua. Hoje, tenho a minha produtora. Faço videoclipes, componho e canto. Meu grande sonho é poder cantar com o Seu Jorge e continuar conscientizando jovens humildes como eu, de que é possível conquistar as coisas através dos estudos e do trabalho

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Descarte de entulho é feito de forma incorreta em 80% dos municípios


Entulho reciclado pode ser usado na construção de praças, parques e jardins, barateando as obras em até 80%.


Reciclagem de entulho em Jundiaí


Mais de 80% dos municípios brasileiros não tratam de forma adequada o entulho gerado pela construção civil.  E isso não é só um problema ambiental, é também um desperdício de dinheiro.

Todos os anos, o Brasil descarta cem milhões de toneladas de entulho. Empilhada, essa sujeira toda formaria sete mil prédios de dez andares.

Em Belém, telhas e tijolos vão parar nas ruas e nas margens dos canais. São 200 toneladas por dia. 

Em São Paulo, os pontos de descarte irregular se multiplicam. São mais que 3.500. A prefeitura da maior cidade brasileira recolhe diariamente quase duas mil toneladas de entulho.

Menos de 20% dos municípios do país tratam de forma correta o que sobra de demolições e da construção civil.

“O descarte irregular de entulho gera vetor de doença, gera enchentes, então, uma vez descartando o entulho de forma correta, a gente poupa a vida útil de aterros, a gente economiza a extração de recursos naturais que seriam oriundos de pedreira”, explica Heweron Bartolli, presidente da Abrecon, Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção Civil e Demolição.

Em Jundiaí, no interior de São Paulo, quem joga entulho em qualquer lugar pode ser multado em até R$ 8 mil. Ecopontos estão espalhados pela cidade e o morador pode descartar até uma tonelada de resíduos de graça.

Já as caçambas contratadas precisam ser registradas pelas empresas e são monitoradas. O controle é feito por um mapa digital. A cor verde mostra que ela está regularizada. A empresa que não faz o registro pode ser multada e ter a caçamba guinchada. 

Todo o entulho recolhido na cidade é levado para uma usina que funciona numa parceria público-privada. São 200 mil toneladas por mês. O material é armazenado e classificado e, depois de passar por uma máquina, vira areia e pedras de vários tamanhos.

Os produtos reciclados voltam a ser usados em muitas obras: base para asfalto, para a manutenção de estradas rurais, piso que não empoça água. O entulho ainda é usado para a construção de praças, parques e jardins. Com ele as obras ficam até 80% mais baratas. 

“Primeiro é o ganho ambiental. Segundo, é o ganho financeiro. Nós economizamos recursos públicos, que podem ser utilizados em outras áreas da administração, disse Adilson Rosa, gestor de Serviços Públicos de Jundiaí”.

Hoje existem no Brasil 350 usinas como a de Jundiaí. Ademar Bueno, professor de sustentabilidade, diz que para os projetos darem certo é preciso muito mais que integração. 

“Um bom trabalho de gestão política, educação para a população, e criação de modelo econômico que seja de um certo modo benefício para todo mundo”, disse Bueno.

A prefeitura de Belém afirmou que o entulho coletado na cidade é usado para a cobertura de lixo doméstico e que duas usinas de reciclagem e seis ecopontos estão em processo de implantação na cidade.

A prefeitura de São Paulo declarou que tem cem ecopontos e pretende aumentar esse número, e que uma lei proíbe o descarte de entulho em locais públicos.

O Ministério do Meio Ambiente afirmou que desde 2010 o país tem uma política nacional de resíduos sólidos e que estados e municípios tem até 2022 para elaborar e atualizar os planos de gestão de resíduos.

Em um dia, 117 pessoas são multadas por fazer xixi nas ruas do Rio

Comlurb flagrou 89 homens e 29 mulheres cometendo infrações no último sábado
 
POR BRUNO ALFANO 

Bloco dos mijões; Em apenas um dia, 117 pessoas foram multadas por fazer xixi nas ruas do Rio - Pedro Teixeira / Agência O Globo

RIO - O bloco dos mijões já está na rua. Só no último sábado, 117 pessoas foram multadas por fazer xixi na rua em blocos de carnaval. A Lei de Limpeza Urbana da cidade do Rio tem um artigo específico para multar quem for pego no ato. Ele prevê uma punição de R$ 563,30. Quem não pagar, acaba com o nome sujo.

O controle é feito pelo programa Lixo Zero, no qual um guarda municipal e um agente da Comlurb são responsáveis pela fiscalização. No ano passado, 235 equipes trabalharam no carnaval. Nem Comlurb, nem a Guarda Municipal informaram a quantidade de agentes que farão a fiscalização neste ano.

A Comlurb está sendo presidida interinamente por Sérgio Eduardo Martins de Oliveira, amigo de longa data de Rubens Teixeira, ex-presidente da companhia, que deixou o cargo na última semana para assumir a Secretaria municipal de Transportes, no lugar do vice-prefeito Fernando MacDowell.

O Rio terá 32 mil banheiros químicos nas ruas durante o carnaval, segundo a RioTur. Eles são instaladas apenas em espaços por onde passam os blocos autorizados pelas prefeituras. Os cordões piratas não contam com a estrutura. Esse número é apenas 0,6% maior que o do ano passado, quando a cidade tinha 31.800 cabines.

No carnaval passado, 2.005 pessoas foram multadas por xixi na rua entre a sexta-feira anterior ao carnaval e o domingo posterior ao feriado. Em 2016, o número foi menor: 1.871.

Neste domingo, a reportagem de O GLOBO conseguiu flagrar alguns mijões no Aterro do Flamengo, próximo ao Museu de Arte Moderna, durante um ensaio da Orquestra Voadora.

O número de desfiles de blocos oficiais na cidade teve um leve aumento: 4%. Em 2017, foram 577 cortejos de 477 blocos diferentes. Já em 2018, serão 600 desfiles de 464 blocos.


domingo, 28 de janeiro de 2018

Funcionários da Comlurb definem plano de ação

Em assembleia realizada na última semana, os funcionários da Comlurb decidiram que a categoria vai lutar por um aumento (além do reajuste aplicado pela prefeitura) de 8,7% nos vencimentos, além de correção de 27% sobre o valor do vale-alimentação. Haverá, também, a cobrança quanto ao envio de um projeto para regular as carreiras dentro da empresa.

sexta-feira, 26 de janeiro de 2018

Troca de Mac Dowell por Rubens Teixeira na Secretaria de Transportes gera polêmica

Indicado deixou presidência da Comlurb na semana passada por decisão judicial


RIO - Em mais um movimento no jogo de xadrez em que tenta manter um de seus principais aliados no primeiro escalão do governo, o prefeito Marcelo Crivella nomeou o pastor evangélico Rubens Teixeira — que foi obrigado a deixar a presidência da Comlurb por ordem da Justiça — para a Secretaria municipal de Transportes. Além de ser uma manobra explícita para driblar o empecilho legal, já que a presidência de empresas públicas não pode ser exercida por ex-candidatos, como Teixeira, que concorreu a vereador na última eleição, a medida de Crivella causa ainda mais polêmica por ter curta duração.

O novo secretário não ficará mais de dois meses no cargo já que, em abril, sai para tentar se eleger deputado federal. Não bastasse tudo isso, ele assume a área de transporte que depende da continuidade de políticas para vencer problemas que se acentuaram desde o início da atual gestão, como a degradação do sistema de ônibus, o sumiço de linhas e o avanço das vans piratas.

Para levar à frente a decisão, o prefeito criou o Conselho Consultivo Autoridade da Mobilidade e dos Transportes, que implicará custos e novos cargos, para acomodar o ex-secretário e vice-prefeito Fernando Mac Dowell, que deixa a pasta de Transportes. Crivella argumentou que Mac Dowell, que é engenheiro, terá um papel estratégico no planejamento do transporte. Ele defendeu a escolha de Teixeira, também engenheiro, para substituí-lo. Questionado sobre a saída iminente do novo secretário para disputar a próxima eleição, ele afirmou não ter certeza se ele, de fato, será candidato:

— O dia a dia da Secretaria de Transportes era um castigo para um cérebro privilegiado como o do Mac Dowell. Na secretaria de Transportes, há questões a serem resolvidas que tomam tempo. A revisão das linhas de ônibus, ações judiciais que atingem o setor, entre outros problemas — justificou o prefeito.

Engenheiro, pastor evangélico e escritor de livros em que mistura conceitos de religião e autoajuda, Teixeira assume o setor num momento crítico. Projetos anunciados por Mac Dowell, como promover uma nova racionalização das linhas de ônibus, jamais saíram do papel. A criação de novas integrações entre modais ficou limitada a serviços entre metrô, vans que operam na Rocinha e o BRT Transoeste. O combate ao transporte pirata foi afrouxado e a qualidade do serviço prestado pelos ônibus comuns e os BRTs piorou muito. Não há acordo sequer sobre qual seria o valor ideal da tarifa dos ônibus, reduzido para R$ 3,40 por decisões judiciais. E, ontem à noite, nova liminar fixou a passagem em R$ 3,60. O sobe e desce do preço parece não ter fim.

— Se o secretário vai ficar pouco mais de um mês no cargo não terá sequer tempo para entender as demandas do setor. Uma área crítica como a de transportes tem que contar com uma equipe permanente. O que falta no atual governo é um diálogo efetivo. Nas reuniões que tivemos com o secretário anterior, a percepção era de que não houve uma avaliação da gravidade da desorganização do transporte público — disse Cláudio Callak, presidente do Rio Ônibus, sindicato das empresas do setor.

‘LIGAÇÕES POLÍTICAS COM O PREFEITO”

O engenheiro especializado em transportes, José de Oliveira Guerra, professor do Departamento de Transportes da Uerj, falou sobre a crise na área de transportes e criticou a nomeação do que chamou de um “interino” para o cargo.

— Em um ano, nada aconteceu de relevante na área de mobilidade da cidade. Surpreendentemente, houve um retrocesso no sistema, apesar de a pasta estar sob o comando de um dos maiores especialistas do país — disse ele, referindo-se a Mac Dowell. —Nesse cenário, não dá para acreditar que a coisa vai dar certo se o substituto é um interino que só ganhou o cargo por ligações políticas com o prefeito.

Até semana passada, Rubens Teixeira presidia a Comlurb, de onde teve que se afastar por força de uma liminar. Autor da ação, o vereador David Miranda (PSOL) tomou como base a lei federal 13.306/2016, que impede a nomeação para cargos em empresas públicas de pessoas que tenham disputado eleições nos últimos 36 meses ou tenham mandato.

Em 2016, Teixeira tentou, sem sucesso, se eleger vereador. Apesar de não haver restrições legais para Teixeira assumir o cargo de secretário — que faz parte da administração direta, ao contrário de uma empresa pública, da administração indireta —, o professor de Direito Constitucional da PUC-RJ Manoel Peixinho acredita que cabe questionar na Justiça a nova nomeação, com base no entendimento de que fere o princípio da moralidade administrativa.

— Se alguém é declarado inidôneo para comandar a Comlurb, o mesmo vale para ocupar um cargo de secretário. Cada vez mais, os tribunais valorizam esse princípio — disse Peixinho, citando as ações judiciais que tentam impedir que a deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ), condenada em processos trabalhistas, assuma o Ministério do Trabalho.

A assessoria de Crivella afirma que o novo Conselho Consultivo não significará novos custos. Porém, no Diário Oficial, consta que a entidade terá direto a oito cargos comissionados com vencimentos que variam de 1.567,40 a R$ 3.554,76. Na Comlurb, Teixeira distribuiu cargos-chave a aliados políticos, como ao ex-petroleiro Lenilson de Oliveira Vargas, demitido da Transpetro, sob suspeita de corrupção. Lenilson acabou não assumindo o cargo.

Nem tudo que se encontra um museu é coisa antiga

Museu Histórico nacional relembrando D. Pedro II

Servidor Público:
Depende, sobretudo, da nomeação de empregados honestos e aptos para os empregos. Os interesses eleitorais contrariam, no estado atual, direta ou indiretamente, o acerto dessa nomeação.

Favores:
Cumpre não indicar pessoas para cargos ou graças aos ministros, exceto em circunstâncias muito especias, de maior proveito público


quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Alemanha apresenta tecnologia de ponta para gestão de resíduos




O Eco Parque de Colônia, na Alemanha, é um dos maiores e mais completos de toda Europa. Não à toa, especialistas da área costumam brincar, chamando suas instalações de “Disney World da gestão de resíduos”. Em uma área de mais de 500 mil m², este Eco Parque realiza os mais diversos processos para separação de resíduos, obtendo subprodutos como o composto para a agricultura, gás, combustível derivado de resíduos (CDR) orgânico e CDR inorgânico de alta qualidade.

De todo lixo coletado e tratado pelo Eco Parque de Colônia, apenas cerca de 10 a 15% são depositados em aterros. Todo o restante é aproveitado de alguma forma.

Esta instalação atende à toda região metropolitana de Colônia, que possui um total de 1,4 milhão de habitantes, geradores de uma quantidade diária de cerca de quatro mil toneladas de lixo. A coleta em toda cidade é seletiva, garantindo assim um processo mais simples para o tratamento na planta, com uma estimativa de tratamento em 40% de orgânicos e 60% de inorgânicos.

Em matéria de tecnologia empregada, Colônia apresenta muitas semelhanças com o que já se pode encontrar em alguns poucos dos mais modernos eco parques brasileiros. No entanto, ao analisar o resíduo ainda no seu momento de entrada na planta, já é possível perceber uma grande diferença na forma de descarte por parte das indústrias, comércio, restaurantes e até mesmo da população.


tecnologia para gestão de resíduos

“O nível de conscientização das pessoas sobre a forma de descarte do lixo na Alemanha, e em quase toda Europa, é o grande diferencial do processo”, afirma Geraldo do Amaral Filho, diretor da Cetesb que acompanhou a visita à planta. “Precisamos de tecnologia, mas acredito que neste momento o mais importante é conseguirmos fazer com que a população perceba o quão importante é a questão de separar o lixo e, se possível, já tê-lo limpo, sem riscos de contaminação.”

Um fato curioso, em toda Alemanha, é que as embalagens de plástico PET trazem em seu invólucro o custo da garrafa, que pode ser encaminhada para reciclagem.

No Ecoparque de Colônia a maior parte dos processos é automatizada, tanto que as esteiras de separação manual já foram abandonadas. Como a coleta é seletiva, sem contaminação de orgânicos, o lixo inorgânico passa por uma etapa inicial de peneiras com pedaços de até 50 centímetros, sendo triturados em uma máquina de baixa rotação. Na etapa seguinte, um leitor ótico consegue separar o lixo de acordo com as especificações desejadas, seja de cor, tamanho ou tipo, eliminando assim a necessidade de interação humana.

tecnologia para gestão de resíduos

Móveis velhos, restos de madeira e galhos de árvore são transformados em cavacos de madeira para queima em fornos. Restos de papel e papelão são compactados em fardos para reciclagem. Garrafas de vidro são retornadas ou recicladas, chegando ao requinte de terem sua separação feita pelas cores de cada vidro. Sacos plásticos, junto de outros rejeitos inorgânicos são secos e triturados para produção de CDR. Restos de comida são fermentados para gerar biogás, e este material passa depois por compostagem para a produção de adubo orgânico. Em Colonia quase nada se perde, tudo se transforma.



Papeleira no Parque Arqueológico Angkor


Os templos existentes  no Parque Arqueológico Angkor, em Siem Riep, Camboja, foram declarados  Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992.

Na imagem de uma das papeleiras existentes no parque é possível observar o detalhe da base de borracha para evitar qualquer dano ao sítio histórico arqueológico.



Caixa financiará projeto de PPP para coleta, tratamento e destinação do lixo de Porto Alegre



Prefeitura de Porto Alegre e Caixa Econômica Federal firmaram parceria para estruturar uma parceria público-privada (PPP) para o lixo na cidade. 


 O banco prestará consultoria ao município em um novo desenho de sistema de serviços de resíduos sólidos, que poderá viabilizar parcerias na coleta, no tratamento e na destinação. Em uma primeira etapa, a Caixa vai coletar dados do município para fazer uma análise da situação financeira e dos serviços executados atualmente na cidade, segundo o secretário de Parcerias Estratégicas, Bruno Vanuzzi. Quando o diagnóstico estiver concluído, haverá a assinatura do contrato de consultoria — o que deve ocorrer até março e terá prazo de seis meses.

Vanuzzi explica que  essa consultoria ocorre por meio de um projeto-piloto que autorizou e capacitou a Caixa a construir e gerir um fundo de apoio à estruturação e ao desenvolvimento de projetos de concessões e parcerias público-privadas — resultado da Lei Federal nº 13.334. No valor de R$ 180 milhões, esse fundo — já existente — contempla Porto Alegre e outros cinco municípios brasileiros.
projeto para tratamento de esgoto

— A prefeitura não precisa gastar com o projeto agora. Quando a gente for fazer a licitação dos serviços de resíduos sólidos, o fundo será ressarcido com investimentos realizados — acrescenta Vanuzzi.

Ainda não é possível saber quais serão os serviços contemplados com PPPs — são questões que devem ser respondidas com a consultoria. Vanuzzi exemplifica que poderá haver utilização de lixo para gerar energia ou biogás e destaca:

— Queremos contratos mais modernos, com os incentivos corretos para que a gente tenha cada vez menos resíduos sendo levados pra aterros sanitários e cada vez mais geração de renda com o lixo.

O governo pretende começar a realizar licitações para a PPP dos resíduos sólidos no final de 2018.

sexta-feira, 19 de janeiro de 2018

Modernização da fábrica Aleixo Gary

A fábrica Aleixo Gary, situada em Campo Grande é responsável pela fabricação de equipamentos, utensílios e vassouras da Comlurb. Também é um ambiente de desenvolvimento de soluções e inovação. 

Apesar do excelente desempenho de sua equipe de projetistas e profissionais motivada, só não decola para novos horizontes em escala e mercado pois está enclausurada em instalações desfavoráveis, com ferramentas obsoletas e dependência organizacional.

Em 19 de janeiro de 2017 foi publicada Ordem de Serviço “N” 013 para elaboração  de plano de modernização da fábrica Aleixo Gary visando prepara-la para ser um centro de desenvolvimento de soluções em equipamentos de Limpeza Urbana com capacidade de fabricar o necessário para a Companhia e também "exportar" produtos e projetos. No entanto, a iniciativa foi esquecida após a mudança de administração da Companhia.


Propostas de Melhoria de Uniforme e EPIs

Acreditando que as ações no campo da prevenção de acidentes de trabalho é responsabilidade dos gestores, e que a implantação destas ações somente obterão resultados se houver, de maneira integrada e associada, a consciência, o respeito e o comprometimento de todos, a Diretoria de Serviços Oeste promoveu nos anos de 2015 e 2016 uma ampla mobilização sobre Segurança do Trabalho.

Empregados coletivamente destilaram um conjunto de premissas que trariam benefício a todos gerando algumas demandas inovadoras para a Companhia:

Premissas: 


  • Como a cada dia novos materiais surgem e novos designs são produzidos, qualquer frase do tipo “já foi testado em anos anteriores” ou “sempre foi assim” deveria ser no mínimo evitada! 
  • Necessário realizar uma análise de valor dos atuais Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva para definir quais são eficazes e realmente necessários, além do nível de suas especificações. Por exemplo: ter uma boa luva com uma distribuição garantida é diferente de ter a melhor luva possível e não encontrar fornecedor adequado.
  • A busca de inovação deve sair do escritório e buscar a participação ativa do usuário do Equipamento de Proteção Individual e Coletiva como forma de adequar as especificações à realidade operacional e estimular o uso consciente posterior.
  • Necessário redigir um protocolo de testes em campo que garanta a validação das especificações técnicas com a contribuição do maior número de profissionais dispostos a realmente avaliar os protótipos e amostras.
  • Todos as especificações dos Equipamentos de Proteção Individual devem considerar o melhor resultado da combinação entre proteção ao risco, custo exequível de aquisição e ADICIONALMENTE o conforto do usuário!

As premissas desencadearam uma série de sugestões discutidas com a Companhia em setembro de 2016:
  • Uso do chapéu legionário em substituição ao chapéu australiano
  • Capa de chuva leve e transparente eliminando o uso de trevica
  • Uso de longuete e touca para garis que operam máquinas portáteis
  • Uniformes de agentes igual ao dos garis
  • Novo borzeguim propício para movimentação acelerada
  • Equipamentos de conforto adicionais como mochila e cantil
  • Uso de cinto lombar para a coleta domiciliar

Em 2017 foi publicada a Ordem de Serviço “N” 008 de 19 de janeiro de 2017 visando a melhoria de uniformes e EPIs. Felizmente, graças aos profissionais do SESMT, ideia conseguiu avançar pelas diversas mudanças de gestão e aconteceu a implantação do chapéu legionário e uma nova especificação de borzeguim. 

No entanto, infelizmente, não avançou o projeto de novo uniforme de fibra sintética, provavelmente a poliamida, que seria um enorme benefício para o trabalhador que se movimenta como um atleta, e com retorno incomensurável para a produtividade em um clima cada vez mais desgastante.



Comitê de Gestão Estratégica

O conceito de "Comitê Estratégico" visa reunir pessoas de capacidade e reconhecida experiência na história na Companhia para, através de debates e soma de conhecimento,  proceder estudos técnicos específicos, premissas de projetos e definir políticas institucionais para assuntos de reconhecida relevância.

O problema é que reunir pessoas de notório saber, por si só, não garante que haverá sincera discussão de idéias e a chance da repetição de discursos rançosos é muito alta! Os de melhor capacidade e discernimento, quando juntos, se transformam em gladiadores de suas próprias idéias ou mercenários de suas zonas de conforto.

Apesar de acreditar que a construção coletiva de políticas institucionais ser o melhor para todos as partes interessadas, como fazer um coletivo em um ambiente onde o individual é a regra? 

A Ordem de Serviço “N” 005, de 19 de janeiro de 2017, determinando a elaboração do Comitê de Gestão Estratégica, da coleção de tantas Ordens de Serviço, foi a única totalmente ignorada desde a sua publicação. Não houve nem tempo de ser revogada pela administração seguinte, pois não existiu além da esperança de seu idealizador.


Agregar valor as pessoas!

Uma Companhia com gastos de pessoal na ordem de R$ 1,1 bilhão, empenhando 58% de seu orçamento, deve empregar esforços em regulamentar seus procedimentos de gestão de pessoas, e também buscar identificar e conter desperdício de recursos. 

Adicionalmente, visando garantir bons resultados, é importante estimular iniciativas que agregam valor as pessoas através da melhoria do ambiente de trabalho; da solução de entraves para seu desenvolvimento profissional; ou simplesmente que amenizem o desconforto em sua jornada.

A Ordem de Serviço “N” 004, de 19 de janeiro de 2017, teve como objetivo identificar oportunidades de melhoria na gestão de pessoas determinando a elaboração de alguns produtos todos realizados e mantidos apesar da mudança de gestão:




quinta-feira, 18 de janeiro de 2018

Rubens Teixeira deixa presidência da Comlurb



Medida fora imposta pela Justiça, que fixou multa de R$ 20 mil por dia em caso de descumprimento
 
POR DAYANA RESENDE

O agora ex-presidente da Comlurb, Rubens Teixeira - Fabiano Rocha / Agência O Globo
RIO - Rubens Teixeira não é mais presidente da Companhia Municipal de Limpeza Ubana (Comlurb). Ele deixou o cargo nesta quarta-feira, após a Justiça conceder liminar pelo seu afastamento.

A decisão, proferida na quinta-feira passada pela juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, da 16ª Vara de Fazenda Pública, tem como base a Lei de Responsabilidade das Estatais, que proíbe a nomeação para cargos de administração de empresas públicas de qualquer pessoa que tenha atuado em campanhas políticas. Teixeira concorreu às eleições para vereador em 2016, mas não se elegeu.

A decisão da juíza atendeu a uma ação movida pelo vereador David Miranda (Psol). A magistrada fixou multa de R$ 20 mil por dia, em caso de descumprimento. Segundo o agora ex-presidente da Comlurb, a prefeitura vai recorrer da sentença.

"A vedação é clara, no sentido de que quem tenha participado de campanha eleitoral, ou seja o candidato a cargo eletivo, não possa integrar a diretoria", escreveu a juíza. A lei federal 13.303, sancionada em 30 de junho de 2016 pelo então presidente em exercício Michel Temer, estabelece regras rígidas para a nomeação de diretores, membros do conselho de administração e de presidentes em empresas públicas e de sociedade mista. De acordo com o artigo 17 da lei, é vedada a nomeação "de pessoa que atuou, nos últimos 36 meses, como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado à organização, estruturação e realização de campanha eleitoral".

Após deixar a cadeira de presidente, Teixeira voltou ao Banco Central do Brasil, onde é servidor público. Em um vídeo publicado no Facebook, ele questionou a decisão da juíza e afirmou que a Lei das Estatais só teria vigência a partir de julho deste ano. A regra passou a vigorar, no entanto, na data de sua publicação, conforme informa o artigo 97.

"A juíza decidiu conceder a liminar com uma sumária análise. Uma sumária análise, com todo respeito ao Judiciário, não me parece uma análise profunda. Não sei se foi cuidadosa", disse Teixeira, afirmando, em seguida, que não está mais à frente da companhia: "Decisão de juiz a gente cumpre. Já que ela deu a decisão, estou fora da empresa e não vou, evidentemente, reclamar disso".

Teixeira não tem bom relacionamento com os vereadores desde a época em que era secretário de Conservação e Meio Ambiente, função que exerceu de janeiro a outubro do ano passado. Quando assumiu a companhia de limpeza, essa relação piorou.


quarta-feira, 17 de janeiro de 2018

Justiça afasta Rubens Teixeira do cargo de presidente da Comlurb


Magistrada fixou multa diária de R$ 20 mil em caso de descumprimento da decisão. Em rede social, Teixeira questionou a decisão, que considerou 'pouco cuidadosa'.

Por G1 Rio

Rubens Teixeira (Foto: Reprodução/ TV Globo)
 Rubens Teixeira (Foto: Reprodução/ TV Globo)
O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira, foi afastado do cargo por decisão judicial proferida no último dia 11. Em seu despacho, a juíza Viviane Vieira do Amaral Arronenzi, da 16ª Vara de Fazenda Pública, fixou multa de R$ 20 mil por dia em caso de descumprimento da decisão.

A ação que motivou a concessão da liminar que afasta Teixeira do cargo foi movida pelo vereador David Miranda (PSOL), com base em lei federal que proíbe a nomeação para cargos de administração de empresas públicas - como no caso da Comlurb - de qualquer pessoa que tenha atuado em campanhas políticas, como dirigente partidário ou como candidato.

"A vedação é clara, no sentido de que quem tenha participado de campanha eleitoral, ou seja o candidato a cargo eletivo, não possa integrar a Diretoria. Assim sendo, defiro a antecipação dos efeitos da tutela com o fim de suspender o ato de nomeação de Rubens Teixeira da Silva ao cargo de Diretor Presidente", escreveu a juíza em seu despacho.

Em seu artigo 17, a lei 13.303/16 - conhecida como Lei das Estatais - é categórica ao vedar nomeações "de pessoa que atuou, nos últimos 36 (trinta e seis) meses, como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral". Rubens Teixeira foi candidato a vereador no Rio em 2016.

Em sua defesa, Teixeira publicou um vídeo em rede social na qual questiona a decisão: ele afirma que uma "análise sumária", como menciona a magistrada em seu despacho, não foi "cuidadosa" o suficiente para deferir o pedido de liminar.

Rubens Teixeira diz ainda que a lei 13.303, sancionada em 30 de junho de 2016 pelo então presidente em exercício Michel Temer, só teria vigência a partir de julho de 2018. O texto, no entanto, é claro ao informar, em seu artigo 97, que a lei passou a vigorar na data de sua publicação.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

Viatura Satélite na Cidade de Mysuru na Índia

Um grupo de triciclos motorizados tipo Tuk Tuk com caçamba basculante utilizados na Cidade de Mysuru na Índia.


terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Coleta Programada Gratuita de Resíduos de Construção Civil

Diferente do Serviço gratuito de coleta de entulho recentemente disponibilizado em Barueri com uso de Big Bags, na Cidade do Rio de Janeiro,  o Serviço de Remoção Gratuita da Comlurb é realizado por caminhões basculantes carregados manualmente. 


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O Serviço de Remoção Gratuita da Comlurb é um dos mais demandados pela Prefeitura, atende a pedidos de todos os bairros do Rio para retirada de entulho produzido em pequenas obras residenciais; galhadas provenientes de podas de árvores, e de bens inservíveis - fogões, geladeiras, sofás, eletrodomésticos, entre outros. A solicitação do serviço pode ser feita pelo telefone 1746, da Central de Teleatendimento da Prefeitura, que funciona 24 horas por dia. O atendimento ocorrerá, no máximo, em 10 dias, sempre de segunda-feira a sábado, no horário compreendido entre 7 e 22 horas.


Para utilizar o Serviço de Remoção Gratuita de Comlurb, o cidadão deverá observar os seguintes procedimentos:

ENTULHO de pequenas obras: deverão estar obrigatoriamente acondicionados em sacos plásticos de até 20 litros, e serão removidos no máximo 150 (cento e cinquenta) sacos por residência. O pedido pode ser feito a cada 10 dias.

GALHADAS de pequenas podas: deverão ser formados conjuntos de galhos, de comprimento máximo de 1,5 metro, amarrados com barbantes ou outro material (para facilitar o manuseio pelo gari) e serão removidos, no máximo, 12 conjuntos de amarrados por residência.

TELHAS (pequenas) ou TIJOLOS: apenas unidades inteiras, que deverão estar agrupadas de forma a facilitar o carregamento. Serão removidas, no máximo, 150 unidades de telhas e/ou de tijolos por residência. Uunidades quebradas devem ser consideradas como entulho.

BENS INSERVÍVEIS: somente são removidos, no máximo, seis itens por residência com suas respectivas quantidades, exceto para os bens de grande peso ou volume, como geladeira, freezer, cofre, sofá, armário etc. A remoção fica limitada a dois itens por residência.