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quinta-feira, 23 de junho de 2016

Garis com nível superior trabalhando nas bancadas olímpicas

O Centro de Operações Rio criou dois times operacionais dedicados a monitorar as atividades planejadas e a responder ocorrências não previstas da forma mais rápida e efetiva, durante os Jogos Rio 2016. Um destes grupos atuou na sala de controle do COR, em um espaço denominado bancadas olímpicas. Eram setores de monitoramento que acompanhavam a agenda olímpica, com atenção especial para as regiões do Maracanã (que incluía o complexo esportivo do Maracanã, o Engenhão e o Sambódromo), Barra (onde está localizado o Parque Olímpico e outras instalações esportivas), Deodoro e Copacabana (que abrangia também a Lagoa e a Marina da Glória). Cada time regional também contava com assessores de redes sociais, responsáveis por monitorar as postagens em cada uma destas áreas e identificar possíveis ocorrências que demandassem acionamento de serviços públicos.


Com uma política de busca de talentos entre os garis que tem alguma formação superior a Diretoria de Serviços Oeste DSO percebeu que o trabalho no COR durante as olimpíadas seria uma oportunidade de descobrir potenciais futuros encarregados de serviços na Zona Oeste.

Todos os profissionais que brilhantemente atuaram nas bancadas olímpicas para a região de Deodoro foram garis com formação superior oriundos da DSO.







quarta-feira, 22 de junho de 2016

Cestas de lixo do Rio já têm recipiente para descarte de guimbas de cigarro

Vários locais da cidade já contam com as novas lixeiras
 
POR O GLOBO

As novas lixeiras com recipientes para guimbas de cigarro - Divulgação

RIO - As tradicionais cestas de lixo do Rio ganharam um recipiente específico para o descarte de guimbas de cigarro. Vários bairros da cidade já contam com os novos recipientes, que têm formato de um cigarro gigante e ficam do lado de fora das lixeiras, conforme adiantou a coluna Gente Boa.

Até o momento, já foram instaladas oitos cestos na Zona Portuária, dez no Centro; dez em Copacabana, dez no Leblon, cinco na Tijuca, sete em Botafogo. Segundo a Comlurb, mais 50 serão espalhadas pela Zona Oeste. Outras 300 serão produzidas e instaladas em pontos de concentração de pessoas na cidade.

De acordo com a prefeitura, mais de 115 mil pessoas já foram multadas na cidade por jogar guimbas de cigarro no chão, desde o início do Programa Lixo Zero, há quase três anos.

No último dia 15, o governador em exercício Francisco Dornelles sancionou a Lei 7313/2016, que prevê a criação de um programa de reciclagem envolvendo fabricantes, distribuidores e comerciantes de tabaco. De acordo com a lei, de autoria de Tiago Mohamed (PMDB), atual secretário de Abastecimento e Segurança Alimentar do município do Rio, o programa devia disponibilizar recipientes em locais de grande circulação para depósito de guimbas de cigarro.

A secretaria de Estado do Ambiente será responsável pela fiscalização do cumprimento da lei. Cooperativas e empresas que oferecem diferentes alternativas para o descarte e a reciclagem de bitucas também devem fazer parte do projeto, é o caso da Eccoponto Brasil, em Honório Gurgel, que recebe pontas de cigarro para transformá-las em papel reciclado. Recicladas, as guimbas podem virar papel, cimento para áreas de encostas e adubo.

Os 'fumodrómos' das empresas e áreas públicas terão prioridade na instalação dos pontos de coleta diferenciada. O projeto de lei ainda prevê multas por descumprimento. Os valores arrecadados serão direcionados para programas de preservação ambiental.

terça-feira, 7 de junho de 2016

Ele transformou lixo em negócio, mesmo concorrendo com a coleta gratuita


O que para uns é objeto de repulsa, desde a infância gerava curiosidade em Lucas Chiabi, de 24 anos. Mineiro de Belo Horizonte, o estudante de Engenharia Ambiental da UFRJ queria ser lixeiro quando criança. Hoje, está à frente da Ciclo Orgânico, uma empresa carioca que coleta lixo em residências mediante o pagamento de uma mensalidade de 60 reais. O empreendimento atende 110 residências em oito bairros: Leblon, Ipanema, Copacabana, Leme, Botafogo, Humaitá, Jardim Botânico e Gávea.

A diferença para a coleta gratuita, que no Rio é feita pela Comlurb, é que a empresa de Lucas foca em um público que está preocupado com o destino do seu lixo e seu impacto no meio ambiente. Um público que vai além da separação de materiais recicláveis e olha também para o outro tipo de lixo que produz: o orgânico. A Ciclo Orgânico atua neste campo específico: recolhe e dá destino aos resíduos orgânicos, ou seja, o material de origem vegetal ou animal (como cascas de frutas, de legumes e restos de comida).

Lucas prepara a compostagem no Parque do Martelo, no Humaitá, no Rio.
Lucas prepara a compostagem no Parque do Martelo, no Humaitá, no Rio

O esquema é simples: após pagar uma matrícula de 30 reais, o cliente recebe um baldinho, com capacidade de 10 litros, com um saco plástico biodegradável para depositar o resíduo orgânico – como fazemos normalmente com sacola de supermercado. Um dos funcionários pesa e recolhe este resíduo, semanalmente, e o transporta de bicicleta para um ponto onde é feita a compostagem. A compostagem consiste em misturar o resíduo orgânico à terra e ao resíduo mais antigo, alternando descanso e manejo, até que o material naturalmente se transforme em um adubo natural riquíssimo em nutrientes, também chamado de composto. Lucas fala:

“A compostagem é um ciclo de vida: mexo com construção ao produzir o adubo, planto e ainda transformo o lixo, que ninguém queria por perto, em algo bacana”

Atualmente, o processo acontece no Parque do Martelo, no Humaitá, Zona Sul do Rio de Janeiro. Lucas usa o local e, em contrapartida, metade do adubo fica para a associação de moradores que faz a gestão do espaço. No fim do mês, o cliente da Ciclo Orgânico, além de ter a consciência de que seu lixo vai para um lugar adequado, ainda tem direito a recompensas: ele pode escolher receber uma muda ou o adubo de volta. Se não quiser, pode optar pela doação, e a Ciclo Orgânico destina o material para pequenos produtores e para o reflorestamento do Parque do Martelo.

O MENINO QUE VIA TESOUROS NO LIXO

A raiz da Ciclo Orgânico remete à infância do estudante Lucas Chiabi. Filho de um engenheiro civil da Vale e de uma psicóloga, antes de chegar ao Rio, aos 13 anos, ele viveu em diversas cidades do país. A que mais lhe marcou foi Carajás, no Pará, onde morou entre 1 e 7 anos.

“É uma cidadezinha no meio da Amazônia. A escola era em ocas de índios, eu tinha uma casa legal, com três goiabeiras, e meu pai plantou cana no quintal. Carajás tem uma cerca em volta da cidade por causa de onças”, diz.

Lucas conta que as maiores diversões nesta fase da infância eram fazer pequenas construções de madeira, plantar mudas e encontrar tesouros no lixo (qualquer semelhança com o que ele faz hoje não é coincidência). Quando chegou a hora do vestibular, não teve dúvidas e escolheu fazer engenharia ambiental para unir o amor por matemática e plantas. Porém, no primeiro dia de aula na UFRJ, levou um banho de água fria: “O professor avisou que quem tinha entrado pensando em ver planta e bicho que era para esquecer. Foi um choque de realidade. Mas aí encontrei lá dentro o Projeto Muda, sobre permacultura e agroecologia”.

As opções de recompensas aos clientes: um saco de adubo gerado a partir do lixo recolhido ou uma mudinha da Ciclo Orgânico.
As opções de recompensas aos clientes: um saco de adubo gerado a partir do lixo recolhido ou uma mudinha da Ciclo Orgânico.
Por causa da pesquisa, ele passou a levar o resíduo orgânico familiar em um baldinho, semanalmente, para a universidade. Ao sair do projeto, no ano passado, estagiou na Vide Verde, uma empresa de compostagem com foco na indústria. O conhecimento da área de atuação vem dessas duas experiências. O gostinho por empreender ele experimentou um pouco antes, em 2011.

“Abri uma marca de roupa chamada ‘Alien’ porque eu competi com skimboard (tipo de surf que usa uma prancha sem quilha para fazer manobras perto da areia) e vi que nenhuma marca abordava este assunto. Me juntei com dois amigos, mas o projeto durou apenas um ano, porque faltou planejamento. Nunca tinha um retorno financeiro legal para poder escalar. Eu sabia que não poderia repetir este erro no Ciclo Orgânico”, afirma.

UM GATILHO PARA EMPREENDER NUM NEGÓCIO SOCIAL

O lado empreendedor ficou esquecido até que a namorada de Lucas, Thamyris Soliva, o inscreveu no programa Shell Iniciativa Jovem, no ano passado. Era preciso escrever um projeto para ser desenvolvido e ele decidiu investir nos resíduos orgânicos. As inspirações para sua empresa vieram, principalmente, do projeto sócio-ambiental Revolução dos Baldinhos, em Florianópolis, Santa Catarina, que solucionou o problema do lixo orgânico no bairro de Monte Cristo, e o Compost Pedallers, em Austin, nos Estados Unidos, que já usava bicicletas como veículo para coletar o resíduo orgânico na casa dos clientes. Os modelos mostraram que o caminho era viável. Com auxílio do programa, Lucas desenvolveu um plano de negócios e conseguiu um aporte inicial de 8 mil reais.

Uma das bicicletas usadas na coleta de resíduos pela Ciclo Orgânico.
Uma das bicicletas usadas na coleta de resíduos pela Ciclo Orgânico.
Para testar o serviço, no início ele ofereceu para amigos assinaturas gratuitas. Ainda assim, teve que enfrentar a desconfiança, já que a coleta de lixo é oferecida gratuitamente pela prefeitura. Apesar do público-alvo ser consciente, ele criou três formas de engajamento: “Na maior parte dos programas de reciclagem, a pessoa entrega o resíduo, mas não sabe o que vira. No Ciclo Orgânico, acaba em adubo ou muda. Além disso, a pessoa fica sabendo o impacto, pois informamos, no fim do mês, a quantidade de resíduos coletados, de composto produzido e as emissões evitadas”, diz ele. “E é perto de casa. Se a pessoa quiser, ela pode vir ver o processo.”

Por ser um serviço que demanda convencimento, Lucas tentou definir um preço que não fosse muito alto. A matrícula de 30 reais paga o custo inicial do baldinho. A mensalidade, de 60 reais, cobre todo o restante dos custos. Para tornar o serviço mais ágil e atraente para mais pessoas em um mesmo condomínio, Lucas oferece planos coletivos. A partir de dez famílias, por exemplo, a assinatura cai para 51 reais.

ERROS E TROPEÇOS NO INÍCIO DA OPERAÇÃO

Com a estratégia definida, os primeiros tropeços surgiram na operação. No início, ele é quem definia as rotas diárias, fazia a coleta, a compostagem, e a gestão financeira. Lucas lembra que atrasou por três vezes a coleta a de uma cliente, o que o fez ouvir reclamações e lidar com o primeiro cancelamento:

“Nunca imaginei, mas reclamação de cliente é algo que dói muito. Você fica sentido e magoado. É bom porque posso melhorar, mas sinto como se fosse comigo”

O sofrimento o fez perceber a importância de outro pilar do seu negócio: a pontualidade. Atualmente, Lucas se concentra em lidar com clientes, planejar a operação e administrar.

De manhã, ele cursa as aulas que faltam para acabar a faculdade de Engenharia Ambiental – a Ciclo Orgânico, por sinal, será seu tema no Trabalho de Conclusão de Curso. À tarde, vai ao Parque do Martelo checar como andam a coleta e a compostagem. Dois funcionários fazem as coletas de bicicleta. Elas acontecem a cada dia em uma área de cobertura. Os dois também são responsáveis pela compostagem. O pai de Lucas o ajuda no setor financeiro e Thamyris, na comunicação. A meta da empresa era fechar 2015 com 100 assinaturas, marca conquistada em janeiro deste ano.

“Ainda não tiro um salário, mas não preciso colocar dinheiro. A conta fecha com os cerca de 6 mil reais mensais. Quero conseguir uma ajuda de custo para mim este ano”, diz ele. A maior dificuldade, ainda hoje, é a logística de coleta com as assinaturas individuais. “Os planos coletivos, como condomínios, são melhores para a gente”

O futuro traz um punhado de novos desafios para a Ciclo Orgânico. Parte deles, consequências do sucesso: as oito composteiras estão ficando sobrecarregadas. Cada uma suporta 200 kg de resíduos, que são preenchidos em uma semana. É preciso remanejar os compostos, quando diminuem de volume, para que se abra espaço para novas cargas de resíduos. Lucas estuda a ampliação de composteiras no próprio parque e talvez em outros pontos da cidade, como em Botafogo, Tijuca, e Barra da Tijuca, a fim de ampliar a cobertura e ser capaz de atender também restaurantes. Para isso, pretende contratar mais funcionários para dar conta da demanda. De baldinho em baldinho, de ciclo em ciclo, são problemas que Lucas está feliz em ter que resolver.

domingo, 5 de junho de 2016

Plataforma de Transporte

Deve ser útil para movimentação de contêineres ou sacos em locais urbanizados sem acesso à veículos.


sábado, 21 de maio de 2016

Central Mecanizada de Triagem




Mesmo com a coleta seletiva, em que o lixo seco é separado do orgânico, segregar os diferentes materiais recicláveis não é tarefa das mais simples, ainda mais em grandes centros urbanos como São Paulo. Por isso, a importância das centrais mecanizadas de triagem, que dão escala para a separação dos resíduos e viabilizam a reciclagem, gerando benefícios para todos – a população, cooperativas de reciclagem e indústria.

Tudo começa na separação do lixo seco do orgânico dentro das casas e empresas. Os caminhões dedicados apenas ao lixo seco passam em dias determinados e levam o material para a central. Lá, ele é despejado por um trator numa máquina que rasga os sacos e conduz o conteúdo por esteiras mecânicas até um separador, que faz a seleção dos resíduos por tamanho e depois por forma. Dali, os resíduos seguem diferentes rotas.

























Na sequência, os materiais passam por leitores ópticos, onde são selecionados os diferentes tipos de plástico e por separadores magnéticos e não magnéticos para metais ferrosos e não ferrosos. Por fim, é feita a separação manual do restante dos materiais. Papel, alumínio, plástico, vidro e outros, compactados, seguem para as indústrias que o utilizam como matéria-prima em seus processos produtivos.

A Central Mecanizada de Triagem pode separar uma quantidade de material reciclável bem maior do que a separação manual. Dessa forma, consegue proporcionar a valorização a uma grande quantidade de resíduos que poderia parar nos aterros.

Unidade de Tratamento Mecanizado

O conceito “One Bin for All” (uma lixeira para tudo) onde o material reciclado é obtido em uma central de tratamento mecanizado processando os resíduos coletados todos juntos, ou seja, não é necessária a coleta seletiva de recicláveis.

Neste modelo “One Bin for All” para reciclagem, não há necessidade do morador separar o material para reciclagem, nem todos os recursos aplicados em coleta seletiva.

Coleta Seletiva na Cidade do Rio de Janeiro




Coleta seletiva de resíduos é de apenas 1% no Rio, abaixo da meta
Comlurb anuncia usina mecanizada no Caju, na Zona Portuária, para 2017.

A coleta seletiva de resíduos na cidade do Rio de Janeiro alcança 1,2% de todos os materiais recicláveis, de acordo com a Comlurb, apesar da promessa da prefeitura – feita no início do atual mandato do prefeito Eduardo Paes, em 2012 – de elevar o percentual para 25% em 4 anos.


De acordo com reportagem do RJTV, são apenas 17 caminhões envolvidos na operação. Juntos, eles recolhem 63 toneladas de recicláveis por dia. Para que a promessa do prefeito fosse cumprida, a frota deveria contar com mais de 240 veículos.

Usina mecanizada em 2017

A Comlurb anuncia para o ano que vem a instalação de uma usina mecanizada no Caju, na Zona Portuária da cidade, que será capaz de separar 2 mil toneladas de lixo por dia. "A gente tá implementando, a gente vai implementar, acabamos de finalizar o acerto com nosso concessionário que faz a parte de resíduos, a implementação de uma usina de tratamento mecanizado. Vai ter a capacidade de fazer a destinação, ou pelo menos a segregação, o de 2 mil toneladas dia. A gente acedita que dessas 2 mil toneladas, pelo menos 20% serão materiais potencialmente reciclados. E aí a gente vai poder aumentar de forma substancial essa questão", disse o diretor-presidente da Comlurb.

A Comlurb disse que a central de triagem de Bangu, na Zona Oeste, vai ser inaugurada ainda este mês. Com isso, a coleta seletiva deve ter um aumento de 50%, em torno de 30 toneladas a mais por dia.

Já a prefeitura informou que, além da coleta da Comlurb, existe o trabalho das cooperativas independente, que recolhem 300 toneladas de recicláveis por dia. A prefeitura não respondeu por que a meta prometida não foi cumprida.

segunda-feira, 16 de maio de 2016

Dia do Gari


Desde os períodos mais remotos, a formação dos grandes centros urbanos fez com que a produção de lixo se tornasse um dos mais importantes problemas das cidades. Afinal, tendo a capacidade de agrupar grandes coletivos, as cidades geram uma capacidade de consumo e produção de restos que tornam o lixo um incômodo que interfere no cotidiano, na saúde e na própria estética urbana.

No Brasil, as ações iniciais de limpeza das vias públicas aparecem na época do governo imperial. No ano de 1830, uma lei da capital imperial estipulava que houvesse o “desempachamento” das ruas da cidade. No caso, além de retirar o lixo, a lei de natureza “higiênica” determinava que as mesmas ruas fossem livradas dos mendigos, loucos, desempregados e animais ferozes.

Uma das primeiras ações organizadas para o serviço de recolhimento do lixo urbano apareceu no Brasil quando o governo imperial contratou o francês Aleixo Gary para transportar o lixo produzido no Rio de Janeiro para a ilha de Sapucaia. O sobrenome do contratado acabou sendo utilizado para a designação feita a todos os funcionários que realizam a coleta de lixo nas cidades.



quinta-feira, 12 de maio de 2016

Prolongamento de Caçamba de Satélite

O veículo satélite existe para orbitar em torno de um veículo compactador de maiores dimensões. O satélite "puxa" o lixo para o roteiro do caminhão maior! Os equipamentos devem operar de forma harmônica criando um conjunto perfeitamente integrado.

No entanto, quando, por causa do lifter na traseira do compactador, o satélite não alcança adequadamente a caçamba, abre-se espaço para o improviso aumentando o risco da operação e reduzindo a produtividade.
O improviso força o trabalhador a usar pranchas de madeira para conduzir a carga para a caçamba do caminhão e movimentar o resíduo com ferramentas. O improviso não é essencialmente negativo pois mostra o caminho da solução de problemas, a persistência no improviso é que é negativa pois não se busca a solução completa dos problemas ou dificuldades. 

Buscar um satélite que opere de forma integrada com o caminhão sem improvisos. Talvez alterando o projeto da caçamba do caminhão, projeto do lifter, ou, transformando o improviso em um prolongamento da caçamba do satélite devidamente projetado como as fotos a seguir:







segunda-feira, 25 de abril de 2016

Erradicação de Pontos Críticos na Zona Oeste

O descarte irregular de entulho, lixo domiciliar e bens inservíveis ofertados pelos carroceiros em locais inapropriados além de causar transtornos a população, afetam a percepção de limpeza nos bairros.

O objetivo da Oeste Limpa é combater o descarte informal de entulho e bens inservíveis ofertados pelos carroceiros realizando as seguintes ações:

Ø  Intensificar os serviços de rotina 
Ø  Erradicar pontos de descarte irregulares com cercas e jardins feitos com pneus reciclados
Ø  Recolher todo material colocado pelos moradores na porta de suas residências durante a operação "sem fronteiras" que acontece todo sábado em um determinado bairro da Zona Oeste 
Ø  Divulgar os serviços de Remoção Gratuita pelo telefone 1746



Nesse ano já erradicamos 59 pontos críticos nos bairros da Zona Oeste!


Antes e depois da limpeza e erradicação do ponto crítico do Viaduto de Paciência

Rua Bernardo de Vasconcelos, em Realengo

Rua Cosmos, em Campo Grande


Solicite a remoção Gratuita pelo telefone 1746!

quarta-feira, 13 de abril de 2016

Unidade móvel de atendimento ao Cliente

Como transformar uma antiga carrocinha de
 pipoca em um ponto de atendimento ao cliente.



A equipe de atendimento ao cliente deve ser uma unidade transformadora dentro da empresa, onde os problemas e dúvidas são transformados em satisfação! Visando isso, a Oeste Limpa criou a Unidade móvel de atendimento ao cliente. 

A manhã dessa sexta feira está sendo movimentada no Calçadão de Campo Grande, onde está estacionada a unidade móvel de atendimento ao cliente que a Diretoria de Serviços Oeste acaba de restaurar e colocar em funcionamento para atender a população.

Durante os próximos meses, ela estará no local para captar solicitações serviços como varrição, coleta domiciliar, remoção de lixo público, bens inservíveis e roçada para a comunidade daquela região, além de incentivar o uso da central de atendimento 1746.

Uma das vantagens da unidade móvel é justamente sua mobilidade, o que permite atender todos os bairros da Zona Oeste. 


Essa é a Oeste Limpa! Tratando a Zona Oeste como ela quer ser tratada!







terça-feira, 12 de abril de 2016

Quer melhorar seus processos?

Invista em liderança!

Daquele tipo que orienta, apoia, ensina, estimula, repreende, aglutina...



segunda-feira, 14 de março de 2016

Plano de contingência COMLURB


Devido a forte chuva que caiu no Rio de Janeiro no sábado o município entrou em estágio de Crise que é o terceiro nível em uma escala de três e significa chuva forte a muito forte, podendo causar alagamentos e deslizamentos. 

A COMLURB colocou em prática o  Plano de contingência que atua em eventos emergenciais na Cidade do Rio de Janeiro, com o desenvolvimento de uma sistemática operacional para mobilizar recursos de forma coordenada a fim de responder rapidamente a situações não programadas.


A premissa básica do Plano de contingência é o conceito de uma COMLURB sem fronteiras limitadas por gerências ou diretorias, utilizando a princípio as gerências com experiência em atender situações fora da rotina, as Gerências de Serviços Extraordinários, e emprego de recursos adicionais respeitando na medida do possível a rotina de cada gerência envolvida. 

A equipe da Oeste Limpa não mediu esforços para deixar a Cidade limpa, removendo ao todo 36.3 toneladas de resíduos com o contingente de 150 Garis, 11 Agentes de Limpeza e Serviços Urbanos e 6 Gerentes. Além da Gerência de serviços Extraordinários, contamos com o apoio das Gerências de Campo Grande e Santa Cruz para atuarem na limpeza dos logradouros em torno do Maracanã. 

Juntos somos melhores!



























terça-feira, 1 de março de 2016

Longevidade das viaturas de Coleta Domiciliar



Em Cáceres, Mato Grosso, a  troca da empresa coletora de lixo será realizada pelo período contratual de um ano. Como um contrato de um ano não suporta a depreciação de uma frota nova, provavelmente o caminhões utilizados Multipark, considerando as cores, podemos supor s.m.j. já rodaram nos logradouros da Cidade do Rio de Janeiro.



Resultado de imagem para caminhão coleta domiciliar

Em Cáceres também há um novo modelo de taxação da coleta do lixo, cobrado junto com a tarifa da água com valor definido de acordo com o consumo. O novo formato de cobrança reforçará o caixa permitindo novos investimentos entre eles, campanhas de conscientização da coleta seletiva e a solução do problema dos bolsões de lixo e depósitos clandestinos espalhados pela cidade.


segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Linha de containers na praia

Exemplo de Linha de Contêineres na Praia

Colocar um contêiner na areia é uma mensagem para o usuário da praia de que aquele ponto é o correto para colocar o lixo. Como se estivéssemos dizendo para o cidadão: “sua participação na limpeza da praia termina quando você coloca seu lixo neste ponto”. Uma vez feita a parte do cidadão a responsabilidade a partir daquele ponto é do gari.

A questão operacional é onde colocar o contêiner. 

Se ficar em um local próximo ao banhista, mas de difícil acesso para o gari, o acúmulo de resíduos significa que a população fez a parte dela, mas o gari não. 

Operacionalmente, a melhor posição para os contêineres na areia é em uma linha, a mais próxima possível da calçada, em uma quantidade que consiga acondicionar o resíduo sem extravasamento até a movimentação e coleta programada



Caminhão "Prefeitura"

No caminhão com caçamba "Prefeitura" o carregamento é manual feito por cima organizando a carga por meio de alçapões em uma cobertura metálica. A descarga é basculante traseira. 

Caçamba "Prefeitura" 


sexta-feira, 29 de janeiro de 2016

Inclusão Oeste Limpa!


A Diretoria Oeste Limpa contou com o apoio de uma colaboradora com fluência em Língua Brasileira de Sinais para promover o primeiro encontro de Garis com necessidades especiais auditivas. Nosso Objetivo principal foi promover a integração e Inclusão Social no ambiente de trabalho.
Abordamos os temas de segurança no trabalho, uso de EPI's, EPC's, PGR e acordo de resultados.
Em uma conversa descontraída os Garis expressaram seus anseios e dúvidas junto a Diretoria Oeste Limpa.

As barreiras para a inclusão de Garis com necessidades especiais talvez estejam mais em nossas cabeças do que em problemas efetivos.







domingo, 24 de janeiro de 2016

Viatura Satélite Poliguindaste GAMMA BM2


Um veículo satélite especializado em movimentar caixas metálicas viabiliza o sistema de coleta automatizada em áreas de com restrições ao acesso de viaturas de maior porte.

Caixas metálicas dispostas em áreas de pedestres ou com vias estreitas de serviço são transportadas pelo "Satélite Poliguindaste", uma a uma, para um ponto central onde o caminhão de coleta automatizada fica posicionado.As duas viaturas executam juntas a coleta em uma região onde não seria possível a circulação da viatura de coleta automatizada.






Adicionalmente o "Satélite Poliguindaste" pode ser utilizado para alterar o posicionamento das caixas metálica segundo estudos de demanda, além de transportar as unidades que precisam de manutenção.









Viatura e Lucca na Itália, em 2007