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quarta-feira, 30 de julho de 2014

Rumo ao Zero Acidente!

Aconteceu no dia 30 de julho o II Mexido de Idéias da DSO reunindo coordenadores, gerentes, chefes de núcleo, encarregados de coleta membros de CIPA e garis especialmente convidados.

O Mexido de Ideias acontece na DSO a cada 100 dias e é uma oportunidade para discutir em plenária oportunidade de melhoria nos processos e ações que melhorem os indicadores das gerências.

Desta vez com o tema Segurança do Trabalho o evento foi dividido em duas partes: o primeiro momento com apresentações do Diretor, do Coordenador Técnico, do Gerente com maior quantidade de acidentes  e o Gerente com menor quantidade de acidentes. Depois os participantes foram divididos em grupos para conversar entre si temas específicos como coleta domiciliar, roçada, ambiente de trabalho.

Como desdobramento das discussões, foram incorporadas aos planos de ação da diretoria ações específicas para análise de acidentes e gestão de pessoas que certamente promoverão uma queda na quantidade de acidentes.

Entre as ações estão:

Protocolo da Comissão Departamental de Segurança CODESEG para analisar detalhadamente com a presença do empregado acidentado a causa de cada acidente ocorrido nas Gerências.

Protocolo sobre dispensa durante a jornada do trabalho de empregado alegando problemas de saúde para evitar que ele vá sozinho ao médico no momento que está fragilizado.

Protocolo sobre voluntariado de garis do sexo feminino para a coleta domiciliar em compactador e satélite criando flexibilidade na composição de guarnições.

Criar grupo de trabalho com os Encarregados Técnicos para apresentarem propostas de novos EPIs para serem testados na Coleta Domiciliar. 






segunda-feira, 21 de julho de 2014

MÃO MECÂNICA

Quem passar pelos calçadões de Campo Grande, Santa Cruz e Bangu, poderá verificar um diferencial na limpeza urbana, são as mãos mecânicas iguais as que são usadas na Europa!

São equipamentos, uma espécie de "pinça",  que ajudam o colaborador da limpeza urbana a um melhor acabamento e agilidade na remoção de pequenos resíduos, como: copinhos plásticos, guimbas de cigarro, papéis de bala, entre outros....


 Temos por enquanto 4 equipamentos em cada um dos calçadões mencionados.
                    









domingo, 20 de julho de 2014

A marca da Resposta e Pronto Emprego!

Com o decreto nº 39099 de 19 de agosto de 2014 publicado hoje no diário oficial a Oeste Limpa consegue uma importante melhoria na sua estrutura organizacional.

Nossa OGE passa a ser denominada por Gerência de Serviços Extraordinários e Vias Especiais.

Sua nova denominação deixa claro para nossos profissionais a multipla missão da OGE responsável pela rotina de conservar a limpeza das grandes vias da AP05, em especial a Av. Brasil e a Transoeste, rotina de limpeza de canais e também estar pronta para responder por qualquer serviço extraordinário à nossa rotina.

O escudo circular nas cores da Comlurb internamente e da Prefeitura externamente é alusão a em capacidade de proteger as instituições com emprego rápido de recursos em todas as direções simbolizado por vetores negros



Subordinadas à nova OGE:


Gerência Adjunta da Transoeste – OGT com a missão de gerenciar a execução dos serviços de limpeza de logradouros e coleta de resíduos gerados na Avenida das Américas por onde passa o BRT.

Gerência Adjunta Avenida Brasil – OGB com a missão de gerenciar a execução, em sua jurisdição geográfica (AP05), dos serviços de limpeza de logradouros e coleta de resíduos gerados na Avenida Brasil.

Gerência Adjunta de Serviços Compartilhados – OGC com a missão de gerenciar o compartilhamento de equipamentos mecanizados de varrição, capina, lavagem e remoção, bem como as ações preventivas de limpeza de modo a contribuir para a eficácia do sistema de drenagem (ralos e margens de canais). É o domicilio de nossa "Turma de Resposta"

Gerência Adjunta de Serviços Extraordinários – OGS com a missão de realizar serviços de Limpeza Urbana em eventos fora da programação normal - extraordinários - e demandas não rotineiras de clientes externos, além de apoio aos serviços da Defesa Civil do Município. É o domicilio de nossa “Emergência”.

Foco na missão, certeza de bons resultados!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Veiculo de coleta em Nova York entre 1910 e 1915

O bisavô dos veículos "satélite"








 Photo by George Grantham Bain

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Remoção de Lixo em Nairobi


Qualquer semelhança...

Uso de Geobags na Barra da Tijuca

No projeto de recuperaçãoambiental do sistema de lagoas da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, um dos compromissos para as Olimpíadas de 2016, três milhões de metros cúbicos de sedimentos dragados no fundo das próprias lagoas da região serão embalados em cápsulas têxteis, chamados de geobags, para formar a base de uma ilha parque.

Projeto apresentado de parque ecológico em lagoa da Barra da Tijuca - Foto: Divulgação

Colocados lado a lado em uma área assoreada do complexo lagunar, os geobags - também chamados sacos de desidratação - serão cobertos por camadas de terra e argila, formando então a ilha parque, que terá inclusive árvores.

O projeto prevê ainda ampliação da extensão do quebra-mar da Barra, para elevar a troca hídrica com o mar e aumentar do nível de oxigênio das lagoas. O resultado vai favorecer a pesca e melhorar a balneabilidade da Praia da Barra, na altura do Pêpê. Haverá ainda a dragagem e a recuperação ambiental das lagoas de Marapendi, da Tijuca, de Camorim e de Jacarepaguá; e dos canais da Joatinga e de Marapendi, formando um perímetro de 15 quilômetros de extensão.


domingo, 29 de junho de 2014

Passagem da coleta em Willemstad, capital de Curaçao




Remoção de entulho a granel




Na cidade do Rio de Janeiro o saco Bagster seria uma solução conveniente para remoção de entulhos em projetos de menor volume nos casos que o padrão do serviço de remoção gratuita não é atendido.

O saco Bagster pode conter até três metros cúbicos de detritos e até 1500 kg, incluindo folhas inteiras de compensado, portas e até mesmo uma banheira. Altamente durável o saco é feito de tecido que não rasga durante a coleta em guindaste munk.

O saco Bagster seria comprado em lojas de material de construção em um preço com a remoção já incluída, ou seria subsidiado pela prefeitura. Após colocar o entulho a granel no saco Bagster o morador ligaria para uma central de atendimento para programar a passagem de um caminhão basculante com guindaste munk.


O saco recolhido simplesmente não é recuperado, vai para o destino final junto com seu conteúdo!  






Coleta Automatizada na Maré

Novidade deve beneficiar cerca de 130 mil moradores das 16 favelas da região
POR ANA CLÁUDIA COSTA

Um novo método de coleta de lixo chegou nesta quinta-feira à Maré e deve beneficiar cerca de 130 mil moradores de 16 favelas do complexo. A novidade faz parte do projeto Comunidade Limpa. Durante a inauguração, foram entregues 300 contêineres de lixo, batizados de “laranjões”. O receptor de resíduos é metálico e tem tampa acionada pelos pés. Sua capacidade de armazenamento é de meia tonelada.


Dentro do programa, está prevista a implantação de uma usina de processamento de resíduos. Ela começará a ser construída em agosto e vai gerar empregos para moradores da região. A expectativa é que sejam tratados e processados dentro da Maré 70% das 150 toneladas de resíduos produzidas diariamente. Estiveram presentes à inauguração do programa o prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão.

Ainda como parte do Comunidade Limpa, as favelas da Maré vão contar com coleta de lixo domiciliar duas vezes ao dia, varrição diária das ruas, capina, poda de árvores, controle de vetores (animais transmissores de doenças), limpeza e conservação de mobiliário urbano e praças.

— É um novo sistema. Tenho certeza de que a coleta de lixo e a limpeza na Maré vão melhorar muito. Esta é a primeira comunidade que recebe esse tipo de projeto — disse Paes.


Dezessete anos de gestação!

Alimentar a imaginação com rotineiras “googadas” em busca de novas formas de resolver velhos problemas é o que move a inovação.

O acondicionamento de resíduos em containers metálicos de 3200 litros com coleta automatizada no Rio de Janeiro é uma inovação de longa história.



 Começou casualmente em uma viagem de férias em 1997 quando um caminhão foi fotografado em Siena na Itália coletando automaticamente um container metálico. Deste momento em diante foi um trabalho de pingo d´agua sempre apresentando o conceito quando a oportunidade surgia.  O conceito ganhou corpo no início de 2011 quando pesquisando opções de acondicionamento descobriu-se que o Sul do Brasil jáoperava com o equipamento. Surgiram padrinhos na ideia que organizaram testesoperacionais no Rio a partir de 2012 e por pouco a coisa não foi abandonada por dificuldades de orçar o sistema em 2013. Agora em 2014 oficialmente se inaugura o sistema no complexo de comunidades pacificadas da Maré. 

Dezessete anos depois! Mas valeu a pena... A coisa vai se espalhar pelo Rio como a solução para o acondicionamento e coleta de lixo em comunidades! Está na hora de começar a pesquisar seu substituto! Assim que as coisas evoluem.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

Melhor não existir a caixa!

Aceitar o problema é o início da busca de solução



Separação de Recicláveis

Com o objetivo de valorizar o empregado “interno” respeitando suas restrições atuais indicadas em laudo médico, estamos oferecendo oportunidade de trabalho produtivo separando material reciclável na cooperativa existente nas instalações da Estrada do Magarça.


Contribuindo para ao aumento da produtividade da cooperativa os empregados ajudam os garis de coleta domiciliar pois cada quilo processado para reciclagem é menos um quilo coletado nas viaturas regulares.




terça-feira, 3 de junho de 2014

domingo, 11 de maio de 2014

The Pìssing Tanker

Perfeito para o Carnaval no Rio de Janeiro


OS 9 PONTOS ESSENCIAIS DO TRABALHO EM EQUIPE

Fixar objetivos – O que fazer? O grupo deve participar da escolha dos seus objetivos no trabalho;

Fixar metas – o que fazer? Por que fazer? Quando irá ser feito? Quem vai assumir? Onde vai ser feito?
Quanto vai custar?

Definir o líder ou coordenador da equipe;

Estabeleça as “regras do jogo”;

Definir os valores do grupo – Diálogo, confiança, respeito;

Estabelecer a autonomia do grupo – até onde o grupo pode ir?

Treinar os membros da equipe;

Acompanhar os trabalhos com base no desempenho pré-fixado;

Recompensar a equipe.



domingo, 27 de abril de 2014

Bicicletas Operacionais

Utilizadas para a mobilidade de Agentes e Garis, as bicicletas operacionais modelo cargo são uma oportunidade para melhor fiscalizar os serviços e/ou responder rapidamente demandas do 1746  




O Agente de Limpeza Sérgio, criou estratégia para ver e agir no setor onde Fiscaliza improvisando uma bandeja onde carrega: tinta para pintar cartaz no poste, removedor para limpar pichação nas papeleiras, chave de papeleira, bloco de Autuação, panfletos educativos tais como: dia e horário da coleta, remoção gratuita, carroceiro calçada é sua etc...




















O Agente João Alves deu uma turbinada na bicicleta! Colocou marchas, pedaleiras, melhorou o sistema de freios e já está utilizando um tensor elástico com ganchos na ponta.

quarta-feira, 16 de abril de 2014

Varrição em Curaçao

Observe as luvas "guardadas" no carrinho coletor





quarta-feira, 26 de março de 2014

Panfleto anti carroceiro

Este é o modelo de panfleto de divulgação da Remoção Gratuita e anti-carroceiro que vamos utilizar assim que for aprovada a impressão.


domingo, 23 de março de 2014

Novos movimentos trabalhistas reduzem poder dos sindicatos

Mais escolarizadas, conscientes e conectadas, categorias buscam ampliar conquistas. Com desemprego em baixa e protestos em alta, trabalhadores fluminenses se fortalecem
O DIA
Rio - Varredor das ruas de Bangu, o gari Wilian Rocha, de 42 anos, fala com clareza sobre as condições de trabalho na empresa em que está há nove anos. Esse foi o principal assunto de seu cotidiano desde que ele aderiu à comissão de trabalhadores que deu início à greve da Comlurb. O movimento, deflagrado no Carnaval, contrariou a posição do sindicato da categoria e conseguiu uma conquista histórica: aumento de 33% no piso salarial e de 66% no valor do tíquete alimentação. “A partir de agora, o sindicato vai ter que rever sua posição”, afirma. 

Assim como os garis, outras categorias do Rio passam pela mesma situação. Descolados das aspirações dos sindicatos, trabalhadores criam comissões paralelas e desafiam a atuação tradicional das entidades. Um dos casos que chama a atenção é a greve do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), que durou 40 dias em Itaboraí. A paralisação foi alimentada por divergências entre o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Gonçalo, Itaboraí e Região e uma comissão de trabalhadores autônoma. 



Os colegas Leonardo Mendes e Willian Rocha, da Comlurb: comissão formada à revelia do sindicato da categoria
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia

O mesmo ocorreu nos quadros da Guarda Municipal, onde servidores formaram a Frente Manifestante. Hoje, o grupo conta com 3.900 integrantes em sua página no Facebook e assumiu a linha de frente das negociações, aliado ao Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sisep-RJ). “Eles abraçaram a causa e prometeram apoio à categoria. Ficam com a parte jurídica e nós fazemos a parte da luta. Temos um diálogo com o sindicato, mas eu, por exemplo, nem sou sindicalizado”, explica Marcos Crisciullo, um dos idealizadores da Frente. Para o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, a divergência interna é comum e pode até ser benéfica. “O conflito ajuda na melhoria da representação. Se a direção se organizar, ela toma o controle da situação e avança”, diz. 

A presença de jovens chama atenção nos movimentos. É o caso do agente de preparo de alimentos Leonardo Mendes, 28 anos. Ele afirma que, ao contrário dos trabalhadores antigos, os mais novos têm acesso ao ensino e querem ir além de um salário de sobrevivência. “Queremos acesso a lazer, ir ao cinema, ao teatro e fazer cursos”, lista.

Segundo a professora de gestão de pessoas do Ibmec-RJ, Janaína Ferreira, este comportamento reflete características presentes em toda a nova geração, independentemente da classe social: “Os jovens não aceitam mais a cultura do comando do chicote.”

Protestos de julho revelaram ao país a força dos movimentos

As baixas taxas de desemprego no país favorecem a mobilização por parte dos trabalhadores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil fechou 2013 com 4,3% de desemprego, o menor índice em 11 anos. “Passamos por um período de muitas demissões na década de 90. Quem estava empregado ficava com medo de fazer greve”, lembra Darby Igayara, presidente da CUT no Rio. “Hoje a situação é diferente. Você tem muita oferta e mais trabalhadores se mobilizando”, afirma.

Os protestos ocorridos em julho do ano passado também são apontados como um fator que esquentou o mundo do trabalho. Uma das greves mais impactantes foi a dos professores da rede municipal de ensino do Rio, que começou em agosto, confundindo-se com os levantes que pediam mais investimentos básicos e protestavam contra a corrupção, entre outras bandeiras. “As pessoas estão saindo de um certo imobilismo,” acredita Guilhermina Rocha, diretora de umas das regionais do Sindicato dos Professores do Rio. 

“O que ocorreu em julho estimulou um movimento de as pessoas levantarem suas bandeiras e se firmarem como sujeito social”, explica José Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Dados do Departamento de Estudos Intersindicais (Dieese) apontam 2012 como o ano com o maior número de greves desde 1997. Foram 873. O balanço de 2013 será divulgado em junho.


Grupos se articulam pelo Facebook

Uma ferramenta que facilita as mobilizações é o uso constante das redes sociais. Elas permitem que as discussões sobre salários e condições de trabalho fluam com mais rapidez e atinjam mais pessoas.
No caso dos garis, por exemplo, há uma página de Facebook com mais de 900 amigos, chamada Gari Apa. As discussões na internet precederam o movimento que foi para as ruas no Carnaval. 
“Antes, somente o sindicato tinha o poder de divulgar informes e quem não estava representado tinha mais dificuldades de se organizar. As novas tecnologias facilitam que grupos fora da direção sindical façam sua própria mobilização”, afirma o professor Adalberto Cardoso, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj.
Segundo pesquisa do Ibope publicada em março, 61% da população do Rio têm acesso à internet em casa. No Brasil, 47% usam a rede. O estudo também mostra que, no país, as faixas etárias com maior acesso à web são entre 6 e 25 anos (56%) e 26 e 35 anos (53%). Entre 46 e 55 anos, o percentual de brasileiros conectados cai para 43%.

Base tem que ser ouvida 

Para especialistas, é cedo para afirmar que o movimento trabalhista está adquirindo novas feições definitivas. No entanto, eles olham para os atos recentes como alerta aos sindicatos. Não há mais espaço para organizações que não escutam suas bases e deliberam somente em cúpula. “Temos um quadro de sindicatos únicos, impostos por lei, que não representam a vontade dos filiados. Naqueles que não correspondem aos interesses das bases estão aparecendo mecanismos naturais de resistência”, avalia a professora de Direito do Trabalho da Universidade Federal de Minas Gerais, Daniela Muradas. “Isso não vale para todo o mundo sindical, mas essas ações podem ser um marco simbólico”, diz. 

Na opinião do juiz de direito e professor da Universidade de São Paulo, Jorge Souto Maior, o descolamento entre as expectativas do trabalhador e a ação dos sindicatos também representa um desafio para empregadores e para a própria Justiça. Em 2012, 36,7% das greves tiveram intervenção dos tribunais. “Se 80% dos trabalhadores deliberam pela greve, o empregador vai ter que negociar. Não adianta argumentar que a greve é ilegal, porque a ela é um fato que vai além do direito.”


segunda-feira, 17 de março de 2014

Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB)

ACERB recebe o diretor da Comlurb na Zona Oeste

Durante café da manhã Gustavo Puppi anunciou o projeto Oeste Limpa

Por Eder Fernandes
Diretor de Serviços Oeste da Comlurb, Gustavo Puppi (Foto: Luis Fortes/Pro-Realengo)

A Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB) recebeu ontem, 14 de março, o novo diretor de serviços oeste da Comlurb, Gustavo Puppi. O evento aconteceu no auditório da ACERB e teve a participação do Conselho Diretor da ACERB, associados, empresários e autoridades da região. O presidente da ACERB, Wagner Ferreira, agradeceu a presença de todos e passou a palavra ao diretor da Comlurb que contou sua trajetória profissional e disse que pretende fazer a diferença no atendimento público da limpeza na região.
- Quando assumimos uma liderança de um setor público é preciso se sentir dono, eu estou me sentindo dono da Área de Planejamento 5 da Comlurb. Se continuarmos fazendo as mesmas coisas, teremos os mesmos resultados. Mas se fizermos algo diferente, teremos resultados diferentes – Fala Puppi.
Puppi informou aos presentes que devido ao tamanho da Zona Oeste a administração foi dividida em dois polos para facilitar o atendimento ao público. Uma área corresponde a Barra da Tijcua, Recreio dos Bandeirantes e o entorno. A segunda área conta com Bangu, Campo Grande, Realengo e adjacências, está é administrada pelo Gustavo Puppi

Desafio para uma Zona Oeste Limpa
Alguns dos seus principais desafios são apoiar e ampliar de forma progressiva a coleta seletiva e a remoção gratuita de entulho; implanta uma rotina de operações conjuntas de roçada e limpeza geral e também promover o Programa de Gestão para Resultados. O diretor Puppi aproveitou o café da manhã e anunciou um projeto chamado ´´Oeste Limpa: Tratando a Zona Oeste Como a Zona Oeste quer ser tratada.``
Durante o encontro também estavam presentes dois membros da equipe que atende a Zona Oeste, Alessandra Mota e Paulo Silveira. Todas as demandas recolhidas foram entregues ao diretor da Comlurb e o vice-presidente da ACERB, Marco Antonio Simão, leu algumas solicitações no momento do encontro. As principais demandas foram em relação aos lixos acumulados em locais indevidos, falta de limpeza em praças públicas e a necessidade de um programa social de conscientização para os moradores manterem a região limpa.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

LIXO COMPACTÁVEL E LIXO NÃO COMPACTÁVEL

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Um caminhão coletor de 15m3 manobra em uma rua para coletar lixo público acumulado em um ou dois sacos verdes pelo gari de varrição. Algum tempo depois, iniciado um novo turno de trabalho outro caminhão exatamente do mesmo tipo manobra na rua para, desta vez coletar os sacos de coleta domiciliar dispostos no calçamento pelos moradores.

Dois caminhões passando no mesmo logradouro com diferença de poucas horas, um para coletar lixo público e outro para coletar lixo domiciliar. Não seria melhor um caminhão passando somente uma vez para coletar todo o resíduo do logradouro?


A coleta de lixo, sendo ele público ou privado, é uma operação logística, trata de trazer o resíduo de inúmeros pontos para poucos pontos, as centrais de compactação, estações de transferência ou direto para o aterro sanitário.

A dinâmica da separação do lixo público e lixo domiciliar parece com uma empresa de logística passando em um ponto de entrega para deixar um pacote azul para depois passar novamente para deixar o pacote vermelho. Parece que em nome da diferenciação lixo público e lixo domiciliar oportunidades melhorias na eficiência da frota.

Como opção poderia haver diferenciação baseada no tipo de equipamento: "Lixo Compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que pudesse ser transportado em caminhões com compactação dentro de suas características operacionais. "Lixo não compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que devesse ser transportado em caminhões sem compactação (basculantes, poliguindastes, carroceria fixa).

Sabendo o histórico de “lixo compactável” podemos quantificar frota de caminhões coletores, por sua vez, com o histórico de “lixo não compactável” decidimos pela frota de basculantes ou poliguindastes.

Outro aspecto é que quanto mais ordenado é o lixo, público ou domiciliar, maior será o uso de caminhões coletores com compactação, mais produtivos em peso e volume que os sem compactação.  O ordenamento do lixo não compactável fica por conta da remoção programada de entulho e bens inservíveis em basculantes e a remoção de caixas metálicas com os poliguindastes. O uso de basculantes para cata a cata em logradouro ou remoções mecanizadas (uso de pás mecânicas) em pontos de despejo irregular é a medida da desordem no sistema.

Gunga Din distribui água para os Garis da OGE

O novo carrinho de distribuição de água foi uma novidade para os garis da DSO que executaram a limpeza do Bloco da Preta no centro da cidade.

Facilitando o transporte de água gelada foi possível melhorar o bem estar dos empregados envolvidos em operações concentradas sob o sol.

Com este novo carrinho, apelidado de Gunga Din em alusão à um filme de 1939 sobre um indiano que transportava água para tropas inglesas,  foi possível evitar a utilização de container  para o transporte e distribuição de água.



domingo, 23 de fevereiro de 2014

Limpeza do Carnaval 2014

O Presente

“um homem, um momento, tocando a vida de uma criança autista”

O garoto Daniel, de 5 anos de idade, sofre de autismo e é apaixonado por caminhões de lixo. Sabendo disso, sua mãe, Robin, sempre o filma no momento em que o serviço de coleta de lixo passa pela sua casa. Em uma destas gravações, entretanto, ela e o restante da família tiveram uma emocionante surpresa.
Percebendo que o menino sempre o observava quando passava pela rua, o lixeiro Manuel decidiu conhecer Daniel e ainda lhe dar um presente mais que especial: um caminhão de lixo de brinquedo.

Yahoo Notícias – qua, 19 de fev de 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A

Considerando que uma roçadeira lateral é um equipamento com menos de 3,5 toneladas, semelhante à motoserra, e que corta grama, pode-se inferir,  baseado na descrição da função, que é possível que um Operador de Equipamentos Leves eventualmente opere uma roçadeira lateral sem que isso seja considerado desvio de função.









Carreira de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos
Cargo: Profissional de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos

Função: OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A

Operar equipamentos, motorizados ou não, de pequeno porte até 3,5 toneladas e/ou que apresentem complexidade de operação, tais como: micro trator, mini varredeira, equipamento com tração mecânica e/ou motorizado, motosserras, veículos elétricos e outros semelhantes, dirigindo e acionando comandos próprios, para cortar grama, árvores, remover e transportar resíduos sólidos urbanos, entulho, terra e outras cargas.

Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo

Marés de sizígia são as que ocorrem nas luas nova e cheia, quando os efeitos lunares e solares reforçam uns aos outros, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.


Cartas náuticas indicam para vários pontos qual a menor profundidade registrada em marés de sizígia (menores marés baixas), pois registrando a pior situação para navegação, o momento mais raso, é possível garantir que em qualquer condição real não há risco de encalhe se o fundo da embarcação (calado) for menor que a menor profundidade possível.



Da mesma forma que cartas náuticas garantem segurança assinalando a pior situação os planos de varrição deveriam ser feitos considerando a pior situação de disponibilidade de trabalhadores: um plano de varrição por sizígia de efetivo!

Plano de Varrição Clássico:
O que se observa na confecção de um plano de varrição é a definição a priori de frequências de varrição pelas características dos logradouros para depois calcular qual o efetivo necessário para a execução do plano. É como consultar a carta náutica depois que a embarcação encalhou!

Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo:
Esta outra abordagem consiste em descobrir qual a pior situação de disponibilidade de trabalhadores, ou seja, o efetivo descontado todos os tipos de ausência* para depois calcular qual a frequência de varrição será possível oferecer a cada logradouro segundo suas características. É como consultar a carta para decidir se a embarcação pode navegar com segurança!

Frequência de varrição X disponibilidade de trabalhadores:
Combinando disponibilidade de trabalhadores com frequência média de varrição estabelecida por um Plano de Varrição podemos formar as quatro combinações indicadas no quadro:

Um plano de varrição clássico tem chances de se posicionar mais a direita do quadro: Não há trabalhadores suficientes para atender o plano gerando falta de confiança na prestação do serviço, ou, os trabalhadores varrem mais do que é necessário causando desperdício de recursos públicos.

Por outro lado um plano de varrição por Sizígia de efetivo tem chances de se posicionar mais a esquerda do quadro garantindo a frequência média mais alta possível para a pior disponibilidade de trabalhadores.

Qualquer disponibilidade de trabalhadores excedente ao necessário para cumprir o plano pode ser usada com serviços diferenciados como turmas de limpeza de ralos, de capina, atendimentos à demandas não rotineiras, enfim, qualquer coisa que seja percebida pelo munícipe como algo a mais em relação ao serviço rotineiro e confiável estabelecido pelo plano de varrição.


* Afastados por motivos de saúde ou acidente; média de faltas; média de férias.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Planos de Ação Simplificados

Daqui para frente será comum o uso de “planos de ação”. Conforme o nome sugere, são usados para planejar as ações necessárias para promover alguma melhoria.

Um plano de ação de uma gerencia deve conter poucas ações que o gerente tenha braço e autoridade para fazer em sua gerência. Qualquer outra coisa que vá além do horizonte gerencial não é ação, é na verdade uma informação útil  para compor um plano de ação em um nível acima na diretoria.  

Por exemplo:

Preocupado com o absenteísmo o gerente não tem braço e autoridade para decidir sobre um novo sistema de ADI, mas tem braço e autoridade para conversar olho no olho com cada trabalhador que faltou ao serviço.

ATENÇÃO

Em anexo está um um modelo de orientação para confecção de um plano de ação que certamente ajudará a ter planos simples e eficazes!