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domingo, 29 de junho de 2014
Remoção de entulho a granel
Na cidade do Rio de Janeiro o
saco Bagster seria uma solução conveniente para remoção de entulhos em projetos
de menor volume nos casos que o padrão do serviço de remoção gratuita não é
atendido.
O saco Bagster pode conter até
três metros cúbicos de detritos e até 1500 kg, incluindo folhas inteiras de
compensado, portas e até mesmo uma banheira. Altamente durável o saco é feito
de tecido que não rasga durante a coleta em guindaste munk.
O saco Bagster seria comprado em
lojas de material de construção em um preço com a remoção já incluída, ou seria
subsidiado pela prefeitura. Após colocar o entulho a granel no saco Bagster o morador
ligaria para uma central de atendimento para programar a passagem de um caminhão
basculante com guindaste munk.
O saco recolhido simplesmente não
é recuperado, vai para o destino final junto com seu conteúdo!
Coleta Automatizada na Maré
Novidade deve beneficiar cerca de 130 mil moradores
das 16 favelas da região
POR ANA CLÁUDIA
COSTA
Um novo método de coleta de lixo chegou nesta
quinta-feira à Maré e deve beneficiar cerca de 130 mil moradores de 16 favelas
do complexo. A novidade faz parte do projeto Comunidade Limpa. Durante a
inauguração, foram entregues 300 contêineres de lixo, batizados de “laranjões”.
O receptor de resíduos é metálico e tem tampa acionada pelos pés. Sua
capacidade de armazenamento é de meia tonelada.
Dentro do programa, está prevista a implantação de
uma usina de processamento de resíduos. Ela começará a ser construída em agosto
e vai gerar empregos para moradores da região. A expectativa é que sejam
tratados e processados dentro da Maré 70% das 150 toneladas de resíduos
produzidas diariamente. Estiveram presentes à inauguração do programa o
prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão.
Ainda como parte do Comunidade Limpa, as favelas da
Maré vão contar com coleta de lixo domiciliar duas vezes ao dia, varrição
diária das ruas, capina, poda de árvores, controle de vetores (animais
transmissores de doenças), limpeza e conservação de mobiliário urbano e praças.
— É um novo sistema. Tenho certeza de que a coleta
de lixo e a limpeza na Maré vão melhorar muito. Esta é a primeira comunidade
que recebe esse tipo de projeto — disse Paes.
Dezessete anos de gestação!
Alimentar a imaginação
com rotineiras “googadas” em busca de novas formas de resolver velhos
problemas é o que move a inovação.
O acondicionamento de resíduos em
containers metálicos de 3200 litros com coleta automatizada no Rio de Janeiro é
uma inovação de longa história.
Começou casualmente em uma viagem de férias em
1997 quando um caminhão foi fotografado em Siena na Itália coletando
automaticamente um container metálico. Deste momento em diante foi um trabalho
de pingo d´agua sempre apresentando o conceito quando a oportunidade surgia. O conceito ganhou corpo no início de 2011 quando
pesquisando opções de acondicionamento descobriu-se que o Sul do Brasil jáoperava com o equipamento. Surgiram padrinhos na ideia que organizaram testesoperacionais no Rio a partir de 2012 e por pouco a coisa não foi abandonada por
dificuldades de orçar o sistema em 2013. Agora em 2014 oficialmente se inaugura
o sistema no complexo de comunidades pacificadas da Maré.
Dezessete anos
depois! Mas valeu a pena... A coisa vai se espalhar pelo Rio como a solução
para o acondicionamento e coleta de lixo em comunidades! Está na hora de
começar a pesquisar seu substituto! Assim que as coisas evoluem.
quinta-feira, 5 de junho de 2014
Separação de Recicláveis
Com o objetivo de valorizar o empregado “interno” respeitando suas restrições atuais indicadas em laudo médico, estamos oferecendo oportunidade de trabalho produtivo separando material reciclável na cooperativa existente nas instalações da Estrada do Magarça.
Contribuindo para ao aumento da produtividade da cooperativa os empregados ajudam os garis de coleta domiciliar pois cada quilo processado para reciclagem é menos um quilo coletado nas viaturas regulares.
terça-feira, 3 de junho de 2014
sexta-feira, 16 de maio de 2014
domingo, 11 de maio de 2014
The Pìssing Tanker
Perfeito para o Carnaval no Rio de Janeiro
Urinar na rua é um grande problema na Índia. Não é estranho ver um homem urinando em qualquer canto ou esquina. A falta de banheiros públicos é um problema, mas esta falta de civismo e higiene precisa parar por vários motivos. Para começar a limpar as ruas, um grupo de ativistas indianos descobriu a solução perfeita.
OS 9 PONTOS ESSENCIAIS DO TRABALHO EM EQUIPE
Fixar objetivos – O que fazer? O grupo deve participar da escolha dos seus objetivos no trabalho;
Fixar metas – o que fazer? Por que fazer? Quando irá ser feito? Quem vai assumir? Onde vai ser feito?
Quanto vai custar?
Definir o líder ou coordenador da equipe;
Estabeleça as “regras do jogo”;
Definir os valores do grupo – Diálogo, confiança, respeito;
Estabelecer a autonomia do grupo – até onde o grupo pode ir?
Treinar os membros da equipe;
Acompanhar os trabalhos com base no desempenho pré-fixado;
Recompensar a equipe.
Fixar metas – o que fazer? Por que fazer? Quando irá ser feito? Quem vai assumir? Onde vai ser feito?
Quanto vai custar?
Definir o líder ou coordenador da equipe;
Estabeleça as “regras do jogo”;
Definir os valores do grupo – Diálogo, confiança, respeito;
Estabelecer a autonomia do grupo – até onde o grupo pode ir?
Treinar os membros da equipe;
Acompanhar os trabalhos com base no desempenho pré-fixado;
Recompensar a equipe.
quinta-feira, 8 de maio de 2014
domingo, 27 de abril de 2014
Bicicletas Operacionais
Utilizadas para a mobilidade de Agentes e Garis, as bicicletas operacionais modelo cargo são uma oportunidade para melhor fiscalizar os serviços e/ou responder rapidamente demandas do 1746

O Agente de Limpeza Sérgio, criou estratégia para ver e agir no setor onde Fiscaliza improvisando uma bandeja onde carrega: tinta para pintar cartaz no poste, removedor para limpar pichação nas papeleiras, chave de papeleira, bloco de Autuação, panfletos educativos tais como: dia e horário da coleta, remoção gratuita, carroceiro calçada é sua etc...
sexta-feira, 25 de abril de 2014
quarta-feira, 16 de abril de 2014
quarta-feira, 26 de março de 2014
Panfleto anti carroceiro
Este é o modelo de panfleto de divulgação da Remoção Gratuita e anti-carroceiro que vamos utilizar assim que for aprovada a impressão.
domingo, 23 de março de 2014
Novos movimentos trabalhistas reduzem poder dos sindicatos
Mais escolarizadas, conscientes e conectadas, categorias buscam ampliar conquistas. Com desemprego em baixa e protestos em alta, trabalhadores fluminenses se fortalecem
O DIA
Rio - Varredor das ruas de Bangu, o gari Wilian Rocha, de 42 anos, fala com clareza sobre as condições de trabalho na empresa em que está há nove anos. Esse foi o principal assunto de seu cotidiano desde que ele aderiu à comissão de trabalhadores que deu início à greve da Comlurb. O movimento, deflagrado no Carnaval, contrariou a posição do sindicato da categoria e conseguiu uma conquista histórica: aumento de 33% no piso salarial e de 66% no valor do tíquete alimentação. “A partir de agora, o sindicato vai ter que rever sua posição”, afirma.
Assim como os garis, outras categorias do Rio passam pela mesma situação. Descolados das aspirações dos sindicatos, trabalhadores criam comissões paralelas e desafiam a atuação tradicional das entidades. Um dos casos que chama a atenção é a greve do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), que durou 40 dias em Itaboraí. A paralisação foi alimentada por divergências entre o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Gonçalo, Itaboraí e Região e uma comissão de trabalhadores autônoma.
Os colegas Leonardo Mendes e Willian Rocha, da Comlurb: comissão formada à revelia do sindicato da categoria
Foto: Carlos Moraes / Agência O Dia
O mesmo ocorreu nos quadros da Guarda Municipal, onde servidores formaram a Frente Manifestante. Hoje, o grupo conta com 3.900 integrantes em sua página no Facebook e assumiu a linha de frente das negociações, aliado ao Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sisep-RJ). “Eles abraçaram a causa e prometeram apoio à categoria. Ficam com a parte jurídica e nós fazemos a parte da luta. Temos um diálogo com o sindicato, mas eu, por exemplo, nem sou sindicalizado”, explica Marcos Crisciullo, um dos idealizadores da Frente. Para o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, a divergência interna é comum e pode até ser benéfica. “O conflito ajuda na melhoria da representação. Se a direção se organizar, ela toma o controle da situação e avança”, diz.
A presença de jovens chama atenção nos movimentos. É o caso do agente de preparo de alimentos Leonardo Mendes, 28 anos. Ele afirma que, ao contrário dos trabalhadores antigos, os mais novos têm acesso ao ensino e querem ir além de um salário de sobrevivência. “Queremos acesso a lazer, ir ao cinema, ao teatro e fazer cursos”, lista.
Segundo a professora de gestão de pessoas do Ibmec-RJ, Janaína Ferreira, este comportamento reflete características presentes em toda a nova geração, independentemente da classe social: “Os jovens não aceitam mais a cultura do comando do chicote.”
Protestos de julho revelaram ao país a força dos movimentos
As baixas taxas de desemprego no país favorecem a mobilização por parte dos trabalhadores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil fechou 2013 com 4,3% de desemprego, o menor índice em 11 anos. “Passamos por um período de muitas demissões na década de 90. Quem estava empregado ficava com medo de fazer greve”, lembra Darby Igayara, presidente da CUT no Rio. “Hoje a situação é diferente. Você tem muita oferta e mais trabalhadores se mobilizando”, afirma.
Os protestos ocorridos em julho do ano passado também são apontados como um fator que esquentou o mundo do trabalho. Uma das greves mais impactantes foi a dos professores da rede municipal de ensino do Rio, que começou em agosto, confundindo-se com os levantes que pediam mais investimentos básicos e protestavam contra a corrupção, entre outras bandeiras. “As pessoas estão saindo de um certo imobilismo,” acredita Guilhermina Rocha, diretora de umas das regionais do Sindicato dos Professores do Rio.
“O que ocorreu em julho estimulou um movimento de as pessoas levantarem suas bandeiras e se firmarem como sujeito social”, explica José Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Dados do Departamento de Estudos Intersindicais (Dieese) apontam 2012 como o ano com o maior número de greves desde 1997. Foram 873. O balanço de 2013 será divulgado em junho.
Grupos se articulam pelo Facebook
Uma ferramenta que facilita as mobilizações é o uso constante das redes sociais. Elas permitem que as discussões sobre salários e condições de trabalho fluam com mais rapidez e atinjam mais pessoas.
No caso dos garis, por exemplo, há uma página de Facebook com mais de 900 amigos, chamada Gari Apa. As discussões na internet precederam o movimento que foi para as ruas no Carnaval.
“Antes, somente o sindicato tinha o poder de divulgar informes e quem não estava representado tinha mais dificuldades de se organizar. As novas tecnologias facilitam que grupos fora da direção sindical façam sua própria mobilização”, afirma o professor Adalberto Cardoso, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj.
Segundo pesquisa do Ibope publicada em março, 61% da população do Rio têm acesso à internet em casa. No Brasil, 47% usam a rede. O estudo também mostra que, no país, as faixas etárias com maior acesso à web são entre 6 e 25 anos (56%) e 26 e 35 anos (53%). Entre 46 e 55 anos, o percentual de brasileiros conectados cai para 43%.
Base tem que ser ouvida
Para especialistas, é cedo para afirmar que o movimento trabalhista está adquirindo novas feições definitivas. No entanto, eles olham para os atos recentes como alerta aos sindicatos. Não há mais espaço para organizações que não escutam suas bases e deliberam somente em cúpula. “Temos um quadro de sindicatos únicos, impostos por lei, que não representam a vontade dos filiados. Naqueles que não correspondem aos interesses das bases estão aparecendo mecanismos naturais de resistência”, avalia a professora de Direito do Trabalho da Universidade Federal de Minas Gerais, Daniela Muradas. “Isso não vale para todo o mundo sindical, mas essas ações podem ser um marco simbólico”, diz.
Na opinião do juiz de direito e professor da Universidade de São Paulo, Jorge Souto Maior, o descolamento entre as expectativas do trabalhador e a ação dos sindicatos também representa um desafio para empregadores e para a própria Justiça. Em 2012, 36,7% das greves tiveram intervenção dos tribunais. “Se 80% dos trabalhadores deliberam pela greve, o empregador vai ter que negociar. Não adianta argumentar que a greve é ilegal, porque a ela é um fato que vai além do direito.”
segunda-feira, 17 de março de 2014
Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB)
ACERB recebe o diretor da Comlurb na Zona Oeste
Durante café da manhã Gustavo Puppi anunciou o projeto Oeste Limpa
Por Eder Fernandes
Diretor de Serviços Oeste da Comlurb, Gustavo Puppi (Foto: Luis Fortes/Pro-Realengo)
A Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB) recebeu ontem, 14 de março, o novo diretor de serviços oeste da Comlurb, Gustavo Puppi. O evento aconteceu no auditório da ACERB e teve a participação do Conselho Diretor da ACERB, associados, empresários e autoridades da região. O presidente da ACERB, Wagner Ferreira, agradeceu a presença de todos e passou a palavra ao diretor da Comlurb que contou sua trajetória profissional e disse que pretende fazer a diferença no atendimento público da limpeza na região.
- Quando assumimos uma liderança de um setor público é preciso se sentir dono, eu estou me sentindo dono da Área de Planejamento 5 da Comlurb. Se continuarmos fazendo as mesmas coisas, teremos os mesmos resultados. Mas se fizermos algo diferente, teremos resultados diferentes – Fala Puppi.
Puppi informou aos presentes que devido ao tamanho da Zona Oeste a administração foi dividida em dois polos para facilitar o atendimento ao público. Uma área corresponde a Barra da Tijcua, Recreio dos Bandeirantes e o entorno. A segunda área conta com Bangu, Campo Grande, Realengo e adjacências, está é administrada pelo Gustavo Puppi
Desafio para uma Zona Oeste Limpa
Alguns dos seus principais desafios são apoiar e ampliar de forma progressiva a coleta seletiva e a remoção gratuita de entulho; implanta uma rotina de operações conjuntas de roçada e limpeza geral e também promover o Programa de Gestão para Resultados. O diretor Puppi aproveitou o café da manhã e anunciou um projeto chamado ´´Oeste Limpa: Tratando a Zona Oeste Como a Zona Oeste quer ser tratada.``
Durante o encontro também estavam presentes dois membros da equipe que atende a Zona Oeste, Alessandra Mota e Paulo Silveira. Todas as demandas recolhidas foram entregues ao diretor da Comlurb e o vice-presidente da ACERB, Marco Antonio Simão, leu algumas solicitações no momento do encontro. As principais demandas foram em relação aos lixos acumulados em locais indevidos, falta de limpeza em praças públicas e a necessidade de um programa social de conscientização para os moradores manterem a região limpa.
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
LIXO COMPACTÁVEL E LIXO NÃO COMPACTÁVEL
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Um caminhão coletor de 15m3 manobra em uma rua para coletar lixo público acumulado em um ou dois sacos verdes pelo gari de varrição. Algum tempo depois, iniciado um novo turno de trabalho outro caminhão exatamente do mesmo tipo manobra na rua para, desta vez coletar os sacos de coleta domiciliar dispostos no calçamento pelos moradores.
Dois caminhões passando no mesmo logradouro com diferença de poucas horas, um para coletar lixo público e outro para coletar lixo domiciliar. Não seria melhor um caminhão passando somente uma vez para coletar todo o resíduo do logradouro?
A coleta de lixo, sendo ele público ou privado, é uma operação logística, trata de trazer o resíduo de inúmeros pontos para poucos pontos, as centrais de compactação, estações de transferência ou direto para o aterro sanitário.
A dinâmica da separação do lixo público e lixo domiciliar parece com uma empresa de logística passando em um ponto de entrega para deixar um pacote azul para depois passar novamente para deixar o pacote vermelho. Parece que em nome da diferenciação lixo público e lixo domiciliar oportunidades melhorias na eficiência da frota.
Como opção poderia haver diferenciação baseada no tipo de equipamento: "Lixo Compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que pudesse ser transportado em caminhões com compactação dentro de suas características operacionais. "Lixo não compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que devesse ser transportado em caminhões sem compactação (basculantes, poliguindastes, carroceria fixa).
Sabendo o histórico de “lixo compactável” podemos quantificar frota de caminhões coletores, por sua vez, com o histórico de “lixo não compactável” decidimos pela frota de basculantes ou poliguindastes.
Outro aspecto é que quanto mais ordenado é o lixo, público ou domiciliar, maior será o uso de caminhões coletores com compactação, mais produtivos em peso e volume que os sem compactação. O ordenamento do lixo não compactável fica por conta da remoção programada de entulho e bens inservíveis em basculantes e a remoção de caixas metálicas com os poliguindastes. O uso de basculantes para cata a cata em logradouro ou remoções mecanizadas (uso de pás mecânicas) em pontos de despejo irregular é a medida da desordem no sistema.
Gunga Din distribui água para os Garis da OGE
O novo carrinho de distribuição de água foi uma novidade para os garis da DSO que executaram a limpeza do Bloco da Preta no centro da cidade.
Facilitando o transporte de água gelada foi possível melhorar o bem estar dos empregados envolvidos em operações concentradas sob o sol.
Com este novo carrinho, apelidado de Gunga Din em alusão à um filme de 1939 sobre um indiano que transportava água para tropas inglesas, foi possível evitar a utilização de container para o transporte e distribuição de água.
domingo, 23 de fevereiro de 2014
O Presente
“um homem, um momento, tocando a vida de uma criança autista”
O garoto Daniel, de 5 anos de idade, sofre de autismo e é apaixonado por caminhões de lixo. Sabendo disso, sua mãe, Robin, sempre o filma no momento em que o serviço de coleta de lixo passa pela sua casa. Em uma destas gravações, entretanto, ela e o restante da família tiveram uma emocionante surpresa.
Percebendo que o menino sempre o observava quando passava pela rua, o lixeiro Manuel decidiu conhecer Daniel e ainda lhe dar um presente mais que especial: um caminhão de lixo de brinquedo.
Yahoo Notícias – qua, 19 de fev de 2014
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014
OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A
Carreira de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos
Cargo: Profissional de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos
Função: OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A
Operar equipamentos, motorizados ou não, de pequeno porte até 3,5 toneladas e/ou que apresentem complexidade de operação, tais como: micro trator, mini varredeira, equipamento com tração mecânica e/ou motorizado, motosserras, veículos elétricos e outros semelhantes, dirigindo e acionando comandos próprios, para cortar grama, árvores, remover e transportar resíduos sólidos urbanos, entulho, terra e outras cargas.
Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo
Marés de sizígia são as que ocorrem nas luas nova e cheia, quando os efeitos lunares e solares reforçam uns aos outros, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.
Cartas náuticas indicam para vários pontos qual a menor profundidade registrada em marés de sizígia (menores marés baixas), pois registrando a pior situação para navegação, o momento mais raso, é possível garantir que em qualquer condição real não há risco de encalhe se o fundo da embarcação (calado) for menor que a menor profundidade possível.
Da mesma forma que cartas náuticas garantem segurança assinalando a pior situação os planos de varrição deveriam ser feitos considerando a pior situação de disponibilidade de trabalhadores: um plano de varrição por sizígia de efetivo!
Plano de Varrição Clássico:
O que se observa na confecção de um plano de varrição é a definição a priori de frequências de varrição pelas características dos logradouros para depois calcular qual o efetivo necessário para a execução do plano. É como consultar a carta náutica depois que a embarcação encalhou!
Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo:
Esta outra abordagem consiste em descobrir qual a pior situação de disponibilidade de trabalhadores, ou seja, o efetivo descontado todos os tipos de ausência* para depois calcular qual a frequência de varrição será possível oferecer a cada logradouro segundo suas características. É como consultar a carta para decidir se a embarcação pode navegar com segurança!
Frequência de varrição X disponibilidade de trabalhadores:
Combinando disponibilidade de trabalhadores com frequência média de varrição estabelecida por um Plano de Varrição podemos formar as quatro combinações indicadas no quadro:
Um plano de varrição clássico tem chances de se posicionar mais a direita do quadro: Não há trabalhadores suficientes para atender o plano gerando falta de confiança na prestação do serviço, ou, os trabalhadores varrem mais do que é necessário causando desperdício de recursos públicos.
Por outro lado um plano de varrição por Sizígia de efetivo tem chances de se posicionar mais a esquerda do quadro garantindo a frequência média mais alta possível para a pior disponibilidade de trabalhadores.
Qualquer disponibilidade de trabalhadores excedente ao necessário para cumprir o plano pode ser usada com serviços diferenciados como turmas de limpeza de ralos, de capina, atendimentos à demandas não rotineiras, enfim, qualquer coisa que seja percebida pelo munícipe como algo a mais em relação ao serviço rotineiro e confiável estabelecido pelo plano de varrição.
* Afastados por motivos de saúde ou acidente; média de faltas; média de férias.
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Planos de Ação Simplificados
Daqui para frente será comum o uso de “planos de ação”. Conforme o nome sugere, são usados para planejar as ações necessárias para promover alguma melhoria.
Um plano de ação de uma gerencia deve conter poucas ações que o gerente tenha braço e autoridade para fazer em sua gerência. Qualquer outra coisa que vá além do horizonte gerencial não é ação, é na verdade uma informação útil para compor um plano de ação em um nível acima na diretoria.
Por exemplo:
Preocupado com o absenteísmo o gerente não tem braço e autoridade para decidir sobre um novo sistema de ADI, mas tem braço e autoridade para conversar olho no olho com cada trabalhador que faltou ao serviço.
ATENÇÃO
Em anexo está um um modelo de orientação para confecção de um plano de ação que certamente ajudará a ter planos simples e eficazes!
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
O lixo que as pessoas não percebem!
Rio Eu Amo Eu Cuido Ação São Sebastião 2014
Já imaginou como seria se a praia não fosse limpa num feriado de sol? Foi o que aconteceu durante o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Nesse ano a tradicional ação do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi feita no dia seguinte do 20.1 com todo o lixo ""esquecido"" nas areias de Copacabana durante o feriado. Com isso uma montanha com 40 toneladas de lixo evidenciou a falta de carinho e cuidado com a nossa cidade. Pra chocar e sensibilizar.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Não fazemos MUTIRÕES!
Chamaremos as mobilizações de recursos entre as Gerências de Departamento de OPERAÇÕES CONJUNTAS ou OPERAÇÕES CONCENTRADAS.
O termo MUTIRÃO poderia ser semanticamente utilizado, mas deve ser evitado pois carrega uma conotação negativa de solução emergencial de algum problema causado por falta de rotina.
A palavra MUTIRÃO
Mutirão é o nome dado no Brasil a mobilizações coletivas para lograr um fim, baseando-se na ajuda mútua prestada gratuitamente. É uma expressão usada originalmente para o trabalho no campo ou na construção civil de casas populares, em que todos são beneficiários e, concomitantemente, prestam auxílio, num sistema de rodízio e sem hierarquia. Também é conhecido pelos termos mutirom, mutirum, muxirão, muxirã, muxirom, muquirão, putirão, putirom, putirum, pixurum, ponxirão, punxirão, puxirum, ademão, adjunto, adjutório, ajuri, arrelia, bandeira, batalhão, boi de cova, corte (ô) e junta.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Coletor compactador de lixo de pequeno porte
Testado por algum tempo na Companhia apresentou um bom desempenho operacional. No entanto, por ser um compactador de dimensões reduzidas, seu uso exige viagens adicionais em um roteiro realizado por coletores de 15 ou 19 metros cúbicos.
Parece ser eficiente para serviços de coletas especiais como resíduos de saúde, geradores extraordinários ou locais urbanizados com restrição de acesso a viaturas de maior porte.
Coletor compactador de lixo de pequeno porte, com volume de 5 m³, montado em chassi tipo leve com pequenas dimensões.
Aplicação:
Coleta de resíduos domiciliares em comunidades, condomínios, áreas de difícil acesso. Possui baixo nível de ruído, podendo ter dispositivo hidráulico para basculamento de contêineres plásticos.
Especificações gerais:
Compactador de resíduos domiciliares com capacidade volumétrica de 5 m³, carga de até 3.000 kg, com dimensões reduzidas, largura de 2,0 m e altura de 2,60 m, baixo consumo de combustível, baixo nível de ruídos, simples manutenção, baixa emissão de gases poluentes, sendo o melhor custo benefício da categoria no mercado. Possui caixa coletora de chorume, vedação na tampa traseira, pode ter dispositivo para basculamento de contêineres plásticos de 120 e 240 litros. O acionamento das placas de compactação (ciclo) é feito por botoeiras que pode ser feito com um único toque ou passo a passo, podendo ser interrompido a qualquer momento por um botão de emergência. Chassi com PBT de 7.800 kg no mínimo, raio de giro com 7,0 metros, largura de 2,0 metros com os espelhos fechados, motor com potência de 155 cv.
Fabricante(s):
Coletor de resíduos: PLANALTO COMBOLIX
Chassi: HYUNDAI HD 78 www.hyundai-motor.com.br
domingo, 12 de janeiro de 2014
Gestão de Demandas
Os agentes públicos são pontos de referência do serviço da prefeitura para a população. Desde que sejam atribuição da Comlurb em área pública suas demandas podem ser absorvidas na rotina operacional.
As demandas devem ser absorvidas pela rotina e não a rotina ser abandonada pela existência de demandas.
Absorver as demandas na rotina é uma forma de conseguir previsibilidade, confiabilidade e ganhar produtividade na execução dos serviços.
Previsibilidade, pois as pessoas passam a conhecer quando a demanda está programada. Confiabilidade, pois as pessoas passam a reconhecer que a programação é realmente executada e ganho de produtividade pois os recursos podem ser melhor dimensionados.
“A melhor maneira de manter a sua palavra é não a dar”
Napoleão Bonaparte!
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Distribuição Justa de Recursos

Devemos encarar a gestão de recursos das gerências como se estivéssemos diante de um Sistema de Vasos Comunicantes! As dificuldades e facilidades devem ser distribuídas igualmente entre as diversas unidades. Este conceito também é real entre gerência de departamento e suas adjuntas
De que adianta uma gerência sem recursos ao lado de outra com sobra se o que importa é o resultado do todo?
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Carroceiros
É uma questão social que afeta o operacional
Os carroceiros não devem ser estimulados. Devemos buscar ações para reduzir o mercado informal priorizando o uso do serviço de Remoção Gratuita que considere as características de geração de resíduos de construção civil – RCC na zona Oeste. Também promovendo ações para oferecer opções aos moradores tais como Operações Cata-Cata e remoções notificadas.quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Comlurb inicia operações na primeira Central de Triagem de recicláveis do Rio
sábado, 4 de janeiro de 2014
Qualquer coisa é melhor que um ponto crítico!
Ponto crítico não é um Ecoponto.
Os Pontos Críticos de vazamento irregular de entulho agridem as expectativas da população e devem ser ocupados com restrições ao acesso de veículos e carroças.
Blocos de Concreto; cercas; leiras; pneus; jardins, enfim, qualquer coisa que garanta sua extinção deve ser usada para garantir a restrição aos acessos como forma de inibir vazamentos.
La déchetterie
“La déchetterie” referência para a idéia do “Ecoponto” é uma instalação criada para receber resíduos transportados voluntariamente por moradores. Não havendo um projeto que crie uma instalação operacional semelhante à déchetterie o Ecoponto corre o risco de se transformar em um ponto crítico de remoção.
O conjunto de ECOPONTO degradados é um passivo que deve ser administrado evitando novas unidades e recuperando os que têm melhor estrutura utilizando boa programação visual e principalmente cercando à área.
O conjunto de ECOPONTO degradados é um passivo que deve ser administrado evitando novas unidades e recuperando os que têm melhor estrutura utilizando boa programação visual e principalmente cercando à área.












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