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quarta-feira, 26 de março de 2014

Panfleto anti carroceiro

Este é o modelo de panfleto de divulgação da Remoção Gratuita e anti-carroceiro que vamos utilizar assim que for aprovada a impressão.


domingo, 23 de março de 2014

Novos movimentos trabalhistas reduzem poder dos sindicatos

Mais escolarizadas, conscientes e conectadas, categorias buscam ampliar conquistas. Com desemprego em baixa e protestos em alta, trabalhadores fluminenses se fortalecem
O DIA
Rio - Varredor das ruas de Bangu, o gari Wilian Rocha, de 42 anos, fala com clareza sobre as condições de trabalho na empresa em que está há nove anos. Esse foi o principal assunto de seu cotidiano desde que ele aderiu à comissão de trabalhadores que deu início à greve da Comlurb. O movimento, deflagrado no Carnaval, contrariou a posição do sindicato da categoria e conseguiu uma conquista histórica: aumento de 33% no piso salarial e de 66% no valor do tíquete alimentação. “A partir de agora, o sindicato vai ter que rever sua posição”, afirma. 

Assim como os garis, outras categorias do Rio passam pela mesma situação. Descolados das aspirações dos sindicatos, trabalhadores criam comissões paralelas e desafiam a atuação tradicional das entidades. Um dos casos que chama a atenção é a greve do Complexo Petroquímico do Rio (Comperj), que durou 40 dias em Itaboraí. A paralisação foi alimentada por divergências entre o Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil de São Gonçalo, Itaboraí e Região e uma comissão de trabalhadores autônoma. 



Os colegas Leonardo Mendes e Willian Rocha, da Comlurb: comissão formada à revelia do sindicato da categoria
Foto:  Carlos Moraes / Agência O Dia

O mesmo ocorreu nos quadros da Guarda Municipal, onde servidores formaram a Frente Manifestante. Hoje, o grupo conta com 3.900 integrantes em sua página no Facebook e assumiu a linha de frente das negociações, aliado ao Sindicato dos Servidores Públicos do Município (Sisep-RJ). “Eles abraçaram a causa e prometeram apoio à categoria. Ficam com a parte jurídica e nós fazemos a parte da luta. Temos um diálogo com o sindicato, mas eu, por exemplo, nem sou sindicalizado”, explica Marcos Crisciullo, um dos idealizadores da Frente. Para o presidente da Força Sindical, Miguel Torres, a divergência interna é comum e pode até ser benéfica. “O conflito ajuda na melhoria da representação. Se a direção se organizar, ela toma o controle da situação e avança”, diz. 

A presença de jovens chama atenção nos movimentos. É o caso do agente de preparo de alimentos Leonardo Mendes, 28 anos. Ele afirma que, ao contrário dos trabalhadores antigos, os mais novos têm acesso ao ensino e querem ir além de um salário de sobrevivência. “Queremos acesso a lazer, ir ao cinema, ao teatro e fazer cursos”, lista.

Segundo a professora de gestão de pessoas do Ibmec-RJ, Janaína Ferreira, este comportamento reflete características presentes em toda a nova geração, independentemente da classe social: “Os jovens não aceitam mais a cultura do comando do chicote.”

Protestos de julho revelaram ao país a força dos movimentos

As baixas taxas de desemprego no país favorecem a mobilização por parte dos trabalhadores. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o Brasil fechou 2013 com 4,3% de desemprego, o menor índice em 11 anos. “Passamos por um período de muitas demissões na década de 90. Quem estava empregado ficava com medo de fazer greve”, lembra Darby Igayara, presidente da CUT no Rio. “Hoje a situação é diferente. Você tem muita oferta e mais trabalhadores se mobilizando”, afirma.

Os protestos ocorridos em julho do ano passado também são apontados como um fator que esquentou o mundo do trabalho. Uma das greves mais impactantes foi a dos professores da rede municipal de ensino do Rio, que começou em agosto, confundindo-se com os levantes que pediam mais investimentos básicos e protestavam contra a corrupção, entre outras bandeiras. “As pessoas estão saindo de um certo imobilismo,” acredita Guilhermina Rocha, diretora de umas das regionais do Sindicato dos Professores do Rio. 

“O que ocorreu em julho estimulou um movimento de as pessoas levantarem suas bandeiras e se firmarem como sujeito social”, explica José Dari Krein, professor do Instituto de Economia da Unicamp. Dados do Departamento de Estudos Intersindicais (Dieese) apontam 2012 como o ano com o maior número de greves desde 1997. Foram 873. O balanço de 2013 será divulgado em junho.


Grupos se articulam pelo Facebook

Uma ferramenta que facilita as mobilizações é o uso constante das redes sociais. Elas permitem que as discussões sobre salários e condições de trabalho fluam com mais rapidez e atinjam mais pessoas.
No caso dos garis, por exemplo, há uma página de Facebook com mais de 900 amigos, chamada Gari Apa. As discussões na internet precederam o movimento que foi para as ruas no Carnaval. 
“Antes, somente o sindicato tinha o poder de divulgar informes e quem não estava representado tinha mais dificuldades de se organizar. As novas tecnologias facilitam que grupos fora da direção sindical façam sua própria mobilização”, afirma o professor Adalberto Cardoso, diretor do Instituto de Estudos Sociais e Políticos da Uerj.
Segundo pesquisa do Ibope publicada em março, 61% da população do Rio têm acesso à internet em casa. No Brasil, 47% usam a rede. O estudo também mostra que, no país, as faixas etárias com maior acesso à web são entre 6 e 25 anos (56%) e 26 e 35 anos (53%). Entre 46 e 55 anos, o percentual de brasileiros conectados cai para 43%.

Base tem que ser ouvida 

Para especialistas, é cedo para afirmar que o movimento trabalhista está adquirindo novas feições definitivas. No entanto, eles olham para os atos recentes como alerta aos sindicatos. Não há mais espaço para organizações que não escutam suas bases e deliberam somente em cúpula. “Temos um quadro de sindicatos únicos, impostos por lei, que não representam a vontade dos filiados. Naqueles que não correspondem aos interesses das bases estão aparecendo mecanismos naturais de resistência”, avalia a professora de Direito do Trabalho da Universidade Federal de Minas Gerais, Daniela Muradas. “Isso não vale para todo o mundo sindical, mas essas ações podem ser um marco simbólico”, diz. 

Na opinião do juiz de direito e professor da Universidade de São Paulo, Jorge Souto Maior, o descolamento entre as expectativas do trabalhador e a ação dos sindicatos também representa um desafio para empregadores e para a própria Justiça. Em 2012, 36,7% das greves tiveram intervenção dos tribunais. “Se 80% dos trabalhadores deliberam pela greve, o empregador vai ter que negociar. Não adianta argumentar que a greve é ilegal, porque a ela é um fato que vai além do direito.”


segunda-feira, 17 de março de 2014

Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB)

ACERB recebe o diretor da Comlurb na Zona Oeste

Durante café da manhã Gustavo Puppi anunciou o projeto Oeste Limpa

Por Eder Fernandes
Diretor de Serviços Oeste da Comlurb, Gustavo Puppi (Foto: Luis Fortes/Pro-Realengo)

A Associação Comercial e Empresarial da Região de Bangu (ACERB) recebeu ontem, 14 de março, o novo diretor de serviços oeste da Comlurb, Gustavo Puppi. O evento aconteceu no auditório da ACERB e teve a participação do Conselho Diretor da ACERB, associados, empresários e autoridades da região. O presidente da ACERB, Wagner Ferreira, agradeceu a presença de todos e passou a palavra ao diretor da Comlurb que contou sua trajetória profissional e disse que pretende fazer a diferença no atendimento público da limpeza na região.
- Quando assumimos uma liderança de um setor público é preciso se sentir dono, eu estou me sentindo dono da Área de Planejamento 5 da Comlurb. Se continuarmos fazendo as mesmas coisas, teremos os mesmos resultados. Mas se fizermos algo diferente, teremos resultados diferentes – Fala Puppi.
Puppi informou aos presentes que devido ao tamanho da Zona Oeste a administração foi dividida em dois polos para facilitar o atendimento ao público. Uma área corresponde a Barra da Tijcua, Recreio dos Bandeirantes e o entorno. A segunda área conta com Bangu, Campo Grande, Realengo e adjacências, está é administrada pelo Gustavo Puppi

Desafio para uma Zona Oeste Limpa
Alguns dos seus principais desafios são apoiar e ampliar de forma progressiva a coleta seletiva e a remoção gratuita de entulho; implanta uma rotina de operações conjuntas de roçada e limpeza geral e também promover o Programa de Gestão para Resultados. O diretor Puppi aproveitou o café da manhã e anunciou um projeto chamado ´´Oeste Limpa: Tratando a Zona Oeste Como a Zona Oeste quer ser tratada.``
Durante o encontro também estavam presentes dois membros da equipe que atende a Zona Oeste, Alessandra Mota e Paulo Silveira. Todas as demandas recolhidas foram entregues ao diretor da Comlurb e o vice-presidente da ACERB, Marco Antonio Simão, leu algumas solicitações no momento do encontro. As principais demandas foram em relação aos lixos acumulados em locais indevidos, falta de limpeza em praças públicas e a necessidade de um programa social de conscientização para os moradores manterem a região limpa.


segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

LIXO COMPACTÁVEL E LIXO NÃO COMPACTÁVEL

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Um caminhão coletor de 15m3 manobra em uma rua para coletar lixo público acumulado em um ou dois sacos verdes pelo gari de varrição. Algum tempo depois, iniciado um novo turno de trabalho outro caminhão exatamente do mesmo tipo manobra na rua para, desta vez coletar os sacos de coleta domiciliar dispostos no calçamento pelos moradores.

Dois caminhões passando no mesmo logradouro com diferença de poucas horas, um para coletar lixo público e outro para coletar lixo domiciliar. Não seria melhor um caminhão passando somente uma vez para coletar todo o resíduo do logradouro?


A coleta de lixo, sendo ele público ou privado, é uma operação logística, trata de trazer o resíduo de inúmeros pontos para poucos pontos, as centrais de compactação, estações de transferência ou direto para o aterro sanitário.

A dinâmica da separação do lixo público e lixo domiciliar parece com uma empresa de logística passando em um ponto de entrega para deixar um pacote azul para depois passar novamente para deixar o pacote vermelho. Parece que em nome da diferenciação lixo público e lixo domiciliar oportunidades melhorias na eficiência da frota.

Como opção poderia haver diferenciação baseada no tipo de equipamento: "Lixo Compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que pudesse ser transportado em caminhões com compactação dentro de suas características operacionais. "Lixo não compactável" como sendo todo aquele, público ou domiciliar, que devesse ser transportado em caminhões sem compactação (basculantes, poliguindastes, carroceria fixa).

Sabendo o histórico de “lixo compactável” podemos quantificar frota de caminhões coletores, por sua vez, com o histórico de “lixo não compactável” decidimos pela frota de basculantes ou poliguindastes.

Outro aspecto é que quanto mais ordenado é o lixo, público ou domiciliar, maior será o uso de caminhões coletores com compactação, mais produtivos em peso e volume que os sem compactação.  O ordenamento do lixo não compactável fica por conta da remoção programada de entulho e bens inservíveis em basculantes e a remoção de caixas metálicas com os poliguindastes. O uso de basculantes para cata a cata em logradouro ou remoções mecanizadas (uso de pás mecânicas) em pontos de despejo irregular é a medida da desordem no sistema.

Gunga Din distribui água para os Garis da OGE

O novo carrinho de distribuição de água foi uma novidade para os garis da DSO que executaram a limpeza do Bloco da Preta no centro da cidade.

Facilitando o transporte de água gelada foi possível melhorar o bem estar dos empregados envolvidos em operações concentradas sob o sol.

Com este novo carrinho, apelidado de Gunga Din em alusão à um filme de 1939 sobre um indiano que transportava água para tropas inglesas,  foi possível evitar a utilização de container  para o transporte e distribuição de água.



domingo, 23 de fevereiro de 2014

Limpeza do Carnaval 2014

O Presente

“um homem, um momento, tocando a vida de uma criança autista”

O garoto Daniel, de 5 anos de idade, sofre de autismo e é apaixonado por caminhões de lixo. Sabendo disso, sua mãe, Robin, sempre o filma no momento em que o serviço de coleta de lixo passa pela sua casa. Em uma destas gravações, entretanto, ela e o restante da família tiveram uma emocionante surpresa.
Percebendo que o menino sempre o observava quando passava pela rua, o lixeiro Manuel decidiu conhecer Daniel e ainda lhe dar um presente mais que especial: um caminhão de lixo de brinquedo.

Yahoo Notícias – qua, 19 de fev de 2014

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A

Considerando que uma roçadeira lateral é um equipamento com menos de 3,5 toneladas, semelhante à motoserra, e que corta grama, pode-se inferir,  baseado na descrição da função, que é possível que um Operador de Equipamentos Leves eventualmente opere uma roçadeira lateral sem que isso seja considerado desvio de função.









Carreira de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos
Cargo: Profissional de Operações de Limpeza e Serviços Urbanos

Função: OPERADOR DE EQUIPAMENTOS LEVES –A

Operar equipamentos, motorizados ou não, de pequeno porte até 3,5 toneladas e/ou que apresentem complexidade de operação, tais como: micro trator, mini varredeira, equipamento com tração mecânica e/ou motorizado, motosserras, veículos elétricos e outros semelhantes, dirigindo e acionando comandos próprios, para cortar grama, árvores, remover e transportar resíduos sólidos urbanos, entulho, terra e outras cargas.

Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo

Marés de sizígia são as que ocorrem nas luas nova e cheia, quando os efeitos lunares e solares reforçam uns aos outros, produzindo as maiores marés altas e as menores marés baixas.


Cartas náuticas indicam para vários pontos qual a menor profundidade registrada em marés de sizígia (menores marés baixas), pois registrando a pior situação para navegação, o momento mais raso, é possível garantir que em qualquer condição real não há risco de encalhe se o fundo da embarcação (calado) for menor que a menor profundidade possível.



Da mesma forma que cartas náuticas garantem segurança assinalando a pior situação os planos de varrição deveriam ser feitos considerando a pior situação de disponibilidade de trabalhadores: um plano de varrição por sizígia de efetivo!

Plano de Varrição Clássico:
O que se observa na confecção de um plano de varrição é a definição a priori de frequências de varrição pelas características dos logradouros para depois calcular qual o efetivo necessário para a execução do plano. É como consultar a carta náutica depois que a embarcação encalhou!

Plano de Varrição por Sizígia de Efetivo:
Esta outra abordagem consiste em descobrir qual a pior situação de disponibilidade de trabalhadores, ou seja, o efetivo descontado todos os tipos de ausência* para depois calcular qual a frequência de varrição será possível oferecer a cada logradouro segundo suas características. É como consultar a carta para decidir se a embarcação pode navegar com segurança!

Frequência de varrição X disponibilidade de trabalhadores:
Combinando disponibilidade de trabalhadores com frequência média de varrição estabelecida por um Plano de Varrição podemos formar as quatro combinações indicadas no quadro:

Um plano de varrição clássico tem chances de se posicionar mais a direita do quadro: Não há trabalhadores suficientes para atender o plano gerando falta de confiança na prestação do serviço, ou, os trabalhadores varrem mais do que é necessário causando desperdício de recursos públicos.

Por outro lado um plano de varrição por Sizígia de efetivo tem chances de se posicionar mais a esquerda do quadro garantindo a frequência média mais alta possível para a pior disponibilidade de trabalhadores.

Qualquer disponibilidade de trabalhadores excedente ao necessário para cumprir o plano pode ser usada com serviços diferenciados como turmas de limpeza de ralos, de capina, atendimentos à demandas não rotineiras, enfim, qualquer coisa que seja percebida pelo munícipe como algo a mais em relação ao serviço rotineiro e confiável estabelecido pelo plano de varrição.


* Afastados por motivos de saúde ou acidente; média de faltas; média de férias.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Planos de Ação Simplificados

Daqui para frente será comum o uso de “planos de ação”. Conforme o nome sugere, são usados para planejar as ações necessárias para promover alguma melhoria.

Um plano de ação de uma gerencia deve conter poucas ações que o gerente tenha braço e autoridade para fazer em sua gerência. Qualquer outra coisa que vá além do horizonte gerencial não é ação, é na verdade uma informação útil  para compor um plano de ação em um nível acima na diretoria.  

Por exemplo:

Preocupado com o absenteísmo o gerente não tem braço e autoridade para decidir sobre um novo sistema de ADI, mas tem braço e autoridade para conversar olho no olho com cada trabalhador que faltou ao serviço.

ATENÇÃO

Em anexo está um um modelo de orientação para confecção de um plano de ação que certamente ajudará a ter planos simples e eficazes! 



quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

O lixo que as pessoas não percebem!

Rio Eu Amo Eu Cuido Ação São Sebastião 2014


Já imaginou como seria se a praia não fosse limpa num feriado de sol? Foi o que aconteceu durante o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Nesse ano a tradicional ação do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi feita no dia seguinte do 20.1 com todo o lixo ""esquecido"" nas areias de Copacabana durante o feriado. Com isso uma montanha com 40 toneladas de lixo evidenciou a falta de carinho e cuidado com a nossa cidade. Pra chocar e sensibilizar.


sexta-feira, 17 de janeiro de 2014

Não fazemos MUTIRÕES!

Chamaremos as mobilizações de recursos entre as Gerências de Departamento de OPERAÇÕES CONJUNTAS ou OPERAÇÕES CONCENTRADAS.

O termo MUTIRÃO poderia ser semanticamente utilizado, mas deve ser evitado pois carrega uma conotação negativa de solução emergencial de algum problema causado por falta de rotina.


A palavra MUTIRÃO

Mutirão é o nome dado no Brasil a mobilizações coletivas para lograr um fim, baseando-se na ajuda mútua prestada gratuitamente. É uma expressão usada originalmente para o trabalho no campo ou na construção civil de casas populares, em que todos são beneficiários e, concomitantemente, prestam auxílio, num sistema de rodízio e sem hierarquia. Também é conhecido pelos termos mutirom, mutirum, muxirão, muxirã, muxirom, muquirão, putirão, putirom, putirum, pixurum, ponxirão, punxirão, puxirum, ademão, adjunto, adjutório, ajuri, arrelia, bandeira, batalhão, boi de cova, corte (ô) e junta.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

Coletor compactador de lixo de pequeno porte

Testado por algum tempo na Companhia apresentou um bom desempenho operacional. No entanto, por ser um compactador de dimensões reduzidas, seu uso exige viagens adicionais em um roteiro realizado por coletores de 15 ou 19 metros cúbicos.

Parece ser eficiente para serviços de coletas especiais como resíduos de saúde, geradores extraordinários ou locais urbanizados com restrição de acesso a viaturas de maior porte.




Coletor compactador de lixo de pequeno porte, com volume de 5 m³, montado em chassi tipo leve com pequenas dimensões. 

Aplicação:
Coleta de resíduos domiciliares em comunidades, condomínios, áreas de difícil acesso. Possui baixo nível de ruído, podendo ter dispositivo hidráulico para basculamento de contêineres plásticos.

Especificações gerais:
Compactador de resíduos domiciliares com capacidade volumétrica de 5 m³, carga de até 3.000 kg, com dimensões reduzidas, largura de 2,0 m e altura de 2,60 m, baixo consumo de combustível, baixo nível de ruídos, simples manutenção, baixa emissão de gases poluentes, sendo o melhor custo benefício da categoria no mercado. Possui caixa coletora de chorume, vedação na tampa traseira, pode ter dispositivo para basculamento de contêineres plásticos de 120 e 240 litros. O acionamento das placas de compactação (ciclo) é feito por botoeiras que pode ser feito com um único toque ou passo a passo, podendo ser interrompido a qualquer momento por um botão de emergência. Chassi com PBT de 7.800 kg no mínimo, raio de giro com 7,0 metros, largura de 2,0 metros com os espelhos fechados, motor com potência de 155 cv.

Fabricante(s):
Coletor de resíduos: PLANALTO COMBOLIX 
Chassi: HYUNDAI HD 78 www.hyundai-motor.com.br

domingo, 12 de janeiro de 2014

Gestão de Demandas

Os agentes públicos são pontos de referência do serviço da prefeitura para a população. Desde que sejam atribuição da Comlurb em área pública suas demandas podem ser absorvidas na rotina operacional.

As demandas devem ser absorvidas pela rotina e não a rotina ser abandonada pela existência de demandas.

Absorver as demandas na rotina é uma forma de conseguir previsibilidade, confiabilidade e ganhar produtividade na execução dos serviços.

Previsibilidade, pois as pessoas passam a conhecer quando a demanda está programada. Confiabilidade, pois as pessoas passam a reconhecer que a programação é realmente executada e ganho de produtividade pois os recursos podem ser melhor dimensionados.




Nunca prometa a execução de um serviço que não tem condições de executar em uma data conhecida! 

“A melhor maneira de manter a sua palavra é não a dar” 
Napoleão Bonaparte!

sexta-feira, 10 de janeiro de 2014

Distribuição Justa de Recursos


Devemos encarar a gestão de recursos das gerências como se estivéssemos diante de um Sistema de Vasos Comunicantes! As dificuldades e facilidades devem ser distribuídas igualmente entre as diversas unidades. Este conceito também é real entre gerência de departamento e suas adjuntas

De que adianta uma gerência sem recursos ao lado de outra com sobra se o que importa é o resultado do todo?

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Carroceiros

É uma questão social que afeta o operacional


Os carroceiros não devem ser estimulados. Devemos buscar ações para reduzir o mercado informal priorizando o uso do serviço de Remoção Gratuita que considere as características de geração de resíduos de construção civil – RCC na zona Oeste. Também promovendo ações para oferecer opções aos moradores tais como  Operações Cata-Cata e remoções notificadas.

quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Comlurb inicia operações na primeira Central de Triagem de recicláveis do Rio



Comlurb inicia operações na primeira Central de Triagem de recicláveis do Rio






A Prefeitura do Rio e a Comlurb começaram a operar,  no dia 2 de janeiro de 2014, a primeira Central de Triagem (CT) de materiais recicláveis do projeto de ampliação da Coleta Seletiva, em Irajá, que conta com logística de fluxo de produção e esteira mecânica.  A Central – que pode receber até 20 toneladas/dia de materiais – faz parte do programa de ampliação da Coleta Seletiva na cidade e vai gerar até 200 postos de trabalho para catadores, que poderão ter renda de cerca de 1.350 reais. Esta é a primeira Central de Triagem de outras cinco que estarão em funcionamento até 2016.


A CT Irajá, patrocinada pelo BNDES e com o apoio da Coca-Cola Brasil, receberá recicláveis dos bairros atendidos pela Comlurb com a Coleta Seletiva. A operação será realizada por catadores cooperativados, que foram capacitados para gerir a Central. Além do BNDES, estão envolvidos na parceria as Secretarias Municipais de Meio Ambiente, Conservação e Serviços Públicos e Desenvolvimento Econômico Solidário. Mais um avanço importante no quesito sustentabilidade promovido pela Comlurb!





sábado, 4 de janeiro de 2014

Qualquer coisa é melhor que um ponto crítico!

Ponto crítico não é um Ecoponto.

Os Pontos Críticos de vazamento irregular de entulho agridem as expectativas da população e devem ser ocupados com restrições ao acesso de veículos e carroças.

Blocos de Concreto; cercas; leiras; pneus;  jardins, enfim, qualquer coisa que  garanta sua extinção deve ser usada para garantir a restrição aos acessos como forma de inibir vazamentos.  

La déchetterie

“La déchetterie” referência para a idéia do “Ecoponto” é uma instalação criada para receber resíduos transportados voluntariamente por moradores. Não havendo um projeto que crie uma instalação operacional semelhante à déchetterie o Ecoponto corre o risco de se transformar em um ponto crítico de remoção.



















O conjunto de ECOPONTO degradados é um passivo que deve ser administrado evitando novas unidades e recuperando os que têm melhor estrutura utilizando boa programação visual e principalmente cercando à área.



sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

DIRETRIZ GERAL DE TRABALHO

 A Diretriz Geral de Trabalho deve nortear as decisões e ações dos gestores.

  1. Atender as expectativas dos moradores e seus representantes
  2. Combater todo tipo de desperdício
  3. Garantir os direitos e cobrar os deveres dos empregados
  4. Registrar, relatar, documentar como instrumento de decisão.
  5. Aprender e ensinar






Podemos atribuir valor às decisões e ações valor usando as diretrizes como uma lista de checagem. O que estou decidindo atende às expectativas dos moradores? Agindo desta forma estou combatendo todo tipo de desperdício? Como posso garantir o direito deste empregado? Tenho as informações necessárias para decidir? O que eu aprendi com essa situação?

quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Containers para coleta seletiva de vidro

A retirada dos contentores para vidro na orla de Copacabana resultou em uma coleta  mais de 15 m3 de vidro com 37.500 kg. de produto reciclável, uma média de 1700 Kg por container. Para outros eventos os resultados podem ser ainda melhores com uma maior divulgação do serviço.





Chuva de papel picado virou "garoa" em 2013



Outra prova de que a fiscalização vem cumprindo o objetivo de conscientizar os cariocas em relação à limpeza foi observada no Centro do Rio. A tradicional chuva de papel picado de fim de ano, que em 2012 gerou 12 toneladas de resíduos, produziu apenas 2,4 toneladas em 2013. A novidade foi destaque na coluna de Ancelmo Gois, na edição do dia 01/01, do jornal O Globo.

Gente que Limpa - 2ª parte: saiba como foi!


Gente que Limpa - 2ª parte 

A 2ª parte do Gente que Limpa foi um sucesso! E graças ao esforço conjunto de todos que cooperaram.

 Equipe que participou da segunda parte do Gente que Limpa


Na quarta-feira (23/10), 100 garis foram recebidos de braços abertos pelos funcionários da área administrativa da Sede e Botafogo, e tiveram a oportunidade de conhecer um pouco de cada diretoria, com suas equipes e  funções, além compartilhar uma manhã inesquecível, com lanche, apresentação das áreas e troca de experiências. 


O presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, se mostrou satisfeito com a oportunidade que os trabalhadores responsáveis por limpar a nossa cidade tiveram de ver o "outro lado da empresa" e como o trabalho de um profissional reflete no do outro. "Eu gosto mesmo é da rua, se pudesse não ficava no escritório", contou, ao falar do seu dia a dia.   

Saiba o que alguns garis acharam do encontro: 


"O que tenho a comentar é que foi muito bom participar desta visita, pois só assim fiquei conhecendo os departamentos e também o quanto todos são importantes para a empresa, tanto o gari quanto os colegas da área administrativa. O importante é que a cada dia a gente se una mais para a melhoria e crescimento da empresa." – Moisés Fernandes da Rocha – SG02C (Centro). 


"Hoje entendo como uma empresa de tamanha excelência precisa de todas as áreas administrativas e operacionais unidas. Todos nós temos nossas funções que, mesmo que distintas, cooperamos para o crescimento de toda Comlurb." – Jessica Pereira da Silva OG19C (Santa Cruz). 


É com muito orgulho que parabenizamos a todos que participaram da ação e reforçamos que o Programa deu certo porque vocês acreditaram e foram extremamente comprometidos. 

 Presidente Vinicius Roriz mostra o seu trabalho

Resultado positivo do Gente que Limpa

SUCESSO! 
É essa a palavra que define o Programa Gente que Limpa 

No dia 06 de setembro, 152 funcionários distribuídos por 10 gerências trocaram seus trabalhos no administrativo para conhecer o dia a dia dos nossos garis no operacional. Alguns participaram da coleta e outros da varrição, mas, no final, o resultado foi o mesmo: muito aprendizado, integração e sensibilização a respeito da realidade das operações de limpeza.


Após compilar todos os formulários de avaliação preenchidos, foi confirmado o que já era esperado – 100% dos visitantes, ou seja, TODOS os funcionários que participaram do Gente que Limpa disseram que a visita agregou algo de novo ao seu dia. Isso foi incrível!

No geral, todos os resultados foram espetaculares. De acordo com o formulário, a recepção na gerência foi impecável. Parabéns aos gerentes por receberem e transmitirem essa energia maravilhosa aos visitantes.
Com base nas sugestões, elaboramos um TOP 10 e encaminhamos aos diretores e presidente para que sejam pensadas formas de melhoria das operações. PARABÉNS a você por isso, a sua participação foi essencial!
Outro ponto muito importante a se destacar foi que 81% dos participantes disseram que a integração entre as equipes do administrativo e operacional foi ÓTIMA.

Agora, queremos aumentar esse índice para 100%! Por isso, em breve divulgaremos a data do Gente que Limpa INVERSO, onde os garis virão conhecer e participar do dia a dia no administrativo.

O primeiro Gente que Limpa da Comlurb foi um sucesso porque você acreditou e participou de corpo e alma! É assim que ações dão certo!

Fique atento, em breve divulgaremos informações sobre o Gente que Limpa Inverso.

Encontro após o Gente que Limpa proporciona uma rica troca de experiências


Aconteceu na manhã desta segunda-feira (9/9) o encontro com o presidente da Comlurb, após o grande dia do Gente que Limpa. Com o auditório lotado, nosso dirigente Vinicius Roriz, recebeu os mais variados tipos de sugestões e agradecimentos pela iniciativa. Segurança e saúde do trabalhador, material, comportamento da população, dificuldades do dia a dia e comprometimento foram alguns dos muitos temas tratados.


 

Os diretores e gerentes também foram ouvidos, contando o lado da equipe da operação com a experiência do projeto. Todos foram unânimes em relação ao sucesso do Gente que Limpa. O dia de gari dos empregados administrativos levou valorização aos garis, motivação para quem participou, mostrou que o trabalho na ponta é muito mais do que coleta e varrição e proporcionou uma grande troca de experiências. O movimento contrário agora é aguardado com grande expectativa.


A diretora da DGP, Suzanna Nogueira, fez questão de agradecer a todos os envolvidos. Graças ao planejamento e dedicação, o trabalho alcançou o êxito esperado. "Queria agradecer imensamente às pessoas que ajudaram, aos diretores, gerentes e garis. Todos receberam a gente de braços abertos. Saímos da gerência energizados", contou Suzanna.


Diretoria de Serviços Oeste

A Diretoria de Serviços Oeste é responsável pela gestão de resíduos sólidos das Regiões Administrativas que compõe a Área de Planejamento 05. Também é responsável pela limpeza urbana e roçada de vegetação na TransOeste.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Lixo Zero foi a medida mais importante para o carioca em 2013


Redação SRZD

Foto: Divulgação
Em 2013, o Rio ganhou algumas medidas que visam a melhorar a qualidade de vida da população. O SRZD perguntou aos leitores qual das mudanças executadas neste ano teve maior importância para o dia a dia da cidade.
O Programa Lixo Zero, que passou a multar quem joga lixo no chão, recebeu 100% dos votos. As outras opções eram a demolição do Elevado da Perimetral, aumento do rigor na punição de vandalismo nas manifestações, reforço do policiamento nas praias e revistas nos ônibus e revogação do aumento de 20 centavos da passagem de ônibus.

Que venha 2014





“Tratando a Zona Oeste como a Zona Oeste quer ser tratada”.

Ao longo do ano de 2014 diversas ações buscaram modernizar a gestão da Diretoria de Serviços Oeste utilizando como principio básico o empoderamento dos gestores em diversos níveis.

CRIAÇÃO DA MARCA “OESTE LIMPA”

Para adotar uma gestão mais participativa foi necessário despersonalizar a imagem do “Diretor” colocando em seu lugar uma imagem de objetivo coletivo de trabalho. OESTE LIMPA representa ação de limpar, a Diretoria Oeste limpa, e também representa o resultado, a Zona Oeste está limpa. 


CRIAÇÃO DE SLOGAN OPERACIONAL

Aproveitando que praticamente todos os gestores da DSO moram na área de atuação da diretoria, o SLOGAN “Tratando a Zona Oeste como a Zona Oeste quer ser tratada” foi concebido para agir na autoestima destes profissionais. O objetivo foi descartar uma histórica percepção de que o local de trabalho, assim como onde moram, era tratado em segundo plano pela empresa e pela Prefeitura.

DIRETRIZ GERAL DE TRABALHO

Como forma de estimular a autonomia na tomada de decisões a Diretriz Geral de Trabalho apresenta uma balizamento para as ações das Gerencias, não sendo necessário consultar a diretoria em assuntos que estejam em consonância com os seus cinco preceitos.

Atender as expectativas dos moradores e seus representantes
Combater todo tipo de desperdício
Garantir os direitos e cobrar os deveres dos empregados
Registrar, relatar, documentar como instrumento de decisão
Aprender e ensinar