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domingo, 29 de setembro de 2013

A soma de pequenas coisas nunca é menos que uma coisa grande!

Outra do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido que através do depoimento do Fábio Porchat aborda a questão das pessoas que não consideram lixo pequenas coisas jogadas na rua. Esquecem que de grão em grão... são toneladas de lixo varridos diariamente.





quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Cidade, a casa publica de todos nós

O movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi perfeito neste video que foi usado nos telões do Rock in Rio entre os shows. A mensagem é clara, direta e força uma reflexão importante para todos, mesmo aqueles que "nunca" jogaram lixo na rua.


O "Lixo Zero" no RJ e as curiosidades da limpeza urbana em Paris, Nova York e Tóquio

Programa: Cidades e soluções
Matéria exibida no dia 25/09/2013
Emissora: Globo News



sábado, 21 de setembro de 2013

Guerrilha ambiental


A Surfrider Foundation, organização que se dedica a proteção dos oceanos e praias, e a agencia de propaganda Saatchi & Saatchi de Los Angeles, desenvolveram uma campanha agressiva de alerta sobre o lixo que os banhistas geram nas praias do mundo todo.


A campanha consistiu em recolher lixo encontrado na praia e empacota-lo como se fosse as bandejas de comida vendidas em supermercados. As bandejas foram então colocadas em diferentes lojas nos arredores das praias com o objetivo de conscientizar os banhistas.

Será que a coisa ficou só exposta ou também foi vendida para arrecadar fundos, ou pelo menos, custear as embalagens usadas?

Uma boa programação visual...

...transforma tudo em boa idéia!

quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Opps... alguma coisa deu errado!


O interessante é escutar sobre as excelentes compras, os passeios maravilhosos, a peça de teatro na sempre iluminada Broadway...

Como Nova York faz seu visitante não perceber, ou não se importar com o lixo espalhado?




O satélite consegue chegar!


O veículo deve ser compatível com o local onde está programado para trabalhar. 

Em locais estreitos e de difícil manobra como centros históricos pela Europa ou ruas em nossos "assentamentos precários urbanos", vulgo favelas, o uso de uma viatura pequena atuando como satélite de uma viatura maior é o conceito que garante o acesso do equipamento reduzindo a movimentação manual dos resíduos. 


terça-feira, 17 de setembro de 2013

Varrição mecanizada com soprador

Qual a área que um varredor consegue limpar em uma praça ou calçadão? Se esperamos que um varredor faça 2000 metros de sarjeta e a largura da vassoura for 0,5 metros talvez ele consiga varrer uma área perto de 1000 m2 em um dia de trabalho. Um trabalhador com soprador deve fazer os mesmos 1000 m2 em uma hora de trabalho.

Na imagem obtida em Houston o trabalhador executa a varrição soprando o lixo para a sarjeta para depois uma varredeira remover todo o resíduo.




Para eliminar o "matinho" próximo à sarjeta, aqui no Rio de Janeiro, provavelmente seria programado o uso de uma roçadeira.  Se a enxada está em desuso cedendo espaço ao que passou a ser conhecido por "capina mecanizada", então porque não colocar a vassoura em desuso em esplanadas, calçadões e praças passando a fazer uma "varrição mecanizada" com soprador?





segunda-feira, 16 de setembro de 2013

Questão de acondicionamento



Imagem de Jonas Beach onde o conceito de capacidade de acondicionamento de lixo na praia é levado ao extremo. O prejuízo estético deve ser compensado pela evidência emblemática que existe onde descartar o lixo.

Veja também o equipamento que coleta estas cestas:




Satélite Parisiense

Antigas fotos de Paris que mostram uma sequencia de carrinhos aguardando sua vez para bascular resíduos em um caminhão compactador. O mesmo conceito de puxada de lixo para um ponto usando viaturas satélite.




domingo, 15 de setembro de 2013

Pick-up Satélite em Tel Aviv


Uma caçamba basculante montada em uma carroceria de pick-up! Transformou o veículo em uma viatura satélite capaz de coletar resíduos em centros urbanos. O prolongamento traseiro da caçamba provavelmente é para facilitar o basculamento em caminhão compactador sem o risco de lixo caindo no chão*.



O modelo parece o Peugeot 504 encontrado no Brasil na década de 90 com motorização 2.3 a diesel de 70 cv e capacidade de carga de 1.300 Kg

* O que resolveria um problema atualmente existente nas viaturas satélites existentes no Rio de Janeiro.

Coleta domiciliar em Nova York

Coleta domiciliar em Nova York com os sacos pretos colocados junto à sarjeta e o caminhão passando em seu roteiro para recolhe-los. Bem parecido com o Rio de Janeiro, exceto pelo fato que havia somente um empregado coletando os sacos. 








O caminhão parecia não possuir dispositivo para containers sugerindo que a coleta é assim mesmo, totalmente manual, mas, será que a guarnição é de somente um trabalhador, ou será que o coitado da foto foi o único que trabalhou no fim de semana que as fotos foram feitas?

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Lixo Zero: Um começo promissor

A julgar pelos resultados iniciais, o programa Lixo Zero tem tudo para repetir, na área da limpeza urbana, o sucesso que a Operação Lei Seca fez no trânsito

por Carolina Barbosa | 11 de Setembro de 2013
selmy yassudaTrio sempre um PM, um guarda municipal e um agente da Comlurb faz ronda na Praça Floriano, na Cinelândia: em busca dos sujismundos

Seja por efeito da conscientização coletiva, seja por temor de levar uma mordida no bolso (muito provavelmente, pelos dois motivos juntos), o fato é que o carioca vem sujando menos o espaço público. Em vigor no centro da cidade desde 20 de agosto, a operação Lixo Zero já apresenta resultados que dão esperança de virarmos um jogo que sempre nos foi desfavorável. É um início promissor. Nas duas primeiras semanas da medida, cujo preceito é aplicar multa a quem joga detritos no chão, as autuações vêm caindo dia a dia. Quem passa pela região que é o coração financeiro do Rio facilmente percebe que ela está mais limpa, e os números corroboram essa sensação. Na Avenida Rio Branco, por exemplo, houve queda de um terço no recolhimento do lixo, um índice que pode ser estendido a toda a área central. Na terça passada, a iniciativa chegou a Copacabana. Por ser uma zona residencial, com grande movimentação inclusive nos fins de semana e repleta de cachorros nas calçadas, o bairro traz novos desafios para o programa. "Estamos animados", afirma Vinícius Roriz, presidente da Companhia Municipal de Limpeza Urbana (Comlurb). "Uma falha pode acontecer em um trabalho como este, que envolve mais de 600 pessoas, mas são detalhes perto do sucesso que estamos obtendo."
selmy yassudaPedestre é abordada durante a operação na região central: redução no recolhimento de lixo

A ronda repressiva é executada sempre em trios, que reúnem um agente da Comlurb, um guarda municipal e um policial militar, atuando de forma bem peculiar. Como não são autorizados a perseguir infratores em potencial (gente com cigarro ou papel na mão, por exemplo), os conjuntos ficam à espreita em locais estratégicos: nos acessos ao metrô, onde é proibido entrar fumando, ou próximo a lanchonetes. Nas duas primeiras semanas da operação no Centro, 95% dos flagrantes resultaram em multas de 157 reais, valor cobrado de quem atira no chão pequenos objetos, como guimba e papel, numa escala que pode atingir 3 000 reais, de acordo com o volume do entulho. A autuação é registrada em um smartphone e emitida em uma microimpressora, e o infrator tem até o dia 10 do mês seguinte para quitá-la. "Estava atrasada para buscar minha filha na escola e acabei marcando bobeira", reconhece a servente Katia Teodoro de Souza, flagrada jogando um toco de cigarro na Cinelândia na sexta (30).


A despeito do resultado satisfatório, o Lixo Zero carece de ajustes. Na última segunda, não havia viatura para levar o músico chileno Fénix Spencer à delegacia, depois que ele foi pego atirando uma guimba na rua e sem documento. Outro ponto que merece reparo é o horário de funcionamento das operações, das 8 da manhã às 8 da noite, que não contempla o período de pico da produção de lixo na Lapa, um trecho boêmio por excelência. Segundo o presidente da Comlurb, está em estudo a ampliação do horário nesse pedaço. O que já foi confirmado é o desembarque do projeto nos bairros de Ipanema, Leblon e Lagoa na terça (10). Em seguida, estão nos planos Flamengo, Laranjeiras, Botafogo, Catete e Glória, e até o fim do ano ele deve chegar às zonas Norte e Oeste.

Se a cruzada contra a imundície nas ruas for bem-sucedida, ficaremos livres de um problema que historicamente degrada a cidade. "Quem vinha ao Rio no século XIX invariavelmente reclamava da sujeira", destaca o pesquisador Milton Teixeira. Ao morar no país de 1808 a 1818, o comerciante inglês John Luccock se disse enojado com as ruas da capital do Império. Sua conterrânea Maria Graham foi outra viajante que fez pesados relatos sobre o emporcalhamento que viu aqui. O panorama pouco mudou ao longo dos séculos. Após o último Carnaval, uma enquete da rádio BBC Brasil revelou que uma das principais reclamações dos turistas estrangeiros era a falta de limpeza das ruas e praias cariocas. Pouco antes, um levantamento feito pelo site TripAdvisor, especializado em viagens, mostrava que o Rio é a nona cidade mais suja do mundo entre quarenta avaliadas.

Além de ser uma demonstração de incivilidade e um atentado contra a higiene, largar detritos em qualquer lugar é prejuízo na certa. Só com a varrição das vias públicas o município gasta até 20 milhões de reais por ano. No entanto, o binômio educação-coerção renova o alento para mudar esse quadro, como demonstram outras metrópoles do planeta onde a punição dos sujismundos vigora há mais tempo. Em Paris, o mau hábito pode causar um rombo de 115 reais ao porcalhão. Na capital inglesa, o rigor é ainda maior. Um minúsculo chiclete lançado fora da cesta de lixo é passível de multa de 280 reais. Em Singapura, dependendo do caso, o valor vai de 650 a 6 500 reais. Por aqui, uma iniciativa semelhante, a Operação Lei Seca, que pune os motoristas alcoolizados, tem se mostrado um êxito sob todos os aspectos. O fundamental é que a lei venha para ficar. "Não se muda uma cultura apenas com um decreto. Mais importante do que penalizar é fazer com que as pessoas entendam a rua como um bem público, porque aí elas se tornam fiscais também", afirma o antropólogo Bernardo Conde. Mas que a dorzinha no bolso ajuda a entender a importância desse comportamento, disso não há dúvida.

terça-feira, 10 de setembro de 2013

O Jugaad de cada um!

“O que é jugaad? Jugaad é uma palavra coloquial em hindu, cujo sentido pode ser explicado como "um conserto inovador; uma solução improvisada, com base na engenhosidade e inteligência". A jugaad é, de forma bastante simples, uma maneira única de pensar e agir em resposta a desafios; trata-se da arte corajosa de identificar oportunidades nas circunstâncias mais adversas e engenhosamente improvisar soluções utilizando meios simples. Jugaad significa fazer mais com menos. A jugaad é praticada no dia a dia por quase todos os indianos para produzir o máximo com o que possuem”. 


Fantástico! 

No entanto, se as circunstâncias não são adversas o improviso é somente um exercício de criatividade. Havendo disponibilidade de usar um equipamento projetado para exercer uma determinada atividade, que nasceu para aquilo, o resultado será sempre mais produtivo e seguro que uma gambiarra bonitinha!

Temos o exemplo clássico do container plástico usado como carrinho de varrição. Demorou anos para reconhecer que o equipamento projetado para ser utilizado para armazenar lixo durante a varrição, ergonomicamente desenhado, com hastes para fixação de ferramentas, com a dimensão correta do saco plástico é inegavelmente melhor para o varredor que o container plástico de 240 litros que nasceu para ser equipamento de acondicionamento de lixo domiciliar em residências multifamiliares!

Uma papeleira nasce papeleira, um container nasce container, uma vassoura é uma vassoura.  Estamos no meio do nada, forçados a improvisar com o que temos disponível? Não! Então use algo com patente! 

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Gente que Limpa

Rio de Janeiro, 6 de setembro de 2013




Nossos empregados administrativos saíram para conhecer a realidade do gari, pelo programa Gente que Limpa. Chegaram na gerência às 6h, tomaram café, conheceram um pouco da rotina do setor e as peculiaridades do bairro e partiram para operação. Uns varreram, limparam as papeleiras e canteiros, outros participaram da coleta e vazaram o caminhão. No total, 160 empregados tiveram seu dia de gari, distribuídos por 10 gerências, com muitas histórias para contar e a já esperada conclusão: "não é mole não"!




Presidente Vinicius Roriz atuando na coleta


Em sua primeira edição, o programa teve o objetivo de integrar as duas áreas da Comlurb – administrativos com operacionais – e, a partir das observações dos participantes, adotar medidas para modernizar os serviços, aumentar a produtividade e servir para entender melhor as demandas da operação e do cidadão. Para isso, haverá um encontro com o presidente na próxima segunda-feira (9/9), no qual cada um passará suas impressões.
Com a implantação do programa, o presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, prevê um crescimento global na produtividade. "A experiência foi um sucesso, porque as pessoas tiveram a oportunidade de conhecer como se realiza a operação de limpeza nas ruas. E isso vai permitir um grande avanço nos serviços da companhia. Em breve faremos o movimento contrário, traremos os trabalhadores que atuam nas ruas, para conhecerem o trabalho interno", anunciou o presidente.

Vida de Gari


O gari Orlando Nogueira da Silva sai de casa, em Nova Iguaçu, todos os dias às 4h30. Lotado em Copacabana, bairro onde trabalha há 13 anos, ele é responsável pela varredura e limpeza das papeleiras de parte da Barata Ribeiro e da Rua Paula Torres. O trecho é grande, só com muita agilidade para cumprir no horário. O lixo no chão diminuiu, segundo o próprio gari, com o programa Lixo Zero, mas é preciso pontualidade, habilidade e força física para fazer o que ele faz. E ainda faz com bom humor! Não foi à toa que todos que participaram do Gente que Limpa se sensibilizaram com a rotina do gari escalado para ser seu companheiro de trabalho. Assim como Orlando, nossos trabalhadores merecem o máximo respeito pelo esforço e dedicação diários.
 





quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Comlurb cria programa Gente que Limpa



A Comlurb implanta a partir desta sexta-feira (6/09), na sede da companhia, o programa Gente que Limpa, com a participação de 147 voluntários da área administrativa.
O objetivo é adotar medidas para modernizar seus serviços, integrando ações e desenvolver, junto com uma cultura voltada para operação e inovação, uma estrutura organizacional moderna em todas as suas áreas de atuação. Além disso, serão oferecidos aos funcionários visitas às gerências operacionais para acompanhar e participar de uma ação de limpeza nos logradouros públicos.
Os empregados serão estimulados a construir novas ideias, novas soluções e buscar inovações que possam fazer com que a companhia tenha um crescimento ainda maior, o que garantirá uma melhoria produtiva, mais eficiência, modernidade na mecânica operacional e entender melhor as demandas da operação e do cidadão, nosso principal cliente.
Durante meio dia de trabalho, 147 funcionários dos quadros administrativos que se apresentaram voluntariamente farão visitas às dez gerências operacionais, onde tomarão o café da manhã com os garis. Em seguida receberão um briefing de instruções operacionais do Gerente da Unidade e seguirão para as ruas para acompanhar e participar de atividades de varrição e coleta. Depois da operação, os voluntários vão retornar à sede da Comlurb e serão recebidos pelo presidente e diretores, para quem vão expor os aspectos que considerarem relevantes, para a implementação de melhorias das atividades operacionais. Neste dia, preencherão um formulário de avaliação da ação.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Pontos de guarda de containers em estacionamentos

Houston é uma cidade de estradas, automóveis e estacionamentos. Parece que cada loja ou restaurante é cercado de um estacionamento e em algum lugar próximo está o ponto de guarda de containers.




O ponto de guarda de container acima é uma cerca de madeira com tranca no portão, calçada a sua volta e hastes de ferro talvez para proteger o conjunto  de algum acidente na manobra do caminhão.

O lixo existe! Faz parte de um processo de geração, acondicionamento, coleta, transporte e destino. Reconhecer isso a ponto de existir um local visível e ordenado para acondicionamento certamente simplifica a coisa. 

Abaixo mais dois pontos de guarda de containers em um canto de algum estacionamento.



terça-feira, 3 de setembro de 2013

"Taubinha" Japonesa

É uma pena não haver autorização para incorporar este vídeo do youtube mas pode ser visto no link:

Acompanhando um roteiro de coleta domiciliar no Japão observa-se o acondicionamento de lixo em sacos plásticos de diversos tamanhos. Apesar de haver lifter no caminhão não apareceu o uso de containers no roteiro. Ao ruído do caminhão é acrescentada uma musica tipo vendedor de sorvete. Não se pode deixar de notar o tamanho do caminhão ideal para vielas estreitas como as existentes em comunidades.

Mas o que mais chamou atenção aconteceu perto do fim, aos 7 minutos e meio de vídeo. O trabalhador, tal como aqui no Rio de Janeiro, pega a famosa "piranha" (duas pequenas placas de madeira que improvisam uma pá) para fazer acabamento da coleta! 

Muito moderno!!!!!




segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Século passado!


Times Square -  Nova York



Reboques operacionais


É surpreendente a disposição dos norte americanos, pelo menos os texanos, em usar diversos tipos de reboque para transportar toda sorte de coisas e equipamentos. Suas pick-ups se transformam em verdadeiros cavalos mecânicos rebocando enormes carretas.





Central Park - dispositivo de fixação de containers


 O dispositivo de fixação usado no Central Park em Nova York praticamente transforma o container em uma super papeleira ideal para locais de forte demanda onde as papeleiras ficariam logo cheias ou os containers correriam o risco de serem deslocados ou furtados. 

Para o ambiente carioca seria necessário um reforço na tranca e criar uma base pesada para o dispositivo. Chumbar não seria interessante pois impede alterações sazonais do posicionamento das unidades.


domingo, 1 de setembro de 2013

Dhaka - Banglagesh


Barcelona

Parece ser um comportamento padrão a queima de lixo e destruição de equipamentos públicos durante manifestações populares 


Waste Management Careers - Real Jobs. Real Green

Waste Management, Inc., com sede em Houston, Texas, é líder no fornecimento de serviços completos de gestão de resíduos na América do Norte. Através de suas subsidiárias, a empresa oferece coleta, transferência, reciclagem e recuperação de recursos e serviços de disposição. 

Any Waste Any Time - Coleta de lixo em navios

Os dois filmes em anexo produzidos pelo Porto de Rotterdam na Holanda apresentam como é feita a coleta de lixo em navios e embarcações. Considerando que cada navio é uma pequena cidade, o descarte adequado doa resíduos é importante para evitar a poluição dos mares. Para quem está acostumado com roteiros de caminhões de coleta é interessante conhecer como a coisa é feita neste outro ambiente.







sábado, 31 de agosto de 2013

Papeleiras Chinesas

Série de lixeiras instaladas em locais turísticos na China.

É evidente a separação do material para reciclagem do "other waste" (outro lixo); uso de sacos plásticos; bocas de grandes dimensões para o lixo comum e local específico para resíduos de fumantes (cinzas e pontas de cigarro).

Movimentação: A diferença de piso do exemplo abaixo sugere que o conjunto pode ser movimentado segundo variações da demanda. Uma unidade pesada suficiente para não ser facilmente deslocada por pessoa não autorizada mas leve suficiente para ser deslocada por algum equipamento de carga pode ser a solução para locais com eventos sazonais ou para eliminar necessidade de instalação de unidade junto postes ou hastes.





quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Afeganistāo


Recicle Mais, Pague Menos



 Semelhante ao projeto Light Recicla no Rio de Janeiro, o projeto Recicle Mais, Pague Menos, que incentiva a coleta seletiva da população e o descarte correto de resíduos sólidos, é iniciativa da AES Brasil em suas duas distribuidoras: AES Eletropaulo e AES Sul.

No Rio Grande do Sul foram arrecadados de março a junho de 2013 mais de 25 toneladas de material para reciclagem, com mais de 800 clientes cadastrados. Três clientes AES Sul tiveram suas contas de energia zeradas em virtude da troca de resíduos por descontos. Já na AES Eletropaulo, com um mês de funcionamento, os dois pontos de troca inaugurados coletaram 2,3 toneladas de materiais recicláveis, com 219 clientes cadastros.



O projeto “Recicle Mais, Pague Menos” conta com uma dinâmica simples e prática. De posse da última conta de energia elétrica, os interessados se cadastram em um dos pontos de coleta e recebem um cartão personalizado. Ao levar os resíduos separados para o local do container – que é feito de material reciclado da TetraPak , o resíduo é pesado e precificado, de acordo com a tabela praticada pelo mercado de reciclagem, e a soma é registrada em um terminal eletrônico, que envia a informação para a distribuidora de energia. Os participantes recebem na hora um comprovante com a quantia que será abatida na sua próxima conta de energia elétrica. Não há limite para o desconto, se a pesagem dos resíduos superar o valor da “conta de luz”, por exemplo, o crédito restante vai virar desconto na fatura seguinte. O processo de recebimento, armazenamento e destinação do material coletado é realizado pela empresa especializada em reciclagem, e toda a atividade é supervisionada pela AES Brasil.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Quem nunca acordou com o ruido da coleta domiciliar?

Sábado as sete da manhã em Nova Orleans. Acordar com o ruido do caminhão de coleta guarnecido por três empregados despreocupados em fazer mais ruídos ainda com a movimentação do container no interior da caçamba e com a comunicação com o motorista. Interessante também é a falta de uniforme e equipamento de proteção. 

Não existe coleta silenciosa! Aqui, lá ou acolá...


terça-feira, 27 de agosto de 2013

Atribuindo um valor à complexidade operacional em um assentamento precário (comunidade)



Considerando as seguintes premissas:

Densidade na Residência: Uma comunidade com mais moradores por domicilio teria a necessidade de um nível de serviço mais complexo que outra de menor número de moradores por domicilio. 

Densidade Populacional: Uma comunidade com mais densidade populacional (moradores /área) teria a necessidade de um nível de serviço mais complexo que outra de menor densidade. 

Densidade Domiciliar: Uma comunidade com mais densidade habitacional (domicílios por área) teria a necessidade de um nível de serviço mais complexo que outra de menor densidade. 

Categoria de Acessibilidade*: Uma comunidade com mais inclinação e dificuldade de acesso teria a necessidade de um nível de serviço mais complexo que outra mais plana e com melhor malha viária.


Conhecendo os valores dos parâmetros relacionados às premissas para um conjunto de comunidades e calculando a média e o desvio padrão destes parâmetros pode-se comparar estatisticamente cada comunidade atribuindo pontuações para cada parâmetro.





Somando as pontuações de cada comunidade e relacionando este valor com a maior soma obtida obtém-se um número representativo da complexidade operacional da comunidade, o Índice de Complexidade. Quanto mais próximo do máximo (1,0) mais dificuldade em se obter um nível de serviço esperado para uma comunidade.

Com o Índice de Complexidade é possível estabelecer um ranking de complexidade que será útil para estimativa de recursos destinados à limpeza das comunidades.

Utilizando o método no conjunto de comunidades pacificadas do Rio de Janeiro observa-se que o Índice de Complexidade apontou as comunidades Santa Marta e Rocinha como as mais complexas e a comunidade do Batan como a menos complexa. Distribuição coerente com o observado em campo.







Lixo no Lixo, Rio no Coração - Paolla Oliveira

Categoria de acessibilidade em um assentamento precário urbano



A categoria de acessibilidade de uma comunidade representa a percepção da dificuldade de acesso de viaturas e equipamentos na malha viária do local.

Categoria de Acessibilidade padrão A: Predominantemente plana, com parte transitável por equipamento motorizado de pequeno porte. 

Categoria de Acessibilidade padrão B: Com parte plana transitável por equipamento motorizado de pequeno porte e parte complementar em encosta cujos acessos vão progressivamente, sendo dificultados. 

Categoria de Acessibilidade padrão C: Predominantemente em encosta cujos acessos apresentam progressivos níveis de dificuldade.


sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Distribuição de papeleiras


A quantidade de papeleiras em uma cidade oscila entre dois polos: De um lado não haveria necessidade de papeleiras se as pessoas não jogassem lixo na rua confirmando a alegação do “eu deixo tudo na minha bolsa para jogar em casa”. No outro polo haveria necessidade de infestação de papeleiras colocando-as em cada poste para, valorizando a lei do menor esforço, bastando esticar o braço para jogar seu lixo na papeleira mais próxima.

Tão importante quanto definir a quantidade de papeleiras é decidir onde elas serão instaladas, em outras palavras,  quais os critérios para distribuição de papeleiras.

Um passeio pela cidade oferece exemplos de locais onde as papeleiras existentes são totalmente desnecessárias ou insuficientes, onde atrapalham a circulação, onde são repetidas vezes depredadas, onde ficam em desarmonia com o espaço público, e, muitos locais onde são muito bem posicionadas cumprindo sua função.



Duas papeleiras em uma rua sem saída