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quarta-feira, 27 de abril de 2011

SISTEMA DE CONTAINERS ENTERRADOS






O container enterrado é uma idéia muito boa. O filme chama atenção e seduz pela simplicidade e praticidade com que a coisa é feita. O armazenamento dos resíduos não fica visível e o tubo de queda harmoniza com o ambiente.

Mas algumas questões devem ser lembradas:

Primeiro a necessidade de adaptação do clássico caminhão compactador instalando um guindaste e um dispositivo de fixação na caçamba. Então há necessidade de um número de containers enterrados que justifique a adaptação de um caminhão. Os containers para este caminhão ficarão concentrados em uma região ou espalhados em uma área maior. Concentrados os equipamentos podem ser considerados elitistas, se espalhados aumentarão o percurso (custo) do caminhão.
Estes containers enterrados parecem ser perfeitos para áreas bem urbanizadas e turísticas, mas, temos áreas bem urbanizadas e turísticas que justifiquem uma frota? Ou até mesmo somente um caminhão adaptado? Lembre-se que “quem tem um não tem nenhum”
Então uma abordagem seria usar o container enterrado para coleta seletiva. O caminhão já é diferente mesmo, os Pontos de Entrega Voluntária PEV são espalhados mesmo... As coisas se combinam... Mas, não vai encarecer uma atividade já muito onerosa?

É incrível como a Limpeza Urbana tende ao conservadorismo. Se um equipamento preenche um nicho haverá muita resistência em mudar para outro equipamento mais moderno, será difícil até mesmo coexistir. Porém... Desde que não levado ao limite de dogmas, esse conservadorismo é saudável para imunizar o sistema de idéias performáticas que promete a solução final dos problemas.

Teste de triciclo II



Teste de triciclo







Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades - II



Aqui está a primeira motocicleta e coleta de lixo domiciliar em comunidades.

Apesar do ceticismo inerente ao conservadorismo extremo existente em Limpeza Urbana este equipamento é uma novidade que mexe com a imaginação e fomenta a curiosidade de como realmente será produtivo em operação.

segunda-feira, 25 de abril de 2011

NOVO ATERRO SANITÁRIO DE SEROPÉDICA




A nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, que vai gradativamente receber os resíduos que iam para o Aterro de Gramacho, já está em funcionamento a partir desta quarta-feira (20/04). A Central reúne tecnologia de ponta, inédita na América Latina, para garantir o destino adequado dos resíduos, sem riscos para o meio ambiente. Com isso, a Prefeitura inicia o processo de encerramento das atividades no Aterro Controlado de Gramacho, em Duque de Caxias, que deve ser completamente desativado em 2012.

"Hoje é um dia histórico para o meio ambiente do Rio de Janeiro. O Aterro de Gramacho é um escândalo, um absurdo. Estou muito feliz porque agora o Rio está depositando os seus resíduos em uma Central de Tratamento de Resíduos, com qualidade, sustentabilidade e proteção ambiental. Isso sem gerar qualquer tipo de risco ou ônus para a cidade e a região metropolitana", comemorou o prefeito ao acompanhar o inicio da operação. A CTR estreou com os resíduos da Usina de Jacarepaguá.
Nesta primeira fase serão vazadas cerca de mil toneladas diárias de resíduos. Esta quantidade será levada para a CTR em nove carretas, que farão cinco viagens, totalizando 45 percursos por dia. O local abrigará inicialmente os detritos vindos da Estação de Transferência de Jacarepaguá destino dos caminhões coletores e basculantes que circulam nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá.
A Central de Tratamento de Resíduos em Seropédica é uma concessão da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) à Ciclus e, além dos resíduos do Rio, receberá os detritos dos municípios de Itaguaí e Seropédica. A empresa foi responsável por projetar o empreendimento, realizar as obras e vai operar a CTR.

segunda-feira, 28 de março de 2011

Em defesa da Meritocracia

Entrevista de Carlos Brito, de 50 anos, presidente da AB Inbev.

“Não temos orgulho de demitir ninguém. Mas uma das responsabilidades sociais de uma empresa é obter lucro. Sem o lucro, todos os funcionários e famílias que dependem da companhia cedo ou tarde estarão na rua.”

“Cheguei lá e disse que as pessoas talentosas gostam de três coisas: meritocracia, honestidade e um ambiente informal. O sujeito talentoso é a favor da meritocracia e não gosta de senioridade.”

“Se você promover o Mike, que está a vinte anos na companhia, é porque o “Mike merece”. Mas se promover o John, que chegou há um ano, desafiará um monte de gente. Só que se você promover os Mikes por senioridade, os Johns talentosos se mandam, e a empresa não vai a lugar nenhum”.

“Aqui, quando uma pessoa apresenta baixa performance temos de procurar ajudá-la a cobrir aquela deficiência, dar uma segunda chance. Se a pessoa não está mesmo dando certo aqui, achamos que é a nossa obrigação, porque a vida é muito curta, dizer: você pode ser muito bem sucedida em outras companhias, mas aqui não tem jeito. Prefiro dizer isso logo, quando o profissional é jovem, a ficar dez anos enrolando”.

“Acredito que ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes. Tratar todo mundo igual é injusto. Aquelas pessoas que são apaixonadas, se dedicam mais à empresa, dão mais resultados – essas merecem mais oportunidades que as outras, mais atenção, mais treinamento. E elas têm de ganhar mais dinheiro também. Já que é impossível agradar a todos, vou agradar àqueles com maior talento. Sinto muito pelos menos talentosos, mas…”

“(…) a repetição funciona.”

Fonte: Veja, edição 2179 – ano 43 – nº 34, de 25 de agosto de 2010

terça-feira, 22 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

segunda-feira, 14 de março de 2011

Relatório da RIOTUR

Comlurb removeu 1304 toneladas de lixo desde o desfile dos primeiros blocos de rua, em fevereiro, até o Monobloco, dia 13/03, quando foi encerrado o Carnaval. Nesse total estão incluídas também as quantidades de resíduos removidas do complexo do Sambódromo, Avenida Rio Branco e Estrada Intendente Magalhães.

O pré carnaval, com o desfile de blocos em vários bairros da cidade, foi responsável por gerar 268,6 toneladas de lixo. Durante os cinco dias oficiais de folia, a Comlurb contabilizou 849,5 toneladas. Esse número corresponde a um aumento de 12% em relação ao ano passado. Já os desfiles de blocos e escolas de samba após a Quarta-Feira de Cinzas produziram 186,1 toneladas.

Para a limpeza dos blocos, a Companhia elaborou um plano de ação classificando os blocos em quatro categorias – especial, um, dois e três – de acordo com demanda de recursos necessária para que a limpeza seja feita por um efetivo e equipamentos ideais. Desta forma, foram agilizados os procedimentos e atendimentos às demandas específicas de cada bloco. A limpeza aconteceu com o apoio de contêineres, caminhões compactadores, pulverizadores, pipas d'água, Kombi lava jato, caminhões basculantes, mini varredeiras, varredeiras mecânicas e mini basculantes. Todas as vias da cidade por onde passaram blocos foram atendidas com limpeza.
O asseio do Sambódromo e do Terreirão do Samba ficou a cargo de 1572 garis. Na Estrada Intendente Magalhães, atuaram 43 garis, a cada dia. Os trabalhadores tiveram o apoio de caminhões basculantes e compactadores, pipas d'água, pás carregadeiras e mini varredeiras. Essa megaoperação da Comlurb foi realizada sem comprometer a limpeza ordinária, que é feita diariamente pela empresa em todos os bairros do Rio.
A coleta seletiva no Sambódromo foi feita por 70 catadores das organizações Febracom, CataRio e Movimento Nacional de Catadores do Rio de Janeiro, que removeram 71,7 toneladas de materiais recicláveis, entre os dias 04 e 12/03

quinta-feira, 10 de março de 2011

Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb

http://videos.r7.com/carnaval-produz-mais-de-800-toneladas-de-lixo-na-cidade-do-rio/idmedia/7a6f3486f19a3d34be996e1471f3480d.html

Responsabilidade pela limpeza

Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb

Publicada em 10/03/2011 às 00h11m
Cláudio Motta e Taís Mendes
RIO - Os moradores de Petrópolis levariam mais de dois dias para produzir o lixo que a Comlurb coletou no carnaval do Rio: foram 849 toneladas entre sexta e terça no Sambódromo, no Centro, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho (onde desfilam os grupos C, D e E) e nos locais de blocos. Isso é 12% maior do que o coletado no ano passado e equivale a um dia de resíduos sólidos de uma cidade de 700 mil habitantes. Petrópolis, de acordo com o IBGE, tem 296 mil moradores. Niterói, 487 mil.
Mais do que sujeira nas ruas, a montanha de lixo representa prejuízo para a cidade. De acordo com a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Taís Queiroz, o lixo jogado no chão custa três vezes mais para ser limpo do que o domicilar. Ela sugere punição para as escolas cujos componentes emporcalhem a cidade:
- Empregamos mal o dinheiro público quando obrigamos a cidade a gastar mais na coleta do lixo. Nos blocos, o número de caçambas deveria ser maior. Além disso, deveria haver uma articulação maior com catadores, até mesmo pagando a diária deles, já que plástico e papel não tem tanto valor como a lata. Quanto às fantasias, as escolas precisariam ter responsabilidade, podendo ser punida, assim como acontece com um time de futebol se a torcida causa algum dano.
O diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), Carlos Roberto Silva Filho, acredita que os grandes geradores de lixo têm que ser responsáveis pela gestão dos resíduos, como já acontece com shoppings e supermercados.
- Seria necessária uma política em conjunto com os distribuidores, comerciantes e fabricantes para nesses locais de aglomeração de pessoas, de grandes eventos, somente colocar em circulação materiais com possibilidade de retorno. Outro ponto seria realmente determinar que os grandes eventos contassem com um sistema independente de gestão de resíduos - afirmou Carlos.
A presidente da Comlurb, Angela Fonti, reconhece que é preciso melhorar o planejamento, sobretudo em relação aos blocos. De acordo com ela, todos os desfiles tiveram mais foliões do que o estimado antes do carnaval. Ela destaca, no entanto, a rapidez com que a Comlurb limpou a cidade.
- A cidade ficou suja somente por algumas horas. Demos resposta rápida, sobretudo nos grandes blocos. A gente pode aumentar o número de garis ou de contêineres em 2012. Nosso planejamento é feito com os outros órgãos. A RioTur dá horário e localização, mas nem um número (de público) bateu. E houve muito xix. Usamos caminhões pipa, Kombis lava-jato e pulverizador - relata.
No Sambódromo, a Comlurb constatou que proporcionalmente o lixo recolhido no Sambódromo foi reduzido graças a implantação de coleta seletiva. Das 447 toneladas recolhidas na avenida, 44 toneladas eram de latinhas e garrafas pet, que serão reaproveitadas graças a um convênio entre a prefeitura, a Liga das Escolas de Samba e uma cooperativa de catadores.
- São menos 44 toneladas de lixo jogados no lixão ou no aterro graças ao convênio. Para o ano que vem, vamos tentar incluir nas exigências para o patrocínio do carnaval de rua a instalação de containeres nos locais de blocos, nos moldes como foi este ano em ralação aos banheiros químicos, que permitiu um aumento de 4,5 mil para 13 mil o número de banheiros - disse o secretário de Conservação e Serviço Público, Carlos Roberto Osório.
O lixo dos blocos registrou um crescimento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
- O crescimento maior foi nos blocos, mas o público nas ruas cresceu muito mais do que isso. Deve ter ficado em torno de 70% em relação ao ano passado. Alguns blocos até dobraram o número de foliões. Ainda é muito lixo jogado nas ruas e temos que melhorar. Mas, pela primeira vez, percebemos um tendência de queda de lixo no carnaval. Colocamos 3 mil contêineres nas ruas, que ficaram cheios. Isso prova que tem gente colaborando.

quarta-feira, 9 de março de 2011

LEI DE MURPHY NO CARNAVAL

O bom planejamento programa as atividades que devem acontecer em uma operação. Um ótimo planejamento é aquele que também considera as atividades que não deveriam acontecer em uma operação. O problema é que a lei de Murphy é implacável e assim que um plano incorpora ações de contingência outras eventualidades cerram fileiras para manter aquele que planeja tenso até o final.
Diante do que dá errado, a solução é um coquetel de sorte, empenho além do esperado, frieza decisória, abandono do plano original. Foi o que aconteceu quando um carro alegórico vazou uma grande quantidade de óleo na pista do Sambódromo. Como sambar sobre o óleo?



De onde surgiu a serragem para absorver o óleo? Quem se lembrou de usar a serragem? Quem explicou os garis a necessidade de realizar aquele serviço de forma primorosa?

No ano que vem haverá um responsável pela serragem, um local para armazenamento da serragem e orientações de como usá-la. É assim que se evolui: planejando hoje o que ontem foi um capricho do tal de Murphy.

Arquibancada do Sambódromo - antes e depois






No dia a dia podemos até discutir sobre o constrangimento ser visto sujando algo limpo, mas em uma festa, quando o coletivo toma a frente e o comportamento individual não é sequer percebido... Uma festa é uma festa! Vai sujar!

PROTOCOLOS DE LIMPEZA DE BLOCOS DE CARNAVAL



Como dimensionar recursos para cada um dos diversos Blocos de Carnaval? Divide-os em categorias e dimensione as categorias, o que é muito vira pouco. É uma solução clássica e, portanto, simples. Dividir os Blocos de Carnaval em quatro grupos denominados “Protocolos” e estabelecer uma faixa de recursos para cada grupo foi a grande novidade da gestão do serviço no Carnaval 2011 apresentada para a imprensa com pompa e circunstancia na RIOTUR

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Olímpiada 2016



Projeto olímpico:


Lançamento da Logomarca:









quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Desenho Industrial






Como projeto de conclusão de curso em Desenho Industrial o jovem Gustavo Bittencourt (gusbittenc@gmail.com) concebeu um “aspirador de resíduos sólidos de dimensões reduzidas projetado para complementar a tradicional varrição feita com vassoura e pá. Ele usa o container de 120 litros já utilizado pela COMLURB como base e diversos elementos já disponibilizados no mercado como forma de reduzir o seu custo de desenvolvimento, o que o viabilizaria mesmo em pequenas escalas de produção”
A imagem de equipamento que está em processo de patente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro sugere um tipo diferente de “elefantinho” (comentado em outro post).
O destaque mesmo é imaginar como seria útil ter novos profissionais de diversas disciplinas pensando a limpeza urbana sem os filtros impregnados de cotidiano de um profissional já experiente na área.

Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades

Assentamentos Precários Urbanos - APU, como estão sendo chamadas as Comunidades, que antigamente eram chamadas de Favelas, tem características especiais de tráfego e circulação que exigem equipamentos diferenciados para a coleta domiciliar.

Equipamentos menores, de fácil manobra, boa tração devem ser explorados realizando puxada de resíduos para equipamentos maiores como bases compactadoras, centrais de resíduos e até mesmo algo semelhante a estações de transferências.

Estamos falando de APUs com populações equivalentes a cidades médias, muito superiores a maioria dos municípios brasileiros, milhares de pessoas gerando lixo em residências sem espaço para seu acondicionamento e vivendo em uma área atendida por ruas muito estreitas, por vezes com mão dupla, criadas de forma desordenada conforme se desenvolveu a comunidade; vielas onde somente carros leves conseguem trafegar; fiação baixa e ausência de calçadas.

No Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro, na zona Norte da Cidade um conjunto de equipamentos “inovadores” está para ser usado: temos viaturas “satélites” e tratores compactadores (já discutidas em outros posts) transportando lixo para bases de caixas compactadoras. A grande novidade é o uso de motocicletas para coleta de lixo

O exemplo inicial para escolha da motocicleta foi tirado de experiência da cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.



Analises sobre manutenção e segurança da motocicleta com reboque indicaram a necessidade de uso de um triciclo com caçamba aberta.




A motocicleta realizará a chamada “motocoleta” trazendo o lixo domiciliar de vielas para os demais equipamentos. Por sugestão do Prefeito o triciclo terá um equipamento de som para convocar os moradores a trazer o lixo para a caçamba como se fosse o tradicional vendedor de pamonha ou de bujão de gás.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Big Brother - Todos somos vigiados!




Antigamente existia a máquina fotográfica de filme Kodak e a máquina de escrever... Você tirava uma fotografia coma esperança de que não saísse tremida, revelava o filme, colava as fotos no papel ofício e redigia na máquina de escrever sua denúncia. Feito isso, levava a juntada de folhas e fotos para um protocolo ou enviava a papelada pelo correio. Daí para frente era “ao fulano”, “ao ciclano” em despachos burocráticos até chegar à pilha de quem analisaria a denúncia. Algum tempo aguardando na pilha existia o risco do “arquive-se face ao tempo decorrido...”

Hoje...

Você tira a foto digital no seu celular e envia direto para o email do Prefeito...

Dogma do "Lixo Zero"



Até que ponto o lixo é aceitável? A Avenida Rio Branco no centro da Cidade do Rio de Janeiro é constantemente varrida, dez vezes por dia! É um esforço hercúleo para atender o dogma carioca de que não pode haver nenhum, absolutamente nenhum, lixo na rua. Porque não aceitar que haverá lixo aqui ou ali em algum momento? Porque não aceitar que basta haver a garantia que haverá a remoção do lixo em uma programação sensata com meios produtivos e econômicos? Qual o dano a saúde pública reduzir a freqüência de varredura da Av Rio Branco? Como acontece com eventos públicos onde a limpeza é feita antes e depois, porque não varrer a Rio Branco antes ou depois do expediente comercial?

Deveríamos evitar o dogma do “lixo zero” que leva a limpar a qualquer custo e passar a pensar que o lixo é comum a atividade urbana e seu manejo deve ser garantido por um sistema bem planejado de forma econômica e produtiva.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Prefeitura


É importante elogiar o verdadeiro empenho e dedicação dos profissionais da Cidade do Rio de Janeiro que em uma área de trabalho totalmente estranha e adversa souberam despertar sentimentos de reconhecimento, esperança e auto estima na população da cidade de Nova Friburgo

Nova Friburgo - Dia de ir embora - Av Comandante Bittencourt


quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Av. Euterpe Friburguense





A Av. Euterpe Friburguense foi visitada vários dias com raspagem, remoção, varredura e finalmente lavagem. Um logradouro largo muito comercial e com forte trafego exigiu muita atenção com a segurança.

Nova Friburgo - Lavagem da Praça dos Suspiros

A Praça dos Suspiros no Centro de Nova Friburgo foi devastada por deslizamentos de terra da encosta onde havia o hotel com teleférico. Principal ponto turístico da cidade demandou uma carga de trabalho muito grande em remoção de resíduos realizada pela Comlurb e empreiteiras contratadas pelo estado.No dia 27 de janeiro estávamos executando a lavagem da praça recuperando seu bom aspecto para uso da população. A lavagem PE um serviço prazeroso pois dá a sensação que as coisas estão se completando e o lugar finalmente está limpo.




segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Mulheres na Coleta Domiciliar




O filme apresenta experiência de mulheres executando serviço de coleta domiciliar. .No Rio de Janeiro existe um "dogma"que diz ser proibido usar mulheres em Coleta Domiciliar. Mas acredito que a restrição seja somente a carga que a mulher é permitida transportar. .No filme o roteiro parece ser bem leve mais parecido com o roteiro de coleta seletiva que a coleta ordinária. .Em um momento de tanta valorização da força feminina montar uma guarnição de coleta feminina, ainda que restrita a roteiro de coleta seletiva, acredito ser uma oportunidade de valorizar também a imagem da empresa.

Lutocar em Madri






(Fotos de Sebastião Alve Neto)

Satélite em Madri






Mais um exemplo de caminhão satélite para a remoção rápida de lixo público.

(Foto de Sebastião Alvis Neto)

Carretas multiuso




O uso de “carretas multiuso” oferece oportunidade de aumentar a flexibilidade de uso e produtividade das viaturas leves quando equipadas com engates rápido (pino-bola). Podem rebocar diferentes tipos de reboque aumentando ainda mais o seu uso operacional. Da mesma forma os engates existentes nos caminhões basculantes podem rebocar carretas maiores de diferentes propósitos, até mesmo carretas basculantes.




Uma “carreta multiuso” com a função de Pipa evidentemente é mais barata que um caminhão. Pode ser a oportunidade de aumentar a quantidade de equipamentos em relação aos caminhões pipa existentes garantindo sua presença do serviço em todas as Regiões Administrativas: .


Pode-se utilizar o conceito de “carretas multiuso” para transporte de microtratores roçadeira liberando o uso de viatura Poliguindaste para o transporte de caixas metálicas com resíduos.

Com opções maiores ou menores, as carretas podem transportar material e ferramentas, bem como atuar rapidamente em remoções de lixo público. Desta forma o conceito de “carretas multiuso” pode também aumentar a flexibilidade do uso das viaturas leves locadas por meio de instalação de engates rápido (pino-bola)


sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Nova Friburgo - Como raspar a lama se a água não escoa?



A primeira atenção que a equipe deu foi buscar formas de restabelecer minimamente o sistema de drenagem limpando caneletas, procurando e desobstruindo ralos e no extremo cavando valas para escoar a água direto para o rio .











Nova Friburgo - Praça dos Suspiros - Teleférico

Nova Friburgo - Comentário Inicial



Eu estava como gerente da Tijuca quando o dia 12 de março de 1998, a estação do bairro Alto da Boa Vista marcou 327,2 milímetros de chuva, dando origem a uma forte enchente ao longo do Rio Maracanã. Pela primeira vez eu vi carros uns sobre os outros, lama dentro de casas e em logradouros principais, remoções de viagens de carreta cheias de terra em um único logradouro, coisas desse tipo.O que eu experimentei em 1998 e também em abril de 2010 no Rio de Janeiro em nada se compara com o que vi em Nova Friburgo. Pondo de lado a tragédia da perda de vidas nos vários deslizamentos, Nova Friburgo estava com todo centro da cidade e sua área turística urbana: a Praça dos Suspiros, o teleférico, as Avenidas Galdino de Valle Filho e Comandante Bittencourt, totalmente tomada por grossas camadas de lama.http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/04/07/prefeitura-registra-2134-desabrigados-no-rio.jhtm

Nova Friburgo - Comboio na estrada


Prefeitura do Rio envia garis para ajudar na recuperação de Nova Friburgo .

http://http//g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/01/nova-friburgo-vive-caos-depois-da-chuva-nao-ha-luz-agua-e-sinal-de-telefonia.htmlonia.html.

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(Esse de colete sou eu embarcando equipamentos)

250 profissionais e equipamentos da Comlurb vão trabalhar na limpeza e desobstrução das vias da região.
14/01/2011

A Prefeitura do Rio criou uma força-tarefa de limpeza urbana para ajudar a cidade de Nova Friburgo, um dos municípios mais atingidos pelas chuvas desta semana na Região Serrana. Na manhã desta sexta-feira, dia 14, a Comlurb enviou 250 garis para ajudar na limpeza e recuperação da cidade de Nova Friburgo. Um comboio com dez ônibus saiu às 7h20 da Gerência de Emergência da Comlurb, em São Cristóvão, e está sob a coordenação do secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e da presidente da Comlurb, Ângela Fonti. 

Osório comentou sobre essa parceria da Prefeitura do Rio com a cidade de Nova Friburgo e explicou como será o trabalho dos garis na região. 

- Nós montamos uma força-tarefa composta de garis da Comlurb, maquinário e equipamento especial para ajudar na remoção de entulho, de escombros e liberação das vias. Enfim, para poder ajudar aquela cidade a voltar a ter uma vida normal o mais rápido possível. Todos esses garis são experientes, já trabalharam no Rio em momentos adversos de alagamentos e chuvas. Nossa participação será na região central de Nova Friburgo, para liberar a área para que as pessoas e os veículos possam voltar a transitar e o comércio voltar a funcionar. 

Os garis da Comlurb usarão roupas e equipamentos especiais para chuva e lama. A companhia também cedeu quatro carretas, três caminhões basculante trucado, quatro carros-pipa, duas pás mecânicas, duas minipás mecânicas, uma van de Operações Especiais, seis veículos de apoio e um micro-ônibus, além de diversas enxadas, motosserras, chaves de ralo e carrinhos de mão. 

- Vamos trabalhar em parceria com o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual e com a Prefeitura de Nova Friburgo. A Prefeitura do Rio se solidariza com a situação das cidades da Região Serrana e quer colaborar ao máximo neste momento de aflição que vivemos aqui no nosso estado do Rio de Janeiro - disse Osório. 

Texto: Anna Beatriz Cunha
Fotos: Beth Santos e J.P.Engelbrecht

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

LIMPEZA DO COMPLEXO DO ALEMÃO


Diferencial - O gari da Lapa

http://www0.rio.rj.gov.br/riotur/pt/atracao/?CodAtr=1406

“Mas é quando a noite cai que a Lapa mostra porque já se firmou como atração cultural da cidade”. Restaurantes, bares, casas noturnas fervilham do berço da boemia carioca. Tamanha movimentação resulta obviamente em maior geração de lixo exigindo equipe específica para sua manutenção.

A forma de diferenciar esta equipe de intenso serviço noturno e vincula-la irremediavelmente à ambiência do local, os garis foram “equipados” com chapéu de malandro característico da antiga boemia frequentadora lá pelos idos dos anos 50.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Fácil para uns e difícil para outros



@ILEGALeDAI
Os pontos laranja são garis pendurados no talude para remover toda sorte de resíduos jogados por moradores da comunidade. O pequeno esforço de transportar dia a dia um pequeno saco de lixo para o lugar correto é substituído pelo menor esforço de jogar o lixo pela janela. Com este comportamento toda a energia economizada pelos moradores morro abaixo é gasta pelo grupo de garis morro acima.
Para os moradores é fácil jogar tudo pela borda de suas janelas, para o vizinho é fácil (rápido, eficiente e justo) reclamar digitalmente e para os garis... é difícil recolher tudo.

Dejetos ameaçam encosta no Catete
Publicada em 11/01/2011 às 23h32m
Isabela Bastos, Luana Soares e Natanael Damasceno
RIO - Após décadas infernizando a vida de moradores da vizinhança, o lixo e o entulho jogados em uma das encostas do Morro Santo Amaro, no Catete, devem finalmente ter um destino. Depois de uma reclamação feita pelo internauta Leonardo Brito através do perfil @ILEGALeDAI , no Twitter, a Comlurb prometeu não só limpar o local com uma força-tarefa, mas manter uma equipe de seis garis para evitar que os detritos voltem a se acumular.
Gerson Mallet, gerente regional da Comlurb, diz que a limpeza da área estava a cargo dos garis comunitários do Morro do Santo Amaro. E que a coleta de lixo teria ficado prejudicada com a decisão da Justiça Trabalhista, no ano passado, de interromper o programa. Mallet reconheceu que a situação na comunidade é grave e prometeu enviar ainda hoje a força-tarefa para a limpeza:
- O problema, no entanto, não é fácil. É preciso fazer um trabalho de conscientização dos moradores, que jogam o lixo direto das janelas. O ideal é que eles juntem o lixo e levem a um local onde nossos garis possam coletá-lo. Mas eles acabam preferindo jogá-los da janela mesmo. Vamos nos reunir com a associação de moradores para ver se podemos conscientizar a comunidade.

Pessoas que Guardam Lixo em Casa

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Trata-se da Síndrome de Diógenes.

"O comportamento característico, descrito na literatura, inclui ainda sintomas como a negligência de autocuidados – alimentação e saúde. Mas o que mais chama a atenção é a tal mania de coletar coisas – até mesmo comida deteriorada. Independentemente da situação financeira da pessoa, ela tem receio de ficar pobre. O ponto que permeia todos estes sintomas é justamente a falta de autocrítica. Segundo suas próprias avaliações, os pacientes estão totalmente certos. Apesar de não haver estudo comprovado, segundo especialistas, mais de 50% dos casos de Síndrome de Diógenes são conseqüências de outros transtornos, como a demência, a depressão, paranóia, psicoses, esquizofrenias que se agravam com a idade e com o isolamento social e o Transtorno Obsessivo-Compulsivo." .

Acontece mais do que se imagina