Desenvolvido pela criativa equipe da Fábrica de Ferramentas
da Comlurb, o ancinho-puçá é uma ferramenta útil para acabamento da limpeza de
areia na região próximo a quiosques ou barracas onde o equipamento mecanizado
não é recomendado e onde o uso do ancinho normal deixa passar resíduos menores por
entre seus dentes.
Translate
terça-feira, 20 de setembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Fim de Semana Operacional
O Fim de Semana Operacional é o período entre 12:00h de sábado e 12:00h de segunda-feira e deve ter planejamento e fiscalização diferenciados em relação à rotina ordinária da semana.
O Fim de Semana Operacional tem uma dinâmica diferenciada dos serviços de rotina da semana dando ênfase à agilidade e flexibilidade como forma de garantir o controle da limpeza dos pontos notáveis e a presença de empregados na maior área possível durante o maior período possível.
O Fim de Semana Operacional não é uma questão de aumento da quantidade de recursos materiais e humanos utilizado no domingo. O Fim de Semana Operacional é uma questão de adequação dos recursos à demanda de serviços existente no período entre 12:00h de sábado e 12:00h de segunda-feira, onde e quando for realmente necessário.
Serviços no Fim de Semana Operacional
A varrição, limpeza de papeleiras, remoção de lixo público em logradouros principais e pontos críticos, coleta de lixo domiciliar em locais com incidência de descarte fora do dia e horário, coleta de caixas metálicas e caixas compactadoras, limpeza de praias, limpeza de feiras livres, varrição mecanizada e lavagem de logradouros são serviços inerentes ao Fim de Semana Operacional.
Limpeza de eventos, serviços de capina, roçada, raspagem, limpeza de propaganda, de ralos e encostas podem ser eventualmente realizados no fim de semana como serviços extras com planejamento próprio, não devem ser considerados como serviços planejados para o fim de semana operacional
Coleta domiciliar ordinária e varrição em roteiro semanal são serviços da rotina ordinária da semana e devem ser executados no tempo certo. O Fim de Semana Operacional não deve ser considerado como oportunidade para tirar o atraso do que não foi feito durante a semana.
Varrição no Fim de Semana Operacional.
Pontos Notáveis são os locais onde há geração de lixo por uso do espaço público no fim de semana como exemplo: proximidade de bares, restaurantes e quiosques, saídas de shoppings, teatros, ciclovias e pistas de corrida, pontos de ônibus, papeleiras, locais de contemplação.
Varrição Pontual é a varrição somente em trechos dos Pontos Notáveis. Difere da varrição ordinária de metragem corrida de sarjeta. Executando somente a varrição dos trechos de uma lista de Pontos Notáveis o gari pode atuar em uma área muito maior que uma se fosse varrendo a sarjeta entre pontos Notáveis.
Varrição Estrela é a realizada por um grupo de garis que primeiro realiza uma varrição em um local concentrado como uma praça e depois o mesmo grupo se dispersa para executar varrição pontual abrangendo uma área específica.
Os Gestores devem identificar seus Pontos Notáveis e estabelecer planos de varrição específicos para o Fim de Semana Operacional executados com Varrição Pontual e Varrição Estrela.
Os Gestores devem intensificar os turnos vespertinos e noturnos durante o Fim de semana Operacional como forma de garantir a presença de garis em todos os momentos e não só no primeiro expediente.
Redução de lixo no Fim de Semana Operacional
A redução da quantidade de lixo domiciliar existente em logradouro durante o Fim de Semana Operacional é reflexo direto de ações preventivas de divulgação da freqüência correta da coleta domiciliar e campanhas de conscientização de moradores realizadas durante a semana.
A redução da quantidade de lixo público existente em logradouro durante o Fim de Semana Operacional é reflexo direto de ações de fiscalização (orientação, advertência, intimação e autuação) no comércio em funcionamento entre 12:00h de sábado e 12:00h de segunda-feira
Previsão metereológica no Fim de Semana Operacional
A consulta a sites de previsão metereológica é necessária para adequar os recursos escalados às necessidades no Fim de Semana Operacional. Os extremos são os mais preocupantes pois o sol forte é atrativo ao uso do espaço público e chuva forte é risco de alagamento que demanda presença de recursos para a limpeza.
www.climatempo.com.br
www.tempoagora.com.br
www.br.weather.com
WWW.ricosurf.globo.com Faz previsão de ressacas
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Guerra e Política
"Política é quase tão excitante quanto a guerra, e quase tão perigosa. Na guerra você é morto uma vez, mas, em política, várias vezes."
Winston Churchill, primeiro-ministro britânico
Plano e circunstâncias
“Não se planeja e depois se procura fazer com que as circunstâncias se ajustem aos planos. Procura-se fazer com que os planos se ajustem às circunstâncias.”
General George S. Patton Jr.
sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Revolução!
A questão do lixo desaparece completamente em um regime de exceção como o existente na Revolução Líbia. Poderíamos dizer então que a importância da questão do lixo é diretamente proporcional a tranquilidade das pessoas com as demais questões, violência urbana, crise financeira etc?
Em uma comunidade não pacificada (sem UPP) existe mais tolerância com um ponto crítico de lixo que outra comunidade mais tranquila pela pacificação? Haveria tabém relação com o IDH? Maiores IDH geram maiores discussões sobre a questão do lixo?
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 15 de agosto de 2011
Problemas em varrer as folhas das praças?
Houve a tentativa de fabricar um equipamento semelhante para ajudar na coleta defolhas de amendoeira mas o projeto foi abandonado.
quinta-feira, 4 de agosto de 2011
Comlurb e BNDES apresentam termo de referência sobre coleta seletiva no Rio
Representantes da Comlurb, do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), das Secretarias de Conservação, do Meio Ambiente e do Desenvolvimento Econômico Solidário, e dos catadores se reuniram na manhã desta terça-feira (02/08), na sede da Comlurb, para um encontro sobre gestão de cooperativa de catadores. O objetivo da reunião foi apresentar o escopo de proposta do termo de referência para a contratação de serviços que possibilitem a nova dinâmica da coleta seletiva no Rio de Janeiro e debatê-la.
Os participantes enfatizaram a importância de estarem pondo em prática um programa pioneiro no Rio de Janeiro, que trará a cidade de volta ao posto de vanguarda nacional. Foi lembrado também a importância da união da Prefeitura com a Comlurb e com o BNDES para que o projeto saísse do papel. "Sabemos que todos são importantes neste processo. A Comlurb é apenas o meio, e não o fim dele. Sem os catadores nada disso poderia se concretizar. Precisamos trabalhar juntos para que todos se beneficiem", afirmou a presidente da Comlurb, Angela Fonti.
Quando o projeto estiver em pleno funcionamento, será possível aumentar a vida útil dos aterros sanitários, reduzir o gás do efeito estufa em até 20%, e passar a reciclar pelo menos 5% do material domiciliar até 2014. Atualmente, apenas 1% desse material é reaproveitado. Com investimento total de R$ 50 milhões, sendo R$ 28 milhões da Prefeitura e R$ 22 milhões do BNDES, a coleta seletiva vai incluir nova frota de caminhões coletores, pessoal especializado para operar nas ruas e junto às cooperativas, e apoio logístico reforçado. O BNDES e a Comlurb definem ainda este mês as próximas etapas do projeto.
O evento contou ainda com a participação do coordenador de Coleta seletiva da Comlurb, Elinor Brito, do Secretário de Conservação, Carlos Osório e do Secretário do Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz.
Os participantes enfatizaram a importância de estarem pondo em prática um programa pioneiro no Rio de Janeiro, que trará a cidade de volta ao posto de vanguarda nacional. Foi lembrado também a importância da união da Prefeitura com a Comlurb e com o BNDES para que o projeto saísse do papel. "Sabemos que todos são importantes neste processo. A Comlurb é apenas o meio, e não o fim dele. Sem os catadores nada disso poderia se concretizar. Precisamos trabalhar juntos para que todos se beneficiem", afirmou a presidente da Comlurb, Angela Fonti.
Quando o projeto estiver em pleno funcionamento, será possível aumentar a vida útil dos aterros sanitários, reduzir o gás do efeito estufa em até 20%, e passar a reciclar pelo menos 5% do material domiciliar até 2014. Atualmente, apenas 1% desse material é reaproveitado. Com investimento total de R$ 50 milhões, sendo R$ 28 milhões da Prefeitura e R$ 22 milhões do BNDES, a coleta seletiva vai incluir nova frota de caminhões coletores, pessoal especializado para operar nas ruas e junto às cooperativas, e apoio logístico reforçado. O BNDES e a Comlurb definem ainda este mês as próximas etapas do projeto.
O evento contou ainda com a participação do coordenador de Coleta seletiva da Comlurb, Elinor Brito, do Secretário de Conservação, Carlos Osório e do Secretário do Meio Ambiente, Carlos Alberto Muniz.
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
sexta-feira, 22 de julho de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
sexta-feira, 15 de julho de 2011
Containers escondidos
O video mostra um dispositivo enterrado interessante para uso onde a presença de um container é visualmente desfavoravel como uma região histórica. Containers comuns de rodízio são "escondidos" em uma espécie de elevador acionado por parafusadeira elétrica. O caminhão não possui equipamento especial, é o mesmo que seria usado se os containers estivessem na supefície
terça-feira, 12 de julho de 2011
Aleixo Gary: Uma Revolução na Limpeza Urbana

"Uma discreta notícia inserta na Gazeta de Notícias de 11 de outubro de 1876, sobre o novo contratante da limpeza urbana da cidade, deixa antever importantes mudanças na administração e execução do serviço de limpeza urbana. Aleixo Gary, francês de origem, inaugurava uma nova era na história da limpeza pública no Rio, apoiado principalmente em sua eficiência de trabalho.
Em 1885, o governo resolve contratar, provisoriamente, Aleixo Gary para o serviço de limpeza das praias e remoção do lixo da cidade para Ilha de Sapucaia, localizada no bairro chamado Caju. Aproveitando-se das circunstâncias, Gary tentou, com uma proposta, concentrar todo o conjunto de atividades da limpeza - logradouros, remoção do lixo das casas particulares, praias e transporte do lixo para Sapucaia - em suas mãos, isto é, monopolizar o setor.
Mas, sua proposta não teve sucesso, sendo recusada pelo governo. Gary no entanto, se mantém como responsável pelo serviço de limpeza na cidade e remoção de lixo para Sapucaia até 1891, data do término do seu contrato. Nesse mesmo ano, Aleixo Gary se afasta da empresa deixando seu parente, Luciano Gary. No ano seguinte, porém a empresa parece ter sido extinta, pois em documento de 1892, o Ministério da Justiça se dirige ao Prefeito requisitando "O pagamento a Aleixo Gary e Cia de 232.238 contos de réis pelo qual o governo adquiriu o material de extinta empresa de limpeza".
Cria-se a Superintendência de Limpeza Pública e Particular da Cidade. Gary deixara marca na história da limpeza urbana pública no Rio de Janeiro. Tão forte foi a atuação desse empresário que os empregados encarregados pela limpeza, os lixeiros, passaram a ser chamados de "garis".Os serviços desta superintendência, no entanto, deixam a desejar.
Os problemas se agravam e em 1897, a Prefeitura resolve contratar novamente serviços particulares, que por sua vez, não conseguiram cumprir com os seus contratos, o que faz então a prefeitura em 1899 retomar seus serviços de limpeza da cidade. Em 1904, a prefeitura compra o terreno da Rua Major Ávila, nº 358, na Tijuca, onde se localiza a sede da Comlurb. Em 1906, o serviço de limpeza urbana dispunha de 1084 animais, já insuficientes para a limpeza da cidade que produzia 560 toneladas de lixo. É assim que, a título de experiência, são adquiridos dois auto-caminhões. Seria o início da passagem do uso animal para o uso mecânico na coleta".
Infelizmente não tenho o autor para citar a referência
segunda-feira, 11 de julho de 2011
quarta-feira, 6 de julho de 2011
Carro elétrico para transporte de resíduos
É um conceito bom para ser explorado utilizar carros elétricos para a remoção de resíduos em áreas como praças, parques, orla, onde o trânsito de veículos à combustão pode trazer transtorno por suas dimensões, emissões e ruído.
No entanto, os veículos elétricos atualmente disponíveis visivelmente são adaptações de pranchas para movimentação de carga em pátios e almoxarifados. O veículo apresentado no vídeo tem assento para operador que o dirige lateralmente! Estranho... Mas deve ter sido o que se conseguiu adaptar em algum chassi já existente.
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Uma paradinha aqui, outra ali...
Pode ser em Canoa Quebrada, Rio de Janeiro, Londres... Se não há supervisão é alta a probabilidade de encontrar os garis displicentemente parados conversando distantes dos seus afazeres.
É simplório considerar que trabalhadores dispersos em uma área geográfica, com múltiplos atrativos para indolência, distantes fisicamente dos olhos dos supervisores, terão o mesmo desempenho que trabalhadores dispostos em uma linha de produção com olhos próximos por todos os lados.
Trabalhadores e Fortaleza
Acondicionamento de Lixo em Fortaleza
Em plena região turística de Fortaleza na praia do Meireles existem containers metálicos de 750 litros dos que caíram em desuso na cidade do Rio de Janeiro a pelo menos uma década. É mais um exemplo que o sistema de limpeza urbana fica muito mais simples e provavelmente menos custoso se o dogma do “lixo zero” for substituído pelo conceito de “lixo existe” e faz parte de um processo sistemático de coleta e transporte.
Na foto pode-se observar também um container de plástico usado para varrição, mas transformado em lutocar com uso de um carrinho de transporte. O conjunto, apesar de esteticamente discutível é uma solução simples para a adaptação do container plástico para a atividade de varrição
quarta-feira, 22 de junho de 2011
Garis fazem alpinismo para limpar encostas no Rio
http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/garis-fazem-alpinismo-para-limpar-encostas-da-cidade-do-rio-20110621.html
Quem acha que os garis apenas varrem as ruas de suas casas está enganado. A Comlurb também tem a tropa de elite deles, os garis alpinistas, que fazem as limpezas de encostas no Rio de Janeiro.
Nesses casos, a vassoura vira coadjuvante e entram em ação as cordas, capacetes, cintos e mosquetões para a segurança desses corajosos trabalhadores. Além disso, o famoso uniforme laranja dos funcionários ganha novos detalhes.
Algumas encostas chegam a 80 metros de altura. São jogadas pelos próprios moradores cerca de 3 t de lixo.
A grande maioria das comunidades do Rio fica em morros, o que aumenta a quantidade de lixo acumulado. Poucos moradores têm se preocupado com o preservação do ambiente.
Canteiros de plantas no lugar de lixo

http://videos.r7.com/comlurb-usa-canteiros-de-plantas-para-evitar-lixos-nas-ruas-do-rio/idmedia/4dfb4272fc9b43a1376b9e6e.html
Alguns deles já foram instalados, como na avenida Dom Hélder Câmara, no bairro de Higienópolis. O objetivo é colocar plantas resistentes às variações do tempo e inibir que as pessoas joguem o lixo na rua.
terça-feira, 14 de junho de 2011
Parceria público-privada
Consórcio assume responsabilidade por serviços públicos em parte da Zona Portuária
Publicada em 13/06/2011 às 23h16m
Isabela Bastos
RIO - A prefeitura vai terceirizar, a partir de quarta-feira, serviços públicos como coleta de lixo, troca de lâmpadas da iluminação pública, pavimentação, poda de árvores e ordenamento de trânsito numa região de cinco milhões de metros quadrados que abrange a Zona Portuária e parte do Centro. O consórcio Porto Novo, formado pelas construtoras OAS, Carioca Engenharia e Odebrecht, assumirá essas tarefas por 15 anos na área delimitada pelas avenidas Francisco Bicalho, Rodrigues Alves, Beira-Mar e Presidente Vargas. As exceções ficam por conta das operações de controle urbano e de patrulhamento da Guarda Municipal, que continuarão a cargo do município.
A passagem de bastão dos serviços municipais para o consórcio será gradual: vai durar 180 dias. A coleta de lixo, porém, será transferida de uma só vez, amanhã, quando saem de cena os caminhões e garis da Comlurb e entram os da concessionária, que terão logotipo e uniforme diferentes, com predominância do azul.
Segundo o Porto Novo, a empresa assumirá os serviços com aproximadamente 400 funcionários, sendo 274 para a limpeza urbana, cem a mais do que o efetivo que trabalha hoje na região. Para a operação serão utilizados 23 veículos. Em nota, o consórcio informou que, num primeiro momento, não haverá mudança nos horários de coleta. Por isso, moradores e comerciantes deverão manter a rotina de descarte do lixo.
- A coisa de que mais tenho certeza é o poder transformador dessa PPP - disse o prefeito.
domingo, 12 de junho de 2011
sexta-feira, 10 de junho de 2011
EMBARCAÇÃO DE LIMPEZA DE ESPELHOS DÁGUA



10/06/2011 - 09:54
“Projeto Acqua” no 5º Jogos Mundiais Militares do CISM
Embarcação de recolhimento de resíduos estará em operação na Baía de Guanabara, durante os Jogos Mundiais Militares.
Na semana do Meio Ambiente o Comitê dos 5º Jogos Mundiais Militares do CISM “Os Jogos da Paz”, confirmou a participação das empresas Brissoneau Ambiental e ADDServices [www.brissoneau.com.br] nas operações de monitoramento e recolhimento de resíduos flutuantes das raias olímpicas de vela, denominada “Projeto Acqua”, incluindo as áreas próximas à Praça XV, Escola Naval e Marina da Glória. Nesta competição participarão 133 países no período de 16 a 24 de julho no Rio de Janeiro, sendo considerada uma preparação para as Olimpíadas de 2016.
O “Projeto Acqua” será realizado durante todo o mês de julho, em parceria com a Escola Naval – Marinha do Brasil, coordenadora da modalidade “Vela”. Caberá a Brissoneau e ADDServices a operação da embarcação, incluindo o lançamento de ecobarreiras para retenção dos resíduos em pontos próximos à Escola, à Marina da Glória. A Escola Naval atuará na logística de apoio ás operações e descarte sustentável dos resíduos.
Cerca de 80.000 quilos de lixo que são diariamente lançados na Baia de Guanabara constituindo-se no maior problema para as competições de vela. Muitas vezes, a quantidade de lixo flutuante pode decidir negativamente uma prova e isso tem sido o maior receio dos organizadores e velejadores, como sempre documentado pelo nosso medalhista olímpico Torben Grael.
A embarcação ACQUA, projetada e construída no Rio de Janeiro, baseia-se nos mais modernos critérios de sustentabilidade, sendo a primeira movida a Gás Natural, com baixos índices de emissão de gases de efeito estufa, com 14 metros de comprimento, esteiras automatizadas, possuindo capacidade de recolhimento de 11.000 quilos de lixo flutuante.
O projeto deixará como legado dos jogos para o Rio de Janeiro, além da grande quantidade de resíduos retirados do meio ambiente, uma sólida base de dados sobre a movimentação do lixo na Baia de Guanabara. Ao final, será emitido e publicado um Relatório Ambiental detalhando os resultados deste trabalho.
O projeto como um todo, prevê investimentos na ordem de R$ 15 milhões. Ainda em setembro será dado início a construção da segunda embarcação da série.
quinta-feira, 9 de junho de 2011
SATÉLITE 2001 - 2011
O "Micro Carregador de Lixo" apresentado em relatório e palestra sobre o Seminário Nacional de Limpeza Urbana de 2001 se transformou no caminhão "satélite". Como outras coisas na Comlurb a paternidade é atribuída a outro o que exige abnegação de considerar que o importante é a concretização da idéia.
LIMPEZA URBANA NO PORTO MARVILHA
O texto anexado é um extrato da proposta do Porto Maravilha que didaticamente descreve serviços de limpeza urbana.
quarta-feira, 8 de junho de 2011
terça-feira, 7 de junho de 2011
segunda-feira, 6 de junho de 2011
O tempo passa!
Certificado de propriedade do lixo.
Das coisas estranhas que fazemos quando estamos como gerente: quinta-feira, 2 de junho de 2011
Muros Verdes contra vazamento irregulares
Muito interessante o que encontrei em uma visita nas obras do Parque Ecológico da Rocinha. Cada tijolo do muro é também um vaso, com o tempo, ao invés de um muro frio de concreto teremos um muro coberto de vegetação, bem melhor visualmente.
Sabendo que muros isolados não convidativos para vazamentos irregulares de lixo e entulho, e, por outro lado, a melhoria de urbanização é remédio contra esse mal. Muros verdes poderiam ser utilizados na prevenção do surgimento de pontos críticos de vazamento de lixo e entulho.
terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O Sucesso consiste em não fazer Inimigos
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
sábado, 28 de maio de 2011
Os Garis Alpinistas

Para responder a demanda de limpeza de encostas foi necessário treinar um grupo de garis no Corpo de Bombeiros para atuar com equipamentos especiais e técnicas de rapel. Esses garis passaram a ser conhecidos como “alpinistas” e encaram grandes altitudes para remover o lixo jogado por quem não tem a mínima idéia do trabalho que é executar este tipo de limpeza.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Maquiavel e o Código - MARCO LUCCHESI
A história da recepção do pensamento político de Maquiavel perfaz uma teia complexa de livros, congressos e debates. Há quem se especialize na recepção da leitura de Maquiavel no século XIX, na aurora da revolução russa ou no crepúsculo da era fascista da Itália. Se pensamos no Brasil, sobretudo com “O príncipe”, Maquiavel tem domicílio incerto, na estante da esquerda e da direita, de ateus e religiosos, monarquistas e republicanos. Com leitores refinados ou ideólogos de terceira classe. Cito ao acaso Darcy Ribeiro, Pedro II, Golbery do Couto e Silva, Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção, Rui Barbosa e Merquior. Tantos maquiavéis para múltiplos leitores, brilhantes ou desafinados.
É inadmissível, contudo, apresentar sua obra forte como catecismo de oportunistas e mapa-múndi dos sem caráter.
Nunca é demais lembrar que o adjetivo “maquiavélico” não se aplica, de modo algum, ao próprio autor, como quem busca reduzirlhe o sistema a uma razão desprovida de piedade, a uma lógica perversa, onde não impera um só resíduo de emoção. Leiam as cartas, e procurem, com lente de aumento, a página inexistente onde se afirma que os fins justificavam os meios.
O príncipe já se apresentou ao mercado como livro de autoajuda, manual de gestão empresarial e estratégia de propaganda. Um Maquiavel prêt-à-porter, extremamente flexível, para leitores e práticas de caráter igualmente flexível e comprometido.
Semana passada, a parcela de deputados que vem desfigurando, através de mil emendas obscuras, o desenho ético do projeto do novo Código Florestal recebeu a pecha de maquiavélica.
Isso ofende nosso autor e promove aqueles senhores a um grau que absolutamente não merecem. O que falta a uma parte da Câmara dos Deputados é a herança de uma intelligentsia, ao passo que a força de Maquiavel reside num longo processo de reflexão acerca do poder e do Estado. Se com ele não podemos concordar de todo, devemos reconhecer, no entanto, o montante de sua dívida e ruptura com a tradição humanista. Para boa parte dos parlamentares, não existe natureza e pensamento, biosfera ou noosfera. Apenas a lucro-esfera.
Há em Maquiavel uma sólida compreensão da história, leitura que aclara o presente à medida que indaga o passado. Há deputados que não respiram senão o ar viciado de uma cronologia imediata. Vivem de um presente extrativista, sem passado ou futuro. E representam o atraso da nação e do Parlamento.
Nos dias que correm, quando muitos usam o marketing para camuflar o vazio de um programa ético, fazer de Maquiavel o porta-voz da recusa da filosofia moral é uma infâmia para quem elabora uma visão árdua e comovida dos destinos de uma Itália futura, à espera do príncipe: “Não posso exprimir com quanto amor ele seria recebido em todas as províncias, com que obstinada fé, com quanta piedade e com quantas lágrimas.” E outras muitas passagens atravessadas por uma elevada temperatura moral.
Os que sonham plantar sem restrição, em plena selva amazônica, de Campo Grande até os Andes, ou de Ponta Grossa até a Patagônia, insistem em um capitalismo patético, agressivo e regressivo. E, se não fosse crime, não hesitariam um só instante em defender abertamente as vantagens da escravidão para a economia do país, como bem demonstrou, aliás, o padre Ricardo Rezende em “Rio Maria: canto da terra”.
Devolvido Maquiavel a seu justo patamar, fiquemos atentos aos destaques e emendas ao Código Florestal. Não podemos aceitar uma faixa agrícola sem limites, nem tampouco uma anistia para os que praticam, protegidos pelo sentimento de impunidade, crimes de grande impacto ambiental.
Precisamos defender nosso futuro, sob o influxo de um alto sentimento republicano, que defina, com vigor, uma ética acerca do homem e da natureza. Porque o planeta é o mesmo para todos.
Marco Lucchesi
Jornal O Globo
25 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Lei de Murphy
Lei de Murphy é um adágio popular da cultura ocidental que afirma: "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará" ou "Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em consequências indesejáveis, certamente essa será a maneira escolhida por alguém para executá-la". Ela é comumente citada (ou abreviada) por "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo a causar o maior estrago possível".
Das coisas que poucos falariam para não correr o risco de ser considerado politicamente incorreto

Sempre vi com reservas a reverência das pessoas com o personagem Renato “Sorriso”. É inegável o carisma que o Renato tem e sua capacidade de explorar de forma especial a imagem do gari de bem com a vida. Como pode um lixeiro ser feliz? Personificando esse preconceituoso paradoxo o Sr “Sorriso” chama atenção da mídia e do público, a reboque, surge a imagem da Comlurb como boa empresa porque consegue fazer os párias felizes.
No entanto, se por um lado essa imagem é considerada positiva para fora da companhia, quanto ela é prejudicial internamente? Qual mensagem a Comlurb estaria transmitindo aos seus garis transformando o Renato Sorriso em ícone da categoria? Sorrir mais e varrer menos? Você será valorizado pela imagem e não pelo desempenho? Não seria melhor valorizar aquele que faz a varrição, que capina, que coleta, que acaba seu expediente com os pés doidos, não de dançar, mas de trabalhar?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Porque as caixas metálicas se desmontam?
Namibe - Angola
Bem parecido com alguns lugares próximos...
domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
SISTEMA DE CONTAINERS ENTERRADOS
O container enterrado é uma idéia muito boa. O filme chama atenção e seduz pela simplicidade e praticidade com que a coisa é feita. O armazenamento dos resíduos não fica visível e o tubo de queda harmoniza com o ambiente.
Mas algumas questões devem ser lembradas:
Primeiro a necessidade de adaptação do clássico caminhão compactador instalando um guindaste e um dispositivo de fixação na caçamba. Então há necessidade de um número de containers enterrados que justifique a adaptação de um caminhão. Os containers para este caminhão ficarão concentrados em uma região ou espalhados em uma área maior. Concentrados os equipamentos podem ser considerados elitistas, se espalhados aumentarão o percurso (custo) do caminhão.
Estes containers enterrados parecem ser perfeitos para áreas bem urbanizadas e turísticas, mas, temos áreas bem urbanizadas e turísticas que justifiquem uma frota? Ou até mesmo somente um caminhão adaptado? Lembre-se que “quem tem um não tem nenhum”
Então uma abordagem seria usar o container enterrado para coleta seletiva. O caminhão já é diferente mesmo, os Pontos de Entrega Voluntária PEV são espalhados mesmo... As coisas se combinam... Mas, não vai encarecer uma atividade já muito onerosa?
É incrível como a Limpeza Urbana tende ao conservadorismo. Se um equipamento preenche um nicho haverá muita resistência em mudar para outro equipamento mais moderno, será difícil até mesmo coexistir. Porém... Desde que não levado ao limite de dogmas, esse conservadorismo é saudável para imunizar o sistema de idéias performáticas que promete a solução final dos problemas.
Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades - II
segunda-feira, 25 de abril de 2011
NOVO ATERRO SANITÁRIO DE SEROPÉDICA

A nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, que vai gradativamente receber os resíduos que iam para o Aterro de Gramacho, já está em funcionamento a partir desta quarta-feira (20/04). A Central reúne tecnologia de ponta, inédita na América Latina, para garantir o destino adequado dos resíduos, sem riscos para o meio ambiente. Com isso, a Prefeitura inicia o processo de encerramento das atividades no Aterro Controlado de Gramacho, em Duque de Caxias, que deve ser completamente desativado em 2012.
"Hoje é um dia histórico para o meio ambiente do Rio de Janeiro. O Aterro de Gramacho é um escândalo, um absurdo. Estou muito feliz porque agora o Rio está depositando os seus resíduos em uma Central de Tratamento de Resíduos, com qualidade, sustentabilidade e proteção ambiental. Isso sem gerar qualquer tipo de risco ou ônus para a cidade e a região metropolitana", comemorou o prefeito ao acompanhar o inicio da operação. A CTR estreou com os resíduos da Usina de Jacarepaguá.
"Hoje é um dia histórico para o meio ambiente do Rio de Janeiro. O Aterro de Gramacho é um escândalo, um absurdo. Estou muito feliz porque agora o Rio está depositando os seus resíduos em uma Central de Tratamento de Resíduos, com qualidade, sustentabilidade e proteção ambiental. Isso sem gerar qualquer tipo de risco ou ônus para a cidade e a região metropolitana", comemorou o prefeito ao acompanhar o inicio da operação. A CTR estreou com os resíduos da Usina de Jacarepaguá.
Nesta primeira fase serão vazadas cerca de mil toneladas diárias de resíduos. Esta quantidade será levada para a CTR em nove carretas, que farão cinco viagens, totalizando 45 percursos por dia. O local abrigará inicialmente os detritos vindos da Estação de Transferência de Jacarepaguá destino dos caminhões coletores e basculantes que circulam nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá.
A Central de Tratamento de Resíduos em Seropédica é uma concessão da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) à Ciclus e, além dos resíduos do Rio, receberá os detritos dos municípios de Itaguaí e Seropédica. A empresa foi responsável por projetar o empreendimento, realizar as obras e vai operar a CTR.
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Em defesa da Meritocracia
Entrevista de Carlos Brito, de 50 anos, presidente da AB Inbev.
“Não temos orgulho de demitir ninguém. Mas uma das responsabilidades sociais de uma empresa é obter lucro. Sem o lucro, todos os funcionários e famílias que dependem da companhia cedo ou tarde estarão na rua.”
“Cheguei lá e disse que as pessoas talentosas gostam de três coisas: meritocracia, honestidade e um ambiente informal. O sujeito talentoso é a favor da meritocracia e não gosta de senioridade.”
“Se você promover o Mike, que está a vinte anos na companhia, é porque o “Mike merece”. Mas se promover o John, que chegou há um ano, desafiará um monte de gente. Só que se você promover os Mikes por senioridade, os Johns talentosos se mandam, e a empresa não vai a lugar nenhum”.
“Aqui, quando uma pessoa apresenta baixa performance temos de procurar ajudá-la a cobrir aquela deficiência, dar uma segunda chance. Se a pessoa não está mesmo dando certo aqui, achamos que é a nossa obrigação, porque a vida é muito curta, dizer: você pode ser muito bem sucedida em outras companhias, mas aqui não tem jeito. Prefiro dizer isso logo, quando o profissional é jovem, a ficar dez anos enrolando”.
“Acredito que ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes. Tratar todo mundo igual é injusto. Aquelas pessoas que são apaixonadas, se dedicam mais à empresa, dão mais resultados – essas merecem mais oportunidades que as outras, mais atenção, mais treinamento. E elas têm de ganhar mais dinheiro também. Já que é impossível agradar a todos, vou agradar àqueles com maior talento. Sinto muito pelos menos talentosos, mas…”
“(…) a repetição funciona.”
Fonte: Veja, edição 2179 – ano 43 – nº 34, de 25 de agosto de 2010
terça-feira, 22 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Relatório da RIOTUR
Comlurb removeu 1304 toneladas de lixo desde o desfile dos primeiros blocos de rua, em fevereiro, até o Monobloco, dia 13/03, quando foi encerrado o Carnaval. Nesse total estão incluídas também as quantidades de resíduos removidas do complexo do Sambódromo, Avenida Rio Branco e Estrada Intendente Magalhães.
O pré carnaval, com o desfile de blocos em vários bairros da cidade, foi responsável por gerar 268,6 toneladas de lixo. Durante os cinco dias oficiais de folia, a Comlurb contabilizou 849,5 toneladas. Esse número corresponde a um aumento de 12% em relação ao ano passado. Já os desfiles de blocos e escolas de samba após a Quarta-Feira de Cinzas produziram 186,1 toneladas.
Para a limpeza dos blocos, a Companhia elaborou um plano de ação classificando os blocos em quatro categorias – especial, um, dois e três – de acordo com demanda de recursos necessária para que a limpeza seja feita por um efetivo e equipamentos ideais. Desta forma, foram agilizados os procedimentos e atendimentos às demandas específicas de cada bloco. A limpeza aconteceu com o apoio de contêineres, caminhões compactadores, pulverizadores, pipas d'água, Kombi lava jato, caminhões basculantes, mini varredeiras, varredeiras mecânicas e mini basculantes. Todas as vias da cidade por onde passaram blocos foram atendidas com limpeza.
O asseio do Sambódromo e do Terreirão do Samba ficou a cargo de 1572 garis. Na Estrada Intendente Magalhães, atuaram 43 garis, a cada dia. Os trabalhadores tiveram o apoio de caminhões basculantes e compactadores, pipas d'água, pás carregadeiras e mini varredeiras. Essa megaoperação da Comlurb foi realizada sem comprometer a limpeza ordinária, que é feita diariamente pela empresa em todos os bairros do Rio.
A coleta seletiva no Sambódromo foi feita por 70 catadores das organizações Febracom, CataRio e Movimento Nacional de Catadores do Rio de Janeiro, que removeram 71,7 toneladas de materiais recicláveis, entre os dias 04 e 12/03
sábado, 12 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb
http://videos.r7.com/carnaval-produz-mais-de-800-toneladas-de-lixo-na-cidade-do-rio/idmedia/7a6f3486f19a3d34be996e1471f3480d.html
Responsabilidade pela limpeza
Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb
Publicada em 10/03/2011 às 00h11m
Cláudio Motta e Taís Mendes
RIO - Os moradores de Petrópolis levariam mais de dois dias para produzir o lixo que a Comlurb coletou no carnaval do Rio: foram 849 toneladas entre sexta e terça no Sambódromo, no Centro, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho (onde desfilam os grupos C, D e E) e nos locais de blocos. Isso é 12% maior do que o coletado no ano passado e equivale a um dia de resíduos sólidos de uma cidade de 700 mil habitantes. Petrópolis, de acordo com o IBGE, tem 296 mil moradores. Niterói, 487 mil.
Mais do que sujeira nas ruas, a montanha de lixo representa prejuízo para a cidade. De acordo com a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Taís Queiroz, o lixo jogado no chão custa três vezes mais para ser limpo do que o domicilar. Ela sugere punição para as escolas cujos componentes emporcalhem a cidade:
- Empregamos mal o dinheiro público quando obrigamos a cidade a gastar mais na coleta do lixo. Nos blocos, o número de caçambas deveria ser maior. Além disso, deveria haver uma articulação maior com catadores, até mesmo pagando a diária deles, já que plástico e papel não tem tanto valor como a lata. Quanto às fantasias, as escolas precisariam ter responsabilidade, podendo ser punida, assim como acontece com um time de futebol se a torcida causa algum dano.
O diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), Carlos Roberto Silva Filho, acredita que os grandes geradores de lixo têm que ser responsáveis pela gestão dos resíduos, como já acontece com shoppings e supermercados.
- Seria necessária uma política em conjunto com os distribuidores, comerciantes e fabricantes para nesses locais de aglomeração de pessoas, de grandes eventos, somente colocar em circulação materiais com possibilidade de retorno. Outro ponto seria realmente determinar que os grandes eventos contassem com um sistema independente de gestão de resíduos - afirmou Carlos.
A presidente da Comlurb, Angela Fonti, reconhece que é preciso melhorar o planejamento, sobretudo em relação aos blocos. De acordo com ela, todos os desfiles tiveram mais foliões do que o estimado antes do carnaval. Ela destaca, no entanto, a rapidez com que a Comlurb limpou a cidade.
- A cidade ficou suja somente por algumas horas. Demos resposta rápida, sobretudo nos grandes blocos. A gente pode aumentar o número de garis ou de contêineres em 2012. Nosso planejamento é feito com os outros órgãos. A RioTur dá horário e localização, mas nem um número (de público) bateu. E houve muito xix. Usamos caminhões pipa, Kombis lava-jato e pulverizador - relata.
No Sambódromo, a Comlurb constatou que proporcionalmente o lixo recolhido no Sambódromo foi reduzido graças a implantação de coleta seletiva. Das 447 toneladas recolhidas na avenida, 44 toneladas eram de latinhas e garrafas pet, que serão reaproveitadas graças a um convênio entre a prefeitura, a Liga das Escolas de Samba e uma cooperativa de catadores.
- São menos 44 toneladas de lixo jogados no lixão ou no aterro graças ao convênio. Para o ano que vem, vamos tentar incluir nas exigências para o patrocínio do carnaval de rua a instalação de containeres nos locais de blocos, nos moldes como foi este ano em ralação aos banheiros químicos, que permitiu um aumento de 4,5 mil para 13 mil o número de banheiros - disse o secretário de Conservação e Serviço Público, Carlos Roberto Osório.
O lixo dos blocos registrou um crescimento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
- O crescimento maior foi nos blocos, mas o público nas ruas cresceu muito mais do que isso. Deve ter ficado em torno de 70% em relação ao ano passado. Alguns blocos até dobraram o número de foliões. Ainda é muito lixo jogado nas ruas e temos que melhorar. Mas, pela primeira vez, percebemos um tendência de queda de lixo no carnaval. Colocamos 3 mil contêineres nas ruas, que ficaram cheios. Isso prova que tem gente colaborando.








