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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Prefeitura de Florianópolis distribui 500 minhocários para compostagem em casa


Aproveitamento de resíduo orgânico pode trazer economia de R$ 43 mil por ano em transporte para aterro sanitário.

Minhocários serão distribuídos pela prefeitura de Florianópolis (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)

Minhocários serão distribuídos pela prefeitura de Florianópolis (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação) 
A Prefeitura de Florianópolis lançou nesta quinta-feira (4) o projeto Minhoca na Cabeça, para aproveitamento de resíduos orgânicos através de compostagem. Serão distribuídos 500 minhocários e oferecidas oficinas. As inscrições para os interessados podem ser feitas pelo site do projeto.

Os inscritos devem participar da capacitação no Jardim Botânico de Florianópolis. Conforme a prefeitura, estão programadas 20 oficinas e em cada uma podem participar 25 pessoas. De acordo com a Comcap, os inscritos só precisam comprovar que moram em Florianópolis. Se as inscrições ultrapassarem o número de vagas, haverá lista de espera para as próximas etapas do projeto.

“Vamos entregar a composteira junto com as minhocas e o material para se utilizado. Todos que participarem das oficinas vão receber o material, mas há necessidade de apresentar resultados demonstrando efetivamente que vem fazendo essa separação”, explica o prefeito Gean Loureiro.

Oficinas de capacitação serão feitas para compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)
Oficinas de capacitação serão feitas para compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)

Compostagem garante economia

Com a compostagem, a prefeitura estima que vai economizar R$ 43 mil em transporte de lixo para o aterro sanitário em Biguaçu, além de reduzir 70% a emissão de carbono por ano. Pelo menos 292 toneladas lixo deixarão de ser encaminhados ao aterro.

O projeto deve colaborar para que Florianópolis alcance as metas Plano Municipal de Coleta Seletiva de Florianópolis, “de desviar do aterro sanitário 37% dos recicláveis secos e 45% dos resíduos orgânicos até 2020", informou a prefeitura. A operação do projeto é de responsabilidade da Autarquia de Melhoramentos da Capital (Comcap).

“Queremos formar uma política pública. É obrigatório a participação na oficina. Vai ser ensinado o manuseio da compostagem e, o que é mais importante, as pessoas vão montar seus kits porque a ideia é que essas pessoas sejam os multiplicadores. Precisamos quantificar e qualificar o projeto, por isso, vamos monitorar de forma permanente”, detalhou Carlos Alberto Martins, presidente da autarquia.

Conforme a prefeitura, a capital catarinense será a única cidade brasileira a manter um sistema de compostagem domiciliar. São Paulo também havia lançado, mas desativou o programa.

Ampliação do 'Minhoca na Cabeça'

A expectativa é que mais minhocários sejam distribuídos nos próximos meses, segundo a prefeitura.

“Já conseguimos financiamento para comprara mais 500 e nosso objetivo é sempre ir ampliando o programa permitindo que Florianópolis possa atingir metas e diminuir um percentual considerável do lixo orgânico que é descartado nos aterros sanitários”, diz Loureiro.

“Vamos iniciar esse ano pioneiro a coleta ponto a ponto de resíduo orgânico. Estamos implantando três parques de compostagem dentro da Comcap”, afirma Carlos Martins.

Projeto minhoca na Cabeça incentiva compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação)
Projeto minhoca na Cabeça incentiva compostagem domiciliar  (Foto: Prefeitura de Florianópolis/Divulgação) 
Dicas da Comcap para separação de lixo:

Recicláveis secos (papel, plástico, metal e vidro) - Encaminhar para a coleta seletiva da Comcap (confira no site os dias e horários em cada bairro). Para vidro, há pontos de entrega voluntária (PEVs) exclusivos.

Orgânicos (restos de alimentos) - fazer compostagem doméstica ou comunitária.

Rejeito (lixo sanitário e outros materiais que não podem ser reciclados nem compostados) - encaminhar para a coleta convencional da Comcap.

quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Uma lei para acelerar a aplicação de outra lei


A Lei Municipal nº 6314 de 03 de janeiro que fixa normas para nomeação do cargo de administrador de empresa pública e de sociedade de economia mista determina ipsis litteris o que preconiza o Art. 17 da Lei Federal nº 13.303, de 30 de junho de 2016 que dispõe sobre o estatuto jurídico da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias, no âmbito da União, dos Estados, do Distrito Federal e, da mesma forma que a recente lei municipal, dos Municípios.



Foi o meio encontrado pela Câmara dos Vereadores da Cidade do Rio de Janeiro de adiantar para início de 2018 os prazos da citada Lei Federal estipulados para depois no segundo semestre!




LEI Nº 6314 DE 03 DE JANEIRO DE 2018

FIXA NORMAS PARA NOMEAÇÃO DO CARGO DE ADMINISTRADOR DE EMPRESA PÚBLICA E DE SOCIEDADE DE ECONOMIA MISTA NO ÂMBITO DO MUNICÍPIO DO RIO DE JANEIRO, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS.

O presidente da câmara municipal do rio de janeiro nos termos do art. 56, iv combinado com o art. 79, § 5º, da lei orgânica do município do rio de janeiro, de 5 de abril de 1990, não exercida a disposição do § 7º do art. 79, promulga a lei nº 6.314, de 3 de janeiro de 2018, oriunda do projeto de lei nº 489-a de 2017, de autoria do senhor vereador júnior da Lucinha.

Art. 1º fica determinada a observância das normas fixadas no presente diploma legal na nomeação de ocupantes dos cargos de administradores de empresa pública e de sociedades de economia mista.

Parágrafo único. Consideram-se administradores da empresa pública e de sociedade de economia mista os membros do conselho de administração e da diretoria.

Art. 2º os membros do conselho de administração e os indicados para os cargos de diretor, inclusive presidente, diretor-geral e diretor-presidente, serão escolhidos entre cidadãos de reputação ilibada e de notório conhecimento, devendo ser atendidos, alternativamente, um dos requisitos das alíneas "a", "b" e "c" do inciso i e, cumulativamente, os requisitos dos incisos II e III:

I - ter experiência profissional de, no mínimo:

a) dez anos, no setor público ou privado, na área de atuação da empresa pública ou da sociedade de economia mista ou em área conexa àquela para a qual forem indicados em função de direção superior; ou

b) quatro anos ocupando pelo menos um dos seguintes cargos:

1. Cargo de direção ou de chefia superior em empresa de porte ou objeto social semelhante ao da empresa pública ou da sociedade de economia mista, entendendo-se como cargo de chefia superior aquele situado nos dois níveis hierárquicos não estatutários mais altos da empresa;

2. Ter ocupado cargo em comissão ou função de confiança equivalente a das- 9 ou superior, no setor público;

3. Cargo de docente ou de pesquisador em áreas de atuação da empresa pública ou da sociedade de economia mista;

c) quatro anos de experiência como profissional liberal em atividade direta ou indiretamente vinculada à área de atuação da empresa pública ou sociedade de economia mista.

II - ter formação acadêmica compatível com o cargo para o qual foi indicado; e

III - não se enquadrar nas hipóteses de inelegibilidade previstas nas alíneas do inciso i do "caput" do art. 1º da lei complementar nº 64, de 18 de maio de 1990, com as alterações introduzidas pela lei complementar nº 135, de 4 de junho de 2010.

§ 1º o estatuto da empresa pública, da sociedade de economia mista e de suas subsidiárias poderá dispor sobre a contratação de seguro de responsabilidade civil pelos administradores.

§ 2º é vedada a indicação para o conselho de administração e para a diretoria:

I - de secretário municipal, de titular de cargo, sem vínculo permanente com o serviço público, de natureza especial ou de direção e assessoramento superior na administração pública, de dirigente estatutário de partido político e de titular de mandato no poder legislativo de qualquer ente da federação, ainda que licenciado do cargo;

II - de pessoa que atuou, nos últimos trinta e seis meses, como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral;

III - de pessoa que exerça cargo em organização sindical;

IV - de pessoa que tenha firmado contrato ou parceria, como fornecedor ou comprador, demandante ou ofertante, de bens ou serviços de qualquer natureza, com a pessoa político-administrativa controladora da empresa pública ou da sociedade de economia mista ou com a própria empresa ou sociedade em período inferior a três anos antes da data de nomeação;

V - de pessoa que tenha ou possa ter qualquer forma de conflito de interesse com a pessoa político-administrativa controladora da empresa pública ou da sociedade de economia mista ou com a própria empresa ou sociedade.

§ 3º a vedação prevista no inciso i do § 2º estende-se também aos parentes consanguíneos ou afins até o terceiro grau das pessoas nele mencionadas.

§ 4º os administradores eleitos devem participar, na posse e anualmente, de treinamentos específicos sobre legislação societária e de mercado de capitais, divulgação de informações, controle interno, código de conduta, a lei nº 12.846, de 1º de agosto de 2013 - lei anticorrupção, e demais temas relacionados às atividades da empresa pública ou da sociedade de economia mista.

§ 5º os requisitos previstos no inciso i do "caput" poderão ser dispensados no caso de indicação de empregado da empresa pública ou da sociedade de economia mista para cargo de administrador ou como membro de conselho, desde que atendidos os seguintes quesitos mínimos:

I - o empregado tenha ingressado na empresa pública ou na sociedade de economia mista por meio de concurso público de provas ou de provas e títulos;
II - o empregado tenha mais de dez anos de trabalho efetivo na empresa pública ou na sociedade de economia mista;

III - o empregado tenha ocupado cargo na gestão superior da empresa pública ou da sociedade de economia mista, comprovando sua capacidade para assumir as responsabilidades dos cargos de que trata o "caput".

§ 6º entende-se como participante de estrutura decisória de partido político ou em trabalho vinculado a organização, estruturação e realização de campanha eleitoral, nos termos do inciso II do § 2º deste artigo, também a participação como candidato a cargo eletivo, majoritário ou proporcional, no período de cinco anos anteriores à indicação para presidente, conselho de administração e para diretoria.

Art. 3º entende-se como notório conhecimento para efeitos de nomeação para o cargo de presidente ou de outra nomenclatura equivalente a presidente, bem como do cargo imediatamente inferior ou equivalente a diretor na estrutura hierárquica de empresa pública e de sociedade de economia mista do município do rio de janeiro, o exercício de cargo de chefia em instituição pública ou privada na área de atuação da empresa pública ou da sociedade de economia mista para o qual for indicado pelo prazo mínimo de três anos contínuos ou cinco intercalados.

Parágrafo único. Qualquer nomeação, indicação, eleição ou designação inclusive anterior à vigência da presente lei, que contrarie a redação dos arts. 2º e 3º, deverá ser revista e seus efeitos cessados no prazo de trinta dias contados da data da publicação da presente lei.

Art. 4º esta lei entra em vigor na data de sua publicação, tendo as empresas públicas e sociedades de economia mista municipais o prazo de trinta dias para adequação ao disposto nesta lei.

Câmara municipal do rio de janeiro, 3 de janeiro de 2018.

VEREADOR JORGE FELIPPE
PRESIDENTE
D. O RIO 05.01.2018 

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

Suportes para Sacos Plásticos

O suporte metálico para saco plástico parece ser uma opção simples para acondicionamento de resíduos. Apesar de dificilmente receberem elogios pelo design ou estética, estes dispositivos podem rapidamente suprir um pico de demanda em horários de pico ou programação de algum evento.


Exemplo de suporte metálico para saco plástico na cidade de Bangkok, Tailândia 


Exemplo de suporte metálico para saco plástico na cidade de Bangkok, Tailândia 

Exemplo de suporte metálico para saco plástico na cidade de Bangkok, Tailândia 

segunda-feira, 1 de janeiro de 2018

Após festa de réveillon, mais de mil garis fazem a limpeza da areia e das ruas de Copacabana

Foram coletadas 285 toneladas de resíduos sólidos da areia, do calçadão e das ruas transversais e principais do bairro. No réveillon do ano passado, foram recolhidas 290 toneladas.



Às 7h40, praia ainda continuava cheia e pá mecânica tinha dificuldade para manobrar (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Às 7h40, praia ainda continuava cheia e pá mecânica tinha dificuldade para manobrar (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Mais de mil garis realizaram a limpeza da Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na manhã desta segunda-feira (1°) depois da festa da virada que, segundo a prefeitura, atraiu 2,4 milhões de pessoas para a areia da praia. Foram coletadas 285 toneladas de resíduos sólidos da areia, do calçadão e das ruas transversais e principais do bairro. No réveillon de 2017, foram recolhidas 290 toneladas.

A limpeza foi concluída às 10h e, por volta das 12h, o presidente da Comlurb informou que o volume de lixo no réveillon aumentou em 20% na cidade, mas em Copacabana, especificamente, houve uma redução.

O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira, apostou na reciclagem para a redução fo lixo neste réveollon. "Embora a expectativa de público tenha sido maior, estamos apostando na consciência das pessoas no recolhimento de lixo reciclável. Também começamos uma limpeza com 200 garis no entorno já durante a madrugada" disse Teixeira.

Pelo segundo ano consecutivo, o técnico em meio ambiente Júlio César dos Santos Souza, juntou prestadores de serviço para catar latas de alumínio para reciclagem, em dois pontos da Praia de Copacabana. Por volta das 8h30, no ponto próximo ao palco, ele já tinha colocado quatro sacolas de 50 quilos, cada sobre o caminhão e catadores já tinham enchido pelo menos outras 20 sacolas iguais.

"A gente ganha um dinheiro, mas o ganho ambiental é muito maior. Olha só a quantidade de latas que a gente está levando para reciclagem num depósito lá em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Lá esse material vai ser compactado e depois segue para uma fundição", explicou Santos, que ganhar R$ 100 por cada sacola e costuma ter um lucro de 50% do arrecadado, depois de pagar os catadores.

Garis fazem a limpeza na altura de onde foi montado o palco em Copacabana (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Garis fazem a limpeza na altura de onde foi montado o palco em Copacabana (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Garis dizem que esse ano tem mais lixo na praia que no ano passado. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)
Garis dizem que esse ano tem mais lixo na praia que no ano passado. (Foto: Alba Valéria Mendonça / G1)


Megaoperação de limpeza

A megaoperação em Copacabana começou na noite de domingo (31), com agentes realizando trabalho preventivo, mas às 6h que os garis começaram o trabalho pesado de limpeza das areias, do calçadão e das ruas do bairro. Ao todo, 1.182 garis e 113 fiscais e agentes ambientais, que contam com o apoio de 700 contêineres, 40 laranjões e 155 viaturas e equipamentos móveis, realizam o trabalho de retirada do lixo.

Além da faixa de areia do Leme ao Leblon, há equipes nas praias da Ilha do Governador, em Sepetiba, Guaratiba, Paquetá, Barra e Recreio, e no Piscinão de Ramos; além do Parque do Flamengo e do Parque Madureira.

Coleta Seletiva

A Coleta Seletiva também teve papel de destaque durante o réveillon. No ano passado, foram recolhidas 45 toneladas de material reciclável, como alumínio, vidro, metal e papel. Esse ano foram instaladas quatro tendas na orla de Copacabana exclusivamente para descarte voluntário de materiais recicláveis.

Na operação desse réveillon, 120 garis da coleta seletiva atuaram na areia, com o auxílio de 17 caminhões, sendo três exclusivamente de coleta seletiva.

O material recolhido foi levado para as Centrais de Triagem de Irajá e Bangu e para cooperativas cadastradas, onde os catadores fazem a separação, o enfardamento e comercializam os recicláveis, garantindo trabalho e renda para os cooperativados.

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Taxa de Coleta de Lixo em Phi Phi - Tailandia


"Todos os anos, milhares de turistas visitam a ilha Phi Phi. O que significa que milhares de toneladas de lixo e milhões de litros de águas residuais são produzidos nesta ilha.


Para manter o ambiente sustentável, precisamos coletar o valor de 20 Baht por pessoa de todos os visitantes. Essa quantidade de dinheiro será usada para gerenciamento de resíduos na Ilha Phi Phi."

Coleta em Siem Riep - Camboja

Sem Guarnição...

Veículo chega e os comerciantes usam.





quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Instalação Operacional em Bangkok - Tailândia

Em qualquer instalação operacional, ter os banheiros, vestiários e refeitórios em boas condições de uso, limpos, organizados e agradáveis afeta positivamente o ambiente de trabalho e reduz o risco de doenças relacionadas à falta de asseio.



Vandalismo é responsável por retirar mais de 12 mil lixeiras das ruas da cidade

Moradora do Méier, Janinha Paim lamenta a falta das lixeiras
Moradora do Méier, Janinha Paim lamenta a falta das lixeiras Foto: Agência O Globo

Uma em cada cinco lixeiras do Rio de Janeiro foram retiradas das ruas, na maioria das vezes por questões de vandalismo. Segundo números da Comlurb, a cidade tem hoje 64.419 pontos de instalação para as papeleiras, mas só 51.349 estão instaladas à disposição da população. Da Zona Norte a Zona Sul, passando pelo Centro, muitas estão quebradas e outras foram arrancadas dos postes, restando apenas partes da estrutura.
A servidora estadual aposentada Maria Cristina, de 68 anos, afirma que várias vezes têm que levar o seu lixo para casa pois não encontra uma papeleira pelo caminho, principalmente em bom estado de conservação. Moradora do Largo do Machado, ela reconhece que a depredação das "laranjinhas" prejudicam o exercício da cidadania. Além disso, Maria Cristina observa que não vê mais tantos garis esvaziando as lixeiras.
— Por várias vezes eu vejo o lixo transbordando ou então as papeleiras quebradas e sem tampa, o que deixa a cidade feia. É uma pena que isso aconteça. Não custa nada as pessoas respeitarem o patrimônio público e colocarem corretamente o lixo. Antes os garis passavam e recolhiam os resíduos, hoje não vejo com tanta frequência — revela.
"Cadê a lixeira que estava aqui?", questiona a aposentada Maria Cristina, moradora do Largo do Machado
 Foto: Agência O Globo

Apesar da queixa da aposentada, a Comlurb garante que os garis têm sido orientados a esvaziar mais vezes as papeleiras ao longo do dia, já que, segundo a companhia, elas estão sendo mais utilizadas pela população, principalmente depois do lançamento do programa Lixo Zero, em 2013, e das campanhas de conscientização da Comlurb. Até outubro deste ano, 38.882 pessoas foram multadas por jogar lixo no chão.
O economista Luis Eduardo Maciel, de 56 anos, mora no bairro do Flamengo e destaca que as poucas lixeiras da Rua São Salvador estão sempre quebradas, com as tampas levantadas e desafixadas no poste. Segundo ele, a presença das papeleiras está relacionada a uma questão de cidadania. Luis Eduardo afirma ainda que a prefeitura deveria estudar um novo modelo de lixeira, com mais espaço e maior durabilidade.
— A conscientização sobre não jogar lixo nas ruas é uma questão difícil aqui no Brasil, pouco valorizada, infelizmente. Sem a facilidade de se encontrar o local adequado para o descarte de resíduos, fica ainda pior. Talvez fosse a hora de se pensar em um conceito diferente, com espaços subterrâneos, talvez. É preciso um investimento a longo prazo.
Comlurb garante que os garis têm sido orientados a esvaziar mais vezes as papeleiras ao longo do dia
Comlurb garante que os garis têm sido orientados a esvaziar mais vezes as papeleiras ao longo do dia
 Foto: Agência O Globo

A Comlurb explica que, em função da restrição orçamentária e após um estudo técnico da instituição, foi planejado um remanejamento de papeleiras, adequando-as às demandas específicas de cada localidade. Elas ficam geralmente concentradas em locais com maior fluxo de pedestres. Nos bairros residenciais, a colocação segue outro padrão, de acordo com o planejamento operacional adequado para cada área.,
— Morei durante 23 anos em outro condomínio no Flamengo e pedi a troca da lixeira que ficava na porta do meu prédio, pelo menos, umas dez vezes — lembra Luis Eduardo.
A Zona Norte do Rio concentra cerca de 33% das lixeiras. No Méier, na Rua Dias da Cruz, uma das mais movimentadas da região, é possível observar lixeiras faltando partes ou então imundas e em mau estado de conservação. Na altura do cruzamento com a Rua Adolfo Bergamini, a farmacêutica Janinha Paim, de 35 anos, estava justamente em busca de um local para destinar corretamente o seu lixo, o que não foi possível.
— É comum ter que andar com o saquinho de pipoca, um papel sujo ou a embalagem do sorvete, por exemplo, nas mãos até chegar em casa. A gente não encontra uma lixeira, principalmente aqui nesse trecho. Quando nos deparamos com uma papeleira nova por aqui, logo depois ela já está quebrada ou nem existe mais. Fica bem difícil — lamenta.
Entre 2012 e dezembro de 2017 houve reposição e troca de 13.436 papeleiras, segundo a Comlurb. Em 2016, foi feita licitação para compra de 17.000 papeleiras, que já foram utilizadas na reposição de itens vandalizados. Ainda de acordo com a companhia, há estudos de uma nova licitação para a compra de novas papeleiras no ano que vem.
Entre 2012 e dezembro de 2017 houve reposição e troca de 13.436 papeleiras, segundo a Comlurb 

Foto: Agência O Globo


Varredor em Siem Riep - Camboja


quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Lixo Compactável e Lixo Não Compactável

Devemos considerar em nossas rotinas o conceito de LIXO COMPACTÁVEL e LIXO NÃO COMPACTÁVEL, deixando para trás a classificação de lixo domiciliar e público para veículos.

Lixo Compactável

É todo o resíduo que pode ser coletado em um veículo com sistema de compactação. São os caminhões compactadores, caixas compactadoras e agora a novidade da coleta automatizada lateral..

Produto de varrição, coleta domiciliar, feiras livres, galhadas, bens inservíveis, pequenas quantidades de entulho são compactáveis.

Com isso, perde-se o conceito de compactador de lixo público. Este passa a ser considerado um veículo que coleta lixo compactável em apoio à frota de veículos que percorre os roteiros de coleta domiciliar.

Os satélites são veículos de apoio aos compactadores. Devem ser encarados como um serviço de puxada mecanizada! 

 

Lixo Não Compactável

É todo o resíduo que pode danificar o veículo com sistema de compactação, e, por isso, deve ser removido com basculantes e poli guindastes.

Para lixo compactável, o uso de basculante ou poli guindaste sempre será menos produtivo que o uso de um compactador!


Vamos aplicar esse novo conceito!!!!

Produção a qualquer custo!?

Buscamos sempre melhorar nossa produtividade mas não podemos ser irresponsáveis. 

É certo que existem formas de melhorar a produtividade de nossos poliguindastes mas sem usar a imagem como exemplo. Transportar seis caixas em uma viatura que deveria transportar somente três é um convite para um acidente. 


Meditação Dois Tempos

Monge realizando tarefas diárias em templo em Ayutthaya na Tailandia

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

Bicicleta em Siem Riep, Camboja

Bicicleta utilizada por trabalhadores para executar a limpeza de sitios arqueológicos em Siem Reap

Os templos existentes  no Parque Arqueológico Angkor, em Siem Riep, Camboja, foram declarados Patrimônio da Humanidade pela UNESCO em 1992.


Aterros Sanitários

Fonte: Vera Christina Vaz Lanza e André Luciano de Carvalho.

Conforme a NBR 8419/1992 da ABNT o aterro sanitário também é uma técnica de disposição de resíduos sólidos urbanos no solo, sem causar danos à saúde pública e ao meio ambiente, minimizando os impactos ambientais. Tal método utiliza princípios de engenharia para confinar os resíduos sólidos à menor área possível e reduzi-los ao menor volume permissível, cobrindo-os com uma camada de terra na conclusão de cada trabalho, ou intervalos menores, se necessário.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos ( Lei 12.305/2010 ) determina que a gestão e o gerenciamento de resíduos sólidos deve obedecer a seguinte ordem de prioridade : Não Geração – Redução – Reutilização – Reciclagem – Tratamento e, somente em última hipótese, a disposição final ambientalmente adequada somente dos rejeitos.

Faz-se necessária a capacitação de agentes que trabalhem com resíduos no sentido de compreender as maneiras de se cumprir a legislação, contribuindo assim para o desenvolvimento de um mercado com negócios bilionário e grandes oportunidades para consultores e empreendedores, além de gerar emprego para catadores e pessoas de baixa renda.

Profissionais que sabem pôr em prática um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos de forma eficiente, diminuindo a taxa de resíduos destinadas ao aterro, conseguem se destacar no mercado e são altamente requisitados por empresas do setor. A qualificação com base em países desenvolvidos, onde essas práticas já são aplicadas, contribuem demasiadamente para a capacitação e dá ao profissional um diferencial considerável.

O caminhão deve depositar o lixo em “pilhas” imediatamente a jusante da frente de operação demarcada, conforme definido pelo fiscal. O desmonte dessas pilhas de resíduos deverá ser feito com o auxílio da lâmina do trator de esteira que, em seguida, procederá a seu espalhamento e compactação.

aterro
Aterro sanitário da Caximba no Paraná

A área de disposição dos resíduos deve ser previamente delimitada por uma equipe técnica de topografia. No início de cada dia de trabalho, deverão ser demarcados – com estacas facilmente visualizadas pelo tratorista – os limites laterais, a altura projetada e o avanço previsto da frente de operação ao longo do dia.

Na frente de operação, os resíduos devem ser espalhados e compactados por um equipamento apropriado ( preferencialmente um trator de esteira com peso operacional mínimo de 15 toneladas ) em rampas com inclinação aproximada de 1 na vertical para 3 na horizontal (1:3). O equipamento de compactação deve estar permanentemente à disposição na frente de operação do aterro sanitário.

A camada de impermeabilização da base deve garantir a segura separação da disposição de resíduos do subsolo, impedindo a contaminação do lençol freático e do meio natural através de infiltrações de percolados e / ou substâncias tóxicas.

O bom funcionamento do sistema de drenagem interna de percolados e de gases é fundamental para a estabilidade do aterro sanitário. A drenagem de percolados deve estar inserida entre os resíduos, podendo ser interligada ao sistema de drenagem de gases.

No Brasil poderão ser dispostos no aterro sanitário os resíduos sólidos de Classe II – Não-Inertes – segundo as definições apresentadas na NBR 10.004/1987 da ABNT. Sob nenhuma hipótese deverão ser recebidos resíduos sólidos de Classe I, classificados como perigosos.

A legislação ambiental brasileira exige um diagnóstico de todos os resíduos ( Gravimetria dos resíduos ) antes que estes sejam destinados à uma disposição final. Normalmente esse diagnóstico deve constar em um Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos e ser atualizado mensalmente. As informações sobre os resíduos devem então ser repassadas pelo poder público municipal ao Governo Federal onde serão cadastrados no Sistema Nacional de Informações sobre a Gestão dos Resíduos Sólidos, SINIR.

Portanto para ser chamado de aterro sanitário são necessários no mínimo as seguintes características a central:

Unidades Operacionais :

  • Possibilidade de alojamento em células especiais para vários tipos de resíduos;
  • Células para rejeitos oriundos do lixo domiciliar;
  • Células de lixo hospitalar (caso o Município não disponha de processo mais efetivo para dar destino final a esse tipo de lixo);
  • Isolamento inferior não permitindo que o chorume atinja os lençóis freáticos;
  • Sistema de coleta e tratamento dos líquidos percolados (chorume), resultante da decomposição da matéria orgânica;
  • Sistema de coleta e tratamento dos gases do aterro;
  • Isolamento superior evitando contaminação do ar e atração de animais que se alimentam dos resíduos orgânicos;
  • O isolamento superficial (superior) deve ser feito diariamente;
  • Sistema de drenagem pluvial para evitar que a água da chuva penetre no aterro e dessa forma gere ainda mais chorume;
  • Pátio de estocagem de materiais.



aterro
Conte da seção de um aterro sanitário



Unidades de apoio:

  • Cerca e barreira vegetal;
  • Estradas de acesso e de serviço;
  • Balança rodoviária e sistema de controle de resíduos;
  • Guarita de entrada e prédio administrativo;
  • Oficina e borracharia.

Além dessas exigências técnicas estruturais e construtivas, há que se avaliar também as probabilidades de impacto local e sobre a área de influência do empreendimento e se buscar medidas para mitigá-los.

Embora consistindo numa técnica simples, os aterros sanitários exigem cuidados especiais, e procedimentos específicos devem ser seguidos desde a escolha da área até a sua operação e monitoramento.

De acordo com a NBR 13896/1997 da ABNT, recomenda-se a construção de aterros com vida útil mínima de 10 anos. O seu monitoramento deve prolongar-se, no mínimo, por mais 10 anos após o seu encerramento.




sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Crivella veta projeto de lei que poderia tirar Rubens Teixeira da Comlurb



Por: Aline Macedo

O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira
O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira Foto: reprodução de vídeo / Agência O Globo
Mais de um mês depois de uma aprovação vapt-vupt na Câmara, e com apenas dois votos contrários, o prefeito Marcelo Crivella (PRB) vetou o PL 489-A/2017, de Junior da Lucinha (PMDB).

Se tivesse sido sancionado, o texto obrigaria o município a aplicar — em até 30 dias — algumas regras da lei federal das estatais (13.303/2016).

E, assim, não seria mais permitido que secretários, assessores, sindicalistas e políticos, entre outros, fossem nomeados para altos cargos de direção e conselho das empresas públicas e de economia mista.

Na mira

O principal efeito — e alvo da Câmara, diga-se de passagem — seria a exoneração do presidente da Comlurb, Rubens Teixeira, que se candidatou a vereador no ano passado.

O moço se tornou um desafeto de muitos nobres do Palácio Pedro Ernesto depois de proibir os superintendentes regionais da companhia de atender diretamente a pedidos de políticos.

O veto integral foi publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (15), e alega vícios de inconstitucionalidade e ilegalidade.

"A matéria tratada na proposta é de estrita competência do Chefe do Poder Executivo, a quem incumbe dispor sobre a criação, extinção e definição de estrutura e atribuições das Secretarias e dos Órgãos da Administração Direta, Indireta e Fundacional do Executivo Municipal", diz um trecho da justificativa.

quinta-feira, 30 de novembro de 2017

Comlurb volta do feriadão com troca em massa de cargos de confiança




O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira
presidente da Comlurb, Rubens Teixeira Foto: reprodução de vídeo / Agência O Globo
A volta do feriadão pode ter um sabor doce ou amargo para os trabalhadores da Companhia Municipal de Limpeza Urbana, a Comlurb.
No Diário Oficial desta terça-feira (21), foram publicadas mais de 130 trocas, entre dispensas e designações — todas de empregos de confiança.
Entre o pessoal que perdeu ou ganhou emprego, ou simplesmente mudou de função dentro da estatal, estão coordenadores, diretores, assessores e até técnicos de informática.
Mas sabe-se lá quanto tempo todas as nomeações vão durar: duas semanas atrás, a Câmara aprovou uma lei que pode custar a cabeça do presidente da Comlurb, o ex-secretário de Conservação Rubens Teixeira.
Como ele foi candidato a vereador em 2016, seria atingido em cheio pela lei, que cria uma quarentena para políticos e pessoas diretamente envolvidas em campanhas eleitorais, impedindo sua nomeação para altos cargos nas empresas e autarquias municipais.
A lei ainda não foi aprovada pelo prefeito Marcelo Crivella (PRB), mas o alcaide vai se ver em situação complicada para vetar o texto: o projeto do vereador Junior da Lucinha (PMDB) copia tintim por tintim a lei federal das estatais, a 13.303/2016.
Teixeira passou para a berlinda depois de proibir os superintendentes regionais de atender a pedidos dos vereadores, dizendo que todas as reclamações teriam que ser encaminhadas pela ouvidoria.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Pastores, ex-candidatos e doadores ganham cargos de confiança na Comlurb



Por: Berenice Seara e Aline Macedo e

O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira
O presidente da Comlurb, Rubens Teixeira Foto: Reprodução / Facebook
O novo presidente da Comlurb, Rubens Teixeira, jogou no lixo a promessa de campanha do prefeito Marcelo Crivella (PRB) de valorizar funcionários de carreira da companhia.

Só na última terça-feira (21), foram publicadas, no Diário Oficial, mais de 130 mudanças.

Todas tratavam de exonerações — e, claro, de nomeações.

Eclético

Na lista dos nomeados em cargos de confiança, estão um diácono da Igreja Batista e cinco pastores de diferentes denominações evangélicas.

Além disso, há quatro ex-candidatos derrotados (um deles perdeu a eleição, pelo partido do prefeito, numa cidade de Goiás!), um filiado ao PRB e dois ex-assessores parlamentares de Crivella e de seu sucessor no Senado, Eduardo Lopes.

Há também fiéis e generosos doadores de campanha.

Quais os atributos?

A lista dos nomeados em cargos de confiança da Comlurb chamou a atenção da equipe do vereador David Miranda, do PSOL.

Ele protocolou um requerimento de informações, pedindo à presidência da companhia que explique os critérios usados na escolha dos novos designados.

Afinal, eles devem ser mesmo bons, para desbancar servidores que conhecem a companhia de limpeza há muitos anos.

Miranda também quer saber qual a remuneração da turma.

Muita gratidão

Três recém-nomeados na Comlurb contribuíram financeiramente para Rubens Teixeira disputar uma cadeira na Câmara de Vereadores do Rio, nas eleições do ano passado.

O esforço foi bem-vindo, mas o moço não se elegeu.

Dizem as péssimas línguas da política, no entanto, que sempre é bom olhar com muito carinho para o passado — quando se pensa no futuro...

Semente

Um outro deu um gordo cheque — de R$ 30 mil!!! — para a malfadada campanha de Marcelo Crivella (PRB) ao governo do estado em 2014.

Aliás, este deve ter empobrecido recentemente.

Foi agora nomeado assistente técnico de informática na Comlurb — um posto de nível médio, modesto, se comparado à condição financeira esperada de um doador tão generoso três anos atrás.

Seguidores

Há também os amigos de carreira: cinco agraciados trabalharam com Teixeira na Secretaria de Conservação e Meio Ambiente (Seconserma)

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

A Comlurb Azul

Em 2011 fruto de uma Operação Urbana Consorciada (OUC) para a revitalização urbana da Região Portuária do Rio de Janeiro, iniciava a concessão de serviços públicos conhecida por "Porto Maravilha".

Aberto o processo de escolha da empresa que realizaria a Limpeza Urbana da Concessionária Porto Novo, a Comlurb, que até então era a era responsável pela limpeza urbana da região, apresentou a melhor proposta e foi contratada para continuar seus serviços.  

A diferença entre a Comlurb pré concessão e pós concessão estava em que a operação seria avaliada e remunerada não mais pela Prefeitura, e sim pelo novo cliente a empresa Porto Novo. Também os uniformes e programação visual das viaturas deixaram o laranja e passaram a ser azuis, a "Comlurb Azul".

Em 2016 e 2017, aconteceram dificuldades com a Porto Novo e, apesar de atrasos nos pagamentos pela prestação do serviço a Comlurb Azul continuou suas atividades. 


Coleta Domiciliar da Comlurb prestando serviço para a Porto Novo


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Varrição da Comlurb prestando serviço para a Porto Novo


















Em Julho de 2017 veio a notícia que a Prefeitura iria assumir os serviços que estavam sob concessão para a Porto Novo. Para a Comlurb, isso significou deixar o azul e voltar para o laranja, comemorada com um certo orgulho de ter toda a cidade novamente com o "exército laranja".

Em novembro, aparentemente com todo o imbróglio da concessão resolvido, a Comlurb foi retirada da região portuária. Não há mais Comlurb Azul ou Comlurb laranja! O que existe agora é uma outra empresa de limpeza urbana prestando serviços na cidade do Rio de Janeiro.

Para quem tem receio de terceirização ou privatização da Comlurb, isso é pior, é a cessão de espaço, perda de market share que agora não é mais 100%. 


18/06/2017
05/07/2017
15/11/2017