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sexta-feira, 24 de julho de 2015

Ponto Crítico de Vazamento Irregular Erradicado

A galera da Gerência de Curicica - BG16C construiu um jardim para dar fim a um ponto de descarte irregular de lixo que havia na rua Ventura, em Curicica. 



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terça-feira, 14 de julho de 2015

Lutocar 2.0 - O Lutocar turbinado!

Os novos lutocares desenvolvidos pela Fábrica Aleixo Gari (LGF) devem ajudar na melhoria do Índice Padrão de Limpeza das gerências  considerando suas vantagens muito boas em relação ao lutocar original:

  • Sua caçamba é lisa favorecendo a retirada do saco sem rasgar ou forçar o gari.
  • A caçamba rígida também possibilita o uso eventual sem saco
  • As dimensões da caçamba são compatíveis com as dos sacos plásticos eliminando a necessidade de adaptações criativas usadas fara fixas os sacos nos containers ainda usados na varrição.
  • São ergonômicos e muito suave no manuseio!





sábado, 11 de julho de 2015

Onde o braço alcança?


Destacando o empenho e dedicação dos garis realizando limpeza de margem de canal.

No entanto, apesar do uso do EPI talvez a condição seja muito insegura. O gari no meio fio não parece ser uma boa ancoragem para o gari suspenso. Será que se o gari com a roçadeira perdesse o apoio não seriam dois dentro dágua? 




quinta-feira, 9 de julho de 2015

Simulado de Operações Integradas

Seguindo o planejamento do Centro de Operações - COR para os Jogos Rio 2016, participamos do simulado de mesa de operações integradas.

O exercício aconteceu em ambientes separados dentro do COR, simulando os diferentes centros operacionais que atuarão nas Olimpíadas. Um destes ambientes simulou a cena da ocorrência, de onde foram comunicadas as situações-problema para os participantes.

Participamos com um profissional de perfil mais operacional, no ambiente de simulação do COR, e outro com perfil mais de coordenação na sala-cenário. O profissional da sala-cenário participou como se estivesse no local de uma emergência. 


O objetivo deste simulado foi testar a operação integrada das agências de cidade e forças de segurança em cenários críticos projetados no período das Olimpíadas. Como aprendizado, o objetivo foi mapear a resposta integrada às situações-problema e identificar possíveis recomendações preventivas.





quinta-feira, 2 de julho de 2015

"Pela DSO e Pelo Prêmio!"

Uma forma muito interessante de aprimorar habilidades de liderança e trabalho em equipe é usar bons filmes como estudo de casos.

Filmes como “Gladiador”, “Cruzada”, “Resgate do Soldado Ryan”, “Treinador Carter” apresentam diversas situações de tomada de decisão, exemplos de liderança e empenho diante de reveses que podem dar início à profícuas discussões em um grupo  em treinamento.



Realizamos no auditório da Faculdade Castelo Branco a primeira Seção de Discussão sobre Liderança da Oeste Limpa. Após assistirem o filme "Mestre dos Mares" todos os Gerentes d e Departamento, Gerentes Adjuntos, Chefes de Núcleo de Pessoal e Assessoria, puderam debater sobre a importância da Liderança para garantir bons resultados operacionais.




Líder– Tomada de Decisão

Por Rafaela Laurencini

Toda decisão, por mais simples que pareça, envolve riscos e sacrifícios. O líder precisa desafiar a segurança, ter coragem para ver a realidade e atuar nela, é necessário que o líder tome decisões preparando a empresa para enfrentar e acompanhar as mudanças.

“as decisões são a essência do gerenciamento e da liderança, esta sem tomada de decisão é um vácuo” Des Dearlove

quarta-feira, 1 de julho de 2015

Taipá da carreta mutiuso

Mais uma vez a Fábrica Aleixo Gari surpreende e entrega mais um projeto que satisfaz plenamente a encomenda recebida.

A carreta multiuso recebida não atendia plenamente nossa necessidade pois sua lateral estava muito pequena. Recorremos a Fábrica Aleixo Gari para aumentar a lateral.

Precisávamos de um Taipá para aumentar a capacidade de carga da Carreta Multiuso,,,









sábado, 27 de junho de 2015

Triciclo para varrição

A equipe da Oeste Limpa está empolgada em realizar teste operacional dos novo triciclo de remoção para varrição, projeto da Fábrica Aleixo Gari.

Com um conceito já adotado em outros países o triciclo proporciona mobilidade ao gari que tiver que atuar mais distante de sua base. Com a caçamba removível e adaptada para uso em lifter é possível esvaziar os resíduos diretamente no caminhão compactador ou troca-la por uma vazia. 

Além da varrição o triciclo pode auxiliar na coleta em locais de pedestres sem acesso à veículos realizando uma puxada para um ponto específico para ação do caminhão

Conceito na Nova Zelândia
Conceito na Índia
Conceito no Perú




Copa América - Chile

terça-feira, 23 de junho de 2015

Acidente com Lifter em Caminhão Coletor

No dia 23 de junho, o Gari da Gerência de Bangú OG17B no serviço de coleta bateu com a mão no “lifter” ao arremessar o saco de lixo para dentro da bacia do coletor e fraturou o osso da mão.  

O “lifter” é um dispositivo hidráulico mecânico que iça o container para a bacia do coletor. O Gari deve estar atento à movimentação do equipamento para evitar choques e contatos que podem gerar graves acidentes.


Importante é evitar o arremesso de sacos de lixo pois podem rasgar gerando risco de espalhar lixo sobre os colegas

segunda-feira, 15 de junho de 2015

Acidente com carga

A CODESEG analisou o acidente de gari de coleta que ao jogar o saco de lixo para dentro do coletor causou uma lesão no músculo das costas, sendo assim algumas medidas foram recomendadas:

1- O acidente ocorreu na primeira viagem quando os músculos ainda estão frios, sendo assim, foi recomendado que se faça um aquecimento para se iniciar os trabalhos;

2- Procurar jogar o lixo mais próximo possível da caçamba do caminhão poderá evitar esforço excessivo;

Resultado de imagem para dor nas costas3- Visto que o empregado era novato no serviço de coleta fica claro a necessidade de orientação desses empregados;




4- O empregado reclamou que algumas creches da região com receio de dispor o lixo em conteiners para a coleta noturna e os mesmos serem roubados por terceiros, colocam excesso de lixo em alguns sacos e os garis fazem esforço além do normal para jogarem o lixo na caçamba. O Gerente responsável recebeu uma balança de mão para que possa pesquisar o peso dos sacos, para quando for conversar com os responsáveis dos estabelecimentos possa comprovar o excesso de carga.

Acidente com sandália

A CODESEG analisou o acidente envolvendo uma empregada que machucou o dedo do pé usando chinelo, sendo assim algumas medidas foram recomendadas:


O Gerente deverá realizar um plano de ação para evitar acidente envolvendo o uso de sandália tipo rasteirinha utilizando como referência a OGE que já realizou esse tipo de prevenção com sucesso.

Visto que o acidente ocorreu quanto a empregada saia do vestiário feminino, e que o mesmo está passando por reformas, fica claro a necessidade de orientar os garis para que tenham maior atenção ao utilizarem o espaço.



segunda-feira, 1 de junho de 2015

Frota de veículos leves com carreta multiuso!


As novas minivans SPIN das gerências transportam até 7 pessoas, são equipadas com bagageiro, e trazem como novidade o engate rápido (pino bola) que possibilita o reboque de carreta multiuso.

A “carreta multiuso” é oportunidade de aumentar a flexibilidade de uso operacional das viaturas leves realizando pequenas remoções e transporte de material e ferramental.


A fábrica Aleixo Gari da Comlurb já está providenciando o aumento da borda dos reboques já recebidos.

A idéia da carreta multiuso é simples mas demorou algum tempo para ser aceita. Agora que temos os engates podemos estudar o uso de novos tipos de reboques.

O objetivo é conseguir uma carreta prancha para transportar minitrator roçador, uma carreta com reservatório de água e motobomba e finalmente uma carreta ferramentaria para eventos.



Ilustração de carreta com motobomba
Conceito em 2010





sábado, 30 de maio de 2015

Reboque Operacional Abandonado

Uma carcaça abandonada é a prova incontestável que alguém em outras épocas buscou improvisar um reboque operacional.  

Os suportes metálicos provavelmente para fixação de bombonas a área plana com cobertura para instalação de moto bomba sugere que o protótipo abandonado seria destinado a algum tipo de lavagem 




segunda-feira, 18 de maio de 2015

40 Anos Comlurb

Da carroça puxada por burros ao Lixo Zero, os 40 anos da Comlurb


A maior empresa de limpeza urbana da América Latina festejou as quatro décadas de serviços à população carioca




Caminhão e caçamba antigos da Comlurb, usados em 1976
Foto:  Agência O Dia

Rio - O gerente e ex-gari Joaquim Virgílio pertence à quarta geração de sua família que, nas últimas quatro décadas, trabalhou na Comlurb. “Meu avô e meu pai foram funcionários e minhas filhas também. Tudo o que tenho agradeço à Comlurb”, disse. Nesta sexta-feira a maior empresa de limpeza urbana da América Latina festejou os 40 anos de serviços à população carioca. Para celebrar a data, foram produzidos um livro e um documentário relembrando a trajetória da limpeza pública no Rio de Janeiro.

O desafio de manter a Cidade Maravilhosa limpa vem de muito tempo, antes mesmo da criação da Comlurb, em 1975. “Antigamente, o lixo era levada em carroças. Às vezes, os burros empacavam em frente à linha do trem. Tinha que voltar e trocar os animais”, recorda Joaquim Virgílio.

Anos depois, as carroças foram aposentadas. Os caminhões foram para as ruas, mas o serviço continuou árduo. “Os garis carregavam cestos de 200 litros na cabeça dos morros do Pinto e da Providência até a Rua da Gamboa onde o lixo era jogado no caminhão. Agora, o gari nem suja a roupa”, diz o técnico Celso Cardoso.

No documentário, a empresa traça uma linha do tempo com fatos que marcaram as evoluções tecnológicas e de gestão da companhia. Do empresário Aleixo Gary — que em 1876 iniciou a profissionalização da prestação de serviços de limpeza na cidade e deu ao lixeiro o nome de gari — aos dias atuais com a implantação de programas como o Lixo Zero. “Antes, a gente varria e as pessoas jogavam lixo no chão. O gari tinha que voltar e catar. Hoje se o morador jogar papel no chão é multado. Está certo”, diz o ex-gari Derval Veiga

Laranja do uniforme dos garis cariocas é estratégia de design contra ‘invisibilidade’

Rafael Rodrigues e Maria del Carmen Zilio, da PVDI Design, dividiram a tarefa de reformular a imagem da Comlurb em 1975

17/05/2015 6:00




Os garis no desfile de 7 de setembro, em 1985 - Divulgação / Comlurb


RIO — O ano era 1975 e a companhia responsável pela limpeza da cidade convivia com um problema: apesar de contar com várias equipes e caminhões trabalhando nas praças e vias públicas, a população carioca não percebia a presença nem dos funcionários, nem dos carros e equipamentos da empresa nas ruas. À noite, eram comuns casos de garis atropelados por não serem vistos pelos motoristas. Como quem não é notado não é lembrado, o prefeito Marcos Tamoio achou que a companhia precisava vencer esta “invisibilidade”. E decidiu usar ferramentas do marketing e do design. Convidou, então, o escritório PVDI Design, do renomado Aloísio Magalhães, para mudar toda a imagem da empresa, que acabara de ser municipalizada.

Depois de visitar depósitos de lixo e acompanhar a rotina de garis pelas ruas, a equipe de designers descobriu que se tratava de uma mera questão de cor. O tom cinzento do tecido do uniforme dos garis e da tinta que recobria os caminhões de coleta de lixo “escondia” a Companhia de Limpeza Urbana do Município (Comlurb). A solução era destacar funcionários e equipamentos com cores mais chamativas. Nascia ali o uniforme laranja dos garis.

Um dos criadores do projeto de nova identidade visual da Comlurb foi o arquiteto e designer Rafael Rodrigues, de 74 anos, que dividiu com a designer Maria del Carmen Zilio, de 70, o desafio de dar uma roupagem moderna à empresa que prestava um serviço nada glamouroso.

— A ideia principal era dar mais segurança para o trabalho deste gari na rua. Criamos algo inovador: os uniformes eram de cor laranja, com faixas brancas nos braços. Como os garis trabalhavam nas ruas varrendo, as duas faixas, com o movimento dos braços deles, faziam uma espécie de sinalização. Isso diminuiu muito o número de acidentes — conta Rodrigues, que começou no escritório PVDI em 1964, como estagiário.



 Em 1973, dupla de garis trabalha com o antigo uniforme cinza, que não se destacava na rua
Paulo Moreira (24/04/1973)

Das pranchetas de Magalhães e sua equipe saiu a programação visual com as novas cores da Comlurb: azul, branco e o inesquecível laranja. Além de algumas inovações que duram até hoje e ajudaram a fixar e a divulgar a marca, transformando a figura do gari num dos símbolos cariocas mais populares do país. Este caso de sucesso é um dos que ilustram o livro “Comlurb 40 anos – uma memória da limpeza urbana”, que conta a história das quatro décadas da empresa, lançado na última sexta-feira.

O projeto previu, também , mudança no estilo dos uniformes, mais adequados ao trabalho nas ruas.

— Anteriormente, todos trabalhavam com o mesmo tipo de uniforme, cinza, de tecido pesado, e com calças compridas. Nos dias de calor, eles sofriam. Criamos quatro ou cinco modelos, incluindo um para os garis que varriam as praias, com bermudas e camisetas em gola V — recorda Maria del Carmen Zilio.


CABINE BRANCA ENCONTROU RESISTÊNCIA

O escritório também mudou a aparência dos caminhões: as cabines foram pintadas de branco e as caçambas, de azul. A ideia inicialmente encontrou resistência entre alguns funcionários.


  Em 1978, a lixeira e o carrinho com o novo logotipo aplicado - Divulgação / Comlurb

— Teve gente que reclamou, alegando que a cabine branca ia ficar suja. Mas um dos encarregados disse que era justamente o contrário: como o caminhão deveria ser lavado todos os dias, a cor branca não ia esconder a sujeira e os funcionários teriam que limpar bem as cabines — conta o designer, um dos sócios do PDVI Design.

Numa estratégia de marketing, depois que o projeto foi aprovado a companhia agiu rápido para que a nova cara da Comlurb fosse logo percebida.

— Eles mandaram pintar os 500 caminhões em tempo recorde e, em cerca de duas semanas, as ruas foram tomadas pelos veículos com novas cores e novo logotipo — diz.

Segundo Vinícius Roriz, presidente da Comlurb, nesses últimos 40 anos o projeto conceitual de Aloísio Magalhães e sua equipe foi mantido.

— Foram feitas apenas algumas adequações e modernizações. As faixas brancas dos uniformes, por exemplo, agora são em tecido com material reflexivo, que não existia na época.


UNIFORME VIROU MARCA REGISTRADA

O uniforme laranja deu tão certo, que virou marca do gari carioca. Nos últimos 40 anos, algumas mudanças, no entanto, precisaram ser feitas, seja por questões de segurança ou para aumentar o conforto dos profissionais. Em 1998, as faixas brancas, que só existiam nos braços, passaram a ser aplicadas nas barras das calças. E o tecido passou a ser reflexivo, aumentando a visibilidade do gari à noite.

O presidente da Comlurb, Vicente Roriz, lembra que em 1993, em função do crescimento da cidade, a companhia decidiu usar a cor laranja nas caixas coletoras de rua e contêineres, ajudando a dar maior visibilidade também aos equipamentos de limpeza urbana:

— Antes, tínhamos aquelas lixeiras azul de metal, chumbadas no chão. Quando começamos a usar lixeiras de plástico, presas em postes, começamos a usar as de cor laranja.


quinta-feira, 14 de maio de 2015

E a águia pousou!

No domingo dia das mães os profissionais da OGE foram desafiados em uma missão inusitada:
Apoiar a Secretaria de Conservação – SECONSERVA na construção de um heliponto de 5.000 m2 capaz de receber dois helicópteros  VH-34 Super Puma da comitiva presidencial programada para a inauguração de um conjunto habitacional. Além disso, realizar a limpeza do terreno e entorno, para evitar acidentes com o deslocamento de ar provocado pela aeronave. 

Utilizando caminhões para transporte de agregado, mortoserras, roçadeiras e muita disposição em ajudar as retroescavadeiras e o trator de esteira da Conservação, o local do pouso estava pronto, em menos de 36 horas!

O pouso foi tranquilo e o evento um sucesso.

segunda-feira, 11 de maio de 2015

‘Laranjões’ da Comlurb começam a tomar as ruas da cidade

Mulher usa o novo contêiner da Comlurb na Lapa: até o fim do ano serão instalados 4.800 na cidade

Mulher usa o novo contêiner da Comlurb na Lapa: até o fim do ano serão instalados 4.800 na cidade 

Foto: Márcia Foletto / Agência O Globo
RIO — Desde a última terça-feira, algumas ruas no Centro começaram a receber contêineres laranjas da Comlurb para depósito de lixo doméstico. Depois de uma fase de testes feita no ano passado no Jardim Oceânico, na Barra, e nas comunidades de Manguinhos e do Jacarezinho, a companhia iniciou o programa de expansão dos “laranjões” — que comportam até 900 quilos de lixo —, para mais bairros do Rio. Segundo o presidente da Comlurb, Vinícius Roriz, até o fim de maio, serão 2.000 na cidade, e o número deve aumentar 140% até o final deste ano, chegando a 4.800.

— No Jardim Oceânico, não houve diferença em relação à coleta que já fazíamos antes. Mas os testes em comunidade se mostraram excelentes para o novo modelo. Decidimos, então, privilegiar comunidades e bairros onde há grande circulação de pessoas para continuar o programa — disse Roriz, sem especificar exatamente as áreas que receberão contêineres nas próximas semanas.

As novas lixeiras servem tanto para material descartado em sacolas plásticas quanto para pequenas embalagens. Para abri-la, basta pisar na haste de metal na parte de baixo da lixeira. Caminhões adaptados com um braço mecânico esvaziam os recipientes três vezes por semana, e um veículo especial é responsável por limpá-los a cada sete dias.

De acordo com as pesquisas internas da Comlurb, no Jacarezinho e em Manguinhos o indicador de limpeza passou de 30 para 60 (numa escala que vai de 0 a 100). Nos últimos meses, também receberam contêineres as favelas da Rocinha, Cidade de Deus, Gardênia Azul e Maré. A distribuição foi de acordo com critério de avaliação interno.

— Nossa prioridade será as Zonas Norte e Oeste. Vamos continuar monitorando a cidade, para que a expansão ocorra de forma distribuída e ordenada — completou Roriz.

Mas as novas lixeiras já começam a provocar polêmica. Como alguns contêineres foram instalados sobre as calçadas, em lugares como a Rua do Resende, no Centro, quase não sobra espaço para os pedestres circularem. Ali, o depósito virou um trambolho. A lojista Ilda Gomes, que trabalha na região, diz que depois da instalação do contêiner a limpeza melhorou, mas faz ressalvas em relação ao tamanho da peça.

— Eu achei a nova lixeira muito grande. Mas, pelo menos, resolveu o problema. Como o caminhão do lixo não tem hora para passar, às vezes as sacolas de lixo nas calçadas se abriam. Agora não temos mais esse problema — disse Ilda, contando que prefere ter que desviar da lixeira na calçada a ver o lixo espalhado na rua.

A Comlurb não revela o valor do investimento feito para a instalação dos contêineres. A empresa afirma que o novo sistema vai permitir o ganho de produtividade no recolhimento de lixo, já que exigirá um número menor de funcionários na coleta de sacolas com material descartado.



Foto durante o teste de campo em 2013


terça-feira, 5 de maio de 2015

Atenção com a Manutenção Preventiva de Motores dois Tempos



Compra de combustível  (Deve ser responsabilidade de Encarregado)

1 - Adquirir combustível somente em postos com qualidade comprovada e preferencialmente sempre no mesmo posto.

Manuseio de combustível (Deve ser responsabilidade de Encarregado)

1 – Na mistura de gasolina e óleo, utilizar a relação 25 unidades de gasolina para uma unidade de óleo (um copo de 200ml de óleo para cada 5 litros de gasolina).
 Obs. NA DÚVIDA EXCEDER NO ÓLEO

2 - Utilizar recipientes rígidos com tampa de rosca.     
Obs.  Se utilizar garrafa PET remover a proteção plástica do interior da tampa

3 - Sacudir recipientes de armazenamento de combustível misturado que sobrou no dia anterior para evitar decantação.

4 - Juntar combustível misturado que sobrou no dia anterior com o combustível misturado no dia.

5 - Procurar misturar somente a quantidade para consumo diário.

Abastecimento da máquina (Gari)

1 - Sacudir vigorosamente o recipiente de combustível antes de abastecer, para homogeneizar a mistura.

2 - Limpar tampa do tanque de combustível para evitar queda de sujeira no tanque.

3 - Encher o tanque por completo

Operação em campo (Gari)

1 - Utilizar preferencialmente lâmina para mato e nylon para acabamento e sarjeta.

2 - Verificar comprimento do fio de nylon (um fio de nylon não poderá ultrapassar a saída do outro fio)

3 - Para cada hora trabalhada a máquina deve ser desligada por dez minutos.

Lavagem e limpeza da máquina (Gari)

1 - Drenar o combustível existente no tanque para o recipiente de armazenamento.

2 - Lavar em água corrente da mesma forma que se lava um carro (com a máquina fria).      
Obs. Evitar água na saída da descarga e no carburador.

3 -  Secar com pano, estopa ou jornal

4 - Ligar a máquina por cinco minutos

Lubrificação semanal da caixa da engrenagem (Deve ser responsabilidade de Encarregado)

1 - Remover parafuso da caixa de engrenagem e introduzir graxa no orifício do parafuso (utilizar graxeira ou tubo de Catchup com graxa).
Obs. Utilizar graxa a base de LÍTIO de multiplas aplicações

Limpeza semanal do  filtro de ar (Deve ser responsabilidade de Encarregado)

1 - Remover filtro de ar e lavar com água corrente.

2 - Secar o filtro com com pano limpo ou jornal                                                                                       Obs. Não utilizar estopa





sexta-feira, 17 de abril de 2015

Improviso na limpeza de peixes mortos

Percebendo que somente remover os peixes mortos das margens da Lagoa Rodrigo de Freitas seria um trabalho prolongado pois muitos peixes estavam ainda no espelho d´água, surgiu a idéia de utilizar uma rede de pesca especialmente confeccionada para puxar os peixes mortos para um local de melhor operação de remoção.

A rede foi tecida manualmente durante a noite e pelo motorista Jorge da Silva Rocha, o Cicicnho, em sua residência em Pedra de Guaratiba. O equipamento estava pronto para ser utilizado na manhã de sábado.







Com embarcações da Federação de Remo do Estado do Rio de Janeiro FRERJ e equipe bem disposta da OGE foi possível utilizar a rede tecida de véspera na coleta de peixes mortos no espelho dágua da lagoa Rodrigo de Freitas.











A iniciativa ofereceu a oportunidade de abrir uma nova frente de trabalho com a remoção dos peixes que chegavam a margem e também buscando embarcado os que continuavam flutuando nas águas. 





No mesmo fim de semana que iniciamos a utilização da rede de pesca especialmente tecida para recolher peixes mortos flutuando os ECOBOAT chegaram para operação na Lagoa Rodrigo de Freitas.

É claro que a produção de um ECOBOAT é imbatível diante da operação artesanal que estávamos fazendo manualmente. No entanto, no início da mortandade, a utilização de uma rede de arrasto pode ser a primeira resposta eficaz e barata à uma situação que pode evoluir para a necessidade de uma embarcação de maior porte.

Enquanto os ECOBOATS não chegam ou, até mesmo, permanecem. O empenho manual artesanal de empregados totalmente focados e dedicados como os garis da OGE podem fazer alguma diferença1