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sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Novos estágios operacionais


A prefeitura divulgou a implantação de novas referências de classificação dos estágios da cidade. Nos portais oficiais usados pelo Centro de Operações Rio e pelo Alerta Rio, a prefeitura trabalhava com quatro estágios operacionais (vigilância, atenção, alerta e alerta máximo), que eram restritos às condições meteorológicas.

Agora, para o próximo verão, o órgão reformulou o sistema para três estágios, indicados por cores: normalidade (verde), atenção (amarelo) e crise (vermelho). Segundo nota da prefeitura, a classificação será feita baseada nas características e impactos de cada ocorrência, utilizando critérios como local, dia da semana, horário, população impactada, número de vítimas, tempo estimado para resolução, potencial de agravamento e efetivo operacional que deve ser empenhado.

O prefeito disse que a chuva não é mais o único referencial para esses medidores. "É possível que, em agosto, época que não vai cai nenhuma gota, a cidade possa entrar em estágio de crise", explicou.
Pedro Junqueira, chefe executivo do Centro de Operações Rio, disse que situações como a queda da passarela na Linha Amarela em janeiro deste ano – que deixou quatro mortos – a final da Copa do Mundo na cidade e a saída de veículos para feriados prolongados são situações que podem alterar o estado de normalidade do município.
"Pode ser uma crise de outra ordem, ou evento que traga algum tipo de transtorno e complicador para a cidade do Rio. Uma carreta que tomba na Avenida Brasil, sentido Centro, às 5h, com difícil remoção*, a saída do Rio, a travessia da ponte que fica lenta por algumas horas, isso tudo pode fazer a cidade entrar em atenção, por exemplo", explicou.
* e que será removida pela OGE!

Inclusão de Mulheres na Coleta Domiciliar

Considerando a presença cada vez maior de garis do sexo feminino nas gerências de serviços, o sucesso da guarnição feminina no de compactador da coleta seletiva, e exemplos em outras cidades, é possível promover a inclusão de mulheres na Coleta Domiciliar.

Um grupo de voluntárias aceitou o desafio de serem as primeiras mulheres em um serviço tipicamente masculino e desde 01 de outubro está coletando lixo domiciliar em todas as gerências da DSO.

Melvy Tavares Da Santanna; Sára Barbosa Dos Santos e  Ana Maria Andrade Bally trabalham em Santa Cruz na OG19C. Relatam que em momento algum sofreram discriminação, pelo contrário, estão encontrando total apoio na equipe e motivadas em poder mostrar que as mulheres podem conquistar seu espaço com igualdade




A empregada Edineia dos Santos Oliveira trabalha em Pedra de Guaratiba (OG26P) diz estar gostando muito do serviço.  Afirma não encontrar dificuldades no dia dia e nem sofrer nenhum tipo de discriminação, ressaltou que tem total apoio da guarnição e está disposta a permanecer neste desafio.

Thais Ignácio Dos Santos da gerência de Realengo, OG33R, vem fazendo rodizio nas viaturas de coleta, disse gostar deste procedimento porque viabiliza conhecer outros roteiros de coleta, não encontrou nenhuma dificuldade até o momento, afirmou esta gostando muito do serviço e pretende continuar e mostrar que a mulher pode conquistar seu espaço com igualdade.



Alessandra Dos Anjos Santos e Aline Lopes são da Gerência de Vasconcelos, OG18V. disseram estar  satisfeitas com o trabalho e gostam do que faz. Comentaram que as vezes os colegas de guarnição, que em tom de brincadeira, comentam, "hoje a coleta vai acabar tarde porque temos mulher na equipe". Isso as deixam mais dispostas a vencerem as barreiras e conquistar seu espaço.

Carla Silva Miranda e Aline Alves Da Silva estão gostando de trabalhar na coleta domiciliar em Bangú na OG17B, única gerência operacional também comandada por uma mulher, a Alessandra Mota dos Santos. Comentaram que se preocupam com o perigo de encontrar objetos cortantes e perfurantes nos sacos de lixo, por isto estão tomando todo cuidado. Pretendem continuar neste desafio, mostrando que as mulheres não são tão frágeis como os homens julgam.

Em Campo Grande, na OG18G, o compactador P88 é conduzido por uma mulher da Empresa Colares Linhares. Trabalhando junto vem a Joyce Da Silva que afirma estar satisfeita com o trabalho e tentando superar mais um desafio em sua vida. Comentou que tem encontrado alguma dificuldade somente quando na coleta de saco verde o lixo de varrição está misturado com terra.




Exemplos em outras cidades:

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

Motoserras



São equipamentos que devem ser muito bem operados, pois existe o risco de graves acidentes. Espera-se que as motosserras reduzam o tempo de resposta de demandas relativas a arvores caídas em ventanias e eventualmente ajudem a preparar a remoção de galhadas podadas. 

Cada gerência da Diretoria Oeste recebeu uma motoserra que somente foi entregue após treinamento prático de seu usuário.







Nova Sepetiba

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Oportunidade para Serviço com Soprador - Rastelo de vegetação pós-roçada

Pequenos pedaços de vegetação presentes em uma área a ser limpa exigem mais atenção do gari com vassoura de metal. O soprador concentra os resíduos deixando menos pedaços pequenos no local.

Vantagem Aparente: Ganho de Qualidade


Uso rotineiro


Oportunidade para Serviço com Soprador - Varrição pós eventos

Grande quantidade de resíduos presentes em uma mesma área demanda maior esforço do gari com vassoura. O soprador concentra os resíduos com menor esforço do gari

Vantagem Aparente: Ganho de Produtividade


Uso eventual


Premissas de Utilização de Soprador

EQUIPAMENTO TESTADO

O soprador costal STIHL BR 600 é o mais potente do mercado e oferece mais conforto para quem usa. Utiliza a tecnologia 4-MIX, que garante baixo consumo de combustível e baixa emissão de gases poluentes. É ergonômico, leve e equipado com um exclusivo e eficiente sistema antivibratório e ainda com cintos acolchoados nos ombros. O BR 600 é ótimo para serviços como limpeza de jardins, terrenos, máquinas agrícolas, áreas industriais, grandes áreas públicas e manutenção de estádios e rodovias.




PRODUTIVIDADE APARENTE 

  • Varrição de área de 10.000 a 12.000 m2 em 5 horas utilizando 1 gari soprador e dois garis no apoio e remoção
  • Varrição de 6.000 m de sarjeta com calçada de 2 m de largura em 6 horas utilizando 1 gari no soprador e um gari no apoio e remoção.
  • Substituição de sete garis para cada gari com soprador na varrição das arquibancadas do Sambódromo.
  • Um soprador substitui 4 garis no serviço de apoio à capinadeira
  • O uso em sarjeta passa a ser vantajoso somente após 4.000m utilizando um gari com soprador e um gari em remoção.



PREMISSAS QUANTO AO USO 

  • Devido ao seu manuseio simples não é necessário o cargo de Operador de Máquinas para sua utilização.
  • O gari deve ser treinado no manuseio do soprador para garantir sua produtividade, qualidade e segurança.
  • Pode ser utilizado por garis homens e mulheres
  • Não há restrição quanto ao trabalho noturno desde que em local iluminado.
  • É necessário programar mão de obra para remover e ensacar os resíduos acumulados pelos sopradores.
  • Necessário uso de EPI para o ruído.
  • Durante a operação para cada 45 minutos ligado devem ser considerados 15 minutos de resfriamento.

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Coleta Seletiva: o que é preciso saber

A implantação da coleta seletiva no Rio de Janeiro, embora já bastante adiantada, ainda precisa se firmar em algumas regiões, principalmente Zonas Norte, Oeste e Centro.

O desafio é fazer com que a logística funcione além de mudar toda uma cultura de descarte da população, pouco habituada a contemplar a separação de resíduos, ou imaginando que o material reciclável deva ser acondicionado em “lixeiras” coloridas, uma para cada tipo de resíduo. Tal forma de segregação é válida, mas para a Cidade do Rio de Janeiro o que vale é bem mais simples, ou seja, todos os recicláveis juntos, em sacolas transparentes, separados dos resíduos orgânicos. Apenas esta simples separação basta para que o morador faça parte na cadeia de reciclagem.

O que deve ser compreendido é que a coleta seletiva é um esforço conjunto. De nada resolve a prefeitura disponibilizar o serviço de coleta se as pessoas, cooperativas, catadores e as empresas não fizerem cada um sua parte.

As iniciativas individuais e de entidades privadas associadas aos órgãos públicos possibilita a ampliação dos projetos de reciclagem e torna real o objetivo de sensibilizar a população para a importância ambiental e social de projetos com uma mudança no trato do lixo urbano. Com a ampliação dos projetos de reciclagem contribuímos para a sustentabilidade do meio ambiente.


Consultorias ambientais com foco na manutenção da sustentabilidade podem fazer toda a diferença, apresentando a grandes grupos empresariais e condomínios a importância do correto tratamento de resíduos. Uma dessas consultorias é Ética Ambiental, considerada uma das mais atuantes no segmento.


Julio Benck
Analista de Comunicação

segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Nunca Tantos deveram tanto a tão poucos!

Limpeza de pichação no marco histórico de Santa Cruz

São tantos vandalizando e sujando a cidade para que os relativamente tão poucos garis limpem que parece que estamos em constante guerra com aqueles que insistem em tentar tirar a beleza de nossa cidade!













O título é uma frase famosa, portadora de carga semântica extremamente emotiva e forte, emitida pelo 1° Ministro britânico Winston Churchil, exaltando o ato heróico dos pilotos da RAF que, com seus poucamente numerosos Spitfires e Hurricanes, digladiaram com os ME 109 da Luftwaffe pelos céus da Grã-Bretanha, estando em proporção bem diminuta em relação à Força Aérea Alemã, em plena II Guerra Mundial.










quinta-feira, 4 de setembro de 2014

Bonde da Linha 11

Por sua importância histórica o prédio da estação e abrigo do bonde da linha 11 fei restaurado para ficar da mesma forma que nas décadas de 50/60











O bonde da linha 11 ligava Campo Grande a Ilha de Guaratiba. Havia só um par de trilhos, ou linha única para os dois sentidos, ou seja, tanto para vir para Guaratiba quanto para ir para Campo Grande o bonde percorria a mesma via, sendo necessário, portanto desvios em alguns lugares de maneira que fosse possível o bonde que "ia" passar pelo bonde que "vinha", e para isso, às vezes, um aguardava nesses locais a passagem do outro.
Na linha que ia de Campo Grande para o Monteiro, existia um desvio no "Pau-Ferro", que ficava onde já funcionou a torrefação do Café Câmara e hoje virou o condomínio chamado Atlantis. Existia um outro desvio na "Língua da Sogra", onde hoje a Estrada do Monteiro vira duas pistas, no "Brito".
Indo para a Pedra, havia um desvio em Santa Clara, perto do Jardim Maravilha. O bonde da Ilha passava pelo Largo do Monteiro - onde ainda existe a estação do Bonde na bifurcação onde se encontram a Estrada do Magarça e a Estrada do Mato Alto e seguia até a Rua Campo Formoso, que fica depois da Igreja N. S. Conceição, à esquerda (antiga Reta da Ilha). Depois, pegava a Estrada do Mato Alto (antiga Morro Alto) e ia até o Largo da Ilha, de onde voltava para Campo Grande.
Muita gente desconhece, mas a Estrada do Mato Alto na altura da Fazenda Modelo, onde fica a lombada eletrônica, um pouco antes do trevo da Pedra de Guaratiba, ainda se chama "Caminho do Bonde",




sexta-feira, 29 de agosto de 2014

“One Bin for All”

A Cidade de Houston, Texas, avalia o conceito “One Bin for All” (uma lixeira para tudo) onde o material reciclado é obtido em uma central de triagem mecanizada processando os resíduos coletados todos juntos, ou seja, não é necessária a coleta seletiva de recicláveis.

Resultado de imagem para One Bin for All
“One Bin for All”

Uma das premissas para a implantação do conceito é não haver custos para a cidade cabendo a empresa vencedora de um contrato de concessão a construção e operação da instalação orçada em US $ 100 milhões. A empresa poderia vender os materiais recuperados e obter lucro através de um contrato de longo prazo. 

Grandes metas para o lixo

Os moradores de Houston reciclam apenas 6% dos resíduos, portanto, um modelo inovador bem sucedido seria uma reviravolta notável. A taxa de reciclagem de Houston está muito atrás da taxa Norte Americana de cerca de 34%.  Com um objetivo inicial de desviar 55% dos resíduos residenciais dos aterros, eventualmente aumentando isso para 75% melhores resultados na reciclagem são imprescindíveis. 

Críticos ao conceito “One Bin for All” alegam que o modelo é custoso; que a tecnologia utilizada não está comprovada e os recursos seriam mais bem gastos expandindo o programa de reciclagem existente. 

Técnicos, no entanto, dizem que os avanços significativos na indústria de resíduos tornam a abordagem não só possível, mas lucrativa. Em Montgomery, Alabama, uma instalação inaugurada na primavera passada alcançou seu objetivo de taxa de desvio de 60% por mês. A planta se parece muito com o que Houston está procurando fazer, empregando tecnologia de classificação avançada e compostagem de alimentos, com planos para usar a digestão anaeróbica, que usa microrganismos para quebrar material biodegradável.

A instalação de Montgomery não teve problemas para vender o papel e outros produtos que os críticos alertaram que seriam difíceis de comercializar devido à contaminação por resíduos misturados

Os críticos devem ter em mente que esforço de “One Bin for All” está expandindo a reciclagem. 

Caminhões de lixo são revestidos por obras de arte de artistas locais



Na cidade de Houston, Texas (EUA) podem ser notados nas ruas alguns caminhões de coleta que não se parecem nada com caminhões convencionais. Cobertos de intervenções de artistas locais, os caminhões fazem parte da frota a serviço do Departamento de Gestão de Resíduos Sólidos da Cidade (SWMD) 
SWMD de Houston lançou um ivonador plano para o aproveitamento do material reciclável. Ao contrário da maioria das cidades que pedem aos moradores separarem o lixo antes da coleta, o projeto propõe um “fluxo único” e separar os materiais apenas em uma instalação dedicada – um processo que alguns críticos afirmam que é caro e inviável.
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segunda-feira, 25 de agosto de 2014

Oportunidade para Serviço com Soprador - Apoio à limpeza de logradouros pós Chuvas


A lama e água acumuladas prejudicam o uso da vassoura. O soprador empurra o material para um ponto de acumulação visando a remoção

Vantagem Aparente: Ganho de Qualidade


Uso eventual


terça-feira, 19 de agosto de 2014

Lixo Zero da prefeitura é aprovado por nove em cada dez cariocas,

Iniciativa completa um ano e muda o comportamento das pessoas. Ruas já estão mais limpas


RIO — Nove entre dez cariocas são favoráveis ao programa Lixo Zero, criado há um ano pela prefeitura do Rio. É o que revela um levantamento obtido com exclusividade pelo GLOBO, realizado pelo Laboratório de Pesquisas da UniCarioca. Segundo o estudo, 45% dos entrevistados disseram que a lei pegou e já entrou no dia a dia de alguns cariocas, que já teriam abandonado o hábito de jogar lixo no chão.

A advogada Adriana Barros, que sempre caminha pelas ruas do Centro, concorda que a cidade está mais limpa. Para ela, o medo de receber uma multa ajuda a inibir o descarte de lixo no chão. Outro motivo que ajuda a diminuir sujeira, diz, é a constante presença de fiscais atuando junto a quem insiste em sujar as ruas.

— Agora, penso duas vezes antes de jogar qualquer coisa no chão. Sempre vejo os fiscais caminhando pelo Centro e abordando infratores. Mesmo quando não há lixeira por perto, guardo o lixo na bolsa para jogar fora quando puder. Quando dói no bolso é difícil a pessoa cometer o erro duas vezes — diz.

PARA 45%, LEI PEGOU!

Apesar de quase a metade dos pesquisados acreditar no programa, 52% dos entrevistados dizem que a lei ainda não pegou. Outros 3% não responderam. Para os menos otimistas, a falta de educação da população ainda é um obstáculo para que as ruas se mantenham limpas. Outro fator que impede que o programa Lixo Zero seja cumprido, na opinião de parte dos entrevistados, é a falta de fiscais nas ruas que atuem de forma mais ostensiva.

Lixeira cheia dificulta o descarte de objetos no local correto - Alexandre Cassiano / Agência O Globo

MENOS TRABALHO PARA GARI

Para quem trabalha no local, o programa Lixo Zero provocou mudanças. A gari Alessandra Silva, de 35 anos, afirma que tem encontrado uma quantidade menor de lixo nas ruas depois da criação da lei.
— O que antes eu fazia em uma hora, agora eu termino em 40 minutos. O lixo diminuiu muito. Ao ver a cidade menos suja, acredito que as pessoas também repensam se vão jogar coisas no chão — diz Alessandra.

FISCALIZAÇÃO COMEÇOU PELO CENTRO


O programa Lixo Zero, que torna efetiva a Lei de Limpeza Urbana, criada em 2001, foi lançado há um ano. Desde então, quem é flagrado jogando lixo no chão é advertido e paga multa. Segundo a Comlurb, entre agosto e dezembro do ano passado, 24 mil pessoas foram multadas, mas 11.162 não haviam feito o pagamento. A Comlurb já divulgou que houve redução de 58% de lixo no chão onde há blitzes regulares. A fiscalização começou no Centro, com 192 profissionais; em seguida, 178 fiscais passaram a atuar em Ipanema, Leblon, Lagoa e Copacabana.

sábado, 16 de agosto de 2014

Lições Aprendidas

REDES DE INDIGNAÇÃO E ESPERANÇA: 
MOVIMENTOS SOCIAIS NA ERA DA INTERNET

Manuel Castells
Coletânea de passagens do livro.





Estopim!

Os movimentos sociais são desenvolvidos por indivíduos... A questão chave para esse entendimento é quando, como e por que uma pessoa ou uma centena de pessoas decidem, individualmente, fazer uma coisa que foram repetidamente aconselhadas a não fazer porque seriam punidas. (pg. 17)

Para que surja o entusiasmo e aflore a esperança, os indivíduos precisam superar a emoção negativa resultante do sistema motivacional de evitação, a ansiedade. A ansiedade é a reação a uma ameaça externa sobre a qual a pessoa ameaçada não tem controle. Assim, a ansiedade leva ao medo e tem sobre a ação um efeito paralisante. A superação da ansiedade no comportamento sociopolítico frequentemente resulta de outra emoção negativa, a raiva. Esta aumenta a percepção de uma ação injusta e com a identificação do agente por ela responsável. (pg. 18)

Eles (os espaços ocupados) criam uma comunidade, e a comunidade se baseia na proximidade. A proximidade é o mecanismo psicológico fundamental para superar o medo. E superar o medo é o limiar fundamental que os indivíduos devem ultrapassar para se envolver num movimento social, já que estão bem conscientes de que, em ultima instância, terão que confrontar a violência caso transgridam as fronteiras estabelecidas pelas elites dominantes para preservar sua dominação (pg. 15)

A mudança social envolve uma ação individual e/ou coletiva que é, em sua essência, emocionalmente motivada... O gatilho é a raiva, e o repressor, o medo. A raiva aumenta com a percepção de uma ação injusta e com a identificação do agente por ela responsável. O medo desencadeia a ansiedade, associada à evitação do perigo. Ele é superado pelo compartilhamento e pela identificação com outros num processo de ação comunicativa. Então a raiva assume o controle, levando ao comportamento de assumir riscos... Indivíduos entusiasmados, conectados em rede, tendo superado o medo, transformam-se num ator coletivo consciente. (pg.158)

Propagação!

Quanto mais rápido e interativo for o processo de comunicação, maior será a probabilidade de formação de um processo de ação coletiva enraizado na indignação, propelido pelo entusiasmo e motivado pela esperança. (pg.19)

Quando você tem um monte de gente enviando notícias, há um relato coletivo do que está acontecendo. (pg.95)

Quanto mais interativa e autoconfigurável for a comunicação, menos hierárquica será a organização e mais participativo o movimento. É por isso que os movimentos sociais em rede da era digital representam uma nova espécie em seu gênero (pg. 20)

Por serem uma rede de redes, eles podem dar-se ao luxo de não ter um centro identificável, mas ainda assim garantir funções de coordenação, e também de deliberação... Não precisam de uma liderança formal, de um centro de comando ou controle, nem de uma organização vertical, para passar informações ou instruções. (pg.160)

Os movimentos (em rede) ignoraram partidos políticos, desconfiaram da mídia, não reconheceram nenhuma liderança e rejeitaram toda organização formal, sustentando-se na internet e em assembleias locais para o debate coletivo e tomada de decisões (pg.9)

As redes sociais digitais baseadas na internet e nas plataformas sem fio são ferramentas decisivas para mobilizar, organizar, deliberar, coordenar e decidir. (pg.167)



Os ativistas planejaram os protestos pelo Facebook, coordenando-os pelo Twitter, divulgando-os pelo SMS e transmitindo ao mundo pelo Youtube. (pg.50)

Critérios de Postura Para Liderança

Dicas para uma conduta profissional para quem espera ser reconhecido como líderes no comando de um grupo de garis

  • A relação chefe subordinado se inicia duas horas antes do inicio da jornada de trabalho e termina duas horas depois de término da jornada de trabalho. Neste período o líder não deve confraternizar com os subordinados em bares e restaurantes
  •  Reunir os empregados no inicio e final do expediente. Acompanhar ou autorizar os deslocamentos de inicio, fim do expediente e almoço.
  • Usar diariamente o uniforme com crachá, inclusive com calçado fechado (tênis, sapato, borzeguim). Na falta de uniforme usar preferencialmente calça jeans e camisa sem botões.


  • Estar sempre preparado para anotar informações pertinentes à atividade portando lápis, caneta, caderno ou agenda.
  •  Retornar no término da jornada de trabalho para gerencia transmitindo ao superior a sua avaliação do dia.
  •  Conhecer os serviços e procedimentos da organização e estar preparado para informar e orientar os moradores, portando panfletos.
  •  Portar sempre a lei de limpeza urbana, para consulta, informação e aplicação.
  •  Identificar todas as ferramentas de sua equipe, garantindo também sua guarda, manutenção e troca.
  • Conhecer os procedimentos administrativos da organização, e atender prontamente as solicitações administrativas e principalmente executar procedimentos sob sua responsabilidade.  

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

Oportunidade para Serviço com Soprador - Apoio à varrição de logradouros especiais (canteiros centrais, Escadarias, túneis, viadutos)


Os resíduos presentes em condições desfavoráveis para a presença do gari devem ser removidos o mais rápido possível. O uso de soprador aumenta a velocidade do serviço reduzindo a exposição do gari ao risco de acidentes.

Vantagem Aparente: Ganho de Produtividade e Segurança do Trabalho


Uso eventual


Oportunidade para Serviço com Soprador - Varrição de areia em orla


A areia levada para a calçada da orla pelos banhistas deve ser varrida de volta para a praia. O soprador permite que mais quantidade de areia seja devolvida à praia com menor esforço

Vantagem Aparente: Ganho de Qualidade


Uso rotineiro


Oportunidade para Serviço com Soprador - Apoio a serviço Mecanizado de Varrição e Capina


Varredeira executa varrição apenas em sarjetas. O soprador permite que mais resíduos sejam direcionados para a sarjeta que será varrida pelo equipamento. Para a capinadeira os resíduos gerados pela sua passagem precisam ser removidos. O Soprador permite concentrar os resíduos com menor esforço

Vantagem Aparente: Ganho de Produtividade


Uso rotineiro


Oportunidade para Serviço com Soprador - Varrição de folhas de amendoeiras


Duas vezes por ano as amendoeiras pedem suas folhas sobrecarregando a varrição. O soprador concentra os resíduos com menor esforço do gari

Vantagem Aparente: Ganho de Produtividade


Uso eventual


Oportunidade para Serviço com Soprador - Varrição de áreas extensas e abertas


A falta de sarjeta prejudica o uso da vassoura. O soprador não necessita de sarjeta para direcionar os resíduos para um ponto de acumulação visando a remoção

Vantagem Aparente: Ganho de Produtividade


Uso rotineiro


quarta-feira, 30 de julho de 2014

Rumo ao Zero Acidente!

Aconteceu no dia 30 de julho o II Mexido de Idéias da DSO reunindo coordenadores, gerentes, chefes de núcleo, encarregados de coleta membros de CIPA e garis especialmente convidados.

O Mexido de Ideias acontece na DSO a cada 100 dias e é uma oportunidade para discutir em plenária oportunidade de melhoria nos processos e ações que melhorem os indicadores das gerências.

Desta vez com o tema Segurança do Trabalho o evento foi dividido em duas partes: o primeiro momento com apresentações do Diretor, do Coordenador Técnico, do Gerente com maior quantidade de acidentes  e o Gerente com menor quantidade de acidentes. Depois os participantes foram divididos em grupos para conversar entre si temas específicos como coleta domiciliar, roçada, ambiente de trabalho.

Como desdobramento das discussões, foram incorporadas aos planos de ação da diretoria ações específicas para análise de acidentes e gestão de pessoas que certamente promoverão uma queda na quantidade de acidentes.

Entre as ações estão:

Protocolo da Comissão Departamental de Segurança CODESEG para analisar detalhadamente com a presença do empregado acidentado a causa de cada acidente ocorrido nas Gerências.

Protocolo sobre dispensa durante a jornada do trabalho de empregado alegando problemas de saúde para evitar que ele vá sozinho ao médico no momento que está fragilizado.

Protocolo sobre voluntariado de garis do sexo feminino para a coleta domiciliar em compactador e satélite criando flexibilidade na composição de guarnições.

Criar grupo de trabalho com os Encarregados Técnicos para apresentarem propostas de novos EPIs para serem testados na Coleta Domiciliar.