Já imaginou como seria se a praia não fosse limpa num feriado de sol? Foi o que aconteceu durante o dia de São Sebastião, padroeiro da cidade. Nesse ano a tradicional ação do movimento Rio Eu Amo Eu Cuido foi feita no dia seguinte do 20.1 com todo o lixo ""esquecido"" nas areias de Copacabana durante o feriado. Com isso uma montanha com 40 toneladas de lixo evidenciou a falta de carinho e cuidado com a nossa cidade. Pra chocar e sensibilizar.
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quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Não fazemos MUTIRÕES!
Chamaremos as mobilizações de recursos entre as Gerências de Departamento de OPERAÇÕES CONJUNTAS ou OPERAÇÕES CONCENTRADAS.
O termo MUTIRÃO poderia ser semanticamente utilizado, mas deve ser evitado pois carrega uma conotação negativa de solução emergencial de algum problema causado por falta de rotina.
A palavra MUTIRÃO
Mutirão é o nome dado no Brasil a mobilizações coletivas para lograr um fim, baseando-se na ajuda mútua prestada gratuitamente. É uma expressão usada originalmente para o trabalho no campo ou na construção civil de casas populares, em que todos são beneficiários e, concomitantemente, prestam auxílio, num sistema de rodízio e sem hierarquia. Também é conhecido pelos termos mutirom, mutirum, muxirão, muxirã, muxirom, muquirão, putirão, putirom, putirum, pixurum, ponxirão, punxirão, puxirum, ademão, adjunto, adjutório, ajuri, arrelia, bandeira, batalhão, boi de cova, corte (ô) e junta.
Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
Coletor compactador de lixo de pequeno porte
Testado por algum tempo na Companhia apresentou um bom desempenho operacional. No entanto, por ser um compactador de dimensões reduzidas, seu uso exige viagens adicionais em um roteiro realizado por coletores de 15 ou 19 metros cúbicos.
Parece ser eficiente para serviços de coletas especiais como resíduos de saúde, geradores extraordinários ou locais urbanizados com restrição de acesso a viaturas de maior porte.
Coletor compactador de lixo de pequeno porte, com volume de 5 m³, montado em chassi tipo leve com pequenas dimensões.
Aplicação:
Coleta de resíduos domiciliares em comunidades, condomínios, áreas de difícil acesso. Possui baixo nível de ruído, podendo ter dispositivo hidráulico para basculamento de contêineres plásticos.
Especificações gerais:
Compactador de resíduos domiciliares com capacidade volumétrica de 5 m³, carga de até 3.000 kg, com dimensões reduzidas, largura de 2,0 m e altura de 2,60 m, baixo consumo de combustível, baixo nível de ruídos, simples manutenção, baixa emissão de gases poluentes, sendo o melhor custo benefício da categoria no mercado. Possui caixa coletora de chorume, vedação na tampa traseira, pode ter dispositivo para basculamento de contêineres plásticos de 120 e 240 litros. O acionamento das placas de compactação (ciclo) é feito por botoeiras que pode ser feito com um único toque ou passo a passo, podendo ser interrompido a qualquer momento por um botão de emergência. Chassi com PBT de 7.800 kg no mínimo, raio de giro com 7,0 metros, largura de 2,0 metros com os espelhos fechados, motor com potência de 155 cv.
Fabricante(s):
Coletor de resíduos: PLANALTO COMBOLIX
Chassi: HYUNDAI HD 78 www.hyundai-motor.com.br
domingo, 12 de janeiro de 2014
Gestão de Demandas
Os agentes públicos são pontos de referência do serviço da prefeitura para a população. Desde que sejam atribuição da Comlurb em área pública suas demandas podem ser absorvidas na rotina operacional.
As demandas devem ser absorvidas pela rotina e não a rotina ser abandonada pela existência de demandas.
Absorver as demandas na rotina é uma forma de conseguir previsibilidade, confiabilidade e ganhar produtividade na execução dos serviços.
Previsibilidade, pois as pessoas passam a conhecer quando a demanda está programada. Confiabilidade, pois as pessoas passam a reconhecer que a programação é realmente executada e ganho de produtividade pois os recursos podem ser melhor dimensionados.
“A melhor maneira de manter a sua palavra é não a dar”
Napoleão Bonaparte!
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Distribuição Justa de Recursos

Devemos encarar a gestão de recursos das gerências como se estivéssemos diante de um Sistema de Vasos Comunicantes! As dificuldades e facilidades devem ser distribuídas igualmente entre as diversas unidades. Este conceito também é real entre gerência de departamento e suas adjuntas
De que adianta uma gerência sem recursos ao lado de outra com sobra se o que importa é o resultado do todo?
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
Carroceiros
É uma questão social que afeta o operacional
Os carroceiros não devem ser estimulados. Devemos buscar ações para reduzir o mercado informal priorizando o uso do serviço de Remoção Gratuita que considere as características de geração de resíduos de construção civil – RCC na zona Oeste. Também promovendo ações para oferecer opções aos moradores tais como Operações Cata-Cata e remoções notificadas.quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
Comlurb inicia operações na primeira Central de Triagem de recicláveis do Rio
sábado, 4 de janeiro de 2014
Qualquer coisa é melhor que um ponto crítico!
Ponto crítico não é um Ecoponto.
Os Pontos Críticos de vazamento irregular de entulho agridem as expectativas da população e devem ser ocupados com restrições ao acesso de veículos e carroças.
Blocos de Concreto; cercas; leiras; pneus; jardins, enfim, qualquer coisa que garanta sua extinção deve ser usada para garantir a restrição aos acessos como forma de inibir vazamentos.
La déchetterie
“La déchetterie” referência para a idéia do “Ecoponto” é uma instalação criada para receber resíduos transportados voluntariamente por moradores. Não havendo um projeto que crie uma instalação operacional semelhante à déchetterie o Ecoponto corre o risco de se transformar em um ponto crítico de remoção.
O conjunto de ECOPONTO degradados é um passivo que deve ser administrado evitando novas unidades e recuperando os que têm melhor estrutura utilizando boa programação visual e principalmente cercando à área.
O conjunto de ECOPONTO degradados é um passivo que deve ser administrado evitando novas unidades e recuperando os que têm melhor estrutura utilizando boa programação visual e principalmente cercando à área.
sexta-feira, 3 de janeiro de 2014
DIRETRIZ GERAL DE TRABALHO
A Diretriz Geral de Trabalho deve nortear as decisões e ações dos gestores.
- Atender as expectativas dos moradores e seus representantes
- Combater todo tipo de desperdício
- Garantir os direitos e cobrar os deveres dos empregados
- Registrar, relatar, documentar como instrumento de decisão.
- Aprender e ensinar
Podemos atribuir valor às decisões e ações valor usando as diretrizes como uma lista de checagem. O que estou decidindo atende às expectativas dos moradores? Agindo desta forma estou combatendo todo tipo de desperdício? Como posso garantir o direito deste empregado? Tenho as informações necessárias para decidir? O que eu aprendi com essa situação?
quinta-feira, 2 de janeiro de 2014
Containers para coleta seletiva de vidro
A retirada dos contentores para vidro na orla de Copacabana resultou em uma coleta mais de 15 m3 de vidro com 37.500 kg. de produto reciclável, uma média de 1700 Kg por container. Para outros eventos os resultados podem ser ainda melhores com uma maior divulgação do serviço.
Chuva de papel picado virou "garoa" em 2013
Gente que Limpa - 2ª parte: saiba como foi!
Gente que Limpa - 2ª parte
A 2ª parte do Gente que Limpa foi um sucesso! E graças ao esforço conjunto de todos que cooperaram.
Na quarta-feira (23/10), 100 garis foram recebidos de braços abertos pelos funcionários da área administrativa da Sede e Botafogo, e tiveram a oportunidade de conhecer um pouco de cada diretoria, com suas equipes e funções, além compartilhar uma manhã inesquecível, com lanche, apresentação das áreas e troca de experiências.
O presidente da Comlurb, Vinicius Roriz, se mostrou satisfeito com a oportunidade que os trabalhadores responsáveis por limpar a nossa cidade tiveram de ver o "outro lado da empresa" e como o trabalho de um profissional reflete no do outro. "Eu gosto mesmo é da rua, se pudesse não ficava no escritório", contou, ao falar do seu dia a dia.
Saiba o que alguns garis acharam do encontro:
"O que tenho a comentar é que foi muito bom participar desta visita, pois só assim fiquei conhecendo os departamentos e também o quanto todos são importantes para a empresa, tanto o gari quanto os colegas da área administrativa. O importante é que a cada dia a gente se una mais para a melhoria e crescimento da empresa." – Moisés Fernandes da Rocha – SG02C (Centro).
"Hoje entendo como uma empresa de tamanha excelência precisa de todas as áreas administrativas e operacionais unidas. Todos nós temos nossas funções que, mesmo que distintas, cooperamos para o crescimento de toda Comlurb." – Jessica Pereira da Silva OG19C (Santa Cruz).
É com muito orgulho que parabenizamos a todos que participaram da ação e reforçamos que o Programa deu certo porque vocês acreditaram e foram extremamente comprometidos.
Resultado positivo do Gente que Limpa
SUCESSO!
É essa a palavra que define o Programa Gente que Limpa
É essa a palavra que define o Programa Gente que Limpa
No dia 06 de setembro, 152 funcionários distribuídos por 10 gerências trocaram seus trabalhos no administrativo para conhecer o dia a dia dos nossos garis no operacional. Alguns participaram da coleta e outros da varrição, mas, no final, o resultado foi o mesmo: muito aprendizado, integração e sensibilização a respeito da realidade das operações de limpeza.
Após compilar todos os formulários de avaliação preenchidos, foi confirmado o que já era esperado – 100% dos visitantes, ou seja, TODOS os funcionários que participaram do Gente que Limpa disseram que a visita agregou algo de novo ao seu dia. Isso foi incrível!
No geral, todos os resultados foram espetaculares. De acordo com o formulário, a recepção na gerência foi impecável. Parabéns aos gerentes por receberem e transmitirem essa energia maravilhosa aos visitantes.
Com base nas sugestões, elaboramos um TOP 10 e encaminhamos aos diretores e presidente para que sejam pensadas formas de melhoria das operações. PARABÉNS a você por isso, a sua participação foi essencial!
Outro ponto muito importante a se destacar foi que 81% dos participantes disseram que a integração entre as equipes do administrativo e operacional foi ÓTIMA.
Agora, queremos aumentar esse índice para 100%! Por isso, em breve divulgaremos a data do Gente que Limpa INVERSO, onde os garis virão conhecer e participar do dia a dia no administrativo.
O primeiro Gente que Limpa da Comlurb foi um sucesso porque você acreditou e participou de corpo e alma! É assim que ações dão certo!
Fique atento, em breve divulgaremos informações sobre o Gente que Limpa Inverso.
Encontro após o Gente que Limpa proporciona uma rica troca de experiências
Aconteceu na manhã desta segunda-feira (9/9) o encontro com o presidente da Comlurb, após o grande dia do Gente que Limpa. Com o auditório lotado, nosso dirigente Vinicius Roriz, recebeu os mais variados tipos de sugestões e agradecimentos pela iniciativa. Segurança e saúde do trabalhador, material, comportamento da população, dificuldades do dia a dia e comprometimento foram alguns dos muitos temas tratados.
Os diretores e gerentes também foram ouvidos, contando o lado da equipe da operação com a experiência do projeto. Todos foram unânimes em relação ao sucesso do Gente que Limpa. O dia de gari dos empregados administrativos levou valorização aos garis, motivação para quem participou, mostrou que o trabalho na ponta é muito mais do que coleta e varrição e proporcionou uma grande troca de experiências. O movimento contrário agora é aguardado com grande expectativa.
Os diretores e gerentes também foram ouvidos, contando o lado da equipe da operação com a experiência do projeto. Todos foram unânimes em relação ao sucesso do Gente que Limpa. O dia de gari dos empregados administrativos levou valorização aos garis, motivação para quem participou, mostrou que o trabalho na ponta é muito mais do que coleta e varrição e proporcionou uma grande troca de experiências. O movimento contrário agora é aguardado com grande expectativa.
A diretora da DGP, Suzanna Nogueira, fez questão de agradecer a todos os envolvidos. Graças ao planejamento e dedicação, o trabalho alcançou o êxito esperado. "Queria agradecer imensamente às pessoas que ajudaram, aos diretores, gerentes e garis. Todos receberam a gente de braços abertos. Saímos da gerência energizados", contou Suzanna.
Diretoria de Serviços Oeste
A Diretoria de Serviços Oeste é responsável pela gestão de resíduos sólidos das Regiões Administrativas que compõe a Área de Planejamento 05. Também é responsável pela limpeza urbana e roçada de vegetação na TransOeste.

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014
Lixo Zero foi a medida mais importante para o carioca em 2013
Redação SRZD
Em 2013, o Rio ganhou algumas medidas que visam a melhorar a qualidade de vida da população. O SRZD perguntou aos leitores qual das mudanças executadas neste ano teve maior importância para o dia a dia da cidade.
O Programa Lixo Zero, que passou a multar quem joga lixo no chão, recebeu 100% dos votos. As outras opções eram a demolição do Elevado da Perimetral, aumento do rigor na punição de vandalismo nas manifestações, reforço do policiamento nas praias e revistas nos ônibus e revogação do aumento de 20 centavos da passagem de ônibus.
“Tratando a Zona Oeste como a Zona Oeste quer ser tratada”.
Ao
longo do ano de 2014 diversas ações buscaram modernizar a gestão da Diretoria de Serviços
Oeste utilizando como principio básico o empoderamento dos gestores em diversos
níveis.
CRIAÇÃO DA MARCA “OESTE LIMPA”
Para adotar uma gestão mais participativa foi
necessário despersonalizar a imagem do “Diretor” colocando em seu lugar uma
imagem de objetivo coletivo de trabalho. OESTE LIMPA representa ação de limpar,
a Diretoria Oeste limpa, e também representa o resultado, a Zona Oeste está
limpa.
CRIAÇÃO DE SLOGAN OPERACIONAL
Aproveitando que praticamente todos os gestores da
DSO moram na área de atuação da diretoria, o SLOGAN “Tratando a Zona Oeste como a Zona Oeste quer ser tratada” foi concebido para agir na autoestima
destes profissionais. O objetivo foi descartar uma histórica percepção de que o local de
trabalho, assim como onde moram, era tratado em segundo plano pela empresa e pela Prefeitura.
DIRETRIZ GERAL DE TRABALHO
Como forma de estimular a autonomia na tomada de decisões a Diretriz Geral de Trabalho apresenta uma balizamento para as ações das Gerencias, não sendo necessário consultar a diretoria em assuntos que estejam em consonância com os seus cinco preceitos.
Atender as expectativas dos moradores e seus representantes
Combater todo tipo de desperdício
Garantir os direitos e cobrar os deveres dos empregados
Registrar, relatar, documentar como instrumento de decisão
Aprender e ensinar


terça-feira, 31 de dezembro de 2013
segunda-feira, 30 de dezembro de 2013
Containers para coleta de garrafas no Reveillon

Intoxicação e cortes por vidro quebrado disputam os primeiros lugares na quantidade de atendimentos realizados nos postos de primeiros socorros posicionados nas praias na noite de Reveillon.
Com o duplo objetivo de reduzir o risco de acidentes com vidro e incentivar a reciclagem foram utilizados na orla de Copacabana um total de 22 containers ECOBELLS 2500 litros, na cor verde, específicos para a coleta de vidro.
Cada ECOBELL 2500 lts, confeccionado em polietileno de alta densidade, tem a capacidade de armazenar 976 Kg de resíduos. O vidro é colocado por cima em uma abertura que impede o acesso além da garrafa. O container possui uma abertura inferior que possibilita seu esvaziamento através de um caminhão munck.
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Réveillon de Copacabana terá pontos de coleta seletiva de lixo
Até sexta (20), Lixo Zero já aplicou mais de 23 mil multas.
A Comlurb vai realizar pela primeira vez a coleta seletiva na Praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio, durante a festa de Réveillon. Serão 11 'ecopontos' equipados para receber toneladas de garrafas de vidro, pet, plásticos, papel e papelão. Eles estarão distribuídos pela Avenida Atlântica entre os postos de salvamento.
No último Réveillon foram retiradas das areias da praia 400 toneladas de lixo, 19% a mais que no ano anterior. A expectativa é que o número caia drasticamente com os ecopontos.
terça-feira, 17 de dezembro de 2013
Caminhão Satélite na Limpeza na Rocinha e no Alemão
Coluna do Anselmo
Este caminhão da Comlurb, conhecido como Satélite (foto), começará a ser testado hoje nas comunidades da Rocinha e do Complexo do Alemão. Por ser mais compacto, se comparado com o caminhão Basculante, e ter um raio de giro de apenas 4,6 metros, o Satélite oferece capacidade de manobra adequada nas ruas estreitas das comunidades. Aliás, o equipamento é projetado para transportar mais de uma tonelada, além de carregamento e descarregamento fácil e rápido, com um dispositivo que movimenta contêineres até 1.100 litros
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
domingo, 1 de dezembro de 2013
Calculo da Potência de Frota
Cada unidade regional de limpeza
urbana na Cidade do Rio de Janeiro possui uma frota contratada disponível para
coletar os resíduos de uma determinada região. Com características sócio
geográficas diferentes, cada unidade regional busca ser produtiva e conseguir o
melhor rendimento de sua frota.
Vários indicadores buscam
mensurar a produtividade de cada frota: toneladas por viagens, quantidade de
viagens, horas extras das viaturas formam um pacote de indicadores que o gestor
deve administrar.
Haveria um indicador mestre? Haveria
um indicador que com um único valor representasse todos os atributos
individuais dos diversos indicadores existentes para medir a produtividade de
uma frota? Haveria também um indicador que também pudesse ser usado para
comparar unidades regionais com características diferentes? Recorrendo a
conceitos físicos básicos podemos propor um indicador de produtividade que
resolva essas questões.
É uma máxima no planejamento de
roteiros de coleta que resíduos concentrados geram roteiros de menor percurso e
resíduos dispersos geram roteiros de maior percurso, portanto, o uso da frota
tem relação com peso coletado e distância percorrida!
Da mesma forma, no planejamento de roteiros de coleta deve-se ter uma atenção especial a duração da jornada para evitar desperdícios ou horas extra, portanto, o uso da frota tem relação com o tempo de utilização da viatura.
Distância com peso chama pela grandeza física do trabalho que é uma medida da energia transferida pela aplicação de uma força ao longo de um deslocamento. A rapidez com que o trabalho é realizado é a grandeza física da potência.
A hipótese é que se a
produtividade de uma frota tem relação com peso, deslocamento e tempo, então, a
relação física entre estas grandezas pode ser utilizada como um indicador de
produtividade.
A unidade regional que fizer o
maior trabalho no menor tempo possível é a de maior potência Uma unidade
apresenta maior Potência de Frota maior que a outra.
Relacionando a Potencia de Frota
com a quantidade de viaturas disponíveis podemos ter a Potência Média da Frota.
A unidade regional de maior Potência Média é s.m.j a mais produtiva! Um único
indicador!
Calculando-se a Potência Média da Frota podemos comparar unidades regionais de resíduos concentrados com unidades regionais de resíduos dispersos e descobrir, entre elas, qual é mais produtiva! Com isso é possível ranquear as unidades regionais segundo sua Potência Média da Frota.
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Quem paga a reciclagem?
por Samantha Maia — publicado 15/11/2013 06:41
Uma disputa é travada entre o setor público e as empresas para definir quem é responsável pelos custos da reciclagem das embalagens no Brasil. Uma parcela importante do setor privado não quer assumir o gasto com a coleta seletiva, exigência do governo federal, enquanto outra corrente propõe um modelo de financiamento baseado na experiência da Europa.
A União deseja que as companhias assumam a parte dos custos da limpeza urbana relacionada à coleta de embalagens, cerca de 30% do lixo recolhido nas residências. "O que se discute é quanto e em que circunstâncias as empresas devem remunerar o município pela participação na logística reversa", diz Zilda Veloso, diretora de Ambiente Urbano do Ministério do Meio Ambiente, em referência ao processo para garantir o retorno ao produtor dos materiais descartados pelos consumidores.
As maiores empresas da cadeia, entre elas Coca-Cola, Nestlé, Unilever e Walmart, são contra. Reunidas na Coalizão, grupo formado por 21 associações empresariais e liderado pelo Compromisso Empresarial para Reciclagem, elas tentam evitar o custo adicional. "Não temos de ressarcir a coleta seletiva, função legal das prefeituras", diz Victor Bicca, presidente do Cempre. Caberia ao setor privado aumentar o número de pontos de entrega voluntária de lixo reciclável, apoiar as cooperativas de triagem e garantir a compra da sucata. Para o governo, não é suficiente.
A Associação Técnica Brasileira das Indústrias Automáticas de Vidro propõe um modelo de compartilhamento dos custos da reciclagem entre empresas e municípios. O formato, semelhante aos pontos verdes existentes em países europeus, é baseado no financiamento privado de uma gerenciadora responsável pela administração da logística reversa. "As empresas pagariam uma tarifa pela embalagem a cada produto colocado no mercado. A soma de recursos permitiria à gerenciadora discutir com os municípios como fazer o tratamento dos produtos", diz Lucien Belmonte, superintendente da entidade. Caberia a essa estrutura fechar acordos e contratos com as cooperativas, beneficiadoras e recicladoras. A venda da sucata complementaria a remuneração do sistema.
O modelo é semelhante àquele sugerido pelo governo, a partir de um estudo de viabilidade técnico e econômica realizado pelo Instituto Brasileiro de Administração Municipal. Segundo a pesquisa, a existência de uma entidade gestora é importante para organizar o fluxo de sucata, otimizar o transporte entre centros distribuidores e obter ganho de escala. E a responsabilidade caberia às empresas. Uma terceira proposta, apresentada pela Associação Brasileira da Embalagem de Aço, também contempla a expectativa do ministério ao pressupor um gerenciamento e controle da logística reversa pelo setor privado.
O governo busca combinar as propostas apresentadas para chegar rapidamente a um acordo. A definição de um sistema de logística deve ocorrer até o fim de dezembro, depois de um ano e meio de discussão, para atender às normas da Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010. As metas para redução do descarte de recicláveis em aterros sanitários começam a contar a partir de 2015.
Na proposta da Coalizão, agrada ao ministério a atenção dada às cooperativas, pois a lei de resíduos sólidos estabelece como prioritária a inserção dos catadores no novo sistema. O grupo propõe triplicar o número de cooperativas e sustenta que a formalização da estrutura existente seria suficiente para atingir as metas exigidas, se municípios implantarem corretamente a coleta seletiva. Estima-se em 600 mil a 1 milhão o número de catadores no País e em 30 mil as cooperativas, incluindo os informais. "O modelo informal tem proporcionado ao Brasil níveis de reciclagem muito altos. É preciso fortalecer esse sistema complementar, formalizá-lo e diminuir o número de intermediários", defende Bicca.
O ministério cobra, porém, uma reestruturação completa do modelo, pois não concorda com a premissa de que o sistema atual é eficiente. A principal mudança em relação à cadeia que chega atualmente a metas impressionantes, como a reciclagem de 98% das latas de alumínio, é remunerar não só a sucata, mas toda a operação de coleta, transporte, triagem e beneficiamento dos produtos, além da destinação adequada da parcela não reciclável. Isso permitiria às cooperativas se autossustentarem e garantirem a venda até de materiais com baixo valor de mercado. Também evitaria a queda dos preços dos recicláveis em caso de saturação por insuficiente expansão do parque reciclador.
"Hoje, quem determina o preço do reciclável é a indústria compradora, que não assume o custo do serviço. O sistema funciona com o trabalho escravo de catadores desassistidos ou remunerados pelas prefeituras pelo serviço ambiental", diz Karin Segala, coordenadora de projetos do Instituto Brasileiro de Administração Municipal.
Pesquisa realizada pela LCA Consultores a pedido do Cempre concluiu que o mercado informal no Brasil permitiu em 2012, a reciclagem de 65% das embalagens produzidas. "A conta foi feita a partir do produzido e do processado pelos recicladores, o que permite contabilizar o recolhido informalmente nas ruas e nos lixões", afirma Bicca. O número é encarado com desconfiança por outros agentes do setor. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Limpeza Pública, o volume chega a, no máximo, 10%.
"Se fossem 65%, o problema estaria resolvido", diz Segala. A meta da política nacional é chegar a 60% até 2031.
No município de São Paulo, onde o objetivo é saltar de 1,6% de coleta seletiva para 10% em 2016, a prefeitura investirá em centrais mecanizadas de triagem, além das 22 cooperativas conveniadas, por entender que apenas os catadores não darão conta da demanda. "As melhores cooperativas processam 4 toneladas de lixo por dia, e para atingir a meta será preciso processar 1,2 mil", diz o vereador Nabil Bonduki. Para financiar a nova estrutura, a prefeitura tenta um acordo de cooperação com a iniciativa privada, o principal nó desse debate.
É preciso ainda aumentar a capacidade de reciclagem da indústria. As empresas têm investido em tecnologias que elevam o potencial de reutilização de materiais na sua produção. É o exemplo das garrafas PET, cuja redução do grau de descontaminação da resina reciclada permite que ela seja usada para fabricar outros recipientes de alimentos. As empresas reivindicam a desoneração dos materiais recicláveis para tornar os produtos mais competitivos em relação às matérias-primas virgens, proposta em estudo no governo. A oferta regular a ser garantida pela universalização da coleta é outro fator de estímulo.
"Hoje falta um gerenciamento do mercado de reciclagem que o encare como um setor econômico e não como um projeto social. Existe um potencial produtivo enorme, principalmente para os catadores, sem continuarmos a nos valer de sistemas subumanos com índices pífios de reciclagem", diz Carlos Silva Filho, diretor-executivo da Abrelpe.
Além das embalagens em geral, há outros quatro setores que precisam implantar um sistema de logística reversa: de agrotóxicos e de lubrificantes, lâmpadas fluorescentes, eletroeletrônicos e medicamentos. Dentre eles, apenas o primeiro grupo chegou a um acordo. Os segmentos de lâmpadas fluorescentes e de eletroeletrônicos ainda discutem um modelo. A destinação correta das lâmpadas depende de uma solução para seu financiamento, mais cara por conta da toxidade dos componentes. Para eletroeletrônicos, um dos pontos a serem resolvidos é o modo de financiar o tratamento do resíduo decorrente do mercado ilegal. O acordo setorial para medicamentos está em fase de apresentação de propostas pelas empresas.
sábado, 9 de novembro de 2013
sexta-feira, 8 de novembro de 2013
Polisdigitocracy
Apesar do momento positivo do Rio
de Janeiro com a oportunidades de investimentos
em mobilidade , habitação e toda a paisagem urbana alavancados principalmente
por sediar a Copa do Mundo e os Jogos Olímpicos, também existe uma “crise de
confiança” com manifestações rotineiras pelas ruas.
As manifestações que acontecem
pelo Brasil, assim com em outras partes do mundo, são protestos destinados aos
políticos e ao ambiente político que evidenciam uma crise na democracia
representativa.
Na infância da democracia na
Grécia antiga, cidadãos engajados pessoalmente debatiam acaloradamente sobre
questões políticas reunidos na Ágora, praça localizada no centro da cidade, a Polis.
O movimento político direto se
tornou cada vez menos viável com o crescimento das cidades. Surgiram os Fóruns
romanos onde alguns poucos cidadãos eleitos representavam outros nas discussões
políticas, nascia a democracia representativa que, ao longo dos séculos
manteve-se como modelo político.
Ter representantes eleitos está
associado ao que se constitui uma nação democrática. No entanto, dois fenômenos recentes estão
levando a uma mudança significativa para o que as pessoas percebem como a democracia:
“Em primeiro lugar, o poder crescente das
cidades . O mundo tornou-se na maior parte urbanizada e de acordo com a ONU
Habitat , 70 por cento de nós estará vivendo em cidades até 2050. A maioria dos
problemas mais prementes do mundo pertencem a cidades : saúde, educação,
mobilidade e até mesmo importa que aparentemente pertencia a nações, como as
alterações climáticas e do emprego”.

O segundo fenômeno é a
onipresença da revolução digital. Tecnologia encolheu o mundo e espremeu as distâncias. Ele tornou possível
para as pessoas a se conectar e se comunicar em uma escala sem precedentes.
Debates entre os cidadãos são agora mais ágil e muito mais variado do que eram
na Ágora grega, on-line em todas as plataformas multimídia com dados, palavras,
imagens e vídeo.
Democracia representativa
tradicional dentro das nações não é mais suficiente. As pessoas querem mais
participação e exigem proximidade das instituições e autoridades. O Polis está
de volta e a Internet é a nova Ágora.
O que estamos testemunhando é o nascimento da
Polisdigitocracia . Esta é uma forma de governo que conta com a participação e a
transparência como seus pilares e usa a tecnologia como seu guia.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Heavy Transfer!
Coisa de Alemão! Mas não dá para deixar de imaginar alguns usos para esses equipamentos em comunidades como pontos de transferência.






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