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sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Papeleira nas Ilhas Maurícius

As papeleiras são feitas de concreto e posicionadas nas calçadas muitas prejudicando a passagem de pedestres. Algumas unidades possuem um recipiente que permite a coleta dos resíduos sugerindo que esta era a idéia original, mas, como a maioria não tem estes recipientes, a coleta é feita catando o lixo por cima.

É um excelente ponto de propaganda, o que de alguma forma deve compensar sua eficácia duvidosa como papeleira





sábado, 24 de novembro de 2012

sábado, 10 de novembro de 2012

Containers THEMAC em Manguinhos

Os moradores de comunidades tem o costume de tirar o lixo de suas casas e coloca-lo em recipientes nos logradouros de forma semelhante ao que é observado na Europa. O uso do container THEMAC  em comunidades melhora a condição sanitária do logradouro oferecendo um local de acondicionamento adequado sem alterar o hábito dos moradores.

Trocando isso...


Por isso!











terça-feira, 6 de novembro de 2012

Teste THEMAC no Rio de Janeiro




A Comlurb firmou parceria pioneira  com a THEMAC para testar durante seis meses a operação de coleta de 200 contêineres metálicos de alta capacidade que estarão distribuídos estrategicamente pela cidade até o final deste ano.

Nas comunidades recentemente pacificadas de Manguinhos e Jacarezinho serão 50 containers especialmente para receber lixo domiciliar. Na próxima segunda feira, dia 05/11 serão instaladas as primeiras unidades no conjunto do PAC e na Avenida Democráticos. Neste dia também serão instalados 5 containers para recebimento de resíduo de varrição na Barra da Tijuca (Jardim Oceânico)

Com equipamentos fabricados no Brasil utilizando tecnologia italiana e larga experiência na Europa e América Latina, a parceria  com a THEMAC constitui um passo a frente no processo de limpeza urbana principalmente  pelas características peculiares dos contêineres metálicos que são mais resistentes a intempéries, o que garante a vida útil das peças entre 10 e 12 anos; maior capacidade para comportar resíduos (2.400 e 3.200 litros); melhor condição sanitária, pois são fechados e a prova de vazamento, além de ficarem 24 horas à disposição do cidadão. Possuem também um pedal para abertura suave da tampa.

O teste inclui o uso de um novo tipo de caminhão compactador de alta capacidade que esvazia o container lateralmente com um comando eletrônico totalmente automatizado.

Também será utilizado um caminhão com um moderno sistema de lavagem automatizada do container. A lavagem é feita de forma rápida e eficiente sempre que necessária. O contêiner é colocado dentro do caminhão para receber um banho, que além de limpá-lo, também o desinfeta.

Completando os itens em teste, pela primeira vez na América Latina, será utilizado um sensor eletrônico que monitora o uso do equipamento transmitindo para uma central em tempo real a necessidade de esvaziamento do container.

Serão três tipos de contêineres: para lixo doméstico, resíduos da varrição ou material para  reciclagem, de acordo com a necessidade de cada bairro onde serão instalados, nesse período de teste.

Neste primeiro momento, enquanto estão em teste,  não haverá ônus para os cofres públicos. Mas é importante observar que, além dos garis que já estão sendo treinados para operar o equipamento, toda população deve se conscientizar da importância de se preservar esses contêineres e manter limpos seus bairros e comunidades. Se o equipamento for aprovado o Rio de Janeiro terá mais motivos para chamar-se cidade maravilhosa.

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Ninguém é de ferro...

Barcelona - Espanha


Egon Zehnder - A praga da incompetência


Autor(es): Duda Teixeira
Veja - 15/10/2012

 O suíço especialista em recrutamento Egon Zehnder diz que a falta de qualificação dos funcionários públicos nomeados por padrinhos políticos chega a ser mais danosa do que a corrupção. Defensor apaixonado da meritocracia, ele critica a proliferação de cargos de confiança na administração pública brasileira. Nenhuma nomeação de diretor de estatal ou de autarquia deve ser 100% política.

A escolha errada de um funcionário de alto escalão traz mais consequências indesejadas em instituições governamentais. Elas têm um papel na sociedade que vai muito além dos interesses econômicos dos acionistas. Um erro na nomeação reduz a possibilidade de a empresa estatal ou o órgão público desenvolver seu papel social e limita a capacidade do país para alcançar seus objetivos estratégicos.
Uma pesquisa publicada na revista da Harvard Business School em 2001 mostrou que, entre os diversos fatores que determinam o desempenho de uma empresa e que podem ser controlados, a seleção dos gestores é a que tem a maior relevância estratégica. A escolha certa do presidente de uma empresa pode ter um impacto positivo de 40% no seu resultado.
Estatisticamente a corrupção é menos nociva do que a escolha de um gestor ineficiente. Uma companhia que possui um quadro de pessoal sem brilho produzirá uma fração de uma concorrente cheia de talentos. É absolutamente necessário combater a corrupção, mas também se deve evitar o escândalo oculto das nomeações de funcionários incompetentes, cujos efeitos chegam a ser piores do que os desvios éticos.
De modo geral, quanto mais o conceito de meritocracia está enraizado em uma sociedade, menos provável é que a população aceite pessoas ineptas para ocupar funções executivas. Meritocracia é um valor que anda de mãos dadas com os níveis de ensino. Uma sociedade bem-educada entende mais claramente as consequências desastrosas das nomeações erradas. Um ministro sem credibilidade em seu campo de atuação ou sem habilidade para montar uma boa equipe pode paralisar os serviços públicos sob sua responsabilidade.
O consultor americano Jim Collins enumerou vários fatores que levam uma organização a obter sucesso. Colocar um grande líder no topo do organograma é apenas um deles. Também conta a capacidade de demitir os piores funcionários e manter os melhores. De preferência, nas posições certas. Uma companhia sem liberdade de dispensar as pessoas que não atendem às expectativas obviamente terá de operar de forma precária. Nessas situações, a qualidade dos produtos e dos serviços quase sempre é ruim. Um contexto em que é quase impossível demitir os funcionários não faz sentido no sistema capitalista. Nos países em que foram adotadas medidas para facilitar os processos de demissão, as empresas privadas e públicas ganharam competitividade.
As situações de crise extrema são uma exceção um tecnocrata, ou seja, um economista ou um administrador qualificado para a gestão pública pode tomar uma série de decisões polêmicas e urgentes que seriam extremamente difíceis para os políticos tradicionais.  Em longo prazo, os tecnocratas devem ocupar apenas cargos de nível ministerial para baixo.
Singapura, uma cidade-estado com 5 milhões de pessoas, conseguiu formar alguns dos melhores executivos do mundo. Os fundadores de Singapura decidiram que, por serem pobres em recursos naturais e terem um mercado interno restrito, a única saída econômica era investir no talento humano. Então, enviaram os estudantes mais promissores às melhores universidades no exterior e por fim os contrataram para trabalhar dentro do governo. Depois de décadas de decisões acertadas no setor público, Singapura se tornou uma das nações mais competitivas do planeta. Esse processo disciplinado de formar, selecionar, e reter os melhores talentos na administração pública levou a uma transformação incrível. Singapura comprovou que a meritocracia no governo tem ótimos resultados. Esse caminho não foi o escolhido, por exemplo, pela Jamaica. Os dois países deixaram de ser colônia inglesa ao mesmo tempo, no início dos anos 1960. Eram duas nações situadas em ilhas subtropicais, igualmente pobres e com populações equivalentes. O que é a Jamaica hoje? Um país irrelevante.

quarta-feira, 17 de outubro de 2012

Apresentação do projeto "Vamos Reciclar"

Considerar apenas como exercício acadêmico
Plano do Projeto "Vamos Reciclar" desenvolvido como trabalho de término de curso de gestores  PCRJ realizado no COPPEAD. Tem como objetivo implantar coleta seletiva em comunidades, desenvolvendo modelo de governança, operação e mobilização para a questão ambiental.


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

sábado, 13 de outubro de 2012

McDonalds contrata gari

O McDonalds da cidade de Oxford garante a limpeza nas ruas próximas às suas lojas. Assumiu também a responsabilidade por duas lixeiras no centro da cidade e doou 200 libras à campanha da prefeitura “Oxford Cleaner Greener” para a compra de apanhadores de lixo.  

O dono das lojas afirmou: "Todo mundo tem a responsabilidade de garantir que Oxford fique livre de lixo, das empresas aos clientes. O McDonald é uma grande marca e precisamos mostrar às pessoas que estamos fazendo a nossa parte”.


Só parece que os garis não estão muito empenhados no serviço

sexta-feira, 12 de outubro de 2012

SAIBA O QUANTO DE LIXO VOCÊ JÁ PRODUZIU NA VIDA


Utilizando informações de limpeza urbana de Florianópolis este vídeo apresenta de forma bem didática como calcular o peso de lixo gerado per capita e como transformar esta informação em volume.Para muitos resolve a mágica do peso específico.


segunda-feira, 8 de outubro de 2012

Acredite!


No Plano Estratégico da Prefeitura do Rio de Janeiro uma das metas de Meio Ambiente e Sustentabilidade é coletar seletivamente 25% de todo material reciclável gerado na cidade até 2016.

 Pela análise gravimétrica o percentual de material com potencial para reciclagem fica em torno de 40% do todo. Se a meta é coletar 25% de todo o reciclável então na verdade seriam 25% de 40%, ou seja, 10%. Isso significa decuplicar a situação atual.


NOVO CICLO - Fidelidade no Lixo


A NOVOCICLO é uma empresa de educação ambiental e gestão de resíduos, pioneira na aplicação do conceito de "lixo zero" em atividades de reciclagem.
A empresa é responsável pelo “Espaço Recicle”, um Ponto de entrega voluntária de material reciclável localizado em Florianópolis montado em um container naval que possui uma área de triagem e armazenamento de materiais que serão reciclados e uma loja de produtos fabricados com material reciclável.



A novidade é a chance de acumular pontos em um cartão como em um programa fidelidade. O material reciclável que chega é pontuado e a pessoa pode trocar pontos por produtos.

Segundo a NOVOCICLO mais de 15 toneladas de resíduos são coletadas mensalmente.


quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Juntos por una ciudad limpia!


Lixo não nasce em encosta


Lixo em encosta é pior do que o também desastroso lixo jogado em rios, pois quem arremessa algo nas águas tem a esperança de que a correnteza levará o resíduo para longe. O lixo em encosta fica ali, inerte, exposto, visivelmente causando um problema sanitário, social, estético, moral, fica ali como um símbolo da falta de cuidado do morador com seu próprio lugar. 

A rotina de limpeza de encostas exige uma turma específica de garis especialistas em escalada e rapel. É uma triste necessidade pelo comportamento leviano de pessoas que usam o discurso da exclusão para fazer o que bem entendem. A encosta é suja porque o lixo é arremessado por pessoas, muitas vezes as mesmas que reclamam da sujeira na encosta! 

Commodities não comercializadas

Os gráficos representam a quantidade de hectares globais per capta da Pegada Ecológica, demanda em vermelho e a respectiva Biocapacidade, disponibilidade de recursos naturais para atender a Pegada. Vale a pena uma visita no site www.footprintnetwork.org para ver as curvas de diversos países.



Hectares globais per capta BRASIL
Atenção para a diferença nas escalas

Hectares globais per capta ESTADOS UNIDOS
Países como o Brasil tem uma biocapacidade superior à sua Pegada Ecológica, são países fornecedores de Biocapacidade, enquanto países como os Estados Unidos tem um cenário inverso, a demanda por recursos supera a oferta em seus próprios territórios, ou seja, precisam usurpar a Biocapacidade dos outros.

Países fornecedores de biocapacidade em verde e consumidores de biocapacidade em vermelho

"Pegada Ecológica: uma medida da quantidade de área de terra biologicamente produtiva e de água que um indivíduo, população ou atividade requer para produzir todos os recursos que consome e para absorver os resíduos que gera, usando a tecnologia vigente e práticas de gestão de recursos. A Pegada Ecológica é geralmente medida em hectares globais. Pegada varia de acordo com o consumo e a eficiência da produção".

"Biocapacidade: A capacidade dos ecossistemas para a produção de materiais biológicos úteis e para absorver os resíduos gerados por seres humanos, utilizando sistemas de gestão e tecnologias atuais de extração. "Os materiais biológicos" são definidos como aqueles exigidos pela economia humana. Assim, o que é considerado "útil" pode mudar de ano para ano. Por exemplo, utilização de palha de milho para produção de etanol celulósico poderia dar utilidade a esse material anteriormente descartado, aumentando a biocapacidade. Biocapacidade é normalmente expressa hectares globais. Biocapacidade varia a cada ano com a gestão de ecossistemas, práticas agrícolas (como o uso de fertilizantes e irrigação), a degradação do ecossistema e clima, e tamanho da população". 


Transilvânia...


Varredor em Sibiu, cidade romena com 155 mil habitantes


terça-feira, 2 de outubro de 2012

"parece uma seara recém semeada cheia de espanta pardais"




Oeiras foi uma das primeiras cidades de Portugal a ter coleta seletiva de lixo e ecopontos para reciclagem além de ser pioneira na utilização de containers enterrados. Quanto à coleta seletiva em praias parece que o cuidado com poluição visual não foi considerada.

O saco plástico não é um vilão!




O saco plástico é a etapa de acondicionamento de resíduo em um processo de varrição entre o término da ação de varrer e o início da ação de transporte para o destino final.  

Outras formas de armazenamento podem existir com a intenção de eliminar a presença do saco plástico no logradouro: containers enterrados, containers plásticos ou metálicos, caixas metálicas. Todas as opções operacionalmente viáveis desde que todo o processo de varrição seja reorganizado e as mudanças sejam dimensionadas, custeadas e efetivamente implantadas.



Contudo, o saco plástico continuará a ser a opção mais simples em um processo que precisa ser simples para ser operado de forma simples!

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

A sociedade do decrescimento

Comprar, jogar fora, comprar: A história da obsolescência planejada (2011) 


"Ao reduzir o consumo e a produção podemos liberar tempo para desenvolver outras formas de riqueza que tem a vantagem de não se esgotarem ao serem usadas, como a amizade e o conhecimento."

A sociedade do decrescimento torna realidade a visão de Gandhi, que disse: "O mundo é suficientemente grande para satisfazer as necessidades de todos porém será demasiado pequeno para a avareza de alguns". 







sexta-feira, 21 de setembro de 2012

Ziggy, o Renato “Sorriso” de Londres

“I love to see people smile when they see me dancing and the Council has been very supportive in letting me do my job in a different way”

"Gosto de ver as pessoas sorrindo quando me veem dançar e a prefeitura tem sido muito favorável em deixar-me fazer o meu trabalho de uma forma diferente".

Ziggy trabalha em de Chiswik, subúrbio de Londres, usando todo feliz da vida um apanhador para limpar seu roteiro.



PPPP - Parceria Público Privada Proletária


Pensamento idiota do dia:
Se a coisa pública é de todos,
Porque não usa-la!


"No dia em que o Rio experimentou o recorde anual de calor, motoristas que enfrentavam o congestionamento também experimentavam, sem saber, uma água que havia sido resfriada dentro de uma lixeira usada como ‘cooler’ por ambulantes.



A Comlurb informou que, das 80 mil lixeiras espalhadas pela cidade, cerca de 2 mil, ao ano, sofrem atos de vandalismo, causando um prejuízo de R$ 42 mil aos cofres da prefeitura. A companhia explica que cada cesta de lixo custa R$ 70, e cerca de 30% das unidades danificadas não podem ser reaproveitadas. Ainda segundo a Comlurb, as lixeiras têm uma vida útil de cinco anos".


domingo, 16 de setembro de 2012

Projetado para o lixo!


Obsolescência programada: é possível identificar e se proteger?



Obsolescência Programada: é aquela onde o fabricante, desenvolve um produto para que quebre depois de certo tempo de uso. Exemplos já comprovados: impressoras e lâmpadas

Obsolescência Percebida: essa tem como maior culpada a Propaganda. Pois, nesse caso, sentimos a necessidade de comprar um novo produto, mesmo que o nosso produto atual atenda a todas as nossas necessidades fundamentais. Esse é o caso dos smartphones onde os fabricantes inovam muito pouco e fazem barulho na mídia reinventando a roda.

Obsolescência Funcional: essa aqui pode ser legítima ou induzida. Ou seja, é legítima quando uma tecnologia é descoberta e você decide por comprar um produto mais moderno. E julgo induzida para o caso dos computadores que avançam de forma que as peças novas não sejam compatíveis com as antigas e você tenha sempre que comprar um computador novo.



Veja também: "A História das Coisas"


Porque não usamos o "Apanhador"?


O pequeno pedaço de papel ou plástico é o “lixo branco” que mesmo em pouca quantidade altera a percepção da limpeza em sobre uma área gramada chamando muito atenção. O uso de espetos com ponta afiada resolve a situação. O trabalhador precisa coletar exatamente a o lixo branco bem mais rápido que a varrição de toda área.





Uma praça, uma esplanada, um calçadão não são gramados e sofrem o mesmo problema com a presença de lixo branco com o agravante que o uso do clássico espeto com ponta afiada não é útil. Uma ferramenta para esses locais seria o Apanhador (Litter Picker).




Parecido com um conhecido brinquedo de criança, o apanhador faz o mesmo serviço que o espeto de ponta afiada com a vantagem de poder ser usado tanto em gramados quanto em áreas calçadas.

Mas não é usado no Brasil... Talvez por falta de fornecedores.

Apanhador na China
Apanhador em Londres
Apanhadores em grandes eventos


Controle-se


Varrição mecanizada!


O uso de varredeiras de médio e pequeno porte deve ser considerado como oportunidade para alcançar o diferencial do nível de serviços.

A imagem mostra uma das primeiras varredeiras Green Machine da cidade de Edimburgo desfilando junto com um dos modelos anteriores de menor porte * em lugar de destaque do desfile de abertura do Festival Internacional de Edimburgo, em agosto de 2002.


Edimburgo foi a primeira cidade no Reino Unido a incorporar varredeiras Green Machines de médio porte adquirindo uma frota de 11 unidades. Uma década no verão de 2012 a cidade do Rio de Janeiro foi a primeira no Brasil a incorporar três varredeiras Green Machines de médio porte a sua antiga frota de mini varredeiras, as “laranjinhas”.


(*) O Operador de Fraque!

sábado, 15 de setembro de 2012

Projeto Limpa Brasil


“O Limpa Brasil Let’s do it! é um movimento de cidadania e cuidado com o meio ambiente! A ideia é convidar os cidadãos para ajudar a limpar suas cidades em um dia. E incentivar a reflexão para a mudança do hábito de jogar lixo fora do lixo”.









O projeto Limpa Brasil que é bem simples. Você entra no site e se inscreve como voluntário. Daí, você vai receber um kit para coleta com uma luva para catar e um saco verde para armazenar todos os resíduos recicláveis que forem encontrados nas proximidades da sua casa.  Para cada saco que foi entregue em Sampa, também foi dado um ingresso para o show musical que aconteceu no Centro da cidade, depois do encerramento da ação.


domingo, 9 de setembro de 2012

Opinião Pública


Liderança! A melhor forma de poder


Chefe ou Líder? Cada vez que esta pergunta é feita estamos pondo frente a frente os conceitos de Liderança e Poder. São conceitos inter-relacionados como duas faces da mesma moeda, mas, o poder seria o “lado negro” da liderança? 

O Poder domina. Através de influência um indivíduo poderoso “A” modifica o comportamento do indivíduo submisso “B” criando uma relação de subordinação entre A e B. Liderança não é também uma relação de subordinação entre A e B? Substituindo subordinação, submissão, domínio, termos quase sempre relacionados historicamente com injustiças e violência, por outros mais sedutores como motivação, objetivos comuns, sinergia, não teríamos uma relação consensual de subordinação entre A e B em nome do bem comum?

O chefe é apresentado formalmente para exercer poder sobre seus subordinados, da mesma forma os subordinados legitimam naquele indivíduo a capacidade de exercer o poder por sua posição hierárquica. Com ações de coerção e de recompensas o chefe vai moldando comportamentos e desempenho. Na diferença de potencial entre as influências obtidas através da coerção com aquelas obtidas por promessas de recompensas está uma das táticas mais eficazes de conquista de submissão. O chefe aumenta seu poder quando o subordinado percebe que pode ser recompensado ao mesmo tempo em que também teme a possibilidade de ser punido. Perceber somente a possibilidade de recompensa ou somente temer punições não é tão eficaz.

Com o passar do tempo o chefe, pelo menos o esclarecido, tem oportunidades de mostrar suas habilidades específicas ou conhecimento passando a exercer menos poder formal substituindo-o por poder pessoal através da competência. Melhor ainda se os subordinados identificarem nele traços pessoais admiráveis. O fardo da chefia vai ficando mais leve, pois o poder pessoal é mais eficaz que o poder formal.

 Este chefe competente e admirável encontra condições de estimular em seus subordinados interesses que vão além do cumprimento de tarefas. Como queremos ser vistos? Para onde vamos? Punições e recompensas deixam de ser motivo de conversas pelos corredores escuros. Discussões sobre metas e objetivos passam a deflagrar em todo lugar. Estamos assistindo o nascimento de uma equipe e a metamorfose do Chefe em Líder. As pessoas comentam de quanto o chefe parecia ser um déspota draconiano quando chegou e que na verdade é a pessoa que trouxe melhorias para todos.

O chefe continua com o poder de punir e recompensar, também continua exercendo poder por sua capacidade de trabalho e comportamento exemplar admirável, principalmente continua a ser chefe pela ótica formal da estrutura hierárquica, mas agora este indivíduo é reconhecido como líder da equipe e os membros desta aceitam consensualmente a influencia que este líder exerce sobre suas vidas, é o poder consensual daquele que soube trilhar este caminho.

Keep Juba Clean & Green


Juba - Sudão do Sul

Só 14% dos municípios têm coleta seletiva


Passados dois anos da aprovação da Política Nacional dos Resíduos Sólidos que prevê a implantação da coleta seletiva em todo o território nacional até 2014, apenas 14% dos 5.565 municípios brasileiros adotaram a coleta seletiva.

De acordo com a Pesquisa Ciclosoft 2012, da Associação Compromisso Empresarial Reciclagem (Cempre) só seis prefeituras no país conseguiram desenvolver um programa de coleta capaz de contemplar todo o território de seus municípios e não apenas alguns bairros. É o caso de Curitiba, Londrina, Porto Alegre, Santo André, São José dos Campos e Goiânia.

Para um dos realizadores da pesquisa, o diretor-executivo da Cempre, André Vilhena, a grande vilã contra a adesão das cidades ao método mais sustentável de recolhimento de lixo não é o custo da operação (que chega a ser 4,5 vezes maior que a da coleta tradicional), mas a ausência de políticas públicas. Principalmente nas grandes cidades do país.
“ Dinheiro não falta. As prefeituras das grandes cidades há recursos suficientes para a implementação da coleta seletiva. O que eu verifico é a falta de projetos neste sentido. Há um grande desinteresse", critica o especialista. 

Das 780 cidades que contam com coleta seletiva, em 65% delas a iniciativa é das cooperativas de catadores de lixo e não das Prefeituras. Isto é, os catadores são, na maioria das cidades, os verdadeiros executores da Política Nacional dos Resíduos Sólidos. 
 Novo caminhão de coleta seletiva do Rio de Janeiro

Há cidades que, apesar de se declararem adeptas da coleta seletiva, cumprem a medida apenas em alguns bairros. Isto acontece na cidade do Rio. Dos seus 160 bairros, apenas 41 são atendidos pelo programa de coleta seletiva da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb), o que equivale a 25% do total. 

sexta-feira, 7 de setembro de 2012

Desfile de Sete de Setembro





Um dos destaques do desfile cívico deste Sete de Setembro foi a bandeira olímpica, que participará das celebrações até 2016. Conduzida por guardas municipais que compõem Guarda de Honra, a bandeira teve a sua passagem pela Avenida Presidente Vargas aplaudida pelo público na manhã desta sexta-feira. O símbolo dos Jogos Olímpicos foi entregue à prefeitura durante a cerimônia de encerramento do evento de Londres. O desfile com os funcionários da prefeitura também teve a presença do gari Renato Sorriso.



— Hoje nós tivemos um Sete de Setembro histórico no Rio. Um dia lindo. Foi a primeira vez que a bandeira olímpica se apresentou no Brasil no Dia da Independência abrilhantando o desfile de Sete de Setembro. Também foi a primeira vez que as pessoas que cuidam do Rio, todos os dias, os nossos garis, eletricistas, operadores de trânsito e funcionários da Defesa Civil se apresentaram no desfile, que foi muito bonito. Comemoramos os 190 anos da independência do Brasil em grande estilo — comemorou o secretário municipal de Conservação, Carlos Roberto Osório.



Fotógrafo Eduardo Senges


quarta-feira, 29 de agosto de 2012

Remoção Rápida




Sacos Plásticos em Logradouro



No processo de varrição pode ser usada uma miríade de equipamentos que não se afastam muito das ações de varrer; juntar e acondicionar os resíduos para finalmente coleta-los para transporte ao destino final ou intermediário.


O uso do “Lutocar” projetados ergonomicamente para transportar ferramentas e acomodar o saco plástico enquanto recebe resíduo garante a produtividade de dois mil metros diários esperados para um varredor por não ser necessário deslocamento até um ponto de concentração de resíduos durante seu roteiro.

É conveniente coletar rapidamente os sacos deixados ao longo do roteiro de varrição para reduzir o risco de rompimento natural ou para catação e evitar descarte adicional indevido, pois “lixo chama lixo”.  O uso de viaturas de menor porte comocaminhonetas ou pequenos basculantes trabalhando de forma combinada comveículos compactadores de maior porte parece ser uma opção ágil e eficiente. 

Muito se discute sobre o inconveniente estético da presença de sacos de varrição nos logradouros. Reduzir o uso de sacos como solução para reduzir sua presença em logradouro significa também reduzir o nível de serviço de varrição. O vilão não é o simples e econômico saco plástico inerente ao processo de varrição, trata-se na verdade da falta de remoção rápida.

Paris parece ser o benchmark do uso de sacos plásticos. Presentes nos logradouros na varrição e nas inúmeras lixeiras são constante e rapidamente removidos por veículos compactos.