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terça-feira, 31 de maio de 2011
segunda-feira, 30 de maio de 2011
O Sucesso consiste em não fazer Inimigos
Nas relações humanas no trabalho, existem apenas 3 regras:
Regra número 1:
Colegas passam, mas inimigos são para sempre. A chance de uma pessoa se lembrar de um favor que você fez a ela vai diminuindo à taxa de 20% ao ano. Cinco anos depois, o favor será esquecido. Não adianta mais cobrar. Mas a chance de alguém se lembrar de uma desfeita se mantém estável, não importa quanto tempo passe. Exemplo: Se você estendeu a mão para cumprimentar alguém em 1999 e a pessoa ignorou sua mão estendida, você ainda se lembra disso em 2009.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 2:
A importância de um favor diminui com o tempo, enquanto a importância de uma desfeita aumenta. Favor é como um investimento de curto prazo. Desfeita é como um empréstimo de longo prazo. Um dia, ele será cobrado, e com juros.
Regra número 3:
Um colega não é um amigo. Colega é aquela pessoa que, durante algum tempo, parece um amigo. Muitas vezes, até parece o melhor amigo. Mas isso só dura até um dos dois mudar de emprego. Amigo é aquela pessoa que liga para perguntar se você está precisando de alguma coisa. Ex-colega que parecia amigo é aquela pessoa que você liga para pedir alguma coisa, e ela manda dizer que no momento não pode atender.
Durante sua carreira, uma pessoa normal terá a impressão de que fez um milhão de amigos e apenas meia dúzia de inimigos. Estatisticamente, isso parece ótimo. Mas não é. A 'Lei da Perversidade Profissional' diz que, no futuro, quando você precisar de ajuda, é provável que quem mais possa ajudá-lo é exatamente um daqueles poucos inimigos.
Portanto, profissionalmente falando, e pensando a longo prazo, o sucesso consiste, principalmente, em evitar fazer inimigos. Porque, por uma infeliz coincidência biológica, os poucos inimigos são exatamente aqueles que têm boa memória.
"Na natureza não existem recompensas nem castigos. Existem consequências."
sábado, 28 de maio de 2011
Os Garis Alpinistas

Para responder a demanda de limpeza de encostas foi necessário treinar um grupo de garis no Corpo de Bombeiros para atuar com equipamentos especiais e técnicas de rapel. Esses garis passaram a ser conhecidos como “alpinistas” e encaram grandes altitudes para remover o lixo jogado por quem não tem a mínima idéia do trabalho que é executar este tipo de limpeza.
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Maquiavel e o Código - MARCO LUCCHESI
A história da recepção do pensamento político de Maquiavel perfaz uma teia complexa de livros, congressos e debates. Há quem se especialize na recepção da leitura de Maquiavel no século XIX, na aurora da revolução russa ou no crepúsculo da era fascista da Itália. Se pensamos no Brasil, sobretudo com “O príncipe”, Maquiavel tem domicílio incerto, na estante da esquerda e da direita, de ateus e religiosos, monarquistas e republicanos. Com leitores refinados ou ideólogos de terceira classe. Cito ao acaso Darcy Ribeiro, Pedro II, Golbery do Couto e Silva, Alceu Amoroso Lima, Gustavo Corção, Rui Barbosa e Merquior. Tantos maquiavéis para múltiplos leitores, brilhantes ou desafinados.
É inadmissível, contudo, apresentar sua obra forte como catecismo de oportunistas e mapa-múndi dos sem caráter.
Nunca é demais lembrar que o adjetivo “maquiavélico” não se aplica, de modo algum, ao próprio autor, como quem busca reduzirlhe o sistema a uma razão desprovida de piedade, a uma lógica perversa, onde não impera um só resíduo de emoção. Leiam as cartas, e procurem, com lente de aumento, a página inexistente onde se afirma que os fins justificavam os meios.
O príncipe já se apresentou ao mercado como livro de autoajuda, manual de gestão empresarial e estratégia de propaganda. Um Maquiavel prêt-à-porter, extremamente flexível, para leitores e práticas de caráter igualmente flexível e comprometido.
Semana passada, a parcela de deputados que vem desfigurando, através de mil emendas obscuras, o desenho ético do projeto do novo Código Florestal recebeu a pecha de maquiavélica.
Isso ofende nosso autor e promove aqueles senhores a um grau que absolutamente não merecem. O que falta a uma parte da Câmara dos Deputados é a herança de uma intelligentsia, ao passo que a força de Maquiavel reside num longo processo de reflexão acerca do poder e do Estado. Se com ele não podemos concordar de todo, devemos reconhecer, no entanto, o montante de sua dívida e ruptura com a tradição humanista. Para boa parte dos parlamentares, não existe natureza e pensamento, biosfera ou noosfera. Apenas a lucro-esfera.
Há em Maquiavel uma sólida compreensão da história, leitura que aclara o presente à medida que indaga o passado. Há deputados que não respiram senão o ar viciado de uma cronologia imediata. Vivem de um presente extrativista, sem passado ou futuro. E representam o atraso da nação e do Parlamento.
Nos dias que correm, quando muitos usam o marketing para camuflar o vazio de um programa ético, fazer de Maquiavel o porta-voz da recusa da filosofia moral é uma infâmia para quem elabora uma visão árdua e comovida dos destinos de uma Itália futura, à espera do príncipe: “Não posso exprimir com quanto amor ele seria recebido em todas as províncias, com que obstinada fé, com quanta piedade e com quantas lágrimas.” E outras muitas passagens atravessadas por uma elevada temperatura moral.
Os que sonham plantar sem restrição, em plena selva amazônica, de Campo Grande até os Andes, ou de Ponta Grossa até a Patagônia, insistem em um capitalismo patético, agressivo e regressivo. E, se não fosse crime, não hesitariam um só instante em defender abertamente as vantagens da escravidão para a economia do país, como bem demonstrou, aliás, o padre Ricardo Rezende em “Rio Maria: canto da terra”.
Devolvido Maquiavel a seu justo patamar, fiquemos atentos aos destaques e emendas ao Código Florestal. Não podemos aceitar uma faixa agrícola sem limites, nem tampouco uma anistia para os que praticam, protegidos pelo sentimento de impunidade, crimes de grande impacto ambiental.
Precisamos defender nosso futuro, sob o influxo de um alto sentimento republicano, que defina, com vigor, uma ética acerca do homem e da natureza. Porque o planeta é o mesmo para todos.
Marco Lucchesi
Jornal O Globo
25 de maio de 2011
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Lei de Murphy
Lei de Murphy é um adágio popular da cultura ocidental que afirma: "Se alguma coisa pode dar errado, com certeza dará" ou "Se há mais de uma maneira de se executar uma tarefa ou trabalho, e se uma dessas maneiras resultar em catástrofe ou em consequências indesejáveis, certamente essa será a maneira escolhida por alguém para executá-la". Ela é comumente citada (ou abreviada) por "Se algo pode dar errado, dará" ou ainda "Se algo pode dar errado, dará errado da pior maneira, no pior momento e de modo a causar o maior estrago possível".
Das coisas que poucos falariam para não correr o risco de ser considerado politicamente incorreto

Sempre vi com reservas a reverência das pessoas com o personagem Renato “Sorriso”. É inegável o carisma que o Renato tem e sua capacidade de explorar de forma especial a imagem do gari de bem com a vida. Como pode um lixeiro ser feliz? Personificando esse preconceituoso paradoxo o Sr “Sorriso” chama atenção da mídia e do público, a reboque, surge a imagem da Comlurb como boa empresa porque consegue fazer os párias felizes.
No entanto, se por um lado essa imagem é considerada positiva para fora da companhia, quanto ela é prejudicial internamente? Qual mensagem a Comlurb estaria transmitindo aos seus garis transformando o Renato Sorriso em ícone da categoria? Sorrir mais e varrer menos? Você será valorizado pela imagem e não pelo desempenho? Não seria melhor valorizar aquele que faz a varrição, que capina, que coleta, que acaba seu expediente com os pés doidos, não de dançar, mas de trabalhar?
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Porque as caixas metálicas se desmontam?
Namibe - Angola
Bem parecido com alguns lugares próximos...
domingo, 1 de maio de 2011
sexta-feira, 29 de abril de 2011
quinta-feira, 28 de abril de 2011
quarta-feira, 27 de abril de 2011
SISTEMA DE CONTAINERS ENTERRADOS
O container enterrado é uma idéia muito boa. O filme chama atenção e seduz pela simplicidade e praticidade com que a coisa é feita. O armazenamento dos resíduos não fica visível e o tubo de queda harmoniza com o ambiente.
Mas algumas questões devem ser lembradas:
Primeiro a necessidade de adaptação do clássico caminhão compactador instalando um guindaste e um dispositivo de fixação na caçamba. Então há necessidade de um número de containers enterrados que justifique a adaptação de um caminhão. Os containers para este caminhão ficarão concentrados em uma região ou espalhados em uma área maior. Concentrados os equipamentos podem ser considerados elitistas, se espalhados aumentarão o percurso (custo) do caminhão.
Estes containers enterrados parecem ser perfeitos para áreas bem urbanizadas e turísticas, mas, temos áreas bem urbanizadas e turísticas que justifiquem uma frota? Ou até mesmo somente um caminhão adaptado? Lembre-se que “quem tem um não tem nenhum”
Então uma abordagem seria usar o container enterrado para coleta seletiva. O caminhão já é diferente mesmo, os Pontos de Entrega Voluntária PEV são espalhados mesmo... As coisas se combinam... Mas, não vai encarecer uma atividade já muito onerosa?
É incrível como a Limpeza Urbana tende ao conservadorismo. Se um equipamento preenche um nicho haverá muita resistência em mudar para outro equipamento mais moderno, será difícil até mesmo coexistir. Porém... Desde que não levado ao limite de dogmas, esse conservadorismo é saudável para imunizar o sistema de idéias performáticas que promete a solução final dos problemas.
Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades - II
segunda-feira, 25 de abril de 2011
NOVO ATERRO SANITÁRIO DE SEROPÉDICA

A nova Central de Tratamento de Resíduos (CTR), em Seropédica, que vai gradativamente receber os resíduos que iam para o Aterro de Gramacho, já está em funcionamento a partir desta quarta-feira (20/04). A Central reúne tecnologia de ponta, inédita na América Latina, para garantir o destino adequado dos resíduos, sem riscos para o meio ambiente. Com isso, a Prefeitura inicia o processo de encerramento das atividades no Aterro Controlado de Gramacho, em Duque de Caxias, que deve ser completamente desativado em 2012.
"Hoje é um dia histórico para o meio ambiente do Rio de Janeiro. O Aterro de Gramacho é um escândalo, um absurdo. Estou muito feliz porque agora o Rio está depositando os seus resíduos em uma Central de Tratamento de Resíduos, com qualidade, sustentabilidade e proteção ambiental. Isso sem gerar qualquer tipo de risco ou ônus para a cidade e a região metropolitana", comemorou o prefeito ao acompanhar o inicio da operação. A CTR estreou com os resíduos da Usina de Jacarepaguá.
"Hoje é um dia histórico para o meio ambiente do Rio de Janeiro. O Aterro de Gramacho é um escândalo, um absurdo. Estou muito feliz porque agora o Rio está depositando os seus resíduos em uma Central de Tratamento de Resíduos, com qualidade, sustentabilidade e proteção ambiental. Isso sem gerar qualquer tipo de risco ou ônus para a cidade e a região metropolitana", comemorou o prefeito ao acompanhar o inicio da operação. A CTR estreou com os resíduos da Usina de Jacarepaguá.
Nesta primeira fase serão vazadas cerca de mil toneladas diárias de resíduos. Esta quantidade será levada para a CTR em nove carretas, que farão cinco viagens, totalizando 45 percursos por dia. O local abrigará inicialmente os detritos vindos da Estação de Transferência de Jacarepaguá destino dos caminhões coletores e basculantes que circulam nos bairros da Barra da Tijuca, Recreio e Jacarepaguá.
A Central de Tratamento de Resíduos em Seropédica é uma concessão da Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) à Ciclus e, além dos resíduos do Rio, receberá os detritos dos municípios de Itaguaí e Seropédica. A empresa foi responsável por projetar o empreendimento, realizar as obras e vai operar a CTR.
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 28 de março de 2011
Em defesa da Meritocracia
Entrevista de Carlos Brito, de 50 anos, presidente da AB Inbev.
“Não temos orgulho de demitir ninguém. Mas uma das responsabilidades sociais de uma empresa é obter lucro. Sem o lucro, todos os funcionários e famílias que dependem da companhia cedo ou tarde estarão na rua.”
“Cheguei lá e disse que as pessoas talentosas gostam de três coisas: meritocracia, honestidade e um ambiente informal. O sujeito talentoso é a favor da meritocracia e não gosta de senioridade.”
“Se você promover o Mike, que está a vinte anos na companhia, é porque o “Mike merece”. Mas se promover o John, que chegou há um ano, desafiará um monte de gente. Só que se você promover os Mikes por senioridade, os Johns talentosos se mandam, e a empresa não vai a lugar nenhum”.
“Aqui, quando uma pessoa apresenta baixa performance temos de procurar ajudá-la a cobrir aquela deficiência, dar uma segunda chance. Se a pessoa não está mesmo dando certo aqui, achamos que é a nossa obrigação, porque a vida é muito curta, dizer: você pode ser muito bem sucedida em outras companhias, mas aqui não tem jeito. Prefiro dizer isso logo, quando o profissional é jovem, a ficar dez anos enrolando”.
“Acredito que ser justo é tratar pessoas diferentes de formas diferentes. Tratar todo mundo igual é injusto. Aquelas pessoas que são apaixonadas, se dedicam mais à empresa, dão mais resultados – essas merecem mais oportunidades que as outras, mais atenção, mais treinamento. E elas têm de ganhar mais dinheiro também. Já que é impossível agradar a todos, vou agradar àqueles com maior talento. Sinto muito pelos menos talentosos, mas…”
“(…) a repetição funciona.”
Fonte: Veja, edição 2179 – ano 43 – nº 34, de 25 de agosto de 2010
terça-feira, 22 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
segunda-feira, 14 de março de 2011
Relatório da RIOTUR
Comlurb removeu 1304 toneladas de lixo desde o desfile dos primeiros blocos de rua, em fevereiro, até o Monobloco, dia 13/03, quando foi encerrado o Carnaval. Nesse total estão incluídas também as quantidades de resíduos removidas do complexo do Sambódromo, Avenida Rio Branco e Estrada Intendente Magalhães.
O pré carnaval, com o desfile de blocos em vários bairros da cidade, foi responsável por gerar 268,6 toneladas de lixo. Durante os cinco dias oficiais de folia, a Comlurb contabilizou 849,5 toneladas. Esse número corresponde a um aumento de 12% em relação ao ano passado. Já os desfiles de blocos e escolas de samba após a Quarta-Feira de Cinzas produziram 186,1 toneladas.
Para a limpeza dos blocos, a Companhia elaborou um plano de ação classificando os blocos em quatro categorias – especial, um, dois e três – de acordo com demanda de recursos necessária para que a limpeza seja feita por um efetivo e equipamentos ideais. Desta forma, foram agilizados os procedimentos e atendimentos às demandas específicas de cada bloco. A limpeza aconteceu com o apoio de contêineres, caminhões compactadores, pulverizadores, pipas d'água, Kombi lava jato, caminhões basculantes, mini varredeiras, varredeiras mecânicas e mini basculantes. Todas as vias da cidade por onde passaram blocos foram atendidas com limpeza.
O asseio do Sambódromo e do Terreirão do Samba ficou a cargo de 1572 garis. Na Estrada Intendente Magalhães, atuaram 43 garis, a cada dia. Os trabalhadores tiveram o apoio de caminhões basculantes e compactadores, pipas d'água, pás carregadeiras e mini varredeiras. Essa megaoperação da Comlurb foi realizada sem comprometer a limpeza ordinária, que é feita diariamente pela empresa em todos os bairros do Rio.
A coleta seletiva no Sambódromo foi feita por 70 catadores das organizações Febracom, CataRio e Movimento Nacional de Catadores do Rio de Janeiro, que removeram 71,7 toneladas de materiais recicláveis, entre os dias 04 e 12/03
sábado, 12 de março de 2011
quinta-feira, 10 de março de 2011
Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb
http://videos.r7.com/carnaval-produz-mais-de-800-toneladas-de-lixo-na-cidade-do-rio/idmedia/7a6f3486f19a3d34be996e1471f3480d.html
Responsabilidade pela limpeza
Lixo jogado nas ruas por foliões aumentou 12%, contabiliza Comlurb
Publicada em 10/03/2011 às 00h11m
Cláudio Motta e Taís Mendes
RIO - Os moradores de Petrópolis levariam mais de dois dias para produzir o lixo que a Comlurb coletou no carnaval do Rio: foram 849 toneladas entre sexta e terça no Sambódromo, no Centro, na Estrada Intendente Magalhães, em Campinho (onde desfilam os grupos C, D e E) e nos locais de blocos. Isso é 12% maior do que o coletado no ano passado e equivale a um dia de resíduos sólidos de uma cidade de 700 mil habitantes. Petrópolis, de acordo com o IBGE, tem 296 mil moradores. Niterói, 487 mil.
Mais do que sujeira nas ruas, a montanha de lixo representa prejuízo para a cidade. De acordo com a consultora ambiental da ONG Ecomarapendi, Taís Queiroz, o lixo jogado no chão custa três vezes mais para ser limpo do que o domicilar. Ela sugere punição para as escolas cujos componentes emporcalhem a cidade:
- Empregamos mal o dinheiro público quando obrigamos a cidade a gastar mais na coleta do lixo. Nos blocos, o número de caçambas deveria ser maior. Além disso, deveria haver uma articulação maior com catadores, até mesmo pagando a diária deles, já que plástico e papel não tem tanto valor como a lata. Quanto às fantasias, as escolas precisariam ter responsabilidade, podendo ser punida, assim como acontece com um time de futebol se a torcida causa algum dano.
O diretor executivo da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública (Abrelpe), Carlos Roberto Silva Filho, acredita que os grandes geradores de lixo têm que ser responsáveis pela gestão dos resíduos, como já acontece com shoppings e supermercados.
- Seria necessária uma política em conjunto com os distribuidores, comerciantes e fabricantes para nesses locais de aglomeração de pessoas, de grandes eventos, somente colocar em circulação materiais com possibilidade de retorno. Outro ponto seria realmente determinar que os grandes eventos contassem com um sistema independente de gestão de resíduos - afirmou Carlos.
A presidente da Comlurb, Angela Fonti, reconhece que é preciso melhorar o planejamento, sobretudo em relação aos blocos. De acordo com ela, todos os desfiles tiveram mais foliões do que o estimado antes do carnaval. Ela destaca, no entanto, a rapidez com que a Comlurb limpou a cidade.
- A cidade ficou suja somente por algumas horas. Demos resposta rápida, sobretudo nos grandes blocos. A gente pode aumentar o número de garis ou de contêineres em 2012. Nosso planejamento é feito com os outros órgãos. A RioTur dá horário e localização, mas nem um número (de público) bateu. E houve muito xix. Usamos caminhões pipa, Kombis lava-jato e pulverizador - relata.
No Sambódromo, a Comlurb constatou que proporcionalmente o lixo recolhido no Sambódromo foi reduzido graças a implantação de coleta seletiva. Das 447 toneladas recolhidas na avenida, 44 toneladas eram de latinhas e garrafas pet, que serão reaproveitadas graças a um convênio entre a prefeitura, a Liga das Escolas de Samba e uma cooperativa de catadores.
- São menos 44 toneladas de lixo jogados no lixão ou no aterro graças ao convênio. Para o ano que vem, vamos tentar incluir nas exigências para o patrocínio do carnaval de rua a instalação de containeres nos locais de blocos, nos moldes como foi este ano em ralação aos banheiros químicos, que permitiu um aumento de 4,5 mil para 13 mil o número de banheiros - disse o secretário de Conservação e Serviço Público, Carlos Roberto Osório.
O lixo dos blocos registrou um crescimento de cerca de 20% em relação ao ano anterior.
- O crescimento maior foi nos blocos, mas o público nas ruas cresceu muito mais do que isso. Deve ter ficado em torno de 70% em relação ao ano passado. Alguns blocos até dobraram o número de foliões. Ainda é muito lixo jogado nas ruas e temos que melhorar. Mas, pela primeira vez, percebemos um tendência de queda de lixo no carnaval. Colocamos 3 mil contêineres nas ruas, que ficaram cheios. Isso prova que tem gente colaborando.
quarta-feira, 9 de março de 2011
LEI DE MURPHY NO CARNAVAL
O bom planejamento programa as atividades que devem acontecer em uma operação. Um ótimo planejamento é aquele que também considera as atividades que não deveriam acontecer em uma operação. O problema é que a lei de Murphy é implacável e assim que um plano incorpora ações de contingência outras eventualidades cerram fileiras para manter aquele que planeja tenso até o final.
Diante do que dá errado, a solução é um coquetel de sorte, empenho além do esperado, frieza decisória, abandono do plano original. Foi o que aconteceu quando um carro alegórico vazou uma grande quantidade de óleo na pista do Sambódromo. Como sambar sobre o óleo?

De onde surgiu a serragem para absorver o óleo? Quem se lembrou de usar a serragem? Quem explicou os garis a necessidade de realizar aquele serviço de forma primorosa?
No ano que vem haverá um responsável pela serragem, um local para armazenamento da serragem e orientações de como usá-la. É assim que se evolui: planejando hoje o que ontem foi um capricho do tal de Murphy.
Arquibancada do Sambódromo - antes e depois
No dia a dia podemos até discutir sobre o constrangimento ser visto sujando algo limpo, mas em uma festa, quando o coletivo toma a frente e o comportamento individual não é sequer percebido... Uma festa é uma festa! Vai sujar!
PROTOCOLOS DE LIMPEZA DE BLOCOS DE CARNAVAL
Como dimensionar recursos para cada um dos diversos Blocos de Carnaval? Divide-os em categorias e dimensione as categorias, o que é muito vira pouco. É uma solução clássica e, portanto, simples. Dividir os Blocos de Carnaval em quatro grupos denominados “Protocolos” e estabelecer uma faixa de recursos para cada grupo foi a grande novidade da gestão do serviço no Carnaval 2011 apresentada para a imprensa com pompa e circunstancia na RIOTUR
terça-feira, 8 de março de 2011
sábado, 5 de março de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
Desenho Industrial


Como projeto de conclusão de curso em Desenho Industrial o jovem Gustavo Bittencourt (gusbittenc@gmail.com) concebeu um “aspirador de resíduos sólidos de dimensões reduzidas projetado para complementar a tradicional varrição feita com vassoura e pá. Ele usa o container de 120 litros já utilizado pela COMLURB como base e diversos elementos já disponibilizados no mercado como forma de reduzir o seu custo de desenvolvimento, o que o viabilizaria mesmo em pequenas escalas de produção”
A imagem de equipamento que está em processo de patente pela Universidade Federal do Rio de Janeiro sugere um tipo diferente de “elefantinho” (comentado em outro post).
O destaque mesmo é imaginar como seria útil ter novos profissionais de diversas disciplinas pensando a limpeza urbana sem os filtros impregnados de cotidiano de um profissional já experiente na área.
Motocicleta em coleta domiciliar de Comunidades
Assentamentos Precários Urbanos - APU, como estão sendo chamadas as Comunidades, que antigamente eram chamadas de Favelas, tem características especiais de tráfego e circulação que exigem equipamentos diferenciados para a coleta domiciliar.
Equipamentos menores, de fácil manobra, boa tração devem ser explorados realizando puxada de resíduos para equipamentos maiores como bases compactadoras, centrais de resíduos e até mesmo algo semelhante a estações de transferências.
Estamos falando de APUs com populações equivalentes a cidades médias, muito superiores a maioria dos municípios brasileiros, milhares de pessoas gerando lixo em residências sem espaço para seu acondicionamento e vivendo em uma área atendida por ruas muito estreitas, por vezes com mão dupla, criadas de forma desordenada conforme se desenvolveu a comunidade; vielas onde somente carros leves conseguem trafegar; fiação baixa e ausência de calçadas.
No Complexo do Alemão e Vila Cruzeiro, na zona Norte da Cidade um conjunto de equipamentos “inovadores” está para ser usado: temos viaturas “satélites” e tratores compactadores (já discutidas em outros posts) transportando lixo para bases de caixas compactadoras. A grande novidade é o uso de motocicletas para coleta de lixo
O exemplo inicial para escolha da motocicleta foi tirado de experiência da cidade de Cabo de Santo Agostinho, em Pernambuco.
Analises sobre manutenção e segurança da motocicleta com reboque indicaram a necessidade de uso de um triciclo com caçamba aberta.
A motocicleta realizará a chamada “motocoleta” trazendo o lixo domiciliar de vielas para os demais equipamentos. Por sugestão do Prefeito o triciclo terá um equipamento de som para convocar os moradores a trazer o lixo para a caçamba como se fosse o tradicional vendedor de pamonha ou de bujão de gás.
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Big Brother - Todos somos vigiados!
Antigamente existia a máquina fotográfica de filme Kodak e a máquina de escrever... Você tirava uma fotografia coma esperança de que não saísse tremida, revelava o filme, colava as fotos no papel ofício e redigia na máquina de escrever sua denúncia. Feito isso, levava a juntada de folhas e fotos para um protocolo ou enviava a papelada pelo correio. Daí para frente era “ao fulano”, “ao ciclano” em despachos burocráticos até chegar à pilha de quem analisaria a denúncia. Algum tempo aguardando na pilha existia o risco do “arquive-se face ao tempo decorrido...”
Hoje...
Você tira a foto digital no seu celular e envia direto para o email do Prefeito...
Dogma do "Lixo Zero"
Até que ponto o lixo é aceitável? A Avenida Rio Branco no centro da Cidade do Rio de Janeiro é constantemente varrida, dez vezes por dia! É um esforço hercúleo para atender o dogma carioca de que não pode haver nenhum, absolutamente nenhum, lixo na rua. Porque não aceitar que haverá lixo aqui ou ali em algum momento? Porque não aceitar que basta haver a garantia que haverá a remoção do lixo em uma programação sensata com meios produtivos e econômicos? Qual o dano a saúde pública reduzir a freqüência de varredura da Av Rio Branco? Como acontece com eventos públicos onde a limpeza é feita antes e depois, porque não varrer a Rio Branco antes ou depois do expediente comercial?
Deveríamos evitar o dogma do “lixo zero” que leva a limpar a qualquer custo e passar a pensar que o lixo é comum a atividade urbana e seu manejo deve ser garantido por um sistema bem planejado de forma econômica e produtiva.
sábado, 29 de janeiro de 2011
Nova Friburgo - Prefeitura
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
Nova Friburgo - Lavagem da Praça dos Suspiros
A Praça dos Suspiros no Centro de Nova Friburgo foi devastada por deslizamentos de terra da encosta onde havia o hotel com teleférico. Principal ponto turístico da cidade demandou uma carga de trabalho muito grande em remoção de resíduos realizada pela Comlurb e empreiteiras contratadas pelo estado.No dia 27 de janeiro estávamos executando a lavagem da praça recuperando seu bom aspecto para uso da população. A lavagem PE um serviço prazeroso pois dá a sensação que as coisas estão se completando e o lugar finalmente está limpo.
segunda-feira, 24 de janeiro de 2011
terça-feira, 18 de janeiro de 2011
Mulheres na Coleta Domiciliar
O filme apresenta experiência de mulheres executando serviço de coleta domiciliar. .No Rio de Janeiro existe um "dogma"que diz ser proibido usar mulheres em Coleta Domiciliar. Mas acredito que a restrição seja somente a carga que a mulher é permitida transportar. .No filme o roteiro parece ser bem leve mais parecido com o roteiro de coleta seletiva que a coleta ordinária. .Em um momento de tanta valorização da força feminina montar uma guarnição de coleta feminina, ainda que restrita a roteiro de coleta seletiva, acredito ser uma oportunidade de valorizar também a imagem da empresa.
Satélite em Madri
Carretas multiuso
O uso de “carretas multiuso” oferece oportunidade de aumentar a flexibilidade de uso e produtividade das viaturas leves quando equipadas com engates rápido (pino-bola). Podem rebocar diferentes tipos de reboque aumentando ainda mais o seu uso operacional. Da mesma forma os engates existentes nos caminhões basculantes podem rebocar carretas maiores de diferentes propósitos, até mesmo carretas basculantes.

Uma “carreta multiuso” com a função de Pipa evidentemente é mais barata que um caminhão. Pode ser a oportunidade de aumentar a quantidade de equipamentos em relação aos caminhões pipa existentes garantindo sua presença do serviço em todas as Regiões Administrativas: .
Pode-se utilizar o conceito de “carretas multiuso” para transporte de microtratores roçadeira liberando o uso de viatura Poliguindaste para o transporte de caixas metálicas com resíduos.
Com opções maiores ou menores, as carretas podem transportar material e ferramentas, bem como atuar rapidamente em remoções de lixo público. Desta forma o conceito de “carretas multiuso” pode também aumentar a flexibilidade do uso das viaturas leves locadas por meio de instalação de engates rápido (pino-bola)
Com opções maiores ou menores, as carretas podem transportar material e ferramentas, bem como atuar rapidamente em remoções de lixo público. Desta forma o conceito de “carretas multiuso” pode também aumentar a flexibilidade do uso das viaturas leves locadas por meio de instalação de engates rápido (pino-bola)
sábado, 15 de janeiro de 2011
sexta-feira, 14 de janeiro de 2011
Nova Friburgo - Como raspar a lama se a água não escoa?
Nova Friburgo - Comentário Inicial
Eu estava como gerente da Tijuca quando o dia 12 de março de 1998, a estação do bairro Alto da Boa Vista marcou 327,2 milímetros de chuva, dando origem a uma forte enchente ao longo do Rio Maracanã. Pela primeira vez eu vi carros uns sobre os outros, lama dentro de casas e em logradouros principais, remoções de viagens de carreta cheias de terra em um único logradouro, coisas desse tipo.O que eu experimentei em 1998 e também em abril de 2010 no Rio de Janeiro em nada se compara com o que vi em Nova Friburgo. Pondo de lado a tragédia da perda de vidas nos vários deslizamentos, Nova Friburgo estava com todo centro da cidade e sua área turística urbana: a Praça dos Suspiros, o teleférico, as Avenidas Galdino de Valle Filho e Comandante Bittencourt, totalmente tomada por grossas camadas de lama.http://noticias.uol.com.br/cotidiano/2010/04/07/prefeitura-registra-2134-desabrigados-no-rio.jhtm
Prefeitura do Rio envia garis para ajudar na recuperação de Nova Friburgo .
http://http//g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/01/nova-friburgo-vive-caos-depois-da-chuva-nao-ha-luz-agua-e-sinal-de-telefonia.htmlonia.html.
250 profissionais e equipamentos da Comlurb vão trabalhar na limpeza e desobstrução das vias da região.
14/01/2011
250 profissionais e equipamentos da Comlurb vão trabalhar na limpeza e desobstrução das vias da região.
14/01/2011
A Prefeitura do Rio criou uma força-tarefa de limpeza urbana para ajudar a cidade de Nova Friburgo, um dos municípios mais atingidos pelas chuvas desta semana na Região Serrana. Na manhã desta sexta-feira, dia 14, a Comlurb enviou 250 garis para ajudar na limpeza e recuperação da cidade de Nova Friburgo. Um comboio com dez ônibus saiu às 7h20 da Gerência de Emergência da Comlurb, em São Cristóvão, e está sob a coordenação do secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osório, e da presidente da Comlurb, Ângela Fonti.
Osório comentou sobre essa parceria da Prefeitura do Rio com a cidade de Nova Friburgo e explicou como será o trabalho dos garis na região.
- Nós montamos uma força-tarefa composta de garis da Comlurb, maquinário e equipamento especial para ajudar na remoção de entulho, de escombros e liberação das vias. Enfim, para poder ajudar aquela cidade a voltar a ter uma vida normal o mais rápido possível. Todos esses garis são experientes, já trabalharam no Rio em momentos adversos de alagamentos e chuvas. Nossa participação será na região central de Nova Friburgo, para liberar a área para que as pessoas e os veículos possam voltar a transitar e o comércio voltar a funcionar.
Os garis da Comlurb usarão roupas e equipamentos especiais para chuva e lama. A companhia também cedeu quatro carretas, três caminhões basculante trucado, quatro carros-pipa, duas pás mecânicas, duas minipás mecânicas, uma van de Operações Especiais, seis veículos de apoio e um micro-ônibus, além de diversas enxadas, motosserras, chaves de ralo e carrinhos de mão.
- Vamos trabalhar em parceria com o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual e com a Prefeitura de Nova Friburgo. A Prefeitura do Rio se solidariza com a situação das cidades da Região Serrana e quer colaborar ao máximo neste momento de aflição que vivemos aqui no nosso estado do Rio de Janeiro - disse Osório.
Texto: Anna Beatriz Cunha
Fotos: Beth Santos e J.P.Engelbrecht
Osório comentou sobre essa parceria da Prefeitura do Rio com a cidade de Nova Friburgo e explicou como será o trabalho dos garis na região.
- Nós montamos uma força-tarefa composta de garis da Comlurb, maquinário e equipamento especial para ajudar na remoção de entulho, de escombros e liberação das vias. Enfim, para poder ajudar aquela cidade a voltar a ter uma vida normal o mais rápido possível. Todos esses garis são experientes, já trabalharam no Rio em momentos adversos de alagamentos e chuvas. Nossa participação será na região central de Nova Friburgo, para liberar a área para que as pessoas e os veículos possam voltar a transitar e o comércio voltar a funcionar.
Os garis da Comlurb usarão roupas e equipamentos especiais para chuva e lama. A companhia também cedeu quatro carretas, três caminhões basculante trucado, quatro carros-pipa, duas pás mecânicas, duas minipás mecânicas, uma van de Operações Especiais, seis veículos de apoio e um micro-ônibus, além de diversas enxadas, motosserras, chaves de ralo e carrinhos de mão.
- Vamos trabalhar em parceria com o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil Estadual e com a Prefeitura de Nova Friburgo. A Prefeitura do Rio se solidariza com a situação das cidades da Região Serrana e quer colaborar ao máximo neste momento de aflição que vivemos aqui no nosso estado do Rio de Janeiro - disse Osório.
Texto: Anna Beatriz Cunha
Fotos: Beth Santos e J.P.Engelbrecht









