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sábado, 27 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Capina de Oportunidade
Considerando:
1. Sem uma enxada, sem uma pá, a vegetação em torno do poste, na borda dos ralos e, principalmente nas sarjetas não é executada como parte da rotina de varredura. Perdeu-se a oportunidade de fazer agora para fazer depois.
2. Quando o gari trabalha com o "papão" ele não tem como executar o que podemos chamar de "capina de oportunidade".
3. A falta da "capina de oportunidade" executada pouco a pouco constantemente e rotineiramente pelo gari de varredura exige em outro momento a ação de turmas de capina.
4. A substituição de turmas de capina por turmas de roçada também causa a falsa impressão de produtividade. O uso da roçadeira como capina mecanizado exige um aumento da freqüência do serviço no logradouro e reduz o uso do equipamento em áreas verdes.
É uma boa prática:
1. Utilizar o "Papão" somente em logradouros onde não há crescimento de vegetação. Logradouros tipo Av. Rio Branco, Av. Nossa Senhora de Copacabana, Praça Saens Pena.
2.Exigir a execução da "capina de oportunidade" como integrante ao serviço de varredura. Para isto os garis em varredura devem portar preferencialmente enxada ou, na falta desta, uma pá metálica.
3. Os garis mais antigos sabem como capinar com pá, usam até a mão para remover pequenos brotos. Usar os mais antigos para ensinar os mais novos.
4. Avaliar criteriosamente o uso de roçadeira para fazer capina. Capina se faz com enxada! A roçadeira em sarjeta é um paliativo!
Mesmo que considere seu serviço bom, faça sempre melhor!
Sacolas de Plástico

Falando no Brasil: Durante algum tempo os mercados mandaram fabricar sacolas muito finas na esperança de economizar um pouco com o material. O tiro saiu pela culatra pois as pessoas, e os próprios caixas, passaram a colocar as sacolas uma nas outras.Agora, mesmo com sacolas mais resistentes as pessoas continuam colocando uma nas outras... isso é uma coisa...
Por serem fartas e gratuitas as sacolas passaram a ser reutilizadas como sacos de lixo... ótimo a reutilização é um dos R dos 3R (reduzir, reutilizar e reciclar, nesta ordem de prioridades). O problema é que por serem fartas e gratuitas não nos preocupamos em preparar nosso lixo... dobrar as embalagens de longa vida por exemplo... pouco lixo é colocado em cada sacola de supermercado reutilizado...
O ideal seria reduzir a quantidade se sacolas utilizadas para embalar as compras... elas estão mais fortes, não precisam ser colocadas uma nas outras, cabe mais coisas nelas! Além disso, utilizar outras formas de transporte como sacolas de lona ou carrinhos de feira... No entanto, no Brasil, isso só acontecerá quando os supermercados começarem a cobrar pelas sacolas.
Então temos na ordem certa de prioridades: Reduzir a quantidade de sacolas levadas para casa, reutilizar o mínimo de sacolas como lixeira e depois de transportadas tentar reciclar o máximo nas esteiras de triagem (pessoas que passam o dia inteiro diante de uma esteira por onde passa o lixo mistirado tentando retirar o máximo de material reciclável possível... um ambiente muito insalobre mas que faz os pobres ganharem unsR$500 por mes)
Outro ponto a se ver sobre sacolas de plástico... As pequenas sacolinhas das farmácias... estas deveriam ser totalmente eliminadas colocando o remédio na bolsa! As sacolas de jornaleiros também....
Existem pessoas que expõe a importância de venda de produtos a granel... Você leva o seu recipiente e o enche de achocolatado, outro recipiente de açúcar, outro vasilhame de shampoo... No entanto... imagina o trabalho que isso daria! Além do que os mercados detestariam ter que vender quantidades exatas para as necessidades de cada família. No Rio de Janeiro a rede ATACADÃO é mais ou menos assim... eles vendem e você se vira para transportar
domingo, 21 de junho de 2009
Para a Comlurb, contêineres de prédios são a solução
http://jbonline.terra.com.br/leiajb/noticias/2009/06/21/rio/para_a_comlurb_conteineres_de_predios_sao_a_solucao.asp
Entrevista no Jornal do Brasil
Puppi afirma que um contêiner custa entre R$ 200 e R$ 300. Ele ainda aponta a proteção do gari como um dos maiores benefícios. O servidor fica pro tegido de cortes com cacos de vidros e objetos pontiagudos cortantes. Segundo ele, os acidentes são diários, principalmente nos braços e pernas. Outra vantagem apontada é o desgaste do funcionário, que é menor.
Entrevista no Jornal do Brasil
Puppi afirma que um contêiner custa entre R$ 200 e R$ 300. Ele ainda aponta a proteção do gari como um dos maiores benefícios. O servidor fica pro tegido de cortes com cacos de vidros e objetos pontiagudos cortantes. Segundo ele, os acidentes são diários, principalmente nos braços e pernas. Outra vantagem apontada é o desgaste do funcionário, que é menor.
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Pessoas que fazem xixi na rua
http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1197824-9106-67,00-HOMENS+FAZEM+XIXI+NAS+RUAS+DO+RIO+SEM+A+MENOR+CERIMONIA.html
Entrevista para RJTV
“A Comlurb constantemente lava com lava jato, com desodorizante para eliminar aquele foco de cheiro, aquele foco de impregnação da urina”, diz o assessor da Comlurb Gustavo Puppi.
Entrevista para RJTV
“A Comlurb constantemente lava com lava jato, com desodorizante para eliminar aquele foco de cheiro, aquele foco de impregnação da urina”, diz o assessor da Comlurb Gustavo Puppi.
quinta-feira, 28 de maio de 2009
Empregados Não Ativos
Ficar doente é algo que pode normalmente acontecer com qualquer profissional. O corpo não é uma máquina e todos estamos sujeitos a eventualmente apresentar algum problema de saúde. A coisa se agrava com a alimentação e moradia inadequada.
O problema empresarial da Limpeza Urbana é o excesso de empregados que são retirados da rotina de trabalho por motivo de doença. Não sei se conscientemente os médicos da empresa tendem a retirar o empregado da linha de frente quase como uma compensação por ser assalariado. Ficar doente é considerado um direito, um benefício a ser explorado. Nitidamente problemas de saúde que não incapacitam para a atividade laborativa são considerados motivo de ausência ao trabalho.
Vendo que é facil se afastar do trabalho por motivo de saúde, doentes ou não, os empregados sabem da vantagem em visitar o médico por qualquer motivo. É uma afirmação rude, politicamente incorreta, criticavel pelos médicos, mas existem empregados em condições de trabalho que estão afastados por motivo de saúde.
Como forma de reduzir o atrativo dos dias de licença dos que estão "aparentemente" doentes sugiro:
- Desvincular a lotação de retorno dos empregados do benefício com a lotação da entrada. Criar dúvida sobre a nova lotação eliminando a garantia de retorno para a gerência de origem.
- Definir quantidade máxima de empregados com laudo temporário nas gerências. Empregados além da quantidade estabelecida seriam transferidos para órgão centralizador.
- Definição de órgão centralizador com apoio médico , psicológico e assistente social para tratar os casos de perto, caso a caso. Este órgão centralizador seria responsável pela execução de atividades operacionais compatíveis com o estado de saúde de seus empregados
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Pilares de uma Diretoria
Três coisas devem acontecer simultaneamente em uma Diretoria:
A gestão de informações, ou a gestão do passado, que reúne as atividades de coleta e tratamento de dados e a transformação destes em informações fidedignas, não complexas e úteis para tomada de decisão. A gestão do presente que concentra a soma de todos os pequenos problemas rotineiros que em conjunto podem trazer grandes preocupações. Finalmente, a gestão do futuro que é a busca constante e incansável de oportunidades de melhoria para que o presente seja tranquilo e o passado reflita boas ações.
A gestão de informações, ou a gestão do passado, que reúne as atividades de coleta e tratamento de dados e a transformação destes em informações fidedignas, não complexas e úteis para tomada de decisão. A gestão do presente que concentra a soma de todos os pequenos problemas rotineiros que em conjunto podem trazer grandes preocupações. Finalmente, a gestão do futuro que é a busca constante e incansável de oportunidades de melhoria para que o presente seja tranquilo e o passado reflita boas ações.
Cada uma destas dimensões deve ser tratada por profissionais, ou grupo de profissionais independentes mas com forte interação. A mesma pessoa não conseguirá de forma plena pensar em passado, presente e futuro.
Legado da Visita do COI
(Mensagem para os Gerentes de Departamento)
Parabéns!
Vocês, seus encarregados e garis conseguiram mais uma vez responder de forma primorosa a uma demanda extremamente importante da Cidade do Rio de Janeiro. Da mesma forma que eventos como o Carnaval, o Reveillon, a visita da comissão de avaliação do Comitê Olímpico Internacional mostrou a capacidade de mobilização e ação da COMLURB.
No entanto, apesar do sucesso, devemos aproveitar a oportunidade para analisar o que existe de diferente entre o serviço executado nestes momentos primorosos e na rotina do dia a dia.
Porque a mesma equipe que desenvolve um trabalho tão bom quando existe urgência e relevância não mantém o ritmo na rotina do dia a dia?
Nos eventos como o Carnaval, Reveillon, visita do COI observamos:
- Os Gerentes utilizam meios de fazer com que os encarregados e garis percebam a urgência e relevância do evento.
- Os Gerentes supervisionam pessoalmente os serviços.
- Os Encarregados supervisionam pessoalmente a trabalho dos garis que permanecem no local de trabalho, empenhados na execução dos serviços.
- Os recursos materiais são explorados ao máximo.
- É dada atenção aos detalhes como "matinho", "bigode", varrer com a vassoura baixa para remover também a poeira e terra
Da mesma forma que os grandes eventos precisamos de forma urgente e relevante melhorar a qualidade dos nossos serviços, principalmente das áreas verdes já assinaladas.
Recebemos todos os dias a visita de pessoas mais importantes que os membros do COI:
O Cidadão Carioca!
quinta-feira, 30 de abril de 2009
250109

Após dez anos como gerente em Irajá aceitei o convite para ser Assessor Chefe da Diretoria de Serviços Sul da Comlurb. Depois de tantos anos na mesma função certamente estaria no principio de um inevitável declínio remoendo as mesmas idéias com outros nomes.
Ser gerente é como ser um capitão, está com a tropa; conversa com os trabalhadores. Ser um Diretor, acredito, é como ser um oficial general, decide pela tropa, estabelece estratégias. No meio dos dois, distante tanto do convívio da tropa quanto das decisões estratégicas, está o coronel, o Assessor.
Gastei algum tempo e energia para tentar entender a nova função. Acostumado a ter o monopólio da autoridade, agora em uma posição intermediária, como preposto da autoridade do Diretor, estou em um ambiente totalmente novo.
Praticamente um novo emprego! Um verdadeiro calouro, novato! Com aquela sensação que não sabemos o que está acontecendo, desconhecemos o andar das coisas, quais as prioridades e rotinas. Exatamente o que eu sempre quis evitar.
No entanto, é uma excelente posição para aprender como decidir em um nível acima do que estou calejado. Estar distante da tropa e não ter a pressão da decisão sobre a estratégia é a oportunidade de observar e analisar. Utilizar a empatia para avaliar o que faria se estivesse como Diretor e o que eu não faria se voltasse a ser gerente. É uma boa posição para futuramente ser um melhor diretor do que eu seria hoje e, também futuramente ser um gerente mais ponderado.
Vou utilizar este blog para registrar minhas observações e comentários
Ser gerente é como ser um capitão, está com a tropa; conversa com os trabalhadores. Ser um Diretor, acredito, é como ser um oficial general, decide pela tropa, estabelece estratégias. No meio dos dois, distante tanto do convívio da tropa quanto das decisões estratégicas, está o coronel, o Assessor.
Gastei algum tempo e energia para tentar entender a nova função. Acostumado a ter o monopólio da autoridade, agora em uma posição intermediária, como preposto da autoridade do Diretor, estou em um ambiente totalmente novo.
Praticamente um novo emprego! Um verdadeiro calouro, novato! Com aquela sensação que não sabemos o que está acontecendo, desconhecemos o andar das coisas, quais as prioridades e rotinas. Exatamente o que eu sempre quis evitar.
No entanto, é uma excelente posição para aprender como decidir em um nível acima do que estou calejado. Estar distante da tropa e não ter a pressão da decisão sobre a estratégia é a oportunidade de observar e analisar. Utilizar a empatia para avaliar o que faria se estivesse como Diretor e o que eu não faria se voltasse a ser gerente. É uma boa posição para futuramente ser um melhor diretor do que eu seria hoje e, também futuramente ser um gerente mais ponderado.
Vou utilizar este blog para registrar minhas observações e comentários
sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009
Lixo, um problema que precisa ser descartado
Publicada em 27/02/2009 às 23h28m O Globo
RIO - A coleta de lixo no Rio é responsável por um dos melhores indicadores municipais: de acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE, 99,7% dos lares contam com esse serviço. Mas o Rio Como Vamos (RCV) lembra que a geração e o destino final dos resíduos sólidos da cidade são uma grande preocupação e geram debates calorosos entre governantes e ambientalistas. Para se ter uma dimensão do problema, somente as feiras livres da cidade produzem, segundo a Comlurb, 1.700 toneladas de detritos por mês. É mais do que todo o lixo domiciliar dos bairros de São Cristóvão e Benfica juntos. Na avaliação do RCV, além de pensar em alternativas para que a sujeira não prejudique o meio ambiente, as autoridades precisam incentivar a redução da produção de lixo na cidade.
Pesquisa de percepção encomendada pelo RCV ao Ibope, no ano passado, mostrou que a nota dada para a coleta de lixo no Rio era 8,6, a maior pontuação entre todos os serviços públicos avaliados. Mas a preocupação do carioca com o descarte de seus detritos ainda é pequena: segundo dados da Comlurb, 40% do lixo produzido ainda é jogado nas ruas.
Lixo produzido na cidade aumentou 36% em 12 anos
De acordo com informações coletadas pelo RCV, em 12 anos a média diária de lixo depositado em aterros no Rio aumentou 36%, passando de 6.443 toneladas em 1995 para 8.779 em 2007. Levando-se em conta apenas o lixo domiciliar coletado pela Comlurb, cada carioca gerou em 2007 mais de 20 quilos por mês. Na Região Administrativa (RA) do Centro, que concentra muitos escritórios e restaurantes, foi verificado o maior índice: 74 quilos por mês, ou seja, quase 2,5 quilos por dia.
Entre 2003 e 2007, o Rio teve um crescimento do lixo domiciliar per capita de 8,9%. Agrupando-se os dados pelas Áreas de Planejamento (AP) do município, percebe-se que a AP1 (que engloba as RAs de Centro, São Cristóvão, Rio Comprido, Paquetá, Santa Teresa e Zona Portuária) apresentou o maior crescimento per capita, 21,85%. Já a Zona Norte teve o menor aumento, apenas 1,6%.
- O percentual baixo pode estar relacionado aos lixões a céu aberto, que contaminam o solo e os lençóis freáticos - diz Laura Domingues, coordenadora executiva do RCV.
O lixo coletado no município do Rio é levado para dois aterros: o de Gramacho, em Caxias, e o de Gericinó. Em operação desde a década de 70, o de Gramacho recebe cerca de 6.300 toneladas de detritos por dia, segundo o diretor técnico-industrial da Comlurb, Álvaro Cantanhede:
- Semana passada, recebemos o estudo de uma empresa informando que, mantendo o controle, o aterro de Gramacho poderá ter um prazo útil de cinco anos - disse o diretor.
Coleta seletiva é realizada em 41 bairros do Rio
De acordo com o RCV, uma solução para o destino final do lixo seria a criação do aterro de Paciência, na Zona Oeste. Licitado em 2003, ele ainda depende de liberação da Justiça. Laura Domingues lembra que, em janeiro, o prefeito Eduardo Paes anulou a licitação e criou uma comissão formada por representantes das secretarias da Casa Civil, do Meio Ambiente, de Urbanismo, da Procuradoria, da Controladoria Geral do Município e da Comlurb, para apresentar, em 90 dias, soluções para o destino e o tratamento do lixo. Em campanha, Paes sugeriu levar o lixo para Nova Iguaçu.
- A discussão enveredou por um caminho político e o desejável seria a população ter acesso a um parecer técnico sobre o assunto. O lixo é produzido por todos os cidadãos, independentemente do local de moradia, e, neste sentido, deveria haver mais transparência na gestão de resíduos - diz Laura
Atualmente, a Comlurb faz coleta seletiva em 41 bairros da cidade, uma vez por semana. Mas, para o RCV, este número deve aumentar depois que a lei municipal 4.969/08 for regulamentada. O texto diz que todos os geradores de resíduos sólidos devem separar e acondicionar o lixo no local de sua produção, em prazo a ser fixado pelo Poder Executivo, não superior a quatro anos, a partir da publicação da lei. E, nos próximos dias, o Conselho Municipal de Meio Ambiente deverá recomendar ao governo a adoção da coleta seletiva pelos órgãos da administração direta e indireta, num prazo de 180 dias.
- A princípio, tudo o que não é reaproveitado é um desperdício de tudo o que foi empregado na sua produção: matéria-prima, energia, transporte etc. Todavia, há quem questione a adoção da reciclagem. Alguns especialistas dizem: até que ponto as fábricas de reciclagem não poluem mais ou consomem mais energia do que se está economizando? - lembra Laura.
terça-feira, 24 de junho de 2008
Pensamento Tibetano do Século VIII
"Aquilo que algum cretino considera URGENTE é sempre algo que algum imbecil deixou de fazer em tempo hábil e quer que você se esfole para fazer em tempo recorde."
(Rakesheh Vilmiintuchy - Monge Tibetano)