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terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Segredo de um bom planejamento!

Responda sempre as perguntas 5W 1 H

domingo, 29 de janeiro de 2012

Como é a coleta domiciliar de lixo em Veneza?


Com barcos!

O lixo é recolhido porta a porta por trabalhador com carrinho tipo gaiola passando pelas vielas de seu roteiro. O lixo coletado é trazido para pontos de encontro com a embarcação coletora que utiliza guindaste para esvaziar o conteúdo do carrinho em sua área de carga



A área de carga da embarcação é uma caixa compactadora ajustada em seu casco. No cais de cais de transbordo a caixa é içada da embarcação e colocada em caminhão da mesma forma que containers em navios, daí então parte para seu destino final em aterro sanitário.

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Limpeza de Praias e Parques




TV Brasil - Reporter Rio: "Fim de semana prolongado,sinônimo de muito trabalho para os garis. Mas nem eles conseguiram dar conta de tanta sujeira".

domingo, 22 de janeiro de 2012

Coleta de lixo à Suíça







http://vidasuica.wordpress.com/2010/11/10/coleta-de-lixo-a-suica/

"Na terra dos relógios – além do chocolate e do queijo – a pontualidade e a organização já eram esperadas. Ruas completamente limpas, sistema de transporte cronometrado e um sistema de coleta de lixo impecável. A primeira impressão mostra que muito disso já está inerente à consciência suíça, ao comportamento da sociedade.

A separação de lixo reciclável é levada à sério e conta com uma estrutura sofisticada. Em vários pontos da cidade, em praças ou calçadas, existem pontos de coleta para vidro, papel, metal e lixo orgânico. As lixeiras têm o formato de uma pequena cabine e escondem uma grande caixa subterrânea.
Dessa forma, mesmo com um bom espaço para armazenamento, as lixeiras não atrapalham o fluxo de pedestres. A coleta é realizada por um caminhão preparado. O motorista, ao chegar ao local, desce do veículo e, com um controle remoto, movimenta um braço mecânico que irá levantar a cabine e depositar todo o lixo no interior do caminhão. O processo é rápido e não deixa restos. Outra vantagem das cabines subterrâneas é que eliminam qualquer cheiro enquanto fechadas, além de evitar que animais e pessoas tenham acesso ao lixo".

sábado, 21 de janeiro de 2012

Apresentação oficial do Lutocar

http://percolado.blogspot.com/2010/10/retorno-do-lutocar-e-da-remocao-rapida.html


Realidade:




http://diariodemocratico.com.br/rio-de-janeiro/5022
Outra iniciativa da Comlurb é a substituição dos contêineres de 240 litros por novos equipamentos que facilitam a atuação dos garis no recolhimento dos resíduos durante a caminhada varrendo as ruas. Para a criação do equipamento foram levados em consideração fatores ergométricos visando garantir mais agilidade, reduzir o esforço físico e dar melhores condições à jornada de trabalho do gari.

Os braços de alavanca mais longos do modelo diminuem o peso do material transportado e dão mais equilíbrio aos trabalhadores. O equipamento ainda tem uma porta na frente por onde o gari pode retirar o saco plástico cheio de detritos com menor esforço, sem precisar puxar o material por cima como nos contêineres.

Copacabana recebeu os 50 primeiros equipamentos, que foram desenvolvidos e estão sendo confeccionados pela a equipe da fábrica própria da Companhia, a Aleixo Gari. A fábrica enviará 100 unidades por mês ao serviço de varrição até a substituição completa dos contêineres.
A Comlurb promove uma enquete com a população para que ela escolha um nome para esse equipamento.

Varredeira Green Mahine




quinta-feira, 19 de janeiro de 2012

Varredeira de médio porte no Rio de Janeiro

Teste de varredeira Green Machine

Green Machine em Londres

Varredeira em área de pedestres


Realidade:




http://diariodemocratico.com.br/rio-de-janeiro/5022

A Prefeitura do Rio apresentou na Praça do Leme, o novo equipamento de varrição da Comlurb, que vai agilizar a limpeza nas ruas da cidade.

Com tração nas quatro rodas e suspensão independente na dianteira e na traseira, o modelo tem maior facilidade para transpor obstáculos e também sobe meio-fio. Todas as inovações vão trazer mais agilidade ao serviço, além de intensificar a remoção de pequenos resíduos como guimbas de cigarro e até areia. O equipamento tem capacidade para receber até 800 quilos de resíduos.

O evento de lançamento dos novos equipamentos contou com a presença do prefeito Eduardo Paes, do secretário municipal de Conservação e Serviços Públicos, Carlos Roberto Osorio, e da presidente da Comlurb, Angela Fonti.

As três primeiras unidades apresentadas hoje serão usadas inicialmente nas orlas das praias, da Lagoa e em calçadões do Centro. O modelo de última geração tem câmera de vídeo colorido na traseira para monitoramento das operações, verificando se o serviço foi bem executado. Além disso, o piso é de vidro para facilitar a observação do local a ser limpo e há um sistema de vaporização, com reservatório de água que será utilizado para evitar levantar muita poeira no ar. O investimento foi de R$ 750 mil (R$ 250 mil cada varredeira).

- Esse é um equipamento moderno, rápido e confortável, que vai dar uma agilidade maior na limpeza da cidade. Estamos caminhando para ampliar a capacidade de trabalho da Comlurb, que está cada vez mais se qualificando. Mas fica sempre o pedido para as pessoas respeitarem e não jogarem lixo nas ruas. Esse esforço da população tem que ser permanente – disse o prefeito.

Os novos equipamentos estão incluídos em um estudo para substituir parte das grandes varredeiras, que ficarão atuando somente nos principais corredores viários. A Companhia terá também varredeiras que serão usadas nas ruas com faixas menores de manobra. Os operadores receberam treinamento de uma semana para trabalhar com o novo modelo, mais seguro, moderno, ágil e confortável.

Por alcançar a velocidade de até 40 km/h, o novo modelo pode ser usado como veículo de deslocamento para o ponto de trabalho, fazendo um roteiro de um lugar para outro sem problema. O atual tem que ser transportado em outro veículo para poder transpor distâncias

- Estamos apresentando hoje o que há de mais moderno em termos de equipamento de varrição. São varredeiras escocesas, importadas, que vão facilitar a limpeza dos logradouros. As primeiras do Brasil. Elas fazem tudo automaticamente, o lixo recolhido já sai ensacado, de fácil manobra, vão a lugares pequenos, além de serem charmosas. O objetivo da prefeitura é mecanizar o serviço, garantir qualidade e utilizar o que de mais moderno existe – explicou o secretário Carlos Roberto Osorio.

A cabine fechada, que protege da chuva e do sol, é climatizada com ar-condicionado, dando mais conforto ao operador no desempenho do trabalho no clima quente de verão do Rio. A varredeira conta ainda com sirene na marcha ré e uma voz gravada para alertar os pedestres sobre a movimentação e evitar acidentes. O serviço de aspiração do equipamento garante a manutenção da limpeza, já que o vento pode trazer o lixo de volta durante a varredura dos garis.

Coleta de Lixo com Bicicleta de Carga em Jhunjhunu - India





CONSIDERAÇÕES SOBRE PAPELEIRAS




Todas as questões técnicas operacionais de Limpeza Urbana devem considerar as variáveis culturais da região onde o serviço é prestado. Se culturalmente as pessoas não estão acostumadas com determinado comportamento não adianta taxa-las de mal educadas, no máximo podemos afirmar que tem um comportamento diferente do que tecnicamente esperamos que tenham.

As papeleiras colocam em evidência esta relatividade do que definimos como “povo educado”.
Em um limite não haveria necessidade de papeleiras se as pessoas não jogassem lixo na rua confirmando a alegação do “eu deixo tudo na minha bolsa para jogar em casa”. No outro limite haveria necessidade de infestação de papeleiras colocando-as em cada poste para, valorizando a lei do menor esforço, bastando esticar o braço para jogar seu lixo na papeleira mais próxima.

Como em um mundo real as pessoas oscilam entre os dois extremos a melhor opção seria algo onde a distribuição de papeleiras não fosse rarefeita de tal forma que alguém optasse por jogar o lixo no chão, nem infestada de tal forma que causasse transtorno a movimentação de pessoas e agredisse o conceito de cidadania de quem não jogaria lixo no chão nem que tivesse que andar o dia todo segurando o palitinho de sorvete. Conseguir o meio termo entre rarefeito e infestado

Definir critérios rígidos quase matemáticos para distribuição de papeleiras também parece ser algo não muito eficiente. Coisas tipo uma a cada cinquenta metros despreza as variáveis culturais de cada região.
Um passeio pela cidade demonstra exemplos de locais onde as papeleiras existentes são totalmente desnecessárias, onde as papeleiras são insuficientes, onde atrapalham a circulação, onde são repedidas vezes depredadas, onde ficam em desarmonia com o espaço público, e, graças aos céus, locais onde estão muito bem posicionadas cumprindo sua função operacional e educacional.
Acredito que alguém experiente caminhando pelos logradouros observando a movimentação das pessoas e a ambiência do espaço público percebe onde instalar papeleiras sem a necessidade de equações matemáticas. Porém, algumas recomendações devem ser feitas:

1) Logradouros residenciais não devem ter papeleiras. Em um logradouro com baixa frequencia de varrição existe o risco de encontra inagens com esta onde a papeleira se transforma em ponto de disposição de lixo domiciliar fora do dia e horário de coleta:


2) Logradouros de lazer incluindo os de comércio semelhante a shoppings devem ter papeleira onde os usuários menos se locomovem. Em uma praça: próximo aos bancos e mesas de jogos, próximo a quiosques, brinquedos. Em um bulevar: próximo às esquinas e entrada de prédios públicos.
3) Logradouros comerciais e/ou de escritórios com movimentação intensa tipo centro da cidade deve haver infestação de papeleiras. Sem causar obstrução à circulação as papeleiras devem ficar como se os transeuntes quase tropeçassem nelas.
4) Em entradas e saídas de estações de metrô e trem, terminais rodoviários e marítimos devem ter papeleiras nos logradouros de acesso. Também em pontos de ônibus cobertos e pontos de taxi.

5) Padronização das papeleiras é vantajoso para a aquisição e manutenção, no entanto, alguma atenção deve ser dada para tipos diferenciados. Papeleiras mais resistentes em locais onde pode haver maior incidência de depredação tais como saída e acessos de estádios. Papeleiras mais elaboradas esteticamente para as maiores atrações turísticas. Até mesmo papeleiras temáticas como áreas de saída de praia ou shows.

Container Enterrado - Ecollect EcoBig 5000

http://www.youtube.com/watch?v=Ln9JxjV6NcY


Container Enterrado - Ecollect EcoBac 1500

http://www.youtube.com/watch?v=kNlow_rfZZw


sexta-feira, 13 de janeiro de 2012

Lavagem de logradouros em BH - anos 20



Urina não é crime mas fede!


O secretário de Ordem Pública, Alex Costa, criticou quem urina na rua. "Não demos trégua ao xixi na rua durante os desfiles dos blocos. É inaceitável a complacência com aqueles que praticam um ato tão desrespeitoso à cidade e ao cidadão, um verdadeiro desserviço ao Rio"

Os advogados dizem que nossos tribunais não incriminam quem faz xixi, em pleno carnaval, num canto de praça, por estar apertado, pois “urinar de costas para a rua, sem exibir o pênis, é grosseria, mas não tipifica o artigo 233)”.

Na discussão se o xixi é crime ou não, depois que a Ordem Pública faz seu papel e os advogados defendem os que não se aguentaram, o que fica é o odor de urina misturado com cerveja ao longo do trajeto dos blocos de Carnaval.

Agentes da SEOP, advogados, foliões, moradores transtornados todos estarão em consenso de que se aquele fedor não desaparecer a culpa será da COMLURB que não baldeou a cidade!
Para isso a melhor solução é usar muiiiiittttaaaa água, preferencialmente de reuso, com todos os equipamentos disponíveis: caminhões pipas, furgões com motobomba, pulverizadores com inibidores de odores e essências de eucalipto.

Coleta de Lixo com Bicicleta de Carga na China




Comlurb lança campanha pela limpeza das praias



A Comlurb está realizando uma campanha pela limpeza das praias da cidade que começa no sábado (14), em Ipanema. O grupo de samba da empresa, "Chegando de Surpresa", divulga a campanha no Piscinão de Ramos

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

Passando do Reveillon para o Carnaval


http://vejario.abril.com.br/edicao-da-semana/lixo-reveillon-copacabana-661358.shtml

Matéria da Veja Rio:
por Caio Barretto Briso 11 de Janeiro de 2012

"A preocupação com o Carnaval é pertinente, como deixam claro as estatísticas do ano anterior. Em 2011, após a passagem dos 400 blocos que desfilaram a céu aberto pelo Rio, a Comlurb recolheu 1 304 toneladas de resíduos, mais que o dobro do registrado na festa do último fim de semana, se levarmos em consideração todo o município. Para evitar a repetição da porcalhada, uma nova estratégia de limpeza urbana será implantada pela prefeitura, dividida em três partes. A primeira delas, prevista para as próximas semanas, é a convocação dos representantes de todas as agremiações de rua. Eles receberão a tarefa de abraçar a campanha por um Carnaval mais limpo, ficando responsáveis por orientar seus seguidores sobre o óbvio: lugar de dejeto é na lixeira. A segunda etapa tem a ver com o trabalho dos garis. Como já aconteceu em alguns blocos no ano passado, a determinação é que a turma dos laranjinhas faça um arrastão com a vassoura em punho assim que os cortejos acabarem de passar, a exemplo do que ocorre no Sambódromo após a apresentação de cada escola de samba. Por fim, a prefeitura vai pedir à cervejaria patrocinadora do evento que ajude na missão de colocar os latões de lixo próximo aos pontos de venda móveis da bebida. Assim, quem terminar de tomar sua latinha não terá a desculpa da falta de recipiente por perto para depositá-la. A medida pode ajudar, mas está longe de resolver o problema. “Precisamos dividir nossa responsabilidade com quem faz e aproveita a festa”, avalia o secretário Osório. Ele lembra que houve progressos significativos na repressão a quem urina nas calçadas, outra conduta inconcebível - e infelizmente habitual - dos foliões do asfalto. “Agora é a vez de obter a mesma participação da sociedade.”

A idéia foi apresentada em 2011, tomara que emplaque

É inegável que a quantidade de banheiros disponibilizados, as campanhas educativas e a ação da SEOP mudaram o cenário da questão de urina na rua.


Pegando carona nesta situação sugiro para o ano que vem analisar a possibilidade de negociar com a Riotur a inclusão de questões de limpeza urbana no contrato do patrocínio do carnaval de rua, por exemplo: fornecimento de containers nas grandes áreas de concentração como Lapa, Rio Branco, Ipanema e Leblon (e posterior doação para a COMLURB) além de sacos plásticos para acondicionamento do lixo varrido pelo gari.
Estes itens e outros mais poderiam ter talvez programação visual diferenciada. Sendo que os Containers com adesivos que pudessem ser retirados para utilização em outros locais ou eventos após o Carnaval.
Devemos lembrar que o Carnaval de Rua já supera o serviço do Sambódromo em termos logísticos relacionados à Limpeza Urbana


domingo, 8 de janeiro de 2012

Coleta de Lixo com Bicicleta de Carga na Africa




Abertura do carnaval não-oficial no Rio reúne foliões no Centro



Um verdadeiro caso de desobediência civil que causa um arriscado precedente.

A concentração deste arrastão carnavalesco foi o Centro da Cidade que eventualmente suporta o fato de não haver limpeza e lavagem imediatas, pois é uma área comercial com pouca frequência no fim de semana. Imagine se a concentração tivesse sido em Ipanema, Leblon ou Copacabana...

A espontaneidade fomentada digitalmente pode rapidamente cambar para a real irresponsabilidade com transtorno para moradores e visitantes após a dispersão de um bloco não autorizado como este.




"O carnaval de rua no Rio de Janeiro começou mais cedo neste ano. Foliões cariocas se reúnem na tarde deste domingo na Rua do Mercado, no Centro da cidade, para aproveitar a Bloqueata do Desliga, festa organizada nas redes sociaisem protesto ao carnaval oficial, organizado pela prefeitura. Só no Facebook, cerca de 10 mil pessoas tinham confirmado presença na folia até hoje.

Mas a festa pegou as autoridades de surpresa. Apesar de a informação ter rodado na internet durante toda esta semana, as autoridades disseram desconhecer o acontecimento da festa. O trânsito nos arredores acabou bloqueado pelos próprios foliões e não há sinais de banheiros químicos."


sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Honda em evento de mobilização pela limpeza de praias









http://www.dismotohonda.com.br/noticia/12-honda-realizou-o-projeto-beach-clean-na-praia-grande--


A limpeza da areia da praia é realizada com um equipamento tracionado por um quadriciclo, onde o trabalho que manualmente demoraria a ser concluído é feito mais rapidamente. Este sistema recolhe lixos menores enterrados na areia, que seriam difíceis de serem resgatados na coleta manual. O procedimento é feito de maneira eficiente, com pouca carga ambiental. Apesar de ser um protótipo e não haver previsão para sua fabricação em escala, o equipamento da empresa demonstra uma capacidade ímpar em coletar resíduos sólidos recicláveis da areia.

"Um copo de água de Coco Verde de 250 ml gera mais de “1 Kg de lixo”.

O VILÃO




quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Coleta de Lixo com Bicicleta de Carga no Peru





O carioca e a sujeira




ZUENIR VENTURA
A imagem daquele mar de lixo em Copacabana depois do réveillon deu razão ao prefeito Eduardo Paes, quando chamou de "porco" quem transforma as ruas e as praias em lixeira. Na ocasião, houve protestos contra as declarações, mas que outra classificação merecem as pessoas que em uma noite foram capazes de produzir ali 370 toneladas de entulho, do total de 645 recolhidas em toda a cidade, um terço a mais do que no ano passado? Outros bairros também se destacaram: Ipanema e Leblon, com 52 toneladas; Recreio, com 30; Flamengo, com 20 e, num último honroso lugar, o Piscinão de Ramos, com apenas 7 toneladas. Adriana Calcanhotto disse em música que "cariocas são bacanas", "são sacanas", "são dourados", "são modernos", "são espertos" e "não gostam de sinal fechado".

Faltou dizer que gostam de sujeira — não a corporal, mas a pública. Pessoalmente são asseados, tomam banho todo dia (e criticam os franceses por achar que eles não têm esse hábito), mas fazem do Rio uma das cidades mais sujas do mundo. Mantêm, por exemplo, o interior de seu carro impecavelmente limpo, mas lançam pela janela latas de refrigerante, garrafas plásticas, cascas de banana, jornal. Repreendem a faxineira que não limpou direito a poeira dos móveis, mas levam o cachorro para fazer cocô na calçada.

Outro dia, assisti a uma cena típica. Uma senhora jogou um pacote com porcaria no trecho que um gari acabara de varrer, e ele reclamou timidamente: "Acabei de limpar, e a senhora suja!" Resposta da ilustre dama: "Você ganha pra isso, e quem paga sou eu." Graças a essa mentalidade incivilizada de que, se pago imposto, posso emporcalhar a cidade, os números da imundície crescem cada vez mais. Cartazes no calçadão informam que só em Ipanema, "a cada hora, meia tonelada de lixo é abandonada na praia". No total, a cidade gera por dia quase 9 mil toneladas de resíduos, sendo que mais de 3 mil toneladas são de "lixo público" e 4.287 toneladas de "lixo domiciliar".

Uma das contradições do Rio é que se trata de um dos centros urbanos mais sujos, mas com um dos sistemas de limpeza mais eficientes. De fato, a Comlurb, "a maior organização da América Latina" no gênero, é um serviço exemplar, e poucos servidores públicos atraem tanto a simpatia da população quanto os garis. Não por acaso, Renato, o Gari sorriso que costuma roubar a cena no Sambódromo, dançando com a vassoura entre o desfile de uma e outra escola de samba, já foi eleito o Carioca Gente Boa e é uma celebridade. Aparece em comerciais ao lado de Gisele Bündchen e Zeca Pagodinho, conheceu a Europa e dá palestras motivacionais em grandes empresas. Uma de suas lições: "Se a população se conscientizar, não há necessidade de limpar uma rua três, quatro vezes por dia."

É o caso vergonhoso da Avenida Rio Branco, que é varrida seis vezes diariamente, de segunda a sexta.

Equipamento de limpeza de areia de praia



terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Coleta de Lixo com Bicicleta de Carga em Queenstown e Wanaka - Nova Zelândia





Unimog para limpeza de praia








O objetivo de um UNIMOG com caçamba com compactação seria uma viatura capaz de transitar em areia e asfalto para realizar a coleta de containers da orla percorrendo logradouro e depois entrar na faixa de areia no turno vespertino para coletar containers ou montes de resíduos transportando todo o lixo direto para uma estação de transferência.

Tsunami - Ainda não existe no Rio!



O Caminho do Lixo - Revista EPOCA

http://revistaepoca.globo.com/Sociedade/o-caminho-do-lixo/index.html

Interessante o caderno especial da revista EPOCA sobre várias questões de resíduos sólidos entre elas o Política Nacional de Resíduos Sólidos aprovado em 2011 e com desafios significativos até para os grandes municípios.

São três os principais pontos da política:

Fechamento de lixões até 2014

Só rejeitos poderão ser encaminhados aos aterros sanitários

Elaboração de planos de resíduos sólidos nos municípios.

segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Precisamos de Bons Gestores

Qualidade na GESTÃO é o que transforma recursos em resultados. De nada adianta aumento de efetivo e equipamento se as pessoas não sabem o que fazer com eles

Uma empresa tem que formar quadros de gestores através de concursos para novos profissionais, treinamento contínuo do quadro existente, desenvolvimento de protocolos para orientar a tomada de decisões, seminários internos para estabelecer cultura empresarial.

Um exército sem treinamento, disciplina, liderança e motivação é o guardião do caos e da desordem. Batalhões de soldados e filas de carros de combate é somente um amontoado de recursos sem bons sargentos e excelentes oficiais.

domingo, 1 de janeiro de 2012

Nada é mais difícil e, portanto, tão precioso, do que ser capaz de decidir.


Napoleão Bonaparte

Feliz ano novo!



sábado, 31 de dezembro de 2011

Lixo na areia da praia

Colocar um container na areia é uma mensagem para o usuário da praia de que aquele ponto é o correto para colocar o lixo. Como se estivéssemos dizendo para o cidadão: “sua participação na limpeza da praia termina quando você coloca seu lixo neste ponto”. Uma vez feita a parte do cidadão a responsabilidade a partir daquele ponto é do gari.

A questão operacional é onde colocar o container. Se ficar em um local próximo ao banhista, mas de difícil acesso o acúmulo de resíduos significa que a população fez a parte dela, mas o gari não. Portanto, o container deve ficar onde for melhor operacionalmente considerando acessos de equipamento e esforço do gari.
A faixa de areia da calçada até o mar pode ser dividida em faixas de uso. A primeira faixa, mais próxima da calçada, é a dos esportes com quadras de vôlei e futebol de areia, a segunda faixa é uma linha de barraqueiros e a ultima mais próxima da areia é a faixa de uso dos banhistas que ficam concentrados de tal forma que inviabiliza o manejo de resíduos e acesso de equipamentos. Copacabana tem uma faixa de areia tão larga que podemos acrescentar também uma zona desértica onde a areia é tão quente que não é usada, mas é ideal para a circulação de equipamentos mecanizados

Colocar containers na faixa de uso dos banhistas é suicídio, não haverá acesso produtivo para a remoção dos resíduos acumulados, o acúmulo é certeza de reclamações. Na faixa dos barraqueiros os containers serão usados pelos barraqueiros e o acumulo exigirá esforço do gari para puxada do resíduo até o ponto onde os equipamentos têm acesso. Colocar os containers na faixa de esportes seria mais produtivo, mas pode gerar reclamações por interferência nas quadras de vôlei e futebol.
Considerando o que foi dito acredito que a melhor posição para os containers é a mais próxima possível da calçada. Neste ponto o acesso de viaturas e equipamentos garante a maior freqüência de remoção com menor esforço dos garis. O objetivo operacional durante o dia seria percorrer a linha de containers tantas vezes quanto necessário para garantir o fluxo de escoamento dos resíduos da areia.


Uma campanha direcionada ao banhista para levar seu lixo para os sei lá quantos containers dispostos junto à calçada reforçaria a mensagem que a participação da população na limpeza da praia está em levar o lixo para fora da areia.
Também os barraqueiros, da mesma forma que se esforçam para transportar barracas de praia, cadeiras, geladeiras de isopor cheias de gelo e latas, diariamente para dentro e fora da areia, teriam por imposição de alvará que transportar o lixo gerado na barraca devidamente ensacado para a linha de containers junto à calçada.
No final do dia o lixo remanescente espalhado na areia seria um indicador da incivilidade do banhista e desrespeito do barraqueiro às normas impostas ao seu lucrativo comércio. Claro que continuaria havendo a limpeza das areias, mas a imagem seria de um serviço necessário porque a adesão à boa prática de levar o lixo para fora da areia não é total, culpa do banhista.

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Os porquinhos vão à praia




As cestas de lixo nunca serão suficientes para os porquinhos. Porque o que conta é educação e cultura
RUTH DE AQUINO
Era lixo só. No domingo de Natal, ninguém se atrevia a ir à praia em Ipanema e Leblon, os bairros da zelite carioca. É o metro quadrado mais caro do Rio de Janeiro, mas o que sobra em dinheiro falta em educação. Todo mundo culpou a Comlurb, a companhia municipal de limpeza. Que direito tem a prefeitura de expor nossa falta de respeito com o espaço público?
É verdade que houve uma falha operacional. Os garis do sábado à noite teriam de dar mais duro para compensar a redução da equipe da Comlurb no domingo. A praia mais sofisticada da cidade, que vai do canto do Arpoador até o fim do Leblon, amanheceu com 25 toneladas de lixo espalhadas, um espetáculo nojento. Cocos são o maior detrito: 20 mil por dia. Mas tem muita embalagem de biscoito e sorvete. As criancinhas imitam os pais que deixam na areia latas de cerveja, copos de mate, garrafinhas de água, espetos de queijo coalho, canudos de plástico. É o porco pai, a porca mãe e a prole de porquinhos.
Adorei o atraso da Comlurb por seu papel didático. Quem andou no calçadão dominical e olhou aquela imundície pode ter pensado, caso tenha consciência: e se cada um cuidasse de seu próprio lixo como pessoas civilizadas? O Rio está cheio de farofeiro. De fora e de dentro. De todas as classes sociais. Gente que ainda não aprendeu que pode carregar seu próprio saquinho de lixo na praia. A areia que sujamos hoje será ocupada amanhã por nós mesmos, nossas crianças ou os bebês dos outros. Falo do Rio, mas o alerta serve para o Brasil inteiro neste verão. Temos um litoral paradisíaco. Por que maltratar as praias?
Na Cidade Maravilhosa, o terceiro maior orçamento da prefeitura é o da Comlurb. Só perde para Educação e Saúde. Por ano, a prefeitura gasta R$ 1 bilhão coletando lixo dos prédios e das ruas. “Para recolher a lambança que as pessoas fazem nas ruas, parques, praias, são gastos R$ 550 milhões”, me disse o prefeito Eduardo Paes. “Daria para construir 100 escolas num ano, ou 150 creches, ou 200 clínicas da família.”

No ano passado, Paes criou o “lixômetro”, uma medição do lixo público nos bairros. Quem reduzisse mais ao longo do ano ganharia benfeitorias. O campeão foi a Cidade de Deus, comunidade carente pacificada. Menos lixo no espaço público significa economia para o contribuinte e trabalho menos penoso para os garis. A multa no Rio, hoje, para quem joga lixo na rua é de R$ 146, mas jamais alguém foi multado. Os guardas municipais raramente abordam os sujismundos e preferem tentar educar, explicar que não é legal.
As cestas de lixo nunca serão suficientes para os porquinhos. Porque o que conta é educação e cultura
Os porquinhos adoram um argumento: não haveria cestas de lixo suficientes. Na orla, as 1.400 caçambas não dariam para o lixo do verão. A partir de fevereiro, as caçambas dobrarão de volume, de 120 litros para 240 litros. E nunca serão suficientes. Porque o que conta é educação e cultura. Ou você se sente incapaz de jogar qualquer coisa no chão e anda com o papel melado de bala até encontrar uma lixeira, ou você joga mesmo, sem culpa nem perdão. O outro argumento é igual ao dos políticos corruptos: todo mundo rouba, por que não eu? Pois é, todo mundo suja, a areia já está coalhada de palitinhos, plásticos e cocos, que diferença eu vou fazer? Toda a diferença do mundo. O valor de cada um ninguém tira.
Em alta temporada, 200 garis recolhem, de 56 quilômetros de praias no Rio, 70 toneladas de lixo aos sábados e 120 toneladas de lixo aos domingos. A praia com mais lixo é a da Barra da Tijuca. Em seguida, Copacabana. Tenham santa paciência. Quando vejo aquela família que leva da praia suas barracas, cadeirinhas e bolsas, mas deixa na areia um rastro de lixo, dá vontade de perguntar: na sua casa também é assim?
A tímida campanha do “Rio que eu amo eu cuido” mostra que muito mais conscientização será necessária. A China produziu um gigantesco rolo compressor antes das Olimpíadas: em outdoors nas ruas, programas de rádio e televisão, o governo pedia à população que não cuspisse e escarrasse na rua. Era uma forma de tentar mostrar ao mundo que o povo não era tão mal-educado.

Experimente responder a estas perguntas. Jogo lixo na rua? Já deixei lixo na praia? De carro, furo o sinal vermelho? Acelero no sinal amarelo para assustar o pedestre? Buzino sem parar e xingo no trânsito? Dirijo depois de beber? Deixo meu cachorro fazer cocô na rua sem recolher? Já fiz xixi publicamente? Corro de bicicleta na calçada, pondo em risco velhinhos e crianças? Abro a mala do carro estacionado para fazer ecoar meu som predileto?

Que tal ser um cidadão melhor e menos porquinho em 2012?

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Trem de Lixo na Alemanha

Os caminhões de coleta foram concebidos como um reboque que pode ser puxado por um trator. O veículo era o mais baixo possível para facilitar o esvaziamento manual. O primeiro reboque foi atrelado ao trator, um segundo reboque pode ser também atrelado fazendo um trem de cerca de 17 metros de comprimento e capacidade de 13 metros cúbicos de resíduos. Este conjunto operou por duas décadas em Colonia – Alemanha até todos os existentes serem destruídos na Segunda Guerra.

Lixo acumulado nas praias do Leblon e de Ipanema afugenta banhistas




http://oglobo.globo.com/rio/lixo-acumulado-em-praias-da-zona-sul-afugenta-banhistas-3513399

O céu encoberto por nuvens e o lixo acumulado tornaram as areias das praias de Ipanema e do Leblon pouco atraentes para cariocas e turistas no domingo de Natal. O ambulante Manuel de Souza disse que, ao chegar ontem às 6h à Praia de Ipanema, na altura do Posto 9, já encontrou a areia cheia de detritos, principalmente cocos abertos e produtos de plástico.
- A população é mal-educada, mas também não vi nenhum funcionário da Comlurb. O lixo de ontem (sábado) está todo aí - reclamou.
Antônio Souza, funcionário de um hotel no Leblon, contou que no dia anterior funcionários da Comlurb haviam pedido uma contribuição para o fim de ano.
- Muito engraçado isso. Ontem (anteontem) eles passaram pedindo caixinha de Natal. Hoje (ontem), eles não apareceram para limpar a praia - afirmou.
A turista inglesa Jane Douglas passou o Natal e também estará na cidade no réveillon. Ela se incomodou com o lixo acumulado na Praia do Leblon, na altura do Jardim de Alah:
- O Rio é lindo, mas andar em meio a todo esse lixo realmente é muito desconfortável.

Apenas por volta das 13h repórteres do GLOBO viram funcionários da Comlurb na areia do Leblon. Nesse horário, nas praias de Copacabana, Leme e Vermelha, o lixo já tinha sido recolhido. De acordo com a Comlurb, o planejamento da limpeza durante o Natal foi o mesmo para toda a orla. Os garis terminaram o trabalho às 17h de sábado e retornaram às praias às 9h de ontem. A companhia não soube informar por que havia grande quantidade de lixo nas praias de Ipanema e do Leblon.

sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

VALPARAISO - CHILE


Encontrei na parte alta de Valparaiso no Chile ruas sinuosas, vielas e escadarias que podem ser descritas como um bairro boêmio artístico tal qual Santa Tereza no Rio de Janeiro misturado com o que deverão ser as comunidades pacificadas com UPPs daqui a alguns anos após intervenções urbanísticas e de serviços que vem a reboque com o programa municipal “UPP Social”.
O fluxo de resíduos das vielas para os logradouros em Valparaiso é semelhante ao encontrado em comunidades no Rio de Janeiro. As vielas, tal qual pequenos afluentes, descarregam sua carga em pontos nos logradouros onde os equipamentos convencionais de coleta de lixo circulam, então, na boca de cada viela faz-se um ponto de lixo que apesar de necessário é incomodo aos olhos.
A questão parece ter dois focos de solução:
1) aumentar a freqüência de passagem dos equipamentos para reduzir a visibilidade do resíduo constantemente recebido das “vielas-afluentes”, e, ou,
2) reconhecer e aceitar a existência do ponto de acumulação de resíduos e melhorar a ambiência através de projetos urbanísticos.






O lutocar voltou... E agora?

http://www.rio.rj.gov.br/web/guest/exibeconteudo?article-id=2388259

Conforme publicado neste blog em 25 de outubro de 2010 o retorno do lutocar e a conseqüente extinção dos containers na varrição é parte de um conjunto maior de ações necessárias para encarar a varrição como um processo a ser melhorado

Considerações sobre o processo de varrição:

1. Promover a extinção do uso dos containers na atividade de varrição, pois não são projetados estruturalmente e ergonomicamente para percorrer os dois mil metros diários esperados para um varredor.

2. Considerar que o uso de sacos plásticos é inerente ao serviço de varrição, seu uso deve ser racionalizado, mas não extinto. É necessário promover uma análise de valor das características do produto como oportunidade de redução do custo unitário para redução do montante disponibilizado em sua aquisição, apesar do custo anual per capta não ser significativo.

3. Considerar retorno do uso do “Lutocar” como principal equipamento para o acondicionamento de resíduos de varredura, pois são projetados estruturalmente e ergonomicamente para percorrer os dois mil metros diários esperados para um varredor.

4. Considerar retorno da “remoção rápida” intensificando o uso de minibasculantes ainda mais compactos próximos ao tamanho de uma caminhonete trabalhando de forma combinada os veículos compactadores

5. Considerar o uso de um carrinho de 500 litros (170Kg), o “Gariquichá”, como uma opção para o acondicionamento de resíduos de varredura. Além de ser uma oportunidade de reduzir o consumo de sacos plásticos na varredura o “Gariquichá” pode ser utilizado para transportar resíduos de limpeza de ralos e roçada. Com modificações em sua caçamba podem ser criadas opções especiais para transporte de roçadeiras ou material de combate a pichação. Existindo “Gariquichás” pode haver a oportunidade de eliminar o custo de fabricação dos atuais carrinhos de mão na IGF.

6. Considerar o uso de caixas metálicas como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em áreas públicas com local reservado para acondicionamento de lixo, tipo Ecopontos, e instalações da Comlurb com boa área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “Cangurú”

7. Considerar o uso de containers semi-enterrados como uma opção para o armazenamento de resíduos de varredura em regiões específicas da cidade onde sua presença entre em harmonia com o logradouro, ou em instalações da Comlurb com pouca área de serviço. Sua utilização deve ser condicionada a existência de viatura compactadora com guindaste “munk”.

8. Desenvolver uma viatura compactadora que combine guindaste “munk” e guindaste “canguru” como objetivo de aumentar a flexibilidade operacional para coleta de resíduos de varredura em caixas metálicas, containers semi-enterrados, vazamento de viaturas “satélite” e também coleta direta de sacos em logradouro.

9. Estudar para cada Região Administrativa qual o conjunto de equipamentos de acondicionamento, armazenamento e transporte de resíduos de varredura mais adequado do ponto de vista operacional e financeiro.

O Lutocar está de volta!



Praticamente uma década foi o tempo para as pessoas reconhecerem a falácia do uso de containers como equipamento de remoção de resíduos de varrição. O Lutocar está de volta com nova programação visual, linda! O mesmo projeto de antes, simples e eficaz, ergonômico, mas outrora abandonado em nome da gambiarra chamada containers.



Vitória do bom senso! Benefício para os garis!


O remo olímpico tem a ver com este blog...

http://www.youtube.com/watch?v=9GaDqzSDBk8

O que o remo olímpico tem a ver com este blog?

http://www.youtube.com/watch?v=9GaDqzSDBk8&playnext=1&list=PL641FA0E631862080




Ao longo de algum tempo desenvolvi uma metáfora que compara a rotina operacional da Limpeza Urbana com a prática do remo olímpico, esporte que tanto gosto e pratico.

O remo olímpico é uma repetição contínua de um mesmo ciclo, o ciclo da remada composto de um conjunto de movimentos iguais para todos no barco e também para todos de todos os barcos em regata. Diferente de outros esportes como o futebol onde um ou outro jogador se destaca em relação aos demais e o movimento é livre dentro do gramado, o remo olímpico exige que todos façam a mesma rotina de movimentos.

Da mesma forma o dia a dia da Limpeza Urbana é uma repetição contínua de mesmos procedimentos e protocolos. O varrido ontem é varrido hoje e o será amanhã, os roteiros de coleta percorrem os mesmos logradouros, as feiras são no mesmo dia a cada semana. O gestor de Limpeza Urbana gerencia a rotina, que é semelhante entre as diversas regiões.

Barcos com remadores executando os mesmos movimentos têm velocidades diferentes alcançadas pelo esforço e dedicação de seus atletas e, principalmente atenção aos detalhes do conjunto de movimentos de cada remada, da primeira a última na regata. Não adianta ser a melhor gestão de Limpeza Urbana no inverno quando a demanda é menor e perder a regata no verão quando tudo parece complicar, das férias escolares ao aumento na velocidade de crescimento da vegetação, passando é claro por eventos tipo Reveillon e Carnaval.

No remo olímpico também existe a figura do timoneiro, o “patrão”, atleta que não rema, mas conduz o barco, orienta o ritmo das remadas, motiva. Nas palavras de um remador: “o timoneiro ajuda quando a saca de arroz cai nas costas”, lá pelo meio da regata quando todo o corpo grita para reduzir o esforço e o cérebro se questiona o porquê daquele sofrimento, o timoneiro faz o remador fazer mais que gostaria. O gestor de Limpeza Urbana seja ele Diretor, gerente, encarregado é o timoneiro do conjunto de atletas garis.

Somente uma equipe muito entrosada, disciplinada e experiente prescinde de um timoneiro, como os barcos “sem patrão”. Mesmo nestes casos a figura do timoneiro é substituída pela lembrança do treinador acompanhando o barco com sua lancha.

Enfim o dia a dia da Limpeza Urbana é como o remo olímpico, maravilhoso!

Apresentação do Lutocar - Entrevista Record





sábado, 17 de dezembro de 2011

Água da terra para o mar



Av Atlântica após chuvas com água indo do logradouro para a praia, inverso do normal em ressaca quando estamos acostumados com água da praia para o logradouro

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Ponto de Entrega Voluntária com Moloks

Seqüência de Moloks de material reciclado em um parque em Los Condes região metropolitana de Santiago do Chile. O equipamento estava bem novo parecendo ter sido recentemente inaugurado. Por ter acesso de veículos acredito que o arranjo é para receber moradores transportando seu próprio material a ser reciclado compondo um Ponto de Entrega Voluntária – PEV.

Próximo mas separado havia outro Molok para receber lixo do parque.