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terça-feira, 24 de novembro de 2009

Quais os detalhes a que os novos zeladores da cidade devem mais ficar atentos?



  • Pichação11.11% 11.11%
  • Buracos na calçada10.23% 10.23%
  • Postes sem luz9.94% 9.94%
  • Postes com luz acesa durante o dia1.75% 1.75%
  • Ocupação irregular das calçadas19.01% 19.01%
  • Lixo nas ruas17.54% 17.54%
  • Vazamento de água e esgoto12.87% 12.87%
  • Má conservação dos equipamentos urbanos6.73% 6.73%
  • Falta de lixeiras3.51% 3.51%
  • Ambulantes5.26% 5.26%
  • Poda de árvores2.05% 2.05%

Paes anuncia plano para reduzir gastos com limpeza

Publicada em 23/11/2009 às 23h43m O Globo

    A praia do Leme, com garrafas plásticas abandonadas por banhistas / Foto: Fábio Rossi - O Globo
RIO - O prefeito Eduardo Paes lançou nesta segunda-feira um desafio à população: diminuir o lixo nas praias já no próximo fim de semana. Paes apelou aos cariocas para que tomem a iniciativa de jogar as sobras nas lixeiras e afirmou que, se o apelo não funcionar, não descarta retomar a medida da Secretaria de Meio Ambiente (SMA) de proibir a venda de coco verde pelos barraqueiros nas praias.
" As pessoas têm que ser menos porcas e parar de jogar coisas na areia "

- As pessoas têm que ser menos porcas e parar de jogar coisas na areia. Vamos fazer o seguinte: no próximo fim de semana de praia lotada, ninguém joga o coquinho na areia. Leva para o lixo. Senão, o coco será proibido de novo, como castigo.
Paes disse que irá propor uma meta de limpeza para os cariocas dentro do planejamento estratégico do Rio, que será anunciado em 7 de dezembro. A meta será atrelada a investimentos: o que deixar de ser usado pela Comlurb na limpeza será aplicado em obras, sobretudo na área de saúde.
Secretário vai dar explicações a Paes
A proibição havia sido anunciada pelo Comitê Gestor da Orla e confirmada pelo secretário de Meio Ambiente e vice-prefeito, Carlos Alberto Muniz. Nesta segunda-feira, ele disse que a proibição não tinha como foco principal a questão do lixo, mas sim a saúde dos banhistas. Segundo o secretário, como as barracas não têm ligação de água corrente, não há como garantir um manuseio adequado de alimentos:
- Não era questão de lixo grande ou pequeno. O lixo a Comlurb tira.
Ainda segundo Muniz, o aspecto do lixo na areia era secundário, porque o novo padrão de barracas que será adotado na orla já disporá de contêineres da Comlurb para separação dos detritos. Ele disse que vai procurar Paes para explicar sua ideia.
Uma enquete realizada pelo site do Globo perguntou a opinião dos leitores sobre a proibição e recebeu 1.553 votos. Quase 44% das pessoas responderam que são contrários, porque é delicioso tomar água de coco na praia. Cerca de 26% também não concordaram com a medida, já que o coco é biodegradável. Menos de 25% foram a favor, apoiando o argumento da sujeira que a fruta causa na praia; e 5 % alegram que o coco pode machucar as pessoas na areia.

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Cidade Limpa - Bigode em Área Gramada



Cidade Limpa - Uso do recoreco



Cidade Limpa - Capina com enxada

Cidada Limpa - Campanha de Orientação ao Gari

A campanha de Orientação surgiu da necessidade de lembrar os mais velhos apresentar os mais novos conceitos básicos de limpeza de logradouros, em especial o controle de vegetação, atravez de uma linguagem simples e direta.

Inicialmente seriam histórias em quadrinhos mas a coisa evoluiu para Fotonovelas onde foram utilizados os mesmos garis indicados pelas Gerências para serem garis padrão na empresa.

Desperdício de Gari




Os serviços de Limpeza Urbana exigem um acompanhamento constante no logradouro. O contato do gari como seu encarregado ou gerente durante a execução doserviço é a garantia do cumprimento dos planos.

Gari sem acompanhamento é certeza de desperdício

Na foto: gari em Buenos Aires




Viatura "Satélite" como Poliguindaste



O conceito de viatura "satélite" que coleta lixo de uma área e os transorta para uma viatura de maior porte é muito eficaz em áreas de pedestres e regiões com logradouros estritos, não só em comunidades. A foto mostra uma viatura do tamanho de uma pick.up que coleta um container metálico de aproximadamente 750 litros utilizando um dispositivo semelhante ao poliguindaste que ergue o equipamento lateralmente. Esta viatura transporta o container par um caminhão compactador estacionado na praça principal. As duas viatutas executam juntas a coleta da região histórica de Lucca na Toscana

A criação da COMSERV



Esta foto marca o fim da COMLURB. Durante a apresentação de veículos de poda de um novo contrato de locação foi a primeira vez que as palavras: manutenção e conservação foram postos junto com limpeza. Em uma época que a COMLURB assumia serviços como recuperação de calçadas, pintura de passarelas, preparação de alimentos nas escolas municipais. Estas atividades somadas as já existentes de limpeza de escolas, manutenção e limpeza de postos de salvamento, limpeza de hospitais, limpeza predial na Prefeitura; transformam pouco a pouco a COMLURB em uma Companhia Municipal de Serviços - COMSERV. Quando estaremos recuperando asfalto ou trocando lâmpadas?

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Caminhão automático de coleta e lavagem de container



Siena
O caminhão passa somente com o motorista que de dentro da sua cabine pega o container de aproximadamente 750 litros, bascula e compacta o lixo, lava o container e o coloca limpinho e vazio no mesmo lugar.



LUTOCAR - Nada se cria



LUTOCAR, corruptela de "Little Car" foi utilizado como equipamento da remoção de lixo de varredura após a extinção das carrocinhas e antes da implantação do container. Durante algum tempo eu admirei a engenhosidade de quem na COMLURB projetou o LUTOCAR, ergonômico e funcional. Minha ingenuidade foi por terra ao encontrar um LUTOCAR em Buenos Aires

Uso de Mão de Obra no Verão

O verão é a época do ano de maior demanda dos serviços de Limpeza Urbana. É quando a coleta transporta mais, quando o mato cresce com mais vontade, quando as pessoas passeiam pela rua e vão à praia gerando resíduos, quando chove, se festeja o Reveillon e o Carnaval.

É por isso que a Comlurb não concede férias nos meses de verão!

São 12,5% de reforço de garis para enfrentar o aumento de demanda do verão
Repense, redimensione, reorganize.

1. Não pulverize este reforço de mão de obra visando tranqüilizar sua rotina (*).
2. Monte turmas específicas para os serviços de maior demanda e visibilidade.
3. Estabeleça turnos adicionais nos serviços de maior demanda e visibilidade.

(*) Se você considera esta mão de obra para cumprir seu plano de varredura é porque ele está mal dimensionado. O plano de varredura deve ser dimensionado para ser plenamente atendido considerando as ausências de férias.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Desperdício de Mão de Obra



Imagine que cada gari desperdiça somente uma hora por dia sendo moroso no início do trabalho, letárgico nos deslocamentos do almoço, dando uma paradinha para resolver um negócio, outra paradinha para conversar com a vizinha, mais uma paradinha para olhar as notícias no jornaleiro (ninguém é de ferro!), mais uma paradinha esperando orientação do encarregado.

Se cada gari desperdiçar uma hora de trabalho, para um grupo de sete garis, na verdade somente seis trabalharam!

Repense, redimensione, reorganize.

Se for fazer empreitada ("tarefa") que ela seja superdimensionada para o tempo estipulado. Prefira eliminar totalmente o regime de tarefa.


Reduza os tempos de deslocamento para o almoço. Não há regulamento que exija o retorno a base para almoçar. Usar o refeitório é apenas uma opção.

Evite liberar o empregado durante a jornada para ir sozinho ao médico quando diz que está se sentindo mal. Chame os bombeiros ou SAMU! Com o tempo a quantidade de casos de garis passando mal durante a jornada se reduzirá.

Não compense uma falta ao trabalho com uma folga. Determine sempre os dias de folga e desconte os dias de falta.

Se cada Gestor reduzir em meia hora o desperdício de tempo no trabalho cada um conseguirá tranquilamente um aumento da sua quantidade de garis.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Reconhecimento pelo Trabalho

Palavras do Sr Prefeito Eduardo Paes:
"O verão está aí e eu odeio mato alto. Vamos agir! A cidade está muito suja. Não adianta dizer que é o povo. Isso nós já sabemos."

A avaliação da Prefeitura hoje não é passiva e indireta. O Prefeito está na rua!

Esqueça o reconhecimento pelo desempenho de anos anteriores, os certificados estão amarelando! Isso não garante o reconhecimento hoje!

É hora de repensar, redimensionar, reorganizar.

É hora de deixar de listar quantos garis, quantos caminhões, quantas roçadeiras precisamos, para, aí sim, fazer um bom trabalho. É hora de passar a usar de forma eficiente e eficaz o que temos!

A ordem é clara! A ordem é direta!
Faça acontecer

quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Ferramentas Gerenciais em Limpeza Urbana


Se houvesse um curso de formação de Gerentes de Limpeza Urbana cada item abaixo certamente deveria ser uma matéria necessária para obter o diploma. 

Matéria A - Cadastro de Logradouros
- Utilizando referências cartográficas e informações disponíveis. Podemos chamar de georreferenciamento

Matéria B - Classificação de Logradouros
– Utilizando critério e bom senso na a indicação de classes e tipos necessária para as características do local

Materia C - Setorização
– subdivisão dos bairros

Materia D - Definição de roteiros
– freqüência de serviços, quantidade de mão de obra, máquinas e equipamentos

Materia E - Fiscalização
– Acompanhamento dos roteiros e verificação de conformidades

Projeto Final A - Gerenciamento
– Acompanhamento das rotinas, metas, analise de desempenho, avaliação e adequação

Projeto Final B - Capacitação e treinamento
– Formação de quadros e difusão de conhecimento. Independente dos cursos formais o gestor tem que desenvolver meios próprios para que as pessoas entendam e façam o que queremos que se faça!

domingo, 8 de novembro de 2009

DESAFIOS DO MANEJO DE RESÍDUOS SÓLIDOS

Um Modelo de Gestão de Limpeza Urbana da Fundação Nacional da Qualidade está sendo aplicado na Companhia Municipal de Limpeza Urbana do Rio de Janeiro, COMLURB estruturado de forma sistêmica em sete critérios: liderança, informações e conhecimento; pessoas; processos; resultados; clientes; estratégias e planos, “norteiam a modelagem de uma gestão própria que garante a melhoria contínua dos processos” (PUPPI, 2007, p. 10).  

PUPPI, Gustavo. Gestão para Excelência do Desempenho na Limpeza Urbana. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL, 24., 2007. Belo Horizonte, Anais.... Rio de Janeiro: ABES, 2007, 1CD ROM.
  

CUSTOS DE IMPLANTAÇÃO E OPERAÇÃO DE UM SISTEMA DE COLETA DE PEQUENOS VOLUMES DE RCC


quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Caçambas de entulho irritam pedestres e motoristas no Rio

Entrevista Jornal do Brasil

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/10/28/e281018624.asp

O assessor-chefe da Diretoria de Serviços Sul da Comlurb, Gustavo Puppi, explicou como é feita a fiscalização.
– Os agentes percorrem as ruas, fiscalizando. Ao notarem alguma irregularidade, notificam a empresa. Se o problema não for solucionado ou a caçamba removida, a Comlurb pode, inclusive, confiscar a própria caçamba.
O grande número de caçambas espalhadas pelo Rio de Janeiro se deve à quantidade ainda maior de resíduos sólidos inertes, o popular entulho. De acordo com Gustavo, esse material tem destino certo.
– A Comlurb tem uma área para recebimento desse material, fica no ponto zero da estrada Rio Petrópolis.

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Estação de Transferência em Belo Horizonte










Durante visita técnica em Belo Horizonte para coletar informações sobre Trabalhador Comunitário visitamos uma estação de transferência em vias de ser inaugurada aguardando somente a contratação dos empregados para opera-la.

Em sua operação os compactadores trabalham na parte superior vazando no pátio coberto quando não há carreta disponível, ou na calha para cair direto na carreta. As carretas entram em fila na parte inferior da estação recebendo os resíduos do caminhão ou jogados com pá mecânica.
A parte suja a direita mostra a unica vez que a estação foi utilizada como teste.

Viatura "Satélite" em Coleta Domiciliar



Encontrado em Lucca um basculante tipo "satélite" que utiliza um dispositivo para bascular containers de 120 litros de coleta domiciliar. Operado somente pelo motorista aparentemente executava a coleta domiciliar em vias estreitas dentro dos muros medievais para transportar o lixo para uma viatura de maior porte em outro local.


quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Campanha incentiva redução de uso de sacos plásticos em todo o país

Entrevista RJTV

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1342410-9097,00.html

... neste dia sem sacolas, o RJ trouxe dois entrevistados: o biólogo Gustavo Borges, especialista em educação ambiental, e o engenheiro da Comlurb Gustavo Puppi.
O engenheiro da Comlurb, Gustavo Puppi, falou que há uma média nacional de 66 sacolas plásticas utilizadas por mês por habitante e da importância de se fazer coleta seletiva, porque, muitas vezes, os sacos plásticos não são descartados adequadamente, e acaba indo para em rios e mares.
Ele falou ainda que a coleta seletiva não reduz a quantidade de sacos plásticos, por isso é necessário se mudar a cultura de utilização do saco plástico.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Dispositivo Antifurto de Containers

Em uma viagem de passeio para a ilha de Curaçao encontrei um dispositivo que fixava o container em um determinado ponto do logradouro. O Gari da coleta utilizava uma chave triangular, removia os resíduos no caminhão e trazia de volta o container.
Muito interessante para evitar principalmente o furto, mas também a mudança de local do container feita muitas vezes por alguém que não tem a ver com o sistema de limpeza urbana.
Trouxe a idéia para a Comlurb e algum tempo depois foram criados os "dispositivos antifurto de containers" descrito da seguinte forma:
O projeto do dispositivo antifurto consiste prender no chão uma estrutura tubular de aço galvanizado com sistema de garras onde o conjunto de containeres é fixado com trava semelhante as das papeleiras.

Confeccionado nas versões de dois, três e quatro containeres, visa reduzir o risco de furto ou uso indevido em áreas de acessos a comunidades, centros comerciais, praças ou outros logradouros que necessitem de um ponto fixo de containeres.
















quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Entulho e bens inservíveis no Compactador

Devemos considerar um desperdício operacional os compactadores de coleta domiciliar deixar de coletar lixo público existente no roteiro.


O Encarregado de roteiro  deve ser orientado exaustivamente nos itens abaixo para perceber as oportunidades de remoção de lixo público junto com o lixo domiciliar.


1. As atuais especificações técnicas dos compactadores locados pela COMLURB permitem que se transporte junto com o lixo domiciliar alguma quantidade de lixo público.

2. Para cada ciclo de compactação, desde que feita uma cobertura do fundo da bacia com lixo orgânico, a próxima camada poderá conter o volume de até um conteiner de entulho. Em cada ciclo de compactação esse volume nunca deve ser ultrapassado.

3. Os coletores compactadores de lixo podem transportar até 20% do volume da caixa de carga, de lixo não compactável desde que não esteja concentrado, ou seja, deve ser mesclado com o lixo domiciliar ou de varrição.

4. O lixo compactável pode ser especificado como o orgânico, capina, galhada/poda fina e folhas. Os bens inservíveis devem ser classificados como não compactáveis, incluídos nos 20%.

5. Portanto, alguns saquinhos de entulho, misturados com lixo domiciliar, não causam problemas para os equipamentos. O que não devemos fazer é bascular caixas multiuso ou caçambas de mini pá com entulho diretamente nos compactadores.

6. O Encarregado do roteiro deve ser capaz de decidir o que é compactável e o que não é compactável no equipamento sob sua responsabilidade. Deve transportar tudo que é compactável e anotar o que não é compactável como "não conformidade" para ser incluída na Ordem de Serviço dos basculantes

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

ROMA - Trabalhador e Suas Ferramentas




Pilares de uma Diretoria - Gestão do Futuro

A Gestão do Futuro é a busca constante e incansável de oportunidades de melhoria para que o presente seja tranqüilo e o passado reflita boas ações. Trabalha sabendo como opera a “Gestão do Presente” e utilizando como ferramenta a base de dados da “Gestão do Passado”.

Eximindo-se da rotina vigente têm que estar passos adiante montando cenários operacionais futuros, alertando sobre os riscos e conseqüências de decisões do presente e articulando com diferentes atores na busca de oportunidades que aumentem a eficiência, eficácia futura.

Para sua chefia devemos escolher alguém multidisciplinar, político e muito, muito inteligente. Deve ter postura de diretor, não da Diretoria real atual, mas de uma diretoria virtual futura.

CIPA PRODUTIVA

RESUMO

É indispensável que o gerente se preocupe com a promoção de iniciativas que possibilitem a redução dos acidentes de trabalho até a meta de zero acidente. Segurança significa ambiente produtivo onde a valorização do elemento humano é primordial para o sucesso na realização de qualquer atividade.

Este trabalho apresenta a restruturação da CIPA na Gerencia de Limpeza do bairro da Tijuca (LG08-T) desde sua existência apenas por ser uma exigência legal até a consciência de grupo com força de vontade e a firme determinação para criar condições para que o gari possa voltar para o seu lar seguro e com saúde.


Carcaças no caminho

http://jbonline.terra.com.br/pextra/2009/09/05/e050928872.asp

Entrevista Jornal do Brasil:
Assessor da Diretoria de Serviços Sul da Comlurb, o engenheiro Gustavo Puppi explica o procedimento da empresa em relação aos carros abandonados.
– Quando a Comlurb observa um veículo em situação de abandono, através da vizinhança tentamos localizar o proprietário e conversamos com ele. Dependendo do diálogo, em que ele explicará o motivo de o carro estar no mesmo local há tanto tempo, emitimos ou não um auto de infração, por prejuízo da limpeza urbana. A intenção não é punir, então primeiro advertimos. Se persistir a sujeira, há a punição, uma multa de R$ 50.
Segundo Puppi, que já participou de mais de 40 operações para retirada de veículos abandonados, os carros que ainda não são carcaças, “não dizem respeito à Comlurb”.
– Quando o veículo tem placa e ao olhar para ele você reconhece um carro ainda com rodas e motor, a Comlurb não mexe. Recebemos muitas reclamações de moradores, tratando de carros sujos e empoeirados, mas não há lei que obrigue o dono a limpar.
Puppi ainda explicou o que é feito com o que é recolhido.
– As carcaças de veículos são encaminhadas para o depósito na Rio-Petrópolis, onde ficam temporariamente. Anualmente, a Comlurb faz um leilão desses resíduos metálicos. O arrecadado é revertido para a própria companhia, para pagar os custos de remoção, transporte e armazenamento da sucata metálica.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Trabalhadores Comunitários em Belo Horizonte

Conversando com trabalhadores comunitários de belo Horizonte durante Visita Técnica

CONSIDERAÇÕES SOBRE A LIMPEZA DE COMUNIDADES NO RIO DE JANEIRO

Com a realização da visita técnica duas questões primordiais surgiram sobre a implantação de novo sistema de limpeza e coleta em comunidades carentes utilizando o modelo da SLU-PBH:

a) Como o modelo da SLU-PBH suportaria um escala dez vezes maior?

A limpeza da comunidade visitada pareceu menos complexa que as normalmente encontradas no Rio de Janeiro. A existência de logradouros internos para acesso de caminhões, o saneamento básico nas vielas, a dimensão das poucas valas a céu aberto e a aparente ausência de marginais facilita a execução dos serviços.

b) Como passar de um sistema para outro com o mínimo de desgaste político e institucional?

Na descrição do Programa Agente Comunitário de Limpeza Urbana da SLU-PBH relata que os profissionais envolvidos na definição de “Entidade Participe” foram “categóricos em desaconselhar a instituição de uma parceria com associações representativas das comunidades. Recomendaram a utilização de uma ONG, de uma Fundação, ou mesmo, um aditivo de contrato com as empreiteiras da SLU”.

Uma ruptura com o modelo atual certamente criará uma reação contrária por parte dos Presidentes de Associação e os atuais Trabalhadores Comunitários. A mobilização destes atores pode trazer um forte impacto negativo devido à quantidade de demissões. No entanto, adotar um novo modelo com capacitação profissional e primeiro emprego, para uma nova turma a cada ano pode ser compensador ao longo do tempo, pois oferece oportunidades a um maior número de pessoas.

AGENTE COMUNITÁRIO DE LIMPEZA


VISITA TÉCNICA

A visita técnica à Superintendência de Limpeza Urbana da Prefeitura de Belo Horizonte
SLU-PBH teve o objetivo de coletar informações sobre a Gestão Administrativa e Operacional do Projeto de Agente Comunitário existente naquela capital.

Participaram da visita técnica realizada nos dias 19 e 20 de agosto, eu, Gustavo Puppi, representante da DSS e o Sr Marcio Cavalcanti, Advogado representante da DJU, ambos do Grupo de Trabalho criado pela OS.012 de 16 de Julho destinado a apresentar projeto para a implantação de novo sistema de limpeza e coleta em comunidades carentes, em substituição ao Projeto “Favela Limpa”

terça-feira, 25 de agosto de 2009

BELO HORIZONTE - Estação de Reciclagem de Entulho





O processo tem inicio em um pátio que recebe o entulho e uma catação manual remove metais e material que não deve passar pelo triturador



No triturador o entulho é reduzido em partes menores selecionadas por tamanho por esteiras
Os montes criados fornecem material para pavimentação ou construção de artefatos de cimento













quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O lixo recolhido no Rio de Janeiro

http://www.clipnaweb.com.br/clipping/conteudo_v2.asp?reg=209389&midia=tv&empresa=agenciario&mediacenter=3

Emissora: Globo
Programa: Mais Você (08h05)

No Rio de Janeiro, do total de lixo recolhido, 40% são aqueles que as pessoas jogam pelas ruas. De acordo com a Associação Brasileira de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, são recolhidos diariamente, em todo o Brasil, 149 mil toneladas de resíduos sólidos urbanos. Uma turma resolveu transformar o lixo em música: é o grupo “Chegando de Surpresa”, formado por garis do Rio.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

ROMA - Equipamentos











ROMA - Acondicionamento de Lixo




Considero muito interessante o modelo de Coleta Domiciliar existente em Roma e outras cidades Italianas onde os contêineres são distribuídos pela cidade sem a preocupação em esconde-los ou camufla-los.

Não é necessário exigir do morador que coloque seu lixo em um dia e horário determinado. A população utiliza os contêineres quando precisa dispensar o seu lixo e a empresa de limpeza realiza a coleta sem afetar a rotina do morador. Os roteiros podem sofrer atrasos eventuais, ser alterados temporariamente ou até mesmo redimensionados sem que seja necessário informar, orientar ou convencer os moradores sobre as mudanças.

Para que este modelo exista é importante culturalmente reconhecer a existência do lixo e de um processo destinado ao seu escoamento. No "tupiniquins" um container exposto é agressivo, pois logradouros devem aparentar que o lixo não existe, tudo deve ser feito para que ambos, o lixo e os equipamentos destinados ao seu recolhimento, não sejam perceptíveis. Pensamento diminuto!







ROMA - Uso de Viatura "Satélite"




Foi observado intenso uso de viaturas mini basculantes no centro histórico para realização de coleta domiciliar e remoção de varredura.


quinta-feira, 6 de agosto de 2009

GESTÃO PARA EXCELÊNCIA DO DESEMPENHO

RESUMO
Este trabalho apresenta como o Modelo de Excelência da Gestão® (MEG) da Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) detalhado no site www.fpnq.org.br foi utilizado como benchmarks para o desenvolvimento de um Modelo de Gestão da Limpeza Urbana –MGED. Ao longo do texto descreveremos oque é o Modelo de Gestão da Limpeza Urbana –MGED abordando os critérios de excelência da Liderança, Clientes, Informações e Conhecimento, Pessoas, Processos e Resultados. Será apresentada a forma de avaliação do modelo e como é utilizada para garantir a continuidade do trabalho. Mostraremos como um Modelo de Gestão da Limpeza Urbana contribui para a melhoria dos serviços prestados à população.

OUTDOOR TRAINING: LIDERANÇA E TRABALHO EM EQUIPE

RESUMO
Por mais que se busque o uso de modernos equipamentos, o serviço de Limpeza Urbana é uma atividade que necessita de uma quantidade razoável de mão de obra organizada em grupos de trabalho.Os desafios existentes sobre como liderar um grupo, como fomentar a participação ativa dos seus indivíduos,como coordenar esforços para alcançarem objetivos, todos, existem em um grupo que se dedica à atividade de Limpeza Urbana.

Este trabalho descreve como os técnicos foram levados a comparar suas emoções, stress e ações surgidas e um evento de Outdoor Training com as existentes em seu ambiente de trabalho. Como o Outdoor Training estimulou o debate de assuntos como segurança do trabalho, importância da comunicação eficiente e necessidade de conhecer procedimentos. Principalmente, descreve como o Outdoor Training pode contribuir para a coesão dos técnicos levando-os a trabalhar em equipe de forma comprometida com as metas da organização e respeitar as diferenças individuais.


O GARI MEDALHISTA - VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

RESUMO
Em uma atividade dependente do uso intensivo de pessoal como é a Limpeza Urbana ter os garis satisfeitos com o ambiente de trabalho é garantia da eficácia dos planos de serviço. Não basta ter o efetivo, é preciso ter um grupo de pessoas dispostas e determinadas a executar as atividades programadas.Este trabalho apresenta como uma organização prestadora de serviços de limpeza urbana criou um Sistema De Valorização do Empregado definindo forma de seleção, reconhecimento e recompensa sem aumento de orçamento e com resultados positivos para a satisfação do Cliente Cidadão.

MANEJO DE ENTULHO EM ZONAS RESIDENCIAIS

RESUMO
Este trabalho apresenta o  Sistema Integrado de Manejo de Entulho Residencial composto pelas seguintes ações: Estímulo ao uso do Serviço de Remoção Gratuita agendado para a remoção de entulho ensacado e bens inservíveis; urbanização de pontos de lixo para inibir vazamento irregular; Operações “Bota Fora” para atender a demanda reprimida no interior de residências; construção de Pontos de Entrega Voluntária – PEV para organizar a ação de carroceiros; criação da “Remoção Gratuita Notificada” para atender entulho a granel. Estas ações reduziram a quantidade de resíduos dispostos irregularmente nos logradouros, ofereceram melhores oportunidades a carroceiros, aumentaram a eficiência dos equipamentos disponíveis e contribuíram para a melhoria da imagem da Prefeitura junto à população.
O Sistema Integrado de Manejo de Entulho Residencial garantiu não só a melhoria do manejo de entulho em zonas residenciais, também contribuiu para aumentar a civilidade dos moradores. A redução de reclamações de resíduos dispostos em logradouro e aumento do uso do Serviço Agendado de Remoção Gratuita de Entulho Ensacado e Bens Inservíveis evidenciam a satisfação do cliente cidadão com a prestação dos serviços de Limpeza Urbana.


OPERAÇÃO REVEILLON

RESUMO
A chegada do ano novo é comemorada por toda a Cidade do Rio de Janeiro. Assim como o Carnaval, o Reveillon carioca é conhecido mundialmente e se tornou um evento turístico fundamental para a cidade.A festa maior acontece na orla quando cariocas e turistas passam a noite comemorando, consumindo e produzindo lixo. Terminada a festa, após um breve descanso, as pessoas estão prontas para aproveitar o primeiro feriado do novo ano também na orla. Neste breve descanso do carioca e seus visitantes, todas as praias da Cidade do Rio de Janeiro são limpas dos resíduos de milhões de pessoas em festa.
Oferecer à população e seus visitantes a possibilidade de desfrutar qualquer praia nas primeiras horas da manhã é fundamental para que a festa seja completa e o reflexo para o turismo positivo
.Este trabalho apresenta como é planejada e executada a maior operação de limpeza de praia existente no Brasil, a “Operação Iemanjá” quando todas as praias da Cidade do Rio de Janeiro são simultaneamente limpas em poucas horas na manhã do dia primeiro de janeiro.


quinta-feira, 30 de julho de 2009

'Ilegal. Eu?': Pedestres e motoristas jogam, por dia, 260 toneladas de lixo nas ruas da cidade

Publicada em 30/07/2009 às 23h56m O GLOBO

Isabela Bastos
Depois de tomar café, um homem joga o copo plástico no jçao, junto a um canteiro, no Buraco do Lume, Centro do Rio / Foto: Marcelo Piu - O Globo
RIO - Terça-feira, 14h: o gari Alexandre Ferreira da Silva, de 31 anos, varre a Rua São José, no Centro, cumprindo uma rotina que, em dias de muito serviço, exige até quatro faxinas. Nem bem Alexandre deixa o local, uma senhora termina de comer um salgado e joga o guardanapo no chão. Um rapaz engravatado esvazia um pacote de biscoitos e atira a embalagem no solo. Outro homem despeja um copinho de café no canteiro de uma árvore. E um executivo joga um papelzinho aos pés de outra planta. Ao serem flagrados, todos fazem cara de poucos amigos. Em 15 minutos, parece que o lugar conhecido como Buraco do Lume - onde há pelo menos três lixeiras - não é limpo há tempos.
- Muita gente não tem consciência. A lixeira está perto, mas as pessoas jogam o lixo no chão. Somos 15 garis para percorrer toda a área do Castelo até a Avenida Beira Mar. Já morei cinco anos em São José dos Campos (SP) e lá não se vê lixo no chão. Aqui, o nosso trabalho não é reconhecido, nem respeitado - reclama Alexandre, enquanto se prepara para deixar o serviço. Ele será rendido por um colega, que varrerá a mesma rua do final da tarde à noite.
Detritos despejados em logradouros públicos foram alvo de 1.680 denúncias à ouvidoria da Comlurb somente no primeiro semestre deste ano. Mas aquele que reclama também pode estar contribuindo para a desordem urbana. Flagrado quando jogava uma ponta de cigarro no chão, no Centro, um técnico em contabilidade que se identificou apenas como Carlos reconheceu o erro, mas alegou que o que fez não é um hábito.
- Hoje você me pegou. Eu costumo apagar o cigarro e jogar na lixeira. Uma pontinha só não faz diferença no lixo jogado na rua, mas imagina todo mundo fazendo o mesmo? Quantas pontas de cigarro não vão aparecer? Vou me policiar mais - disse Carlos.
Gasto com faxina é de R$ 25 milhões
O descarte irregular de lixo não é um problema só do Centro. Segundo a Comlurb, em um mês, canteiros, calçadas e ruas da cidade recebem 7.800 toneladas de detritos jogados por pedestres e motoristas. O que é recolhido encheria seis campos de futebol com uma pilha de um metro de altura de copinhos, embalagens e sacolas plásticas, guimbas de cigarro e papel, muito papel. Um dia comum de varrição enche 37 caminhões com 260 toneladas de sujeira. Para limpar tudo, é mobilizado um batalhão: dos 12.600 garis da Comlurb, 8.500 (quase 68%) fazem a limpeza urbana. Os demais atuam em hospitais, escolas e na poda de árvores.
" Aqui moram pessoas que têm informação, gente de classe média, que frequentou escola. Mas, para ler jornal na área externa, tenho que ir de chapéu "

A imundície alheia faz vítimas tanto na rua como dentro de casa. O auxiliar administrativo Thiago Silva levou um banho de água suja jogada da janela de um prédio no Centro, na semana passada. O rapaz ficou indignado, mas acha que teve até sorte, uma vez que já viu lançarem um copo de vidro do mesmo prédio. Já a dona de antiquário Lou Vicente, que mora num apartamento térreo em Copacabana, tem que mandar limpar quase diariamente a tela de proteção instalada em sua área de serviço. O motivo? Os vizinhos jogam de ponta de cigarro a absorventes pela janela.
- Já vi papel higiênico usado e camisinha. A tela já existia quando me mudei, há cinco anos. Isso é uma incivilidade. Aqui moram pessoas que têm informação, gente de classe média, que frequentou escola. Mas, para ler jornal na área externa, tenho que ir de chapéu - reclama Lou, de 68 anos.
Ela não está sozinha no infortúnio. A empresária Márcia Loureiro mora num apartamento térreo no Flamengo e conta que, para poder frequentar a varanda, teve que distribuir cartas entre os condôminos do prédio, pedindo o óbvio: que usem a lixeira em vez da janela. A gota d'água foi um absorvente voador, que entrou pelo basculante do banheiro. Depois das reclamações, a situação melhorou, mas, ainda assim, pontas de cigarro continuam a ser lançadas no jardim.
Em Jacarepaguá, a aposentada Nilda Barros também teve que recorrer às cartinhas para chamar os vizinhos à razão:
- Tive que fazer uma cobertura para me livrar do lixo na área. É uma falta de educação tremenda.
Não há como contabilizar o que se joga em áreas internas de prédios, já que o lixo é descartado pelos condomínios na coleta diária. Mas, nas ruas, a infraestrutura de limpeza custa caro para o carioca: são gastos R$ 25 milhões mensais na faxina dos logradouros públicos. Apenas a varrição das ruas leva R$ 3,8 milhões desse total. O número assusta quando comparado com os R$ 9,8 milhões mensais gastos pela Comlurb na coleta domiciliar.
Com o dinheiro da varrição, a prefeitura diz que seria possível comprar 13 ambulâncias com UTI ou montar 51 equipes do Programa de Saúde da Família. Poderia ainda construir uma escola padrão, com 13 salas de aula, ou erguer 80 casas populares, de 32 metros quadrados cada. Segundo a Comlurb, se o carioca descartasse o lixo da forma correta - nos cem mil cestos espalhados pela cidade -, as despesas com a varrição poderiam cair em 70% (R$ 2,6 milhões ao mês).
Para o antropólogo Roberto da Matta, autor do livro "A casa e a rua", o carioca ainda não conseguiu estabelecer uma relação afetiva com ruas, praças, parques e praias. Como não encara esses espaços como sendo seus, não demonstra o mesmo cuidado que teria com algo de sua propriedade:
- O carioca ainda faz uma divisão entre casa e rua. Um concerto na Quinta da Boa Vista faz com que o parque amanheça imundo. A pessoa não tem a noção de que aquilo é dela. Acha que é do Estado e que por isso não precisa cuidar. Se ela se comportasse na rua como se comporta em casa, a rua seria um brinco.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Vereador


POLÍTICA DE TRABALHO


As ações de todos os empregados devem respeitar a seguinte política:

Deslumbrar o Cliente Cidadão
Combater todo tipo de desperdício
Garantir os direitos e exigir os deveres dos empregados
Aprender e ensinar
Registrar e documentar como instrumento de decisão

VISÃO DE FUTURO


Ser reconhecida, por moradores e empregados, como uma organização eficiente composta de profissionais motivados, competentes e responsáveis, que se dedicam à operação de limpeza urbana como forma de melhorar a qualidade de vida dos cidadãos e fomentar a cidadania.

MISSÃO DA LIMPEZA URBANA




Nós, gerentes, encarregados e garis utilizamos a Limpeza Urbana para fomentar a cidadania, procurando superar as expectativas da População, através da melhoria continua do planejamento, programação e controle de nossos serviços.

Definição de Liderança

A liderança é uma forma de condução de equipes baseada no prestígio pessoal e aceita pelos liderados. 

O líder deve harmonizar três conceitos como forma de legitimar sua liderança:

Disciplina:

Tudo que garante o funcionamento regular da organização. Costume de decidir e agir utilizando como base a política de trabalho da organização.

Autoridade: 

É o direito de se fazer obedecer, dar ordens, tomar decisões e agir de forma a executar nossa missão utilizando a política de trabalho

Responsabilidade: 

Responder pelos próprios atos e pelos empregados sob sua responsabilidade.

GERÊNCIA DE IRAJÁ


segunda-feira, 6 de julho de 2009

Pilares de uma Diretoria - Gestão do Presente

A Gestão do Presente é o que faz a coisa acontecer garantindo que diariamente todos os recursos alocados serão plenamente utilizados segundo sua programação. Também é onde está a coragem para abandonar eventualmente os planos e usar criatividade para superar os obstáculos momentâneos. É onde se concentra a disposição para adotar novos procedimentos e, paradoxalmente a disciplina para manter os antigos.

Dever ser essencialmente ágil trabalhando como redes de relacionamento ou células de trabalho criando e extinguindo estruturas operacionais segundo as demandas observadas. Deve lembrar mais equipes de incursões que grandes batalhões formados ombro a ombro.

É a nossa infantaria, nossa artilharia, nossa cavalaria. É onde o resultado aparece, onde a Diretoria é reconhecida pelo bom trabalho ou exonerada pelo mau desempenho.

Pilares de uma Diretoria - Gestão do Passado

A Gestão do Passado reúne atividades de coleta de dados e produção de informações fidedignas, não complexas e úteis para a tomada de decisões. Especial atenção deve ser dada para resistir a tentação de criar controles que controlam os controles tendo sempre em mente duas expressões:

a) Não adianta um painel de avião para controlar um fusquinha!

b) Não adianta um bisturi para o trabalho de um açougueiro, da mesma forma que de nada adianta um cutelo na mão de um cirurgião. Cada ferramenta deve ter seu uso correto.

Três rotinas acredito que sejam afins a atividade de Gestão do Passado: O controle, a auditagem e a administração. O controle coleta e trata os dados organizando-os de forma estruturada de forma que sejam simples e uteis. A auditoria vai a campo para checar se os procedimentos e doutrinas estão sendo respeitados e se os dados são fidedignos. Finalmente a administração cuida dos procedimentos de rotina para gestão de pessoas e recursos.

É a nossa intendência!


Para sua chefia devemos escolher alguém da meticuloso, detalhista mas suficientemente sucinto e direto.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Capina de Oportunidade




Considerando:

1. Sem uma enxada, sem uma pá, a vegetação em torno do poste, na borda dos ralos e, principalmente nas sarjetas não é executada como parte da rotina de varredura. Perdeu-se a oportunidade de fazer agora para fazer depois.

2. Quando o gari trabalha com o "papão" ele não tem como executar o que podemos chamar de "capina de oportunidade".

3. A falta da "capina de oportunidade" executada pouco a pouco constantemente e rotineiramente pelo gari de varredura exige em outro momento a ação de turmas de capina.

4. A substituição de turmas de capina por turmas de roçada também causa a falsa impressão de produtividade. O uso da roçadeira como capina mecanizado exige um aumento da freqüência do serviço no logradouro e reduz o uso do equipamento em áreas verdes.

É uma boa prática:

1. Utilizar o "Papão" somente em logradouros onde não há crescimento de vegetação. Logradouros tipo Av. Rio Branco, Av. Nossa Senhora de Copacabana, Praça Saens Pena.

2.Exigir a execução da "capina de oportunidade" como integrante ao serviço de varredura. Para isto os garis em varredura devem portar preferencialmente enxada ou, na falta desta, uma pá metálica.

3. Os garis mais antigos sabem como capinar com pá, usam até a mão para remover pequenos brotos. Usar os mais antigos para ensinar os mais novos.

4. Avaliar criteriosamente o uso de roçadeira para fazer capina. Capina se faz com enxada! A roçadeira em sarjeta é um paliativo!

Mesmo que considere seu serviço bom, faça sempre melhor!

Sacolas de Plástico



Falando no Brasil: Durante algum tempo os mercados mandaram fabricar sacolas muito finas na esperança de economizar um pouco com o material. O tiro saiu pela culatra pois as pessoas, e os próprios caixas, passaram a colocar as sacolas uma nas outras.Agora, mesmo com sacolas mais resistentes as pessoas continuam colocando uma nas outras... isso é uma coisa...

Por serem fartas e gratuitas as sacolas passaram a ser reutilizadas como sacos de lixo... ótimo a reutilização é um dos R dos 3R (reduzir, reutilizar e reciclar, nesta ordem de prioridades). O problema é que por serem fartas e gratuitas não nos preocupamos em preparar nosso lixo... dobrar as embalagens de longa vida por exemplo... pouco lixo é colocado em cada sacola de supermercado reutilizado...

O ideal seria reduzir a quantidade se sacolas utilizadas para embalar as compras... elas estão mais fortes, não precisam ser colocadas uma nas outras, cabe mais coisas nelas! Além disso, utilizar outras formas de transporte como sacolas de lona ou carrinhos de feira... No entanto, no Brasil, isso só acontecerá quando os supermercados começarem a cobrar pelas sacolas.

Então temos na ordem certa de prioridades: Reduzir a quantidade de sacolas levadas para casa, reutilizar o mínimo de sacolas como lixeira e depois de transportadas tentar reciclar o máximo nas esteiras de triagem (pessoas que passam o dia inteiro diante de uma esteira por onde passa o lixo mistirado tentando retirar o máximo de material reciclável possível... um ambiente muito insalobre mas que faz os pobres ganharem unsR$500 por mes)

Outro ponto a se ver sobre sacolas de plástico... As pequenas sacolinhas das farmácias... estas deveriam ser totalmente eliminadas colocando o remédio na bolsa! As sacolas de jornaleiros também....

Existem pessoas que expõe a importância de venda de produtos a granel... Você leva o seu recipiente e o enche de achocolatado, outro recipiente de açúcar, outro vasilhame de shampoo... No entanto... imagina o trabalho que isso daria! Além do que os mercados detestariam ter que vender quantidades exatas para as necessidades de cada família. No Rio de Janeiro a rede ATACADÃO é mais ou menos assim... eles vendem e você se vira para transportar

Expliquei?

domingo, 21 de junho de 2009

Para a Comlurb, contêineres de prédios são a solução

http://jbonline.terra.com.br/leiajb/noticias/2009/06/21/rio/para_a_comlurb_conteineres_de_predios_sao_a_solucao.asp

Entrevista no Jornal do Brasil

Puppi afirma que um contêiner custa entre R$ 200 e R$ 300. Ele ainda aponta a proteção do gari como um dos maiores benefícios. O servidor fica pro tegido de cortes com cacos de vidros e objetos pontiagudos cortantes. Segundo ele, os acidentes são diários, principalmente nos braços e pernas. Outra vantagem apontada é o desgaste do funcionário, que é menor.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Pessoas que fazem xixi na rua

http://rjtv.globo.com/Jornalismo/RJTV/0,,MUL1197824-9106-67,00-HOMENS+FAZEM+XIXI+NAS+RUAS+DO+RIO+SEM+A+MENOR+CERIMONIA.html

Entrevista para RJTV

“A Comlurb constantemente lava com lava jato, com desodorizante para eliminar aquele foco de cheiro, aquele foco de impregnação da urina”, diz o assessor da Comlurb Gustavo Puppi.