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segunda-feira, 9 de abril de 2012
Coleta de Lixo, Mobilidade Urbana e Pegada de Carbono
O uso de veículos menores mais ágeis e flexíveis, preferencialmente elétricos, parece ser uma opção para grandes centros com trânsito intenso evitando o transtorno de manobra de grandes caminhões melhorando consequentemente a mobilidade Urbana.
Os veículos menores exigem trajetos pequenos para seu vazamento ou se tornam totalmente improdutivos. Devem descarregar próximo da área de carregamento exigindo centrais de recebimento com caixas com compactação ou uma coordenação logística que possibilite seu descarregamento “Just in time” em um caminhão.
A questão então não é a substituição de caminhões de maior capacidade volumétrica por uma frota de pequenos carrinhos. É sim o planejamento de um sistema de coleta de resíduos que use o veículo menor para puxar o lixo para veículos ou equipamentos de maior porte. Este sistema, usando pequenos veículos elétricos reduz pegada de carbono do serviço primeiro por não haver emissão para a puxada e segundo por reduzir a movimentação do veículo de maior porte.
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Aterro sanitário não é lixão
"Um lixão é uma área de disposição final de resíduos sólidos
sem nenhuma preparação anterior do solo. Não tem nenhum sistema de tratamento de
efluentes líquidos - o chorume (líquido preto que escorre do lixo). Este penetra
pela terra levando substancias contaminantes para o solo e para o lençol
freático. Moscas, pássaros e ratos convivem com o lixo livremente no lixão a céu
aberto, e pior ainda, crianças, adolescentes e adultos catam comida e materiais
recicláveis para vender. No lixão o lixo fica exposto sem nenhum procedimento
que evite as conseqüências ambientais e sociais negativas".
"Já o aterro controlado é uma fase intermediária entre o
lixão e o aterro sanitário. Normalmente é uma célula adjacente ao lixão que foi
remediado, ou seja, que recebeu cobertura de argila, e grama (idealmente selado
com manta impermeável para proteger a pilha da água de chuva) e captação de
chorume e gás. Esta célula adjacente é preparada para receber resíduos com uma
impermeabilização com manta e tem uma operação que procura dar conta dos
impactos negativos tais como a cobertura diária da pilha de lixo com terra ou
outro material disponível como forração ou saibro. Tem também recirculação do
chorume que é coletado e levado para cima da pilha de lixo, diminuindo a sua
absorção pela terra ou eventuamente outro tipo de tratamento para o chorume como
uma estação de tratamento para este efluente".
"Mas a disposição adequada dos resíduos sólidos urbanos é o aterro
sanitário que antes de iniciar a disposição do lixo teve o terreno
preparado previamente com o nivelamento de terra e com o selamento da base com
argila e mantas de PVC, esta extremamente resistente. Desta forma, com essa
impermeabilização do solo, o lençol freático não será contaminado pelo chorume.
Este é coletado através de drenos de PEAD, encaminhados para o poço de
acumulação de onde, nos seis primeiros meses de operação é recirculado sobre a
massa de lixo aterrada. Depois desses seis meses, quando a vazão e os parâmetros
já são adequados para tratamento, o chorume acumulado será encaminhado para a
estação de tratamento de efluentes. A operação do aterro sanitário, assim como a
do aterro controlado prevê a cobertura diária do lixo, não ocorrendo a
proliferação de vetores, mau cheiro e poluição visual."
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Carro elétrico em Mogi das Cruzes
Veículo elétrico de pequeno porte para percorrer o calçadão e as ruas estreitas do centro da cidade de Mogi das Cruzes, onde o acesso dos caminhões é difícil.
O inventor do poliguindaste

Em 1937, em Knoxville, Tennessee, EUA, George Dempster inventou a caixa metálica de lixo conhecida como Caixa Dempster. Trabalhando com escavadeiras por toda a vida George Dempster criou a caixa originalmente para recolher a sujeira e outros materiais de construção. com o tempo as caixas Dempster e seu sistema de elevação (poliguindaste) passaram a ser usados por todo o mundo.
História de George Dempster
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Zeladores do Rio - Uma boa ideia revisitada
Zeladores do Rio - versão digital
"Os guardas municipais vão virar zeladores do Rio Uma resolução conjunta das secretarias de Conservação e Especial de Ordem Pública que cria o Programa Integrado de Ordem e Conservação.
A ideia de espalhar zeladores pela cidade está em sua segunda tentativa. Há dois anos, o mesmo secretário Osório anunciava a criação do programa Zeladores da Cidade. Na ocasião, os guardiões da boa conservação eram 91 funcionários da Comlurb. Eles não tinham smartphones, mas tinham a missão de percorrer sete quilômetros diariamente anotando os problemas encontrados nas ruas.
Guardas vão usar smartphones para enviar fotos dos problemas encontrados nas ruas, como postes sem luz e buracos.
Segundo o secretário municipal de Conservação, Carlos Osório, a presença natural dos guardas em todas as regiões do município é uma vantagem para o trabalho.
— Além disso, para a Guarda Municipal, será uma oportunidade de se aproximar mais da população e afastar a imagem repressiva dos guardas — disse Osório.
— Com esta nova função, o Guarda passa a ter um perfil colaborativo, de solucionador de problemas. E para a Conservação, a vantagem é que passaremos a ter estes zeladores em toda esquina. Ganha a Seop e ganha a Conservação — disse Osório.
Osório explica que a primeira versão dos zeladores foi extinta porque, com a criação da central telefônica do 1746 — que concentra todos os serviços da prefeitura — a função dos zeladores "analógicos" perderam a funcionalidade. Com a versão digital, munidos de smartphones, acredita-se que a produtividade será melhor".
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Devemos cuidar de nossos verdadeiros doentes
Assumindo o comando das tropas brasileiras na Guerra do Paraguai Caxias ficou impressionado com o número de militares enfermos e nomeou, para inspecionar aqueles internados nos hospitais no teatro de guerra, uma comissão de saúde. O objetivo era o de retirar dos hospitais oficiais e soldados já curados e que neles permaneciam com a cumplicidade dos médicos. Em quinze dias, 2 mil falsos doentes, aptos para o serviço militar, foram despachados para o combate.
Maldita Guerra. Nova história sobre a Guerra do Paraguai. Francisco Doratioto – Companhia das Letras
domingo, 1 de abril de 2012
sábado, 31 de março de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
quinta-feira, 29 de março de 2012
Para quem tem calçadas encardidas
Hako-Citymaster 1200 CityCleaner
é uma máquina especialmente projetada para atender os mais altos níveis de
limpeza em pisos de áreas externas. Sua plataforma de trabalho com 1,33m de
largura equipada com três escovas assegura uma elevada eficiência na lavagem de pisos encardidos, ao
mesmo tempo em que o chassi articulado permite manobras em espaço limitado.Citymaster Street Washer
Vídeo no Youtube
quarta-feira, 28 de março de 2012
O certeza da limpeza é a eterna vigilância...
“As pessoas não sujam o metrô porque ele está sempre limpo”.
Quantas vezes isto é dado como certo em conversas sobre educação e cidadania,
quando na verdade não passa de uma conjectura! Podem até ficar inibidas em
sujar algo limpo como as estações do metrô, mas o que realmente coage as
pessoas é a certeza de que câmeras estão vigiando e Agentes de Segurança estão a
postos para no mínimo admoestar o comportamento negativo. A hipótese deveria
ser que não existe povo bem educado, existe povo bem vigiado. Ou, se bem
vigiado o povo lembra-se de ser educado.
terça-feira, 27 de março de 2012
Vigiar o Patrimônio Público
“As câmeras de vigilância da cidade são grande
aliadas porque flagraram os infratores e os conteiners foram recuperados, existe
um caso em que o infrator teve de pagar pelos danos e em outros casos a Polícia
está de olho nos suspeitos, afinal é um bem público”, completou o Diretor da
Limpeza Pública de Viçosa.
Parceria Público-Privada (PPP) em Manaus
O Município de Manaus espera modernizar a sua Limpeza Urbana por meio de uma Parceria Público-Privada (PPP) de forma de atender a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010) garantindo a “abertura de um novo aterro sanitário, construído dentro de todas as normas ambientais exigidas e, ainda, da implantação de um sistema de coleta domiciliar eficiente, que atenda todas as áreas da cidade”.Audiência Pública sobre Limpeza Pública
sexta-feira, 23 de março de 2012
As baleias que aparecem mortas nas praias cariocas pertencem à Comlurb!
Remoção de Baleia no Rio de Janeiro
"Para o trabalho de remoção do animal - que pesa 20 toneladas e tem 13,5 metros de comprimento - os garis utilizam três motosserras, dois caminhões trucados, duas pás mecânicas e uma carreta. Após ser cortada, a baleia será levada para o aterro sanitário de Gramacho, na Baixada Fluminense".
As baleias que aparecem mortas nas praias britânicas pertencem à coroa britânica!
Remoção de Baleias no Reino Unido
Elas são como “peixes reais”, pois “um estatuto muito antigo deu ao
chefe da coroa o direito sobre todos os cetáceos encalhados em torno do Reino
Unido. O rei tinha direito à cabeça e a rainha tinha direito à cauda. Não se
tem conhecimento, no entanto, de que um monarca tenha de fato requisitado um
pedaço de uma baleia”.
Os custos de remoção variam de acordo com
o peso do animal. No caso da baleia encontrada em Skegness em março deste ano,
a prefeitura local calculou torno de R$ 30 mil gastos com a operação. (Nossa! Com essa grana podemos cuidar até da aposentadoria do Free
Willy!)
Partidários sempre de um bom espetáculo, em 1970, americanos do Oregon optaram
por explodir uma baleia como forma de eliminar da carcaça! A praia ficou cheia
de pedaços de baleia que precisaram ser removidos de qualquer maneira. O filme
ficou bom... Apesar da questionável opção americana baleias mortas podem
explodir naturalmente por causa dos gases que se acumulam dentro do animal.
Youtube Link
quinta-feira, 22 de março de 2012
Caminhão Elétrico na Holanda
A coleta de resíduos de empresas no centro da cidade de Haia
será feita usando um caminhão de lixo elétrico.
O lixo que for coletado será usado para a geração de energia elétrica
que abastecerá o caminhão fechando o ciclo. O caminhão
sem som pode atingir uma velocidade máxima de 40 quilômetros por hora e tem um
raio da ação de 60 quilômetros.
O caminhão de lixo elétrico foi testado na zona verde de
Roterdã onde existem rígidas regras ambientais para a circulação de veículos
utilitários. O
veículo custa cerca de 180 mil euros a mais que um caminhão de lixo
tradicional. Preço salgado, mas necessário para alcançar a mobilidade
sustentável, política da RCI (Rotterdam Climate Initiative) na qual governo,
empresas e residentes trabalham juntos para reduzir pela metade as emissões de
CO2
Chain Gang Street Sweepers, 1909
Washington, DC
Chain Gang foi um sistema de punição existente nos Estados Unidos até 1955 onde um grupo de prisioneiros é acorrentado em conjunto para executar um trabalho braçal como o de varrição de ruas. Em 1995 alguns Estados americanos retomaram a prática por cerca de um ano abandonando-a por pressão de organizações de direitos humanos.
Não é um bom exemplo de como manter os trabalhadores unidos em torno de um objetivo operacional!
sexta-feira, 16 de março de 2012
O Lixo de NYC
Souvenir de Lixo
"Justin Gignac, ouviu de um de seus colegas de trabalho que design de embalagem não era importante. Esse foi o pontapé inicial de um desafio para Gignac. A história nomeada de “Tesouro ou Lixo? O Artista diz que está na embalagem” é a prova que embalagem é tudo.
O cara pensou que a única forma de conseguir provar isso era embalar algo que ninguém no mundo gostaria de comprar. E assim o fez. Gignac coletou lixo de Nova York, fez uma embalagem em forma de cubo super atraente e começou a vender por $10. Hoje, os cubinhos chegam a ser vendidos por $100! Cada caixinha vem selada, numerada e etiquetada como “O Lixo de NYC”.
Gignac diz que a percepção das pessoas mudou em relação a isso: “enquanto algumas pessoas vêem apenas lixo, outras enxergam arte, principalmente depois que os cubos começaram a custar mais caro”.
Conclusão: embalagem, quando atraente, vende até lixo! Ao pé da letra. Isso sim é agregar valor".
Um desafio, um prazo...
Entrevista do Prefeito para a BBC
"Se a Olimpíada é sobre transformar uma cidade, deixar um legado, mudar as vidas das pessoas, então ela tinha que vir para o Rio. O legado é a grande questão das Olimpíadas. A cidade vai mudar muito e a maioria das coisas vai acontecer porque temos as Olimpíadas. Eu uso as Olimpíadas para tudo agora. Porque você tem um desafio, um prazo, tem que se superar"
"É como o atleta, que treina muito e sabe que naquele dia ele vai competir. As Olimpíadas são assim, é como um desafio para a cidade. Antes de ter os jogos, poderíamos fazer tudo, mas não precisávamos fazer. Agora fazemos porque teremos os jogos, então é uma desculpa fantástica."
"Quando chegarmos a 2016, as mudanças farão do Rio uma melhor cidade para se morar e trabalhar, mais igualitária e mais gentil com sua população."
quinta-feira, 15 de março de 2012
quarta-feira, 14 de março de 2012
Sinceridade e Sagacidade
Se queres ser bem sucedido na política, cultiva essas duas grandes virtudes: a sinceridade e a sagacidade. Sinceridade é manter a palavra empenhada, custe o que custar. Sagacidade é nunca empenhar a palavra, custe o que custar;
Folclore político, por Sebastião Nery
terça-feira, 13 de março de 2012
Lavagem de Logradouros
Os equipamentos Green Machines de lavagem em Paris tem vantagens semelhantes as varredeiras de pequeno porte em termos de manobra e acesso, se apresentando como opção aos grandes caminhões pipa. Operando esguichos enquanto se locomovem, seria também uma ótima opção aos atuais furgões com motobomba que podem operar somente com a viatura parada.
Gambiarras extremamente úteis
Na verdade estas gambiarras são extremamente úteis.
Os rolos de tapete não são desviadores de água colocados estrategicamente para derivação da água para cada lado do bico de descarga a partir do qual a água está jorrando.
Simples, conservador, tosco mas altamente eficiente... (como as “taubinhas” usadas pelos garis de coleta no Rio de janeiro para fazer acabamento do serviço no lugar de vassouras e pás)
segunda-feira, 12 de março de 2012
Soldo, Rancho e Licença
Abordando novamente a estrutura organizacional piramidal de uma empresa com uma grande base executora, um nível médio como supervisão e um topo exercendo comando, o que seria importante para manter este modelo minimamente harmônico?
A base executora aparentemente fica satisfeita com três coisas que devem estar presentes no seu dia a dia de uma forma equilibrada:
- Remuneração, alimentação e descanso. Remuneração representada principalmente pelo salário, mas também pela certeza da carreira, alguma estabilidade, benefícios garantidos, coisas afins.
- Alimentação através de auxílios a refeição, café da manhã, período de almoço, coisas deste tipo alimentando o corpo e conforto de instalações, bons uniformes e equipamentos ergonômicos alimentando a alma.
- Descanso representado principalmente pelas folgas, férias, períodos de treinamento fora da rotina.
O equilíbrio entre remuneração, alimentação e descanso mantém a base executora minimamente capaz de executar o trabalho, mas somente disciplina e liderança, originárias no nível médio da pirâmide transforma capacidade em mobilização.
O Supervisor encarregado é aquele que faz fazer. É necessário equipa-lo com ferramentas disciplinares: procedimentos, protocolos, regimentos, regulamentos e capacita-lo a efetivamente exercer liderança sobre o conjunto de trabalhadores.
O topo da pirâmide? Este deseja o reconhecimento pelo comando aceitando de bom grado rituais e símbolos que o identifiquem como aquele que está no topo da pirâmide. Pompa e circunstância... Mantendo-se sempre a liturgia do cargo.
Pirâmide Organizacional
Por mais que se tentem abordagens orgânicas holísticas a estrutura organizacional formal de uma empresa não foge do esquema pirâmide com uma grande base executora, um meio termo de supervisão e um topo exercendo comando.
Por quê?
Acontece que todos podem ser soldados, basta disposição, conhecer o uso de seu equipamento e alguns procedimentos que regem a dinâmica do fogo e movimento em combate. Cuidam da sua própria sorte. Desta multidão surgem aqueles soldados que têm aptidão para conduzir alguns outros soldados mantendo-os unidos e garantindo o correto uso dos equipamentos e dos procedimentos de movimentação, são os sargentos. Surgem então em menor número aqueles que conhecem o uso coletivo dos equipamentos e mantém o foco em determinados objetivos alcançados por movimentações táticas, são os oficiais. Finalmente destacam-se aqueles poucos que realmente tem alguma noção do que está acontecendo, conseguem avaliar o desempenho das tropas e decidir sobre seu futuro, muitas vezes longe das trincheiras debruçados em mapas e relatórios, são os estrategistas, os generais.
Da mesma forma que em um exército, em uma empresa existem aqueles trabalhadores e seus supervisores encarregados na base da pirâmide, seguido dos gerentes responsáveis pelas táticas operacionais e no topo os diretores montando estratégias empresariais.
Soldados, sargentos, oficiais e generais... Nenhum deles ganha a guerra sozinho é o conjunto de suas aptidões e conhecimentos específicos que vencem as batalhas. Algo está muito errado quando um soldado usa um mapa ou quando um general avança com fuzil armado.
domingo, 11 de março de 2012
Jota Azevedo - Lixo no Chão Não
Um interessante exemplo de reaproveitamento de material usar antigos monitores de computadores como latas de lixo. Sem muitas preocupações operacionais pode ser usado em vilas ou comunidades para receber a sacolinha de lixo evitando acesso de animais, e, por sua aparência lúdica, em escolas como parte de algum projeto político pedagógico ambiental.
sábado, 10 de março de 2012
Meritocracia Platônica!
Uma Organização deve ser um
ambiente que estimule a participação ativa na busca de melhorias envolvendo
todos em torno de objetivos e metas corporativas. No entanto, é um terrível
engano considera-las um ambiente democrático onde todos são iguais e as
decisões devem ser baseadas na maioria ou no senso comum.
Tentamos ingenuamente trazer para
o meio profissional uma ética familiar e social. Somos iguais perante a lei na
sociedade, mas temos distinções de cargos e salários nas organizações, Somos amados
incondicionalmente em nossa família, mas não podemos, não devemos, esperar o
mesmo tratamento dentro dos escritórios.
Reconhecendo que apesar da
necessidade de fomentar um bom ambiente de trabalho as organizações não devem
ser democráticas, qual o modelo de governança seria mais propício?
Recorrendo à República de Platão temos
seis formas de organização política (empresarial no nosso caso). Três
formas boas: monarquia, aristocracia e democracia (seu lado altruísta) e três
formas más: democracia (seu lado populista), oligarquia e tirania. Ficando com as formas boas, mas descartando a
democracia resta analisar a monarquia e a aristocracia.
Uma empresa monárquica é aquela empresa familiar
que basta ser filho do dono para ser sucessor, sobrinho, neto, genro e até
cunhado para ser diretor, coordenador ou gerente. A condução dos negócios reflete
a capacidade de gestão da família empresarial. Existem reinos fortes que sobrevivem por
dinastias e fracos que acabam virando repúblicas abrindo seu capital na bolsa
de valores.
Concluímos que uma organização deva se organizar de
forma aristocrática!
Neste ponto temos que nos despir de todos os
preconceitos do termo aristocrático voltando para sua base grega αριστοκρατία, de άριστος (aristos), melhores; e κράτος (kratos), poder, literalmente poder dos melhores. Não é
obvio? Para uma empresa ser forte deve ser conduzida pelos melhores!
E o que define quem é melhor? Certamente não é amizade ou
família, não são afinidades ou tempo sentado no escritório. O que define que
uma pessoa é melhor que outra dentro da empresa é o seu mérito profissional traduzido em desempenho no exercício de suas
responsabilidades, capacidade de aprendizado e influência na melhoria dos
processos.
A aristocracia no meio empresarial se chama meritocracia e é a única forma de
organização capaz de gerar resultados positivos em longo prazo.
quinta-feira, 8 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
Um poliguindaste duplo com carregamento lateral!
Esse vem da India!
Tanto a caixa quanto o equipamento acabaram de ser pintados. Será que é um protótipo? Cada caixa possui uma lança própria para içá-la e, para o caminhão não capotar, uma base ao solo é muito necessária. A caixa tem abertura no seu lado esquerdo provavelmente para seu esvaziamento no destino final pois seu carregamento certamente é pela tampa (pesada!) superior.
É uma coisa diferente, talvez destinado para lixo industrial. Em uma comunidade com muita boa vontade poderia ser útil em locais sem área de manobra do poliguindaste com carregamento convencional traseiro.








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